Junho 04 2015

O diretor de comunicação do Benfica, João Gabriel, utilizou as redes sociais para falar sobre a decisão de Jorge Jesus em recusar a proposta de renovação de contrato com o clube da Luz e aceitar mudar-se para o Sporting.

«Sou grato a Jesus pela ingratidão que revelou. Mostrou que merecíamos mudar!», publicou João Gabriel na rede social twitter.

O diretor de comunicação do Benfica acrescentou ainda mais três mensagens:

«Sou grato a Jesus! Para o ano vamos ter treinador comprometido com o Benfica e não apenas com o seu ego e conta bancária!»

«Sou, finalmente, grato a Jesus porque Alcochete vai deixar de fazer sentido!»

«Sou, ainda, grato a Jesus porque sempre partilhou os títulos com toda a estrutura do Benfica. Solidário com todos. Em Alvalade vai ser igual»

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 11:15

Fevereiro 10 2015

O Benfica recusou ontem dar importância às pretensões do presidente do Sporting, sublinhando que “voltou o folclore” no clube de Alvalade, expressão utilizada por João Gabriel, diretor de comunicação dos encarnados.

 

Na sua conta no Facebook, Bruno de Carvalho pediu que a Federação e a Liga castiguem “severamente” o Benfica, lembrando os acontecimentos quer no dérbi de futsal, no sábado, na Luz, quer de futebol, no dia seguinte, em Alvalade. O líder leonino referia-se a uma tarja em que se fazia uma alusão ao “very light” que vitimou mortalmente Rui Mendes, na final da Taça de Portugal de 1996, e as tochas arremessadas após o golo de Jardel.

 

A posição assumida por Bruno de Carvalho não mereceu crédito por parte dos encarnados. “Verificamos que acabou o blackout em Alvalade. Voltou o folclore!”, fez notar João Gabriel, em declarações a Record. O responsável pela comunicação do clube da Luz escusou-se a alongar-se em comentários.

 

Lembre-se que o fim da lei do silêncio em Alvalade foi decretado na véspera do dérbi da 20.ª jornada do campeonato. Este período foi explicado por Bruno de Carvalho, no sábado passado, pela necessidade de “refletir, reorganizar e agir sem influência do exterior”.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 12:06

Maio 01 2013
O Benfica, através do diretor de comunicação, João Gabriel, veio a público, esta terça feira, denunciar aquilo que considera uma campanha desprezível para contestar o mérito da liderança do clube da Luz no Campeonato.

«Durante uma semana mantivemos de forma paciente o silêncio que hoje termina, de forma a acabar com a campanha mais baixa, fraudulenta e imoral dos últimos anos. Uma campanha de insinuações e mentiras, promovida por alguém que evidentemente queria tirar dividendos do clima de intimidação que foi criado. Alguém que em qualquer país da Europa seria um caso e exemplo de estudo em faculdades de Direito, nomeadamente em cadeiras de Direito Penal, mas que em Portugal continua a ser recebido na Assembleia da República», começou por referir João Gabriel. 

«Tentaram contestar o mérito da liderança do Benfica de forma desprezível. Essa resulta do trabalho, do empenho e do talento de muita gente de dentro do clube, ninguém deu nada ao Benfica», vincou o diretor de comunicação do clube da Luz, sublinhando:

«Convém, por isso, recordar a essa virgem ofendida que só há uma equipa na Liga portuguesa que ainda não sofreu qualquer penalty ao longo do Campeonato, um caso que deve ser único na Europa.»

Na sala de Imprensa do Estádio da Luz passaram depois imagens referentes apenas a jogos do FC Porto, nomeadamente com seis grandes penalidades que alegadamente ficaram por marcar contra a equipa azul e branca:

SC Braga – FC Porto, mão de Alex Sandro 
FC Porto – Moreirense, mão de Alex Sandro 
V. Guimarães – FC Porto, dois lances de falta de Mangala 
FC Porto – Rio Ave, bloqueio de Otamendi a Ukra
FC Porto – V. Setúbal, mão de Danilo

«Não vimos ninguém do FC Porto dizer que nestas alturas o árbitro colocou as leis no bolso», apontou João Gabriel, que, depois de falar ainda outros casos, finalizou: «O Benfica é, à 27.ª jornada, o líder do Campeonato por mérito e sem qualquer contestação.»
Fonte: A Bola
publicado por Benfica 73 às 07:32

Dezembro 10 2012

O diretor de comunicação do Benfica, João Gabriel, disse este domingo que os encarnados apenas vão esclarecer a questão do alegado pedido de adiamento por parte do Sporting do dérbi de segunda-feira, da 11.ª jornada da Liga.

"Só após o jogo de segunda-feira o Benfica agirá em conformidade e de forma a repor a verdade dos factos, que não é aquela que é dita pelo senhor presidente do Sporting", referiu, em declarações à agência Lusa.

O presidente leonino, Godinho Lopes, em entrevista a Record, disse que tentou falar com o seu homólogo encarnado, Luís Filipe Vieira, mas que este não lhe respondeu nem a telefonema, nem a mensagem escrita, considerando que o líder do Benfica talvez tenha tido "medo das consequências" de um possível resultado negativo.

"As três equipas que vão entrar em campo merecem-nos demasiado respeito para comentar essas declarações", afirmou João Gabriel.

Para o responsável encarnado, "o jogo deve ser jogado dentro das quatro linhas".

"Se tivessem falado com a única pessoa com quem parece que não falaram, o seu treinador de futebol, talvez tivessem evitado esta trapalhada", concluiu.

Depois de ver o seu jogo com o Videoton, da Liga Europa, mudado de quinta-feira para sexta-feira, devido ao mau tempo, o Sporting pediu à Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) o adiamento do dérbi para terça-feira, 24 horas depois do estipulado.

Contudo, na sexta-feira, a LPFP indeferiu o pedido do Sporting, que alegava que entre os dois jogos não se cumpriam as 72 horas exigidas pelos regulamentos.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 09:04

Maio 07 2012

O director de comunicação do Sport Lisboa e Benfica, João Gabriel, concede esta segunda-feira uma entrevista ao jornal desportivo “A Bola”, onde afirma que o título de campeão nacional desta temporada foi um tributo dos árbitros ao FC Porto.

 
“O título de campeão deste ano é um tributo da arbitragem ao FC Porto e o convite a Pedro Proença para apitar o jogo de sábado [FC Porto - Sporting] foi uma justíssima homenagem. A partir de um determinado momento foi evidente que o Benfica passou a ser prejudicado. É curioso que o ano passado o ataque verificou-se logo nas primeiras jornadas do Campeonato, este ano sucedeu o contrário, aconteceu tudo na parte final, mas tudo o resto foi exactamente igualmente descarado. Acho que a agressão ao Aimar na grande área da Académica ser transformada em falta atacante é um monumento ao descaramento”, afirma.

 

O director de comunicação do Clube da Luz considera que não há coincidências e recorda, por exemplo, que dois árbitros voltaram a prejudicar o Benfica, tal como já tinha acontecido no passado recente. “Há uma coisa em que não acredito: em coincidências. Um ano e meio depois de Olegário Benquerença ter feito o que fez em Guimarães, na época passada, volta a apitar um jogo do Benfica e fazer vista grossa de dois penalties que são verdadeiros casos de atropelamento e fuga na área do Rio Ave, não é coincidência. Dois anos depois do Pedro Proença ter transformado uma simulação descarado do Lisandro em penalty, no Dragão, ter, este ano, validado um golo em fora-de-jogo na Luz – mas atenção que não é um fora-de-jogo de centímetros, é de metros – outra vez num jogo contra o Porto. Tudo isto tem de começar a ser motivo para os responsáveis da arbitragem se interrogarem e começarem a fazer uma limpeza séria, isto se estiverem interessados em trazer verdade ao nosso futebol”, disse.

 

Erros sempre para o mesmo lado
João Gabriel admite que os árbitros têm o direito de errar, no entanto, lembra que o prejudicado foi sempre o mesmo, ou seja, o Benfica. “O erro faz parte do futebol. Todos temos direito a errar, é a natureza humana, mas quando se erra prejudicando sempre os mesmos, isso já não são erros é manipulação. Portanto, repito o que já tinha dito há um mês, a classificação deste Campeonato está aldrabada e quando se concentram em pouco mais de cinco jogos tantos erros temos efectivamente de nos perguntar: como é possível?”, questiona.

 

O director de comunicação deixa ainda críticas à Justiça portuguesa. "O verdadeiro responsável por esta situação, não contando com o fraco carácter de algumas pessoas, é a Justiça portuguesa, porque efectivamente, há um par de anos, escancarou as portas à ideia de que valia tudo, de que algumas pessoas beneficiam de total impunidade e a verdade é que essas pessoas assustaram-se numa determinada altura, mas entretanto parece que tudo voltou a ser como era dantes. Faz sentido haver árbitros, a seguir a Guimarães, que nas reuniões técnicas, antes dos jogos, ameaçavam os responsáveis do Benfica?, questiona novamente, acrescentando: “Ameaçar talvez não seja a palavra certa. Intimidavam talvez seja a forma mais adequada de caracterizar a atitude de que, pelo menos, dois árbitros tiveram a seguir a Guimarães, nessas reuniões técnicas com os responsáveis do Benfica.”

Fonte: SLB

publicado por Benfica 73 às 11:49

Março 24 2012
O diretor de comunicação do Benfica, João Gabriel, manifestou ao nosso jornal, a título pessoal, a indignação em relação às últimas arbitragens dos jogos das águias. 

«O senhor Vítor Pereira já lidera há tempo suficiente os árbitros portugueses para continuarmos a poder tolerar o que está a suceder. Nesta altura a classificação está aldrabada por influência direta dos árbitros», vincou, pedindo ao presidente do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol que tenha «critérios iguais para todos os clubes».

João Gabriel enumera alguns casos, como «dois foras de jogo mal assinalados ao Benfica em Coimbra», ou «o fora de jogo de mais de um metro que decide a partida contra o FC Porto, na Luz». Para mais, neste último caso, estranha que o árbitro auxiliar responsável pelo «erro grosseiro» tenha ficado «melindrado com o treinador do Benfica em vez de incomodado pela decisão».

O responsável encarnado fala ainda de uma «agressão a pontapé a Aimar, na área, no jogo de Coimbra», lance em que não foi assinalada grande penalidade, e do «choque casual entre Emerson e Diego Barcellos, que já deu penalty contra o Benfica, na Luz, frente ao Nacional», sem esquecer que «Bruno César foi atropelado em Paços de Ferreira, também na área, e ainda levou amarelo». Junta a estes casos «outros dois penalties não assinalados em Paços de Ferreira e um em Guimarães», o que merece o seguinte comentário: «Em matéria de penalties, a regra parece ser só marcar quando a falta obrigar a internamento hospitalar.»

Relativamente ao jogo de Olhão, João Gabriel acusa o árbitro João Capela de ter permitido o «antijogo do Olhanense», defendendo que «em 90 minutos jogaram-se 30 no máximo». O juiz é ainda acusado de ser «diligente moço de recados do treinador do FC Porto», tal a atenção com que observou os lances de bola parada na área algarvia, «para garantir que não havia bloqueios que irritassem o treinador do FC Porto». Como tal, e lembrando mais uma vez a «expulsão de Aimar numa jogada legal», quando uma entrada de Toy sobre Javi García teve outro entendimento, conclui que «foi João Capela quem bloqueou o jogo e não parece que o tenha feito com ingenuidade».

Termina com um apelo a Vítor Pereira: «Não prejudiquem mais o Benfica!»
Fonte: A Bola
publicado por Benfica 73 às 20:33

Novembro 30 2011

A revelação por parte de Godinho Lopes de supostos incidentes junto aos balneários no final do derby do passado sábado foi recebida sem surpresa no clube da Luz. 
O director de comunicação do clube, João Gabriel, convida mesmo o clube de Alvalade a tornar pública a suposta gravação feita sobre os incidentes.
«Não temos qualquer problema em que divulguem a referida gravação. Até seria benéfico, por isso o nosso apelo é para que a divulguem», afirmou João Gabriel, em reacção à denúncia feita poucas horas antes pelo presidente do Sporting.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 08:02

Novembro 28 2011
publicado por Benfica 73 às 17:13

Novembro 27 2011

O diretor de comunicação do Benfica, João Gabriel, criticou este sábado a postura "populista e demagógica" dos dirigentes do Sporting, antes do dérbi, da 11.ª jornada da Liga, que os encarnados venceram por 1-0.

 "Gostaria que o presidente do Sporting Clube de Portugal diga se assina publicamente essas declarações, essas sim pré-históricas, do seu vice-presidente Paulo Pereira Cristóvão", afirmou João Gabriel, na sala de conferências de imprensa do Estádio da Luz, reagindo às declarações do vice-presidente do Sporting, Paulo Pereira Cristóvão.

 O responsável leonino criticou as "condições pré-históricas em que os adeptos foram colocados". 

"Há muito tempo que passámos a pré-história, tudo o que é regulamento de segurança foi violado. Havia dois adeptos por cadeira, quem está dentro da 'caixa' fica com a visão prejudicada e exigir 22 euros por isto não é sério, nem honesto. O Conselho Diretivo e a SAD vão analisar isto e depois decidir", disse Paulo Pereira Cristóvão.

 João Gabriel reiterou que a "caixa" estreada no encontro de hoje é "estrutura de última geração na Europa", rematando: "Não houve fosso, ninguém caiu ao fosso".

 O diretor de comunicação "encarnado" classificou ainda a postura dos dirigentes do Sporting de "populista e demagógica durante toda a semana, em contraste com a direção do Benfica".

 João Gabriel acrescentou ainda que "foram devolvidos pelo Sporting 46 bilhetes" para o dérbi de hoje: "Também poderíamos pedir 40.000 bilhetes para Alvalade. Pagamos adiantado e não devolveremos nenhum".

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 14:13

Junho 09 2011

O director de comunicação do Benfica reagiu às declarações do presidente do Sindicato de Jogadores, que criticou a atitude do clube da Luz em relação a Fábio Coentrão e Nuno Gomes. João Gabriel afirma que Joaquim Evangelista falou de factos que desconhece. 

«O presidente do Sindicato de Jogadores é uma pessoa válida mas também muito voluntarista e, em algumas situações, fala sobre factos que desconhece. Quando falamos sobre casos que desconhecemos, a probabilidade de dizer alguns disparates aumenta exponencialmente, o que é o caso. Isto também é motivo de reflexão para o próprio presidente do sindicato, com o qual já tive a oportunidade de falar», assegurou João Gabriel em declarações à Rádio Renascença.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 08:21

Maio 26 2011

O director de comunicação do Benfica, João Gabriel, realçou que o «alvo da investigação» da Polícia Judiciaria não o Benfica, mas sim o processo da transferência do guarda-redes Júlio César de Belém para a Luz. 


«Em função das notícias que hoje são publicadas na imprensa, a Polícia Judiciaria devia esclarecer efectivamente o que veio cá fazer, mas aquilo que os investigadores pediram foram documentação relativa à transferência de Júlio César e nomeadamente dos comprovativos de liquidação da mesma em relação aos elementos SAD e portanto o único alvo da diligência da PJ foi o processo Júlio César. Ficou claro, para nós, que o alvo de investigação não foi o Benfica», afirmou João Gabriel, em declarações à Renascença. 

No que diz respeito às notícias que surgiram esta quinta-feira: «O Benfica é uma instituição de bem, com processos transparentes em que as pessoas são idóneas. Esta visita tem de ser encarada com normalidade. Efectivamente o Benfica colaborou e não fugiu a essas regras».

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 18:33

Abril 18 2011

João Gabriel afirmou esta segunda-feira que aguarda "ansiosamente" que o FC Porto se pronuncie sobre a arbitragem de Artur Soares Dias no clássico com o Sporting. O diretor de comunicação do Benfica aludiu, assim, ao facto de os dragões terem promovido uma conferência de imprensa na sequência do título conquistado na Luz, onde apontaram 15 erros a Duarte Gomes.

"Estamos ansiosamente à espera da conferência de imprensa que o FC Porto vai fazer sobre o jogo com o Sporting e a arbitragem de Artur Soares Dias", disse João Gabriel à agência Lusa. Recorde-se que, já nos descontos, Rolando tocou com o braço na bola dentro da área portista, ficando um penálti por assinalar a favor dos leões.

"Seguramente que o vídeo vai ter mais de sete minutos. Já agora, ficamos à espera que alguém explique o motivo e o teor da conversa entre o árbitro e Nélson Puga [médico portista]", acrescentou João Gabriel.

Segundo a imprensa de hoje, Nélson Puga e Artur Soares Dias terão mantido uma conversa ao intervalo, a qual terá deixado incomodado o treinador do Sporting, José Couceiro, alegadamente afastado quando tentava perceber o seu teor.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 21:28

Abril 13 2011

O Benfica não vê razões para a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) intervir no caso da queixa apresentada por um particular contra a Benfica TV, mas manifesta-se disponível "para o que seja necessário".

 "Não vejo razões para nenhuma intervenção da ERC, mas se a Entidade Reguladora o entender estamos disponíveis para o que seja necessário", disse esta quarta-feira à Lusa o diretor de comunicação do Benfica.

 João Gabriel reagia assim à notícia avançada na terça-feira à noite pela Lusa de que a ERC tinha recebido uma queixa contra a Benfica TV, após o FC Porto ter acusado um comentador do canal encarnado de "desejar a morte" ao presidente do clube portuense, Pinto da Costa.

 O responsável do Benfica fez um comentário irónico às criticas dos portistas, afirmando: "Só espero que nesta febre desenfreada de comunicados, o FC Porto não se lembre de atacar a Porto Editora, por ter traduzido e publicado o livro ["A Arte de Matar Dragões"] do espanhol Ignácio del Valle, e já agora que não participem deste autor à ERC".

 Num comunicado divulgado ao princípio da noite de terça-feira, o FC Porto acusou o comentador da Benfica TV Sérgio L. Bordalo de "desejar a morte" de Pinto da Costa durante o programa "Debate" e o clube de Lisboa de "descer ao nível mais baixo de sempre".

 Os dragões afirmavam aguardar "um pedido de desculpas formal" do Benfica e questionavam a ERC, o Ministério Público e o Governo sobre se "é para o incitamento ao ódio que se atribuem licenças de televisão".

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 21:32

Março 12 2011

Depois de ter emitido um comunicado a repudiar a agressão que o vice-presidente Rui Gomes da Silva foi alvo esta sexta-feira no Porto, o Benfica, através do director de comunicação, fez ainda mais críticas à natureza do acto.
Ainda ao final desta manhã, o treinador do FC Porto, André Villas Boas, confirmou que esteve no restaurante onde aconteceu a agressão, revelando que cumprimentou o vice-presidente do Benfica, mas que não viu o que aconteceu. João Gabriel atirou: «Há pessoas que sofrem de miopia dentro do campo e também fora dele. Há certos locais do País onde ninguém vê nem sabe nada. Foi um acto cobarde, levado a cabo por gente cobarde.»
O director de comunicação do clube encarnado prosseguiu nas críticas, atirando também responsabilidades ao sistema judicial, nomeadamente por não ter condenado o presidente do FC Porto, tal como aconteceu pela justiça desportiva.
«Há responsabilidade sucessiva das instâncias judiciais que fazem transparecer a ideia de que algumas pessoas são impunes. O sistema judicial também é responsável pelo que aconteceu ontem e que continuará a acontecer no futuro. Há pessoas no estrangeiro que já foram condenadas por muito menos», disse.
João Gabriel levantou ainda suspeitas sobre quem terá avisado os agressores da presença de Rui Gomes da Silva naquele restaurante. Questionado sobre André Villas Boas, uma vez que este esteve no local, a resposta ficou no ar: «Vamos ficar por aqui....»
Jorge Jesus também condena agressão
O treinador do Benfica, Jorge Jesus, também não ficou indiferente ao caso e fez questão de enviar um abraço a Rui Gomes da Silva. E ainda atirou: «O futebol e o desporto em geral precisam de banir este tipo de actos.»

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 19:36

Janeiro 17 2011

O Benfica acusou a Sport TV de ser parcial, numa declaração do diretor de comunicação do clube, João Gabriel, após o jogo com a Académica, transmitido domingo pelo canal codificado.

"A imparcialidade é um valor que a Sport TV, como canal que serve 700 mil pessoas, deve prezar, facto que não aconteceu aqui hoje. Se o processo negocial que está em curso, e que todos conhecemos, está longe de chegar a bom porto, se aquilo que se passou hoje tem algo a ver com esse processo negocial, então a Sport TV escolheu o caminho errado", afirmou.

João Gabriel acrescentou que "quem sai prejudicado são aqueles que pagam à Sport TV para ter uma transmissão televisiva de qualidade, com comentário isentos, imparciais em relação aquilo que se está a viver em campo".

O Benfica, cujos direitos de transmissão dos jogos no Estádio da Luz estão cedidos à Olivedesportos até 2013, está a negociar um novo com aquela empresa, que detém 50 por cento da Sport TV.

A empresa de Joaquim Oliveira é detentora de todos os direitos de televisão de todos os clubes da Liga e da Liga de Honra.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 19:51

Janeiro 06 2011

O diretor de comunicação dos encarnados, João Gabriel, explicou ontem a desistência do Benfica da contratação de Funes Mori. Em declarações ao diário “Clarin”, o dirigente revelou que as sucessivas exigências do Rivel Plate esgotaram a paciência dos encarnados. “Cansámo-nos do vai e vem. O River pede muito dinheiro e as negociações estenderam-se demasiado. É verdade que Funes Mori é um jogador interessante, do qual gostamos muito, mas a crise está em todo o lado e a Europa não é exceção. O mercado do futebol mudou muito”, frisou João Gabriel que depois negou que tenha existido qualquer conflito entre o empresário e o tio do jogador.

“Nem sequer chegámos a conversar com os seus agentes. O Benfica só fala de contratos com o clube que tem os direitos desportivos do jogador. A transferência não aconteceu porque o River pediu mais do que estávamos dispostos a oferecer”, referiu. O diretor de comunicação confessou ainda que “será uma surpresa” se Funes Mori sair pelo valor que Passarela pede.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 20:50

Novembro 30 2010

O director de comunicação do Sport Lisboa e Benfica, João Gabriel, esclareceu, esta segunda-feira, que a flash interview do treinador Jorge Jesus após o jogo com o Beira-Mar não obedeceu aos regulamentos da Liga, pelo que o Clube já fez uma exposição ao organismo sobre a matéria.

“A flash interview é por definição uma zona de entrevistas rápidas do operador televisivo que, segundo o artigo 26 dos regulamentos de competição, deve ter uma duração máxima de 90 segundos e deve versar apenas sobre o jogo”, começou por recordar o director de comunicação.

João Gabriel reforçou que “a zona de entrevistas rápidas não é para perguntar sobre o jogador A ou B, não é garantidamente para perguntar se um Governo teve ou não interferência editorial na informação da TVI e não é garantidamente para perguntar se a Manuela Moura Guedes foi ou não censurada enquanto esteve na TVI”.

O director de comunicação lembrou que a situação da véspera não foi inédita: “O Benfica já tinha anteriormente alertado os operadores televisivos sobre essa matéria e devo dizer que a Liga também o já tinha feito. Portanto, mantendo-se a mesma situação à 12.ª jornada da Liga, não podemos ter outra leitura de que aquilo que se passou em Aveiro foi premeditado. Foi um acto provocatório e, portanto, o jornalista deve cumprir não só com o dever de isenção e objectividade, mas também com aquilo que está estipulado nos regulamentos da Liga.”

Caso a situação se mantenha, João Gabriel anunciou que “o Benfica reserva-se no direito de não comparecer na flash interview”.

Relativamente ao comentário realizado pelo jornalista sobre a Benfica TV, o director de comunicação lembrou que o treinador Jorge Jesus marca presença em conferências de imprensa. “Em relação à antevisão da jornada [habitualmente na Benfica TV] isso não colide com o vosso direito à informação nem com o acesso às fontes. Significa que estamos a valorizar um projecto que é nosso, que teve um determinado investimento e no qual apostamos. Isso não significa de forma alguma que não tenham direito a estar e a confrontar o nosso treinador ou os nossos jogadores, porque Jorge Jesus está seguramente uma vez por semana com os jornalistas numa sala de imprensa em qualquer ponto do país”, recordou.

Informação para esclarecer... em Tribunal
Instado a comentar a notícia sobre uma alegada agressão a um jornalista, após o jogo em Aveiro, o responsável do Clube foi claro: “É curioso que muitos jornalistas hoje em vários meios de comunicação tenham reproduzido uma determinada informação que foi veiculada por um determinado site, que pertence ao grupo Media Capital, o mesmo da TVI. Não é grave que o tenham reproduzido, o que é grave e deontologicamente incorrecto é que o tenham feito sem terem confrontado o Benfica. O que podemos dizer é que o absurdo é tal que não merece comentário. Quem divulgou essa informação vai ter seguramente de a esclarecer no sítio certo, que é num tribunal.”

Fonte: SLB

publicado por Benfica 73 às 13:49

Novembro 30 2010

O Benfica reagiu esta segunda-feira ao drástico abandono do treinador Jorge Jesus da flash-interview da TVI depois do jogo com o Beira-Mar. O clube defende que cumpriu a regulamentação em vigor.

«O artigo 26 é claro. O flash-interview terá uma duração máxima de 90 segundos e apenas deverá versar sobre as ocorrências do jogo que acabou de disputar», afirmou João Gabriel, director de comunicação do Benfica, citando o regulamento de competições da Liga.

Recorde-se que no final do encontro com o Beira-Mar, após as primeiras perguntas sobre o jogo, o jornalista confrontou Jorge Jesus sobre a estabilidade da sua continuidade ao leme dos encarnados. O treinador ainda começou por responder, mas, perante a insistência, acabou por ir embora.

João Gabriel, em conferência de imprensa esta tarde, revelou que já anteriormente o Benfica tinha alertado a Liga para a falta de cumprimento do regulamento, por parte dos jornalistas, frisando que o final do jogo com o Beira-Mar foi apenas «um ponto de ruptura».

«Há um tempo certo para dizer basta!», alertou o responsável, deixando claro que se voltar a acontecer «o Benfica reserva-se o direito de não comparecer no flash-interview».

«Esta situação está a acontecer com a maioria dos clubes, não é só com o Benfica. Existe um regulamento e este tem de ser cumprido», reiterou João Gabriel.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 10:27

Novembro 13 2010

João Gabriel, diretor de comunicação do Benfica, nega que os adeptos tenham interrompido o treino. Record está em condições de assegurar que não foi assim.

"Não houve interrupção nenhuma. 50 pessoas quiseram assistir à parte final do treino, Jorge Jesus autorizou e depois falaram com ele", disse.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 22:08

Outubro 19 2010

Vivemos tempos perigosos no jornalismo, tempos em que, infelizmente, se começa generalizar a prática de ‘adaptar’ os esclarecimentos ou declarações que são solicitadas ao lead da notícia previamente formado. Aconteceu ontem, uma vez mais.
A meio da tarde fui contactado pelo jornalista Miguel Curado do Correio da Manhã que me questionava sobre uma suposta dívida do SL Benfica à PSP, dívida essa que constava de uma lista divulgada pela ASPP (Associação Sindical dos Profissionais da Polícia).
A minha primeira reacção foi de prudência, informando-o que estranhava tal facto, que estranhava ainda mais que as dívidas à PSP fossem divulgadas por uma associação sindical, alertando-o para o facto de ser domingo e não puder garantir com os serviços financeiros do Clube semelhante informação.
A este primeiro momento, seguiu-se um outro em que contactei o Director de Segurança do Clube que me garantiu não ter presente nenhuma dívida à PSP, até porque os actuais procedimentos instituídos entre a PSP e o SL Benfica não o permitiriam.
Tomei a iniciativa e voltei a falar com o jornalista identificado, explicando-lhe que no Clube não havia memória de tal dívida, mas mais, que se a justificação da mesma se prendia com “serviços solicitados para o acompanhamento de claques” (como me fora transmitido), então sim, podia-lhe garantir que a informação não tinha qualquer fundamento, em primeiro lugar porque o Benfica “não tem claques, mas sócios e adeptos” e, em segundo lugar, porque “os encargos resultantes da segurança dispensada aos sócios e adeptos, nas deslocações fora, são sempre da responsabilidade do clube visitado”. Portanto, o argumento caía pela base! No que ao SL Benfica se referia não havia notícia!
Erro meu! O título desta manhã, e deste diário, anuncia a dívida, e as minhas palavras convenientemente “adaptadas” para dar sustentação a uma informação que já fora previamente construída.
Assim, para que fique claro, o Benfica não tem nenhuma dívida pendente à PSP. Mais, os serviços solicitados à PSP são pagos por antecipação. Vou repetir: são pagos por antecipação. E só mais uma nota: ao contrário do que o senhor Paulo Rodrigues, presidente da ASPP, afirma, o SL Benfica não tem qualquer “conflito institucional” com a PSP. Os conflitos institucionais da ASPP ou do seu presidente não são seguramente com o SL Benfica.
Mas como nenhum esclarecimento ou correcção repõe a verdade de um título panfletário, o SL Benfica vai processar o Correio da Manhã, o jornalista “adaptador” e o presidente da ASPP, pela leviandade da informação prestada.

João Gabriel, Director de Comunicação SL Benfica

publicado por Benfica 73 às 00:54

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