Junho 09 2011

O Benfica anunciou esta quinta-feira, em comunicado divulgado no site oficial do clube, que não vai renovar o contrato com o treinador da equipa de basquetebol, Henrique Vieira. 

 

«O Sport Lisboa e Benfica decidiu encetar um novo ciclo relativamente ao Basquetebol e à direcção técnica da sua equipa. Em consequência, assumiu a decisão de não renovar contrato com o treinador Henrique Vieira», lê-se. 

«É de total justiça, nesta hora, agradecer-lhe o modo como sempre desempenhou as suas funções na defesa dos interesses do Sport Lisboa e Benfica. Foram cinco anos de trabalho sério e dedicado, que foram coroados com a obtenção de vários títulos», destaca o comunicado.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 20:12

Junho 01 2011

O treinador do Benfica, Henrique Vieira, quer corrigir a postura defensiva da equipa de modo a vencer esta quinta-feira (20.30 horas) o FC Porto e alcançar o terceiro título consecutivo. 

«Estamos confiantes e motivadíssimos, pois estamos à procura do tricampeonato. Sabemos que vamos ter uma equipa com excelentes jogadores pela frente, mas já conseguimos recuperar da desvantagem que tivemos (0-2) neste play-off e chegar agora à decisão em 40 minutos», disse o treinador, explicando a táctica para travar o poderio portista.

«Temos de começar bem, estarmos unidos e não cometermos os erros do passado. Se não cometermos o mesmo tipo de erros defensivamente e tivermos uma postura defensiva ao nível do que fizemos nos jogos em casa, podemos com certeza ganhar o jogo», prosseguiu.

Sobre o adversário, Henrique Vieira referiu que «o FC Porto tem uma grande pressão, porque não ganhou nada este ano e persegue o título há alguns anos». «O empenhamento dos seus elementos vai ser com certeza o máximo e nós temos de procurar fazer o mesmo. Quem cometer menos erros vai ganhar a final e nós queremos ser aqueles que vão cometer menos erros. Sabemos que é uma finalíssima e em relação a finais este ano temos a vantagem sobre o FC Porto», disse, lembrando os triunfos na Supertaça e Taça Hugo dos Santos.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 19:24

Maio 30 2011

O treinador do Benfica, Henrique Vieira, era um homem satisfeito no final do sexto encontro da final do "playoff" da Liga Portuguesa, no qual a sua equipa venceu o FC Porto por 85-79.

"Uma equipa que falha tantos lances-livres e que mostra estar tão ansiosa para não perder esta final acabou por mostrar que tem caráter nas outras fases decisivas do encontro. Apesar de tudo isto estou satisfeito com esta vitória, pois merecemos ganhar a este adversário que é muito forte", destacou.

Henrique Vieira pensa que no sétimo e decisivo jogo, a disputar quinta-feira no Dragão Caixa, no Porto, "a pressão vai estar dividida, mas ambas as equipas sabem o que fazer" nestes jogos.

"Ambas as formações têm jogadores experientes e por isso irá vencer quem tiver maior controlo emocional", considerou o treinador encarnado.

Henrique Vieira sublinhou as qualidades do "homem do jogo", o norte-americano Ben Reed: "Foi sempre campeão desde que está em Portugal e é óbvio que merece o meu destaque. Ele aparece sempre nestes momentos e os treinadores sabem que quando é preciso lhe podem confiar a bola. Hoje ele provou isso mesmo".

Benfica e FC Porto encontram-se quinta-feira no Dragão Caixa para decidirem, no sétimo e último encontro do "playoff", o título nacional.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 15:05

Maio 21 2011

Henrique Vieira, treinador do Benfica, destacou a "forte capacidade mental" como o principal factor que levou os encarnados a bater o FC Porto por 86-79, no terceiro encontro do "playoff" da final da Liga portuguesa de basquetebol.

 "Sabíamos que ou hoje ou nunca tínhamos de mostrar outra postura dentro do campo", começou por destacar Henrique Vieira, cuja equipa vinha de duas derrotas consecutivas e podia ver o FC Porto ficar muito perto do título em caso de novo desaire.

 Vieira sublinhou ainda: "No passado fim-de-semana não mostrámos caráter, mas eu sabia que os grandes jogadores iam revelar toda a sua capacidade. Fomos mentalmente mais fortes, mais coesos e procurámos sempre bem o cesto. Só quando somos coerentes defensivamente é que conseguimos lograr os nossos objetivos. Contudo, ainda está 1-2 e temos de continuar a melhorar".

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 14:15

Maio 19 2011

O treinador da equipa de basquetebol afirmou esta quinta-feira, em declarações à Benfica TV, que o grupo está empenhado em dar uma imagem bem diferente relativamente aos dois primeiros encontros da final do play-off da Liga.
“Temos a obrigação e estamos empenhadíssimos em mudar a fraca imagem que deixámos no fim-de-semana passado. Para isso, temos de estar todos empenhados e muito coesos para que possamos defender e atacar bem”, afirmou Henrique Vieira.
O técnico defendeu que o Benfica tem de controlar o seu estado emocional e não cometer tantos erros para vencer o rival. “Temos de ser mais tranquilos e isso passa por saber controlar os nossos níveis de ansiedade”, defendeu, admitindo sobre a importância do encontro desta sexta-feira: “Temos de ganhar forçosamente este jogo número três para aquilatarmos esperanças de podermos chegar ao título.”
Para os próximos dois jogos em casa com o FC Porto, Henrique Vieira espera contar com o apoio da massa adepta. “É evidente, com o apoio deles, as coisas são muito mais complicadas para o adversário e muito mais simples para nós. Sabemos que temos de agradar a este fantástico público que nos tem apoiado e que tiveram uma quota-parte muito grande no bicampeonato”, afirmou o treinador.
O primeiro jogo entre o Benfica e o FC Porto realiza-se pelas 21 horas desta sexta-feira, dia 20 de Maio, no Pavilhão Império Bonança. No domingo, dia 22 de Maio, a partida tem início agendado para as 17 horas. Estes desafios vão ser transmitidos em directo pela Benfica TV.

Fonte: SLB

publicado por Benfica 73 às 20:49

Maio 14 2011

Henrique Vieira não estava à espera de uma derrota (95-69) por números tão expressivos frente ao FC Porto, no 1.º jogo da final da Liga.

"Não contava com esta diferença. Cometemos erros e fomos brandos em demasiadas áreas do jogo, nomeadamente na luta das tabelas", considerou o técnico encarnado.

Mas, à semelhança da leitura de Moncho López, o treinador encarnado mantém intactas as esperanças na luta por novo título.

"Só está 1-0, independentemente da diferença ser 1 ou 30. Mas, se queremos lutar o título, temos que mostrar mais carácter", concluiu.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 16:09

Maio 13 2011

Henrique Vieira e Moncho Lopez terminam os respectivos vínculos. Benfica e FC Porto sem muitos avanços conhecidos para 2011/2012.
Os jogos mais escaldantes da Liga Portuguesa de Basquetebol (LPB) estão aí... Inicia-se hoje a final do play-off da competição, disputada à melhor de sete encontros (2+2+1+1+1). Pelo triunfo na fase regular, o FC Porto - não vence a prova desde 2003/04 - detém sobre o bicampeão nacional Benfica a vantagem do factor casa. Uma vantagem que, nos últimos 10 anos, nunca foi colocada em xeque.
Se existem muitos factores a separar estas duas equipas, outros há que, neste momento, as ligam. Por exemplo? Apesar de possuírem um registo significativo de troféus nos seus currículos, ambos os treinadores estão em final de contrato. 
O espanhol Moncho Lopez - recolocou os azuis-e-brancos na rota dos troféus - e o português Henrique Vieira - passado recheado de conquistas na Oliveirense e Ovarense, ajudou os benfiquistas a conjugar o verbo vencer desde há três anos - desconhecem o que o futuro lhes reserva, não tendo garantida a sua continuidade ao serviço dos dois históricos emblemas... mesmo que conquistem o título.
Aliás, são escassos os avanços conhecidos em FC Porto e Benfica para a próxima temporada, supostamente por as respectivas secções ainda não terem determinados os orçamentos que vão ter de gerir. E supõe-se que mais magros.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 12:08

Fevereiro 14 2011

A equipa de basquetebol do Sport Lisboa e Benfica volta a jogar esta terça-feira, desta feita para a 4.ª jornada do Grupo K da Eurochallenge. No final da participação dos “encarnados” na Supertaça Compal, o treinador Henrique Vieira anteviu o embate com o Ventspils.
O timoneiro lembrou que a formação da Letónia tem muita qualidade, não esquecendo de frisar que a partida surge após três encontros muito desgastantes para a Supertaça Compal. “Depois de três jogos em três dias, com esta intensidade e com as limitações que já temos no plantel, não tenho perspectivas para o encontro”, começou por referir.
Apesar de prever muitas dificuldades, Henrique Vieira acredita que os adeptos podem desempenhar, mais do que nunca, um papel muito importante no apoio à equipa. “Espero ganhar com o apoio do público, mas vai ser com certeza uma tarefa muito complicada, porque vão ver que vamos defrontar uma grande equipa europeia”, sublinhou.
Henrique Vieira criticou, mais uma vez, o facto de a Supertaça Compal ter sido disputada entre os dias 11 e 13 de Fevereiro. “Não temos a culpa de sermos a única equipa portuguesa nas competições europeias e temos todos de apoiar o basquetebol português”, defendeu o treinador, mostrando a sua perplexidade pelo facto de a prova ter sido realizada numa data próxima do embate com o Ventspils (dia 15).
O Benfica vai receber a equipa da Letónia pelas 21 horas desta terça-feira. Este encontro vai ser transmitido pela Benfica TV.

Fonte: SLB

publicado por Benfica 73 às 23:30

Fevereiro 11 2011

A formação de basquetebol masculino do Benfica vai começar nesta sexta-feira, dia 11 de Fevereiro, a sua participação na 2.ª edição da Supertaça Compal. Em declarações à Benfica TV, o treinador Henrique Vieira mostrou-se confiante para os três encontros da competição.
Depois da brilhante conquista do ano transacto em pleno território angolano, o Benfica vai ter pela frente o FC Porto no primeiro jogo da prova.
Apesar do valor do adversário, o timoneiro referiu que o grupo vai procurar ser fiel ao seu jogo para poder somar uma vitória e continuar, assim, a lutar pelo troféu. “É uma equipa muito forte, mas temos de nos preocupar connosco”, afirmou esta quarta-feira Henrique Vieira, lembrando que os “encarnados” têm conseguido impor o seu basquetebol nas partes finais dos encontros, nomeadamente nos embates da Supertaça e Taça Hugo dos Santos: “Temos sido mais esclarecidos e feito as melhores opções para chegarmos à vitória. Têm sido jogos muito equilibrados em que ambas as equipas podem chegar à vitória e espero que, desta vez, seja novamente o Benfica a ganhar.”
Os elogios de Henrique Vieira não ficaram, no entanto, circunscritos ao rival FC Porto. “Qualquer das quatro equipas podem ganhar. Conhecemos o valor do FC Porto, sendo que as equipas angolanas estão apetrechadas com excelentes jogadores. Espero um bom torneio e que possamos divulgar a modalidade da melhor maneira possível”, expressou.
A Supertaça Compal vai decorrer entre os dias 11 e 13 de Fevereiro na Arena do Campo Pequeno, sendo que o Benfica compete dois dias depois para a Eurochallenge. Henrique Vieira salientou que é fundamental não pensar na partida de terça-feira, dia 15 de Fevereiro, frente ao Ventspils. “Neste caso temos de desligar da competição europeia e pensarmos que temos um jogo muito difícil na sexta-feira frente ao FC Porto. Temos de ganhar para podermos pensar em ganhar o torneio. A seguir vêm dois jogos muito mais difíceis [Libolo e 1.º Agosto] na minha opinião, com uma sobrecarga física muito superior à que tivemos na Taça Hugo dos Santos.”
Henrique Vieira não deixou, contudo, de lamentar, mais uma vez, que a Supertaça Compal não surge na melhor altura da temporada, já que os “encarnados” têm um importante embate frente ao Ventspils. “É um torneio que está mal situado na data, mas é um torneio que temos muito prazer em participar”, referiu.
Dizer que o Benfica vai jogar com o FC Porto pelas 21 horas desta sexta-feira, dia 11 de Fevereiro, na Arena do Campo Pequeno.

Fonte: SLB

publicado por Benfica 73 às 00:32

Fevereiro 02 2011

O treinador da equipa de basquetebol do Benfica, Henrique Vieira, diz que os seus jogadores são «verdadeiros heróis» pela forma como têm suportado o elevado número de jogos na época em curso.

«Tenho de valorizar o esforço e sacrifício dos meus atletas, que são verdadeiros heróis. Somos humanos, não somos super-homens», disse Henrique Vieira na Benfica TV, após o primeiro triunfo na Taça Challenge, diante dos suecos do Norrkoping.

Para o treinador dos encarnados, o «calendário nacional deveria reflectir» a participação das equipas nacionais nas provas europeias.
«Vamos disputar a Taça Compal nos dias 11, 12 e 13, e teremos apenas um dia de descanso antes do jogo com o Ventspils», lamentou.

«A agressividade defensiva, o equilíbrio nas tabelas e o apoio do público» foram, segundo Henrique Vieira, factores determinantes para o primeiro triunfo do Benfica no Grupo K da Taça Challenge.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 10:53

Dezembro 08 2010

A equipa de basquetebol joga esta quarta-feira, dia 8 de Dezembro, uma cartada importante na fase de grupos da Eurochallenge. Em conferência de imprensa, Henrique Vieira apelou esta terça-feira para que os adeptos não percam a oportunidade de apoiar o Benfica na recepção ao Lukoil Academic.

“Tínhamos o grande objectivo de tentar ganhar os três jogos em casa que era um passo muito importante para passar à fase seguinte, uma situação que antes de participarmos na pré-eliminatória era impensável, mas a verdade é que estamos muito perto e com o apoio do público por que é que não havemos de ganhar a esta equipa forte do Lukoil?”, questionou o treinador, que deixou um desejo relativamente aos dois encontros anteriores em casa: “Espero ainda um maior apoio dos benfiquistas.”

Esta vai ser a segunda vez que o Benfica vai jogar com a formação búlgara. Apesar do valor do adversário, Henrique Vieira defendeu: “Temos de estar preocupados com aquilo que podemos fazer. Estamos perante uma equipa muito forte, sendo que não é por acaso que lidera o grupo e ainda não perdeu nenhum jogo do campeonato búlgaro.”

Henrique Vieira destacou os jogadores Travis Peterson, Dominic James, Kaspars Kambala e Todor Stoykov como peças importantes do Lukoil. “É uma equipa que tem a particularidade de ter ganho os jogos na parte final com os quatro jogadores no banco. Portanto, é uma equipa muito homogénea e muito forte”, elogiou, dando a receita para contrariar o poderio do adversário: “Só um Benfica a conseguir fazer melhor o seu jogo e com o seu ritmo escolhido é que podemos ganhar a esta equipa do Lukoil.”

Depois de ter conquistado o campeonato nacional nos últimos dois anos, o Benfica regressou às competições europeias e Henrique Vieira salientou o crescimento progressivo da modalidade no Clube. “Temos dado passos muito pequenos, mas muito sólidos e só tenho de agradecer a oportunidade que esta direcção tem dado ao basquetebol, mas também a todas as outras modalidades. O Benfica voltou a deixar de ser só um clube de futebol”, destacou.

Já o jogador Greg Jenkins mostrou-se convicto que o Benfica pode superar o Lukoil na partida da 4.ª jornada do Grupo C da Eurochallenge: “Acreditamos que podemos vencer amanhã.”

O Benfica-Lukoil Academic tem início marcado para as 17 horas desta quarta-feira, dia 8 de Dezembro, no Pavilhão Império Bonança. Esta é uma partida que vai ser transmitida em directo pelo canal de televisão do Clube.

Fonte: SLB

publicado por Benfica 73 às 15:17

Novembro 15 2010

A equipa de basquetebol do Benfica vai fazer a sua estreia na fase de grupos da Eurochallenge nesta terça-feira, dia 16 de Novembro, frente aos búlgaros do Lukoil Academic. Em declarações à Benfica TV, o técnico Henrique Vieira alertou para a valia do adversário.
“É o jogo desta fase de grupos em que temos menos responsabilidades, porque o Lukoil é uma equipa ao nível das que estão na Euroliga”, salientou o treinador, defendendo que esta é uma boa oportunidade para os “encarnados”: “Estamos felizes por jogar contra os melhores jogadores europeus e também de possibilitar aos nossos adeptos de vê-los jogar na Luz.”
“É, por isso, o jogo teoricamente mais difícil que vamos encontrar. Sabemos que é uma equipa com muita experiência, que ganha o campeonato búlgaro há muitos anos e que tem grandes jogadores a nível europeu”, acrescentou.
O Lukoil Academic-Benfica tem início marcado para as 20 horas.
Taça de Portugal como objectivo
Henrique Vieira falou ainda do sorteio dos 16 avos-de-final da Taça de Portugal, onde o Benfica vai jogar no recinto do ÓBIDOS.PT/Gaeirense. “Temos de encarar com muita seriedade, porque um dos grandes objectivos é chegarmos à final 8 da Taça de Portugal”, afirmou o treinador, que quer conquistar um troféu que foge há vários anos ao Clube.
“Embora seja uma equipa que está a fazer um bom campeonato, temos de chegar lá e jogar o nosso melhor. Se fizermos isso, vamos com certeza ganhar esse jogo”, referiu sobre a partida com a formação da CNB1.

Fonte: SLB

publicado por Benfica 73 às 18:25

Novembro 01 2010

O treinador da equipa de basquetebol masculino do Benfica destacou esta segunda-feira a concentração do grupo e o apoio dos adeptos na conquista da 9.ª Supertaça.

Em declarações à Benfica TV, Henrique Vieira salientou que os “encarnados” superaram “uma equipa que se vem reforçando todos os anos” para travar o Benfica, acrescentando que isso foi conseguido “apesar das dificuldades que a equipa tem tido para treinar por causa das lesões, nomeadamente na última semana”.

Henrique Vieira destacou a forma como o Benfica conseguiu manter a concentração mesmo numa fase em que o adversário esteve na frente do marcador. “Estivemos muito concentrados. Há uma altura no início do terceiro período em que deixámos o FC Porto fugir para sete pontos, o que poderia ser perigoso numa final como esta”, admitiu, salientando o papel desempenhado pela defesa “encarnada”: “Quando não estivemos bem no ataque, a defesa respondeu sempre e não deixámos também marcar o FC Porto. Apesar de não termos estado bem ofensivamente, conseguimos ganhar fruto da grande concentração e empenho de todos os jogadores.”

Henrique Vieira sublinhou também que “o Benfica passou a ser o Clube com o maior número de Supertaças”, destacando a importância dos benfiquistas nesse feito: “Foi muitas vezes o sexto jogador, nomeadamente a defender. Além de estarem muitos benfiquistas, eram conhecedores da modalidade e valorizaram muito o nosso esforço ofensivo, mas principalmente defensivo.”

Fonte: SLB

publicado por Benfica 73 às 23:54

Outubro 06 2010

O treinador Henrique Vieira destacou esta quarta-feira, em declarações à Benfica TV, o excelente desempenho dos seus jogadores no encontro da 2.ª mão da pré-eliminatória da Eurochallenge frente ao BC Ferro-ZNTU.

“Estamos muito felizes. Pelo que fizemos hoje justificamos plenamente esta nossa passagem à fase de grupos. Os jogadores estiveram muito bem defensivamente e controlámos o jogo. Não foi fácil e, por isso, estamos de parabéns”, afirmou o técnico sobre o triunfio por 72-77.

Henrique Vieira salientou as melhorias registadas a nível defensivo na deslocação à Ucrânia. “Conseguimos impor o nosso ritmo de jogo, o que não tínhamos conseguido fazer em Lisboa no jogo da primeira-mão. Alterámos os métodos defensivos em função do primeiro jogo e tudo correu bem”, explicou, acrescentando que “a crença e a confiança” do grupo também ajudou a ganhar o encontro.

Para a fase seguinte da prova, Henrique Vieira prometeu muito trabalho por parte de todo o grupo: “Vamos ter na fase de grupos equipas importantes e, por isso, estamos muito felizes. Vai aumentar a dificuldade na competição externa, mas também na interna. Estamos conscientes dessas dificuldades e vamos trabalhar com muita humildade para que possamos continuar a dar alegria aos nossos sócios e apoiantes.”

O treinador do Benfica acrescentou ainda que a equipa vai agora “começar a treinar para entrar com o pé direito no campeonato”.

Recorde-se que os "encarnados" estreiam-se frente ao CAB Madeira, numa partida agendada para o dia 16 de Outubro.

Fonte: SLB

publicado por Benfica 73 às 20:37

Setembro 30 2010

A equipa de basquetebol do Benfica regressou esta quarta-feira às competições europeias. Apesar do empate em casa frente ao Ferro-ZNTU, os “encarnados” continuam com boas hipóteses de passar a pré-eliminatória da Eurochallenge.

Ben Reed marcou os dois primeiros pontos do encontro, contudo, o BC Ferro-ZNTU deu a volta com oito pontos sem resposta. Apesar de ficar em desvantagem, a equipa de Henrique Vieira conseguiu reagir e chegar à igualdade (8-8), ainda que depois os ucranianos tenham voltado a passar para a frente do resultado (8-14).

Os visitantes aumentaram mesmo a diferença pontual de forma considerável (10-22), mas os “encarnados” encetaram uma recuperação fantástica e onde o poste Elvis Évora desempenhou um papel fundamental, ao marcar oito pontos. O Ferro-ZNTU só conseguiu marcar mais dois pontos, o que permitiu ao Benfica terminar o primeiro período com um empate (24-24).

Com dois pontos de Heshimu Evans, o Benfica entrou a vencer no segundo período do desafio. Os visitantes foram conseguindo manter o resultado equilibrado, mas a inspiração de António Tavares e de Francisco Jordão na hora de lançar ao cesto levou o Benfica a fugir no marcador. No final da primeira parte, a formação da Luz já liderava por 54-48.

Foi com um triplo de Cordell Henry que o Benfica começou a segunda metade da partida. Os ucranianos conseguiram reagir e colocaram a diferença em apenas dois pontos (57-55), algo que o Benfica logrou corrigir logo de seguida (60-55).

Num terceiro período com muitas faltas, o Benfica chegou a ter seis pontos de vantagem sobre o adversário (67-61). No entanto, uma ponta inspirada no capítulo da finalização permitiu ao Ferro-ZNTU chegar ao empate numa primeira instância (75-75) e depois à vantagem (77-78). O Benfica terminou, assim, o terceiro período em desvantagem no marcador.

A formação da Ucrânia iniciou o quarto período com dois lançamentos de dois pontos e ficou, assim, com cinco pontos à melhor sobre o Benfica. Os pupilos de Henrique Vieira conseguiram anular a vantagem (82-82), mas os visitantes voltaram a assumir o controlo do resultado (87-97).

Apesar da desvantagem pontual ser considerável, os pupilos de Henrique Vieira não deitaram a toalha ao chão e foram paulatinamente recuperando no marcador (101-102). O Ferro-ZNTU marcou mais três pontos e o encontro parecia estar decidido (101-105), mas as “águias” conseguiram chegar ao empate final (105-105), deixando assim a eliminatória totalmente em aberto.
O jogo da segunda-mão disputa-se no próximo dia 6 de Outubro, na Ucrânia.
Fonte: SLB
Fotos: Gualter Fatia

 

O treinador da equipa de basquetebol do Benfica, Henrique Vieira, considerou esta quarta-feira que os “encarnados” continuam com hipóteses legítimas de passar a pré-eliminatória da Eurochallenge, apesar do empate em casa frente ao BC Ferro-ZNTU.

“Jogámos perante uma equipa muito forte, que está habituada a estas andanças. Começámos muito nervosos e ansiosos, e andámos atrás do prejuízo, o que nos provocou algum desgaste”, começou por afirmar à Benfica TV.

Apesar de não ter conseguido vencer, o técnico acredita que é possível passar a eliminatória: “Vamos tentar ganhar lá. Não vai ser fácil, mas também conseguimos um resultado que deixa tudo em aberto.”

 

publicado por Benfica 73 às 02:49

Setembro 29 2010

Cinco anos depois, o Benfica está de regresso às competições europeias. Mas, para já, tem de ultrapassar uma qualificação de modo a ter acesso à fase regular da EuroChallenge, competição sob a égide da FIBA. O Ferro-ZNTU (Ucrânia) é o adversário dos bicampeões nacionais em duas mãos.
Da última vez que a equipa da Luz esteve nestas andanças, em 2004/05, saiu vergada a 10 derrotas na EuroCup.
O presente é completamente diferente e a hegemonia das águias na Liga portuguesa (bicampeões) legitima o regresso aos contactos internacionais, mesmo que a porta de entrada seja a última escada - a EuroLiga e a EuroCup reúnem os melhores emblemas do Velho Continente. E com a obrigação de fazer dois jogos prévios.
O Ferro ZNTU foi terceiro classificado da Superliga da Ucrânia, após ter cumprido a fase regular no segundo posto. Perdeu dois dos seus jogadores mais importantes (o base Steve Burtt e o extremo Charles Thomas), mas o seu poderio económico facilmente pode recolocar peças de tão boa ou melhor qualidade. O basquetebolista mais conhecido desta equipa da cidade de Zaporozhye é o norte-americano Christian Burns, que há duas temporadas representou o FC Porto. Na primeira jornada do seu campeonato, o Ferro perdeu, em casa, com o BC Donetsk (70-91).
«É uma equipa forte, que não conhecemos muito, mas conhecemos alguns jogadores ucranianos que jogam lá e sabemos que têm grande nível. Também têm quatro americanos muito fortes, portanto vai ser uma tarefa muito complicada, embora ache que temos condições», anteviu Henrique Vieira em declarações à Benfica TV. «Lamentamos ter o Sérgio Ramos doente e o Diogo Carreira ausente por motivos de saúde, mas vamos ser dez e dar a melhor resposta. Tenho a certeza», expressou o técnico bicampeão nacional.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 09:00

Julho 07 2010

Antes do arranque da temporada já esperava um domínio tão grande do Benfica como se acabou por verificar na fase regular e depois no “play off”?

-Estávamos confiantes depois do que tínhamos feito o ano passado. Éramos campeões nacionais e sabíamos que as coisas iriam ficar mais solidificadas. Embora não tenhamos conseguido manter todos os jogadores, como era nosso desejo, não tínhamos mexido muito na equipa e, portanto, prevíamos e aspirávamos ganhar a fase regular para garantir o factor casa, para depois lutarmos no “play off” para sermos campeões.

O Benfica somou 20 vitórias em 22 jogos da fase regular da Liga. Como se consegue manter um regularidade exibicional tão grande?

-Embora com alguma ou menor dificuldade, assentámos a nossa filosofia de jogo numa defesa muito forte e, apesar de muitas vezes o ataque não ter funcionado, não permitimos aos adversários que marcassem mais de 70 pontos e acabámos por ganhar esses jogos. No basquetebol, há realmente dias “não” no ataque, há dias em que o cesto parece maior e outras vezes parece mais pequeno. A defender não pode haver dias “não” e acho que aí cumpridos.

Foi necessário também um grande trabalho ao nível dos índices de concentração dos jogadores, não é verdade?

-Isso é importantíssimo. Tenho jogadores que não gostam de perder nem os treinos e às vezes as coisas aquecem mais que aquilo que nós pretendemos, apesar de controlarmos imediatamente as coisas. São jogadores que não gostam de perder nem a feijões e, portanto, foi muito importante a maneira como nós, mesmo com adversários teoricamente mais fracos, atacámos os jogos.

O plantel do Benfica foi afectado por algumas lesões durante a época, mas mesmo assim a equipa não diminuiu de produção. Isso deveu-se à grande qualidade do grupo que trabalho que teve à sua disposição?

-É verdade que temos jogadores de qualidade, mas o equilíbrio do plantel não é o mesmo para todas as posições. Perdemos o Elvis Évora nos primeiros dois meses do campeonato e acabámos por perdê-lo no final do “play off”, e tivemos dificuldade em substituí-lo. Na época anterior também tivemos o João Santos lesionado e não temos outro lançador daquela posição como ele. Quando as lesões não nos afectam algumas posições do nosso jogo, conseguimos controlar a situação. Temos um plantel bom e jogadores que normalmente fazem mais do que uma posição, que é bom quando há o problema das lesões, mas acima de tudo temos carácter individual que depois influencia e de que maneira o colectivo.

Na fase do “play off”, o Benfica começou por não contar com Sérgio Ramos [regressou no 3.º jogo do Dragão], sendo que na final frente ao FC Porto não contou com o contributo de Elvis Évora. Receou que o Benfica perdesse força na luta de tabelas?

-E perdemos essa luta, mas tivemos foi que atacar o jogo de outra maneira. À semelhança do que aconteceu no ano passado em que na fase final do “play off” perdemos o Bem Reed e Rahein Brown, este ano tivemos infelizmente o mesmo azar. O Sérgio só volta no jogo de três porque perdemos o Elvis e mais uma vez demonstrou a sua capacidade de sacrifício em prol da equipa. Se me perguntassem, com estes problemas, se íamos fechar a fase do “play off” com 10-1, não acreditaria ou pensaria que seria uma façanha muito boa.

O Benfica resolveu a série da final do “play off” com quatro vitórias e apenas uma derrota. Esperava mais equilíbrio ou o resultado demonstra a superioridade patenteada ao longo da temporada?

-Aqui em casa, com o apoio do nosso público, é muito difícil perdermos, Sabemos que há adversários e adversários, mas sabíamos que ganhando os dois primeiros jogos em casa seria muito difícil não sermos campeões. Tivemos também uma motivação extra quando alguns responsáveis da equipa do FC Porto disseram que iam fechar a série por 4-0. Isso foi o que nós precisávamos para atacarmos o “play off”, mas parece-me que o terceiro jogo, onde tivemos o jogo claramente perdido e em que conseguimos manter-nos duas vezes em jogo, terá sido decisivo.

Além da Liga, o Benfica venceu a Supertaça portuguesa e a Supertaça Compal. O balanço da temporada é positivo?

-No ano passado fomos campeões nacionais e já não éramos há muitos anos, e este ano queríamos fazer o bicampeonato e conquistar uma ou mais Taças. Felizmente aconteceram nas Supertaças. Em Angola, por exemplo, conseguimos ter finalmente todos os jogadores disponíveis e apresentámos talvez a melhor fase da época. Estamos satisfeitos com aquilo que conseguimos e vamos tentar repetir no próximo ano.

Considera que a contratação a meio da temporada de Heshimu Evans para o lugar de Nick Dewitz foi também importante para melhorar o jogo ofensivo da equipa?

-Foi. Nós tínhamos o Nick Dewitz que, a partir de certa altura, achei que não tinha a capacidade competitiva que nós desejávamos naquela posição e para jogar na nossa equipa, e quando fomos ao mercado não encontrámos jogadores norte-americanos com qualidade. Como o Heshimu já tinha trabalhado comigo na Ovarense e sido campeão, e tinha solicitado trabalhar connosco, avançou-se para a contratação, embora isso acarretasse algum sacrifício para outros jogadores, nomeadamente para o Sérgio Ramos e o João Santos que tinham de jogar fora das suas posições.

Heshimu Evans já renovou contrato, além de Diogo Carreira e António Tavares. Que importância tem para a equipa continuar a contar com jogadores com o nível da experiencia destes três elementos?

-Eles merecem continuar por aquilo que têm feito. É importante que o Benfica continue a apostar nesta linha. São jogadores que, apesar da idade, treinam duro e têm uma grande capacidade física e, por isso, não é favor nenhum que estamos a fazer quando renovamos com eles. São mais-valias para o futuro próximo da equipa. Depois não mexemos muito com a química da equipa, que é muito boa. As coisas são menos difíceis e tacticamente podemos explorar outros campos.

- O Benfica vai regressar às competições europeias em 2010/2011 com a participação na Eurochallenge. O que podemos esperar da equipa nesta prova?
- Isso todos queremos saber. Se estivéssemos estado no ano passado, já sabíamos com o que podíamos contar. Agora o hiato de tempo foi muito grande. A última participação do Benfica na ULEB Cup foi há cinco anos. Não estava cá, não vivi essa experiência, mas acho que fizemos dez jogos e tivemos dez derrotas, não conseguimos ganhar um jogo. Mais do que tudo esta participação é a pensar no futuro, no Benfica europeu. Estou muito orgulhoso por lá ir e não temos medo do que vamos encontrar nesta prova, mas sabemos que é um passo muito importante para o Basquetebol do Clube.

Acredita que este regresso à Europa pode contribuir ainda mais para que os adeptos compareçam em força no Pavilhão Império Bonança?

A Ideia é essa, que os nossos que nos têm apoiado possam ver também grandes estrelas do basquetebol europeu.

Que papel os sócios e simpatizantes tiveram na conquista do bicampeonato, nomeadamente nos embates decisivos com o FC Porto?

Sou um bocado suspeito porque tenho uma grande relação com os sócios. Tenho dito que nos últimos dois anos ganhámos a fase regular e fomos campeões com o apoio do público. É evidente que gostaríamos de muito mais e ter o ambiente como tivemos no quinto jogo. A ideia é que, com o apoio do público, cresçamos em conjunto, que a equipa seja mais forte e haja cada vez mais adeptos.

O apoio dado pela Direcção mostra que este projecto para se consolidar cada vez mais, de maneira a que o Benfica volte a ter a hegemonia na modalidade?

Convém não esquecer que há pouco mais de dois anos estávamos na Proliga e que no ano a seguir para formarmos uma equipa tivemos muitas dificuldades. Eram só jovens portugueses e o Sérgio Ramos. Os norte-americanos só vieram no final de Setembro. Dentro deste Clube se alguém quer ser mais forte tem de fazer põe isso.

Para a próxima época, o Benfica já assegurou a contratação de Rodrigo Mascarenhas. Que mais-valia vai trazer este jogador ao plantel actual?
O Rodrigo Mascarenhas é uma contratação anterior à do Heshimu. Foi bem guardada para que fosse anunciada na altura devida. Já o conhecemos há muito tempo e vai com certeza ser uma mais-valia não só dentro como fora do campo.

É de esperar mais reforços para o plantel?

Estamos a trabalhar nisso e serão anunciados devidamente. A ideia é apostar num jogador estrangeiro para a posição de base. Tivemos que dispensar um base [referencia a Miguel Barroca], embora todos tivessem tido a mesma importância na conquista do bicampeonato. Desejo ao Miguel Barroca que faça uma grande época e que depois volte ao Benfica.

- O tricampeonato será o principal objectivo da equipa para a próxima temporada?
- Dentro da linha de filosofia da Direcção, o grande objectivo é o tricampeonato. Vamos tentar ganhar a Taça de Portugal que é uma competição que foge há muito tempo ao Clube. É importante, mas não tem a importância de sermos campeões. Queremos ser realmente tricampeões e ganhar umas Taças e, como foi anunciado, ver o que nós valemos a nível europeu que há tantos anos já lá não vamos.

O Benfica acabou por não vingar nas provas a eliminar – Troféu António Pratas, Taça Hugo dos Santos e Taça de Portugal. A que se deveu essa situação?

No Troféu António Pratas, que era antigamente a Taça da liga, não podemos dar a importância que damos à Taça de Portugal e mesmo à Taça Hugo dos Santos. É um torneio de preparação e jogamos com equipas teoricamente mais fracas, como é o caso da primeira fase onde defrontamos equipas da Proliga. A nossa preocupação nesse momento da época é prepararmos a equipa para as outras guerras. É evidente que estamos lá para ganhar, mas isso não é o factor principal. Este ano ainda poderá ser mais complicado porque nessa fase gostaríamos de fazer já alguns jogos com equipas estrangeiras e preparámo-nos para a competição europeia. Em relação ao falhanço nas outras Taças tem também a ver com as lesões, mas acima de tudo teve a ver com a solidez e química de jogo, com alterações que tivemos de fazer não só na troca de jogadores, mas também na adaptação que os jogadores estiveram de fazer a outras posições.

publicado por Benfica 73 às 18:17

Junho 20 2010

O futsal está a crescer a olhos vistos em Portugal, ao contrário do basquetebol, que tem vindo a perder equipas de ano para ano. Sente que a concorrência do futsal pode ser prejudicial para o basquetebol?

- Nem pensar nisso! A nossa afinidade com o futsal é muito grande, até porque a porta da nossa secção é colada à do futsal. Temos é que encontrar forma de ambas crescerem sustentadamente.

Convivem?

- Sim. A nossa relação é muito boa com todas modalidades. Excelente mesmo. Só temos problemas de espaço. Damo-nos tão bem que até temos uma peladinha programada com a malta do futsal. Será meia parte de futsal e outra de basquetebol. Vai ser giro... Estamos à espera deles depois de serem campeões com o Sporting.

E os apoios da direcção?

-Damo-nos muito bem com o futsal e isso é mérito do presidente Luís Filipe Vieira. Fazemos reuniões abertas entre as várias secções. Há uma grande disponibilidade para falarmos todos. Há sugestões, objectivos, tudo em cima da mesa. Isso oferece grande proximidade. Não nos podemos queixar do aparecimento do futsal. A direcção oferece-nos condições excepcionais e com o grande apoio do presidente atingimos o título nacional. O presidente tem sido determinante para o êxito do basquetebol. Que ninguém tenha a menor dúvida disso. As condições que me tem dado são excepcionais. Não nos podemos esquecer de que há dois anos estávamos na 2.ª Divisão. Felizmente, com um núcleo de jogadores portugueses que regressaram a casa e um ou outro americano, demos a volta e conquistámos o título nacional. Foi extraordinário.

O que é preciso para mais gente vir ao pavilhão?

- Mais espectáculos. No último jogo o pavilhão esgotou os 3500 lugares. Fez-me reviver os fantásticos tempos de jogador. Foi um ambiente fantástico. É sempre importante festejar na Luz. Há que saber festejar e comemorar!

A onda Jorge Jesus ajudou à euforia no basquetebol?

- Na companhia de Rui Costa, Jesus assistiu a jogos e estive várias vezes com ele. É, aliás, um prazer encontrar-me. Mas, curiosamente, a euforia entre os adeptos este ano foi menor que a do ano passado. Talvez por que na época passada o título tenha sido conquistado em Ovar, por surgir após interregno de 14 anos e de o Benfica não ter ganho nada nesse ano.

O impacto foi, então, muito diferente?

-Digamos que foram sentimentos diferentes, mais e menos vincados. Houve grande euforia na quarta-feira passada. É que ganhar no nosso pavilhão ao FC Porto deixou os adeptos em delírio. Mas já muita gente estava à espera do título.

Como lhe pareceu o FC Porto?

-FC Porto é sempre FC Porto. A contratação do treinador Moncho Lopez diz bem da grande aposta para ganhar o campeonato passado. O FC Porto fez grande investimento. Aliás, não foi só o FC Porto que investiu para bater o Benfica… É muito gratificante saber que tanta gente quer ganhar ao Benfica!

Que balanço faz da época?

-Muito positivo, claro. Ganhámos o Campeonato Nacional, a Supertaça e ainda batemos o recorde de 46 vitórias consecutivas na fase regular. São números muito bons e que me deixam extremamente orgulhoso, sem dúvida.

Falou-se de derrotas na Taça de Portugal e Taça da Liga. Foram falhanços?

-As pessoas têm de perceber que tivemos muitas adversidades. Em Janeiro tivemos de trocar de americanos. O que estava não se adaptou. Fomos buscar o Heshimu Evans, que conheço desde há muito tempo e com quem fui campeão na Ovarense. Esta contrariedade da saída do americano obrigou-nos a pensar se valeria a pena ir buscar um outro jogador, ou aproveitar o Heshimu. Olhe… ainda bem que ficou! Ele fez uma excelente época.

Mas Janeiro foi um mês mau…

-Foi uma altura muito complicada, nomeadamente em termos ofensivos da equipa. Foi preciso reorganizar o capítulo ofensivo, a química… Infelizmente, essa altura coincidiu com a Taça de Portugal e Taça da Liga, que acabámos por perder.

E o ‘ponto de viragem’?

-Foi em Angola, na Supertaça que ganhámos. Era uma prova difícil, mas conseguimos vencer. Até ganhámos ao campeão de África. Foi importante para os jogadores e até tínhamos perdido Elvis Évora, melhor poste nacional. Aliás, ele vai ser operado e será baixa para a Selecção.

Qual a zona de Portugal que mais o preocupa quanto ao declínio do basquetebol?

-Lisboa. Grande clubes desapareceram ou quase, como por exemplo Sporting, Estrelas da Avenida, Seixal, Queluz, Belenenses, Portugal Telecom, Atlético…

O Sporting faz falta?

-Sim, muita mesmo. Mas acredito que um dia vai voltar a ter basquetebol. Mas também as outras equipas fazem falta...

Como se chegou a esta situação de equipas a desistirem?

-Bom… a Liga Profissional e o seu grau de exigência. Por exemplo, um clube tinha de pagar por jogador cinco salários mínimos. Era uma carga financeira muito forte sobre os clubes e isso deu cabo deles. Era necessário encontrar um meio termo… mas ninguém o encontrou e chegou-se a esta situação.

Como está a formação em Portugal?

-Não está bem. Porquê? Ora bem, posso dar um exemplo: o João Santos deixa o Benfica e nós, para o substituirmos, não temos alternativas. Em Portugal é muito difícil encontrarmos um lançador com as suas características. O Benfica actual tem jogadores com idade avançada e é preocupante que não hajam soluções imediatas. Vamos esperar o tempo que for preciso, mas não há figuras, referências necessárias para chamar os miúdos.

Como se pode dar a volta à situação?

-O problema na formação é que um júnior já está na idade de pré-competição e anda na escola. Tem um horário que lhe retira tempo de treino. Há miúdos que acabam as aulas às 17:30 horas. Como é que podem chegar a horas aos treinos. E por isso que os nossos jogadores não são formados aos 18/19 anos. Os miúdos só começam a treinar-se a sério quando chegam a seniores. Mas atenção: há excepções. Temos jogadores com 23, 24,25 anos preparados para ajudar a equipa sénior, caso do Cristóvão Cordeiro. Para ele esta época foi importante, pois, apesar de ter jogado pouco, deu para se fortalecer. É um atleta com excelentes capacidades e será muito importante.

Qual o papel da FPB na dinamização da formação?

-Tem de apoiar quem trabalha bem a formação.

As suas raízes estão centradas no basquetebol. O ambiente e a forma de encarar o desporto em Moçambique era muito diferente do português de hoje?

Completamente. Venho da escola moçambicana. Toda a gente jogava minibasquete. Tínhamos torneios de rua, de bairro. Havia alegria. Ficávamos com o bichinho muito cedo. É isso que temos de fazer em Portugal. Não podemos deixar que o bastequebol seja ultrapassado por outras modalidades. E repare-se numa coisa: posso jogar basquetebol sozinho. Preciso de 22 metros quadrados para jogar e uma ou duas tabelas. Isso é possível de se arranjar. Em Moçambique andávamos sempre de bola debaixo do braço. Tinha amigos que giravam a bola num pau no caminho até à escola. Mal acordávamos já estávamos a jogar basquetebol. Inesquecível!

Qual a razão para a relação de Moçambique com o basquetebol?

-Ora bem, Moçambique era a colónia mais afastada de Portugal. Aquela malta de esquerda que não era presa porque não havia motivo para isso, era mandada para o mais longe possível. Teotónio Lima promoveram muito o basquetebol em Moçambique. Toda a gente fazia minibasquete. Havia clubes e sabíamos que, mais cedo ou mais tarde, iríamos jogar a sério.

Fala-se que o Benfica pode voltar à Europa. Como vê a possibilidade?

-Seria excelente. Jogar lá fora traz responsabilidades, além de visibilidade. Queremos levar Portugal à Europa do basquetebol. É um dos objectivos quando aqui cheguei há dois anos. Sabemos que é difícil disputar competições europeias. Há equipas com orçamentos do Real Madrid é igual ao do Benfica... em futebol. Têm outra robustez.

São clivagens acentudas entre Portugal e outros países?

-Sim, uma equipa alemã, por exemplo, pode ter dez ou doze estrangeiros, sem problemas. Para nós isso é incomportável. Faz toda a diferença. Mas se há três provas, Euro Liga, ULEB Cup e FIBACUP Challenge, podemos representar dignamente Portugal, não é verdade?...

publicado por Benfica 73 às 09:43

Maio 22 2010

 

Henrique Vieira comentou assim a partida: «Foi um jogo característico de play-off, com algum nervosismo na parte inicial, em que os nossos lançamentos não apareceram. Na segunda parte, conseguimos defender melhor e limitar o Vitória a menos de 70 pontos, que era um dos nossos objectivos.»

 

O treinador do Benfica elogiou um atleta: «Tivemos algumas dificuldades em impor um ritmo ainda mais elevados, pois não estávamos todos bem. Quero enaltecer o grande esforço do Heshimu Evans, que na viagem para o pavilhão não se sentiu bem. Contudo, insistiu para jogar mesmo não estando no seu melhor.»

«No início previa-se uma série equilibrada. Completámos a eliminatória por 3-0, pelo que endereço os parabéns aos meus jogadores.»

«Temos o factor casa a nosso favor e contamos com o apoio dos adeptos para facilitar a nossa tarefa. Vamos pensar jogo a jogo.»

publicado por Benfica 73 às 07:34

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