Setembro 10 2012

João Vieira Pinto também vai recorrer da pena aplicada, esta segunda-feira, pelo Tribunal Criminal de Lisboa pela prática de uma crime de fraude fiscal, disse à agência Lusa o seu advogado, Castanheira Neves.

No mesmo processo foram igualmente condenados o empresário José Veiga, o administrador de Sporting SAD Luís Duque e o antigo responsável pelo departamento financeiro do clube Rui Meireles. À saída do tribunal, os seus advogados anunciaram de imediato a intenção de recorrer.

Castanheira Neves abandonou a sala de audiências antes da conclusão da leitura do acórdão, mas já confirmou que recorre para o Tribunal da Relação da pena aplicada, de um ano de prisão por crime de fraude fiscal, com suspensão por igual período, e pagamento também de 169.629 euros de multa.

"Confrontado com o acórdão e não obstante ter sido o menos gravemente punido, João Vieira Pinto não se conforma com a decisão, designadamente por considerar que regularizou atempadamente a sua situação através do RERT (Regime Excecional de Regularização Tributária)", afirmou.

Além do mais, "é certo que o fez numa altura em que ainda não lhe tinha sido imputada uma infração tributária", considera o advogado, pelo que "não deveria ser responsabilizado criminalmente".

"A verdade é que João Vieira Pinto não tinha a mais ligeira noção da problemática em causa, porque sempre contratualizou em termos líquidos", acrescentou. Na decisão da 6.ª Vara do Tribunal Criminal de Lisboa, José Veiga foi condenado por crime de branqueamento de capitais e os restantes arguidos absolvidos da prática do crime.

José Veiga foi condenado a dois anos e dois meses de prisão pelo crime de fraude fiscal e a uma pena de três anos e nove meses pelo branqueamento de capitais, com o tribunal a declarar pena única suspensa por quatro anos e meio, além de uma multa de 169.629 euros, a liquidar em quatro prestações.

Luís Duque e a Rui Meireles foram condenados a dois anos de prisão por evasão fiscal, com suspensão por quatro anos e três meses. Ambos terão ainda de pagar ao Estado indemnização no mesmo valor. O tribunal considerou provado que os quatro arguidos "desoneraram-se da responsabilidade" de pagamento de impostos no prémio de assinatura pago a João Vieira Pinto, no valor de 4,2 milhões de euros, no âmbito da contratação pelo Sporting, no verão de 2000.

"Todos os arguidos sabiam e queriam omitir o pagamento ao Estado de impostos com o prémio de assinatura de João Vieira Pinto, pago de comum acordo através da empresa [britânica] Goodstone", referiu a presidente do coletivo de juízes, Helena Susano. A magistrada sublinhou que houve "dolo específico" e que os quatro arguidos causaram "um dano patrimonial ao Estado".

A presidente do coletivo de juízes leu a matéria factual dada como provada nas 11 sessões de julgamento na presença de Luís Duque, com o tribunal a autorizar João Pinto, José Veiga e Rui Meireles (os dois últimos por se encontrarem no estrangeiro) a não estarem presentes.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 22:42

Setembro 10 2012
João Vieira Pinto foi condenado esta segunda-feira pelo Tribunal Criminal de Lisboa pelo crime de fraude fiscal, segundo avança a RTP.
Em causa está a transferência do atleta para o Sporting em 2000.
José Veiga, Luís Duque e Rui Meireles também foram sentenciados, tendo sido aplicada a todos os arguidos pena suspensa.
Fonte: A Bola

Janeiro 24 2012

O destino dos 3 milhões de euros apreendidos há alguns meses a João Pinto, que provinham de uma conta offshore, deverá ser decididoapós o fim de julgamento de fraude fiscal e branqueamento de capitais que envolve o antigo futebolista e que hoje começa na 3.ª Vara do Tribunal Criminal de Lisboa.

Fonte: A Bola/CM

publicado por Benfica 73 às 17:19

Novembro 23 2011

João Vieira Pinto está entusiasmado com o derby de sábado. O antigo jogador de Benfica e Sporting espera um grande jogo, como há muito não se regista. 

«O derby promete ser um bom jogo, já que quer de um lado quer de outro há bons jogadores, equipas com cultura de vitória, que não se retraem. Estou convicto que qualquer das equipas vai jogar para ganhar. Se assim for, pode ser um grande espectáculo de futebol como já não se vê há algum tempo», diz João Pinto, que estará para sempre no coração dos adeptos dos dois clubes e que não avança prognósticos. 

«Relativamente a quem vai ganhar não faço a menor ideia, qualquer um pode vencer...» 

O que espera e deseja é mesmo um bom espectáculo. «Espero um bom jogo de futebol. O campeonato está muito competitivo, estão várias equipas no topo da tabela, e com Benfica e Sporting a jogar bom futebol e moralizados, acho que estão reunidas todas as condições para que o espectáculo seja bom», refere.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 18:21

Novembro 19 2011

João Vieira Pinto abordou a polémica entre o benfiquista Javi García e o bracarense Alan e colocou alguma água na fervura.

"Tem de existir equilíbrio. Eu também dizia e ouvia muita coisa em campo, mas depois esquecia. No calor do jogo diz-se muita coisa e ninguém ganha em trazer isso cá para fora, como também não se ganha em contar o que se passa nas nossas casas. O futebol é a nossa casa", afirmou no 1.º Congresso Internacional do Futebol, esta sexta-feira, em Cascais.

O antigo jogador da Seleção Nacional recordou os seus tempos de futebolista no campeonato português e adiantou que nunca se apercebeu de qualquer episódio menos feliz relacionado com o racismo: "A nossa sociedade é muito liberal para umas coisas e pouco para outras. Nunca senti racismo no futebol português. Ouvi muitas coisas, mas é normal, com a pressão e o esforço físico", findou.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 17:11

Agosto 30 2011

Importantíssima a vitória do Benfica no terreno do Nacional da Madeira. Sei por experiência própria como é difícil jogar naquele estádio e com aquela equipa, que em casa sempre se agiganta, joga de igual para igual com qualquer aversário e é matreira. Juntando a essa predisposição um relvado normalmente escorregadio, está montado um cenário de grandes dificuldades.

Num jogo estranho em que a primeira parte teve três períodos, pode afirmar-se que o Benfica ganhou bem. Mas ganhou porque tem um avançado especial, com características especiais como é Cardozo, que não precisa de muitas oportunidades para fazer um golo. Ontem, à primeira oportunidade, não só dele como do Benfica, facturou. Por isso continuo a afirmar que o Benfica precisa dele e que faz todo o sentido que continue na Luz. Diria mesmo que é imprescindível.

As paragens começaram por prejudicar o Nacional, porque quando aconteceram a equipa da casa estava mais forte e a causar graves problemas à defensiva benfiquista. Jardel e Emerson sentiam grandes problemas com as investidas de Mateus, mas as interrupções quabraram o ritmo ao jogo. Sabe-se que na Madeira é assim, principalmente naquele estádio. Uma vez, jogava no Boavista, ficámos lá três dias à espera de concluir um jogo que tinha sido interrompido. Por isso mesmo, ontem, à segunda paragem temi que a partida não fosse reatada, mas ali é mesmo assim, nunca se sabe se o nevoeiro vai adensar-se ou se no minuto seguinte vai desaparecer.

No meio de tantas peripécias, a grande finalização de Cardozo surgiu numa altura em que o Benfica passava por dificuldades, mas permitiu à equipa assumir o controlo do jogo.

Benfica teve de sofrer para ganhar. Nacional nunca se rendeu e a resistência durou até à expulsão de João Aurélio

A história do encontro termina praticamente na expulsão de João Aurélio. A partir dessa altura o Benfica controlou por completo um jogo em que passou por maus bocados, mas que depois soube gerir.

O ritmo manteve-se interessante durante toda a partida e, apesar de o Nacional ter ficado com dez, o resultado permaneceu incerto quase até ao fim, mas aí já com nuances completamente diferentes. O Benfica soube administrar a vantagem e criar mais um punhado de lances de perigo, ao passo que a equipa da casa, mesmo não se rendendo, teve de arriscar demasiado e consentiu espaços, daí ter sofrido o segundo golo já em tempo de descontos. Aconteceu por dois motivos: porque o Nacional jogou no tudo ou nada e abriu-se, e também porque Artur, que na primeira parte fizera defesas de grande valia, teve um momento de inspiração e, com excelente leitura de jogo, fez a assistência para o golo de Bruno César, que, já em tempo de compensação, ratificou uma vitória importante.

Bruno César é diferente

Bruno voltou a entrar e a deslumbrar, com mais um golo saído de um lance individual. Tem de dividir o mérito com o passe de Artur, mas em tudo o resto foi perfeito. Definiu bem a jogada e acabou com as dúvidas. O brasileiro é um jogador a ter em conta para o futuro e a entrada de ontem foi a confirmação daquela que ensaiara contra o Twente. Finaliza bem e em determinados momentos pode ser um jogador determinante, porque em relação à maioria dos colegas ele traz a diferença. Não se intimida, assume o jogo, não tem medo de jogar de um contra um mas sem cometer exageros no drible, que deve ser um recurso e não uma constante.

Artur até oferece golos

O meu destaque do jogo de ontem vai para o guarda-redes Artur, o jogador do Benfica mais em foco neste início de temporada. Já lá vai o tempo em que o guarda-redes de um grande tocava na bola de vez em quando, mas Artur, sempre que tem sido chamado a intervir e a decidir tem-no feito com acerto. Ontem esteve em evidência por um punhado de defesas importantes, mas também pelo passe para o segundo golo. Mesmo em tempo de compensação, em vez de reter a bola e passar tempo, mantendo a equipa perto da área, leu na perfeição a posição de Bruno César e meteu-lhe a bola para o 2-0.

Fonte: O Jogo

publicado por Benfica 73 às 14:15

Novembro 25 2010

Hapoel-Benfica

1
Perder um jogo que era fácil de ganhar

O Benfica perdeu por culpa própria um jogo que deveria ter ganho com alguma facilidade. O que aconteceu foi incrível. É difícil de entender, e mais ainda de explicar, como é que uma equipa, mesmo jogando sem grande intensidade, consegue um ascendente claro, cria várias oportunidades de golo, não marca e depois sofre dois golos de bola parada, um deles de canto, quando um canto, para o Benfica da época passada, nem sequer podia ser considerado uma jogada potencialmente perigosa. Este Benfica é uma equipa descrente, apática, que não me parece disposta a sofrer. Tomou conta do jogo, teve o domínio das operações e a seguir desorganizou-se em termos defensivos, deixou-se partir, permitiu que os jogadores estivessem distantes uns dos outros, com uma falta de concentração perfeitamente anormal. Dá ideia de que, de uns jogos para os outros, não aprende com os erros cometidos.

2
Imagem desastrosa e Aimar a remar sozinho

 

O que se passa a nível de resultados começa a ser grave para a imagem internacional do Benfica. É que, para o exterior, não passa apenas uma derrota por 3-0 consentida perante um adversário fácil; passam todo o passado recente e uma imagem de insegurança e instabilidade. Os 5-0 do Dragão continuam vivos e, pelo jogo de ontem, percebe-se que a vitória por 4-0 frente à Naval em termos práticos não serviu de nada.

Olha-se para esta equipa e percebe-se que há muita desmotivação, e são vários os jogadores desmotivados. Ontem, a excepção foi Aimar, que se fartou de remar contra a maré, mas esteve sozinho. Foi o único que se notou que queria mesmo ganhar.

Foram muitos os problemas no último terço do campo, e o Hapoel, mesmo pondo muita gente atrás da linha da bola, era pouco agressivo e defendia mal. Mesmo assim, na segunda parte bastou-lhe fazer uma transição bem feita e aproveitar duas bolas paradas para humilhar o Benfica.

 

3
Surpreendeu-me ver Carlos Martins no banco

 

Surpreendeu-me que Carlos Martins tivesse ficado no banco. Do meu ponto de vista, ele dá mais consistência à equipa tanto em termos defensivos - mesmo que não seja perfeito - como em termos ofensivos. É também um jogador que pode fazer a diferença nas bolas paradas, nos remates de meia distância ou mesmo nos passes de risco. Um meio-campo com Salvio e Gaitán não me parece que possa ser consistente. Carlos Martins dá mais garantias do que qualquer um dos outros e tem estado moralizado, até com a Selecção Nacional.

Qualquer que seja o ângulo de abordagem deste jogo, tem de ficar claro que, pelo número de oportunidades criado, o Benfica deveria ter vencido com tranquilidade.

4
É tempo de deixar de falar de Ramires e Di María

 

Nesta altura, já não se pode continuar a atribuir a má época à saída de Ramires e Di María. Parece-me que a equipa está a passar por uma crise mental; a capacidade de reacção a uma contrariedade é praticamente inexistente. Insisto na ideia que me parece mais chocante: a equipa não está disposta a sofrer. Porque embora esta equipa não seja tão boa como a da época passada, vale muito mais do que aquilo que tem feito. Falta eficácia, falta definição no último terço, a organização desfaz-se, não tem conta o número de cantos desperdiçados por uma equipa que na época passada dominava completamente este aspecto tanto na componente ofensiva como defensiva. Continuar a falar dos jogadores que saíram, mesmo tendo eles sido importantíssimos, é querer passar ao lado dos problemas.

Ontem tinha bastado pressionar o Hapoel à saída da sua área. Das poucas vezes que o fez, o Benfica ganhou a bola e criou perigo. Devia ter sido fácil.

5
Mercado não é única solução

 

Principalmente desde a derrota no Dragão que se tem falado muito de mercado, e acredito que os rumores vão aumentar a partir deste desastre. Sinceramente não me parece que a solução para os problemas do Benfica passe apenas por idas ao mercado. Quando a crise é psicológica, não é a chegada de novos jogadores que vai mudar o cenário. É óbvio que a chegada de bons jogadores pode ajudar, mas para resultar é preciso que treinador tenha conseguido recuperar o grupo em termos psicológicos. Nesta altura, o problema motivacional é o mais importante de todos. As quebras de concentração e a incapacidade para reagir às contrariedades são prova disso mesmo.

Autor: João Vieira Pinto

Fonte: O Jogo

publicado por Benfica 73 às 20:11

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