Julho 05 2012

A equipa B do Sport Lisboa e Benfica ligou, esta quarta-feira, os motores tendo em vista a longa viagem que será a temporada 2012/13. O técnico do conjunto, Luís Norton de Matos, concedeu uma entrevista à Benfica TV onde falou dos objectivos para a nova época.

40 épocas depois, Luís Norton de Matos regressa ao Benfica. Jogou cá como Júnior, esteve na equipa de Reservas, foi também Sénior e vai agora treinar jogadores que estão a passar todos, ou grande parte deles, por esta situação…

Para mim é um privilégio ter esse conhecimento do Clube e ter vivenciado essa experiência porque vai ajudar-me muito na minha missão de formação, porque sei exactamente o que se passa na cabeça destes jogadores que obviamente têm ambições claras e objectivas de atingirem a primeira categoria do Benfica que é o grande sonho. Eu próprio, apesar de ter sido campeão nacional de Juniores no Benfica, e depois tive mais duas épocas no Futebol Sénior, o meu grande objectivo era ter jogado na primeira categoria do Benfica e é a minha grande pena também e mágoa porque estive numa final da Taça de Portugal no banco, estive num jogo de consagração do Benfica como Campeão Nacional no banco, na altura com o Pavic, treinei com o Jimmy Hagan mas tive uma experiência riquíssima que me formou como homem e como desportista. Quem passa pelo Benfica como eu passei, porque sempre fui benfiquista e adepto do Benfica, obviamente que me marcou imenso e hoje 40 anos depois está-me a falar de algo que eu tenho bem presente na minha memória como se tivesse sido ontem.

Que mensagem pode dar aos jogadores, tendo vivenciado também isto?

Vou tentar transmitir tudo aquilo que são os valores do Clube, tudo o que são as responsabilidades do que é estar neste Clube, as exigências e preparar estes jogadores e muitos deles têm potencial para chegar também a um patamar de primeira categoria do Benfica, tentar ajudá-los a que eles sejam mais fortes e que consigam pôr cá fora todas as suas qualidades.

Quais são as suas expectativas e se foi fácil chegar a um acordo e aceitar este convite da Direcção?

Quando se fala do Benfica e quando nós temos esta paixão pelo maior Clube português obviamente que quando me foi colocada a hipótese de vir para este desafio aliciante foi facílimo, nem hesitei. Confesso que só um projecto desta natureza, eu tive outros convites para treinar clubes, mas nada se equipara ao Benfica e nada se equipara à possibilidade de reentrar no Clube com um projecto aliciante. Venho com uma expectativa enorme, com uma vontade enorme de poder transmitir toda a minha experiência adquirida ao longo dos anos para a equipa B do Benfica. Tenho uma grande expectativa em relação a esta vinda.

Desportivamente, na equipa B, quais são os objectivos?

Quando se está numa equipa como o Benfica há sempre um objectivo claro de ganhar. Uma coisa que eu exijo sempre, na minha forma de pensar e no meu enquadramento competitivo, é que nós podemos não ganhar os jogos mas somos obrigados a jogar para ganhar sempre! E no Benfica isso é ainda mais uma obrigação. Obviamente que tenho consciência que o Campeonato da segunda Liga tem uma especificidade própria, é extremamente equilibrado, nós verificamos mesmo a nível, por exemplo, da Taça da Liga, as dificuldades enormes que os clubes de primeira divisão, com os seus plantéis profissionais têm jogando com estas equipas que vão jogar no Campeonato da segunda Liga. Fazer o melhor possível, com equipas que têm jogadores muito experientes, são jogadores que não tocam muitas vezes na bola, mas a sua experiência num canto, num livre, os pequenos detalhes que a experiência lhes deu são suficientes para resolver jogos. É isso que os nossos jogadores vão ter de aprender. Vão ter de termos competitivos e depois há outra competição, que é a competição das próprias equipas “Bês” que penso que vai ser uma competição dentro da competição. Será, também, outro motivo de atracção, quem será a melhor das seis equipas “Bês” que vão entrar no Campeonato. Temos que ver isto jogo a jogo e tentar sempre fazer o melhor possível, não se pode subir, mas era interessante, numa primeira análise, que a equipa pudesse situar-se numa primeira metade da tabela.

As condições que o Benfica coloca agora ao serviço das equipas, como, por exemplo, o Centro de Formação e Treino têm sido elogiadas. Daquilo que já pôde ver qual é o primeiro impacto?

O impacto é muito positivo, porque penso que o Benfica e toda a sua estrutura se adaptaram rapidamente àquilo que vão ser as exigências da competição, as exigências dos treinos. Foram feitas obras em tempo recorde para dar as melhores condições à equipa B. Nós já temos um plano bem determinado relativo ao local onde vamos jogar, vamos jogar no Estádio da luz, enquanto não tivermos o Campo do Bravo pronto. Portanto, é outro pólo extremamente positivo.

Fonte: SLB

publicado por Benfica 73 às 12:27

Junho 19 2012

R – Qual foi o jogador que mais lhe custou perder nestes três anos?

JJ – Respondo de outra maneira. Nestes três anos que estou no Benfica, se o clube pudesse não ter vendido jogadores, agora éramos das equipas mais fortes da Europa. Se não temos vendido, estávamos num patamar muito próximo do Real Madrid ou do Barcelona. Mas também sei que um treinador do Benfica, do FC Porto ou do Sporting não se pode dar a esse luxo. Não podemos competir com as grandes equipas da Europa.

R – Essa capacidade de potenciar jogadores, de que fala, faz de si um treinador diferente dos outros?

JJ – Para os adeptos são coisas que não contam, mas para a minha carreira vai contar. Porque as pessoas que têm olhos nos outros clubes sabem valorizar isso. Um dia que saia, estou valorizado, graças ao Benfica.

R – O Benfica este ano tem de vender jogadores novamente. É começar tudo do zero?

JJ – Não é começar do zero. Um treinador sente-se feliz porque contribui para valorizar o jogador desportivamente e financeiramente e também é bom para o Benfica. É impossível o Benfica não vender. Os meus grandes objetivos são sempre esse dois: como é que eu vou fazer para potenciar os jogadores, de forma a serem uma mais-valia desportiva e financeira, mas também há jogadores que só se podem valorizar desportivamente. E neste aspeto eu quero dar os parabéns ao Benfica, já que deve ser das melhores equipas da Europa a trabalhar nesse sentido, com um gabinete de scouting gerido pelo Rui Costa. Eu não consigo conhecer todos os jogadores de 18 anos que andam por esse Mundo fora, mas o clube está a trabalhar muito bem e a ter uma política correta, que é importante ser percebida pelos adeptos. Muitas vezes ouço dizer: “Ah, contratam 20 jogadores!” Mas estes 20 jogadores não são para a equipa principal, são jovens jogadores que vão rodar noutras equipas – e este ano até há equipa B –, de forma a serem preparados para jogar na equipa principal do Benfica. Há o exemplo do Rodrigo, do Melgarejo, do Wass, que está na seleção da Dinamarca e que tenho acompanhado dos jogos em França. Veja-se também o caso do Kardec, que é dos jogadores mais cobiçados do Brasil, neste momento. Trata-se de um miúdo de 20 anos a quem, se calhar, devia ter dado mais um ano no Benfica. Agora está a explodir no Santos e vai ser dos melhores pontas-de-lança do Brasil. O Éder Luís, que também é dos mais cobiçados no Brasil, é outro, mas isto para os sócios do Benfica não conta. O que conta é ganhar títulos e temos de perceber isso. Mas isto não aparece por acaso, há toda uma estrutura que tem vindo a crescer e que, hoje em dia, não perde para ninguém em Portugal.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 23:26

Junho 18 2012

R– Já disse que os adeptos querem o campeonato. Mas ganhando a Taça da Liga e chegando aos quartos-de-final da Champions, justifica-se a contestação que existiu no final da temporada?

JJ – Não se justifica e por isso não fazia a mesma coisa. A época que o Benfica fez na Champions não é brilhante, porque isso era chegar à final e ganhar, mas é uma época meritória pelo facto de chegar às oito melhores equipas do Mundo. Não é da Europa, é do Mundo, porque nem no Brasil nem na Argentina há equipas melhores que estas, com exceção do Apoel. Isso é um orgulho para todos os benfiquistas e ter sido eliminado como fomos, com um lance polémico com o Chelsea que nos podia dar a meia-final da Champions. Aliás, provámos que fomos melhor equipa do que eles nos 2 jogos e demonstrámos que o Benfica para ali estar teve de ser uma grande equipa. Para mim, o Zenit é muito mais forte que o Chelsea, só que não tem o nome do Chelsea, mas como equipa era muito mais forte. Devíamos ser mais recompensados pelos adeptos, deviam estar orgulhosos, mas não nos perdoaram porque perdemos o campeonato. Portanto, não vou cometer o mesmo erro. Já não me perdoam se eu estiver 4 anos no Benfica e não ganhar dois campeonatos.

R – Tem clara noção disso?

JJ – Tenho noção daquilo que sou capaz de fazer. Porque o Benfica esteve 11 anos sem ganhar o campeonato. Se com Jorge Jesus em três anos ia ganhando dois campeonatos eles têm de dizer: atenção, este treinador ia ganhando dois campeonatos em três.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 11:42

Junho 17 2012

Numa longa entrevista em que aborda vários temas, Jorge Jesus admite erros na última época e perspetiva a próxima temporada onde assume que dará total prioridade ao campeonato e não pode falhar, sob pena da massa associativa encarnada não lhe perdoar.

 

RECORD – Fala-se novamente na possível saída do Cardozo. Precisa de um avançado com outros tipo de características?

JORGE JESUS – Os números não enganam e o Cardozo é um goleador nato. Não é um jogador brilhante durante 90 minutos, nem sempre tem um desempenho alto, mas nas poucas vezes que toca na bola faz a diferença, que são os golos. E um avançado vive disso. Mesmo quando o Cardozo não joga tão bem, faz golos e por isso é que é valorizado. Cardozo é golo, não lhe peçam para jogar bem. E mesmo assim ele às vezes joga bem e faz golos. Para nós, treinadores, fazer golos já é jogar bem.

R – Por si, o Cardozo fica no Benfica?

JJ – Gostava de ficar com o Cardozo. Por mim, claro que fica.

R – O Luuk de Jong faz tantos golos como o Cardozo?

JJ – O De Jong não é meu jogador (risos). Se me perguntar se gostava de ter o De Jong, como na época passada disse que gostava de ter o Huntelaar... Aprecio as qualidades deles, mas de eu gostar até os ter vai uma grande diferença. Se o Cardozo ficar no Benfica não precisamos de mais jogadores para aquela posição, pois ainda temos o Kardec se o quisermos fazer regressar, o Rodrigo, o Nélson Oliveira, o Hugo Vieira e o Michel, de quem não se espera muita coisa mas que eu vejo muita qualidade.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 18:57

Maio 30 2012
Em entrevista a A BOLA, Rodrigo diz que não se arrepende de ter trocado o Real Madrid pelo Benfica. «Foi a melhor decisão que tomei», acredita o avançado.
Arrepende-se de ter trocado o Real Madrid pelo Benfica?
Foi uma excelente decisão. Estou num grande clube e muitos jogadores jovens gostariam de estar no Benfica. Estou feliz pelo passo que dei e o tempo tem-me dito que tomei a melhor decisão.
Como surgiu a oportunidade de jogar no Benfica?
Havia duas opções: o Benfica e o Bolton. O Benfica atraiu-me mais, pelo prestígio e dimensão do clube e por participar nas competições europeias. No primeiro ano, não tive a possibilidade de ficar, fui para o Bolton, ao qual estou muito agradecido pela oportunidade que me deu de jogar na Premier League.
Que diferenças há entre Bolton, Real e Benfica?
Cada clube tem a sua história e as suas características. É difícil apontar as diferenças e dizer qual é o melhor ou o pior. O Real e o Benfica são, logicamente, mais parecidos, são os maiores nos seus países, enquanto o Bolton é mais modesto, teve o azar de descer de Divisão, mas é um clube que me ajudou a progredir como jogador.
Parece que o Real Madrid se arrependeu de o ter vendido.
No ano que lá estive, procurei fazer o melhor possível. Como profissional, fiz o mesmo no Bolton e, este ano, no Benfica. Não tenho ideia de quais são as intenções do Real Madrid, só sei que estou no Benfica, sinto-me muito feliz, tenho contrato e não penso em mais nada.
Fonte: A Bola
publicado por Benfica 73 às 17:10

Maio 22 2012

A caminho dos 28 anos, que completa dia 8 de junho, o camisola 14 lamenta o título perdido pelas águias mas renova esperanças no que está para vir. É uma das referências do plantel e não podia sentir-se melhor, estando numa “equipa muito grande e importante”.

 

Que balanço faz da última temporada no Benfica?

Foi um ano muito exigente e muito bom. É verdade que não fomos campeões, mas foi bonito porque acabámos por conseguir um outro objetivo, que foi a qualificação direta para a Champions da próxima temporada. Já tenho cinco anos de Benfica e em alguns jogos calhou-me ser subcapitão, porque o capitão é o Luisão, e isso é sempre gratificante e bonito, ainda por cima numa equipa tão grande como o Benfica. É um orgulho muito grande e que me deixa muito contente.

Qual é o segredo do Maxi Pereira para jogar sempre, apresentar regularidade competitiva e ter, regra geral, um bom desempenho?

O meu segredo está na cabeça. Claro que é preciso ter cuidados, mas não tenho qualquer obsessão. Sou uma pessoa normal e, além do mais, tenho três filhos, pelo que cada vez que chego a casa tenho as minhas obrigações. No futebol é preciso ter sorte, mas tens de gostar muito do que fazes. Tens de viver o futebol e trabalhar muito nos treinos, que são fundamentais. De qualquer modo sinto que há jogos que não rendo da mesma maneira, mas trato sempre de deixar tudo em campo. E é isso que as pessoas veem. Precisas de suplantar com outras virtudes, o que não tens tecnicamente. Trabalhar dia a dia para ter um lugar na equipa, respeitar o treinador e depois fazer o melhor possível dentro do campo. Isso é essencial.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 19:21

Maio 03 2012
Em entrevista a A BOLA, Jorge Jesus admite ter cometido alguns erros na época que caminha para o seu epílogo, nomeadamente a aposta forte na Liga dos Campeões quando o Campeonato estava ainda em aberto.
Não obstante as falhas que possa ter cometido, diz o treinador que o Benfica tem razões de queixa de algumas arbitragens.
«A partir de determinado momento houve um vento contra que soprou muito forte», argumenta.

Disse, há umas semanas, que faria tudo igual e que manteria as mesmas opções que tomou, mas acaba de dizer que estão a analisar onde é que poderiam ter melhorado, portanto há coisas que faria de forma diferente?
- Quando respondi a essa questão, referia-me a opções técnicas e é evidente que na sua grande maioria as manteria. Se errei? É normal, só não erra quem não tem responsabilidades e já agora é muito fácil jogar ao Euromilhões ao sábado. Mas é evidente que mudaria algumas coisas nomeadamente algumas apostas que fiz em termos de Champions.
Ou seja, o plantel do Benfica não era suficientemente forte para aguentar duas frentes de batalha? Teria colocado menos ovos no cesto da Champions, salvaguardando a Liga?
- Teria efetivamente colocado, usando a sua expressão, menos ovos na Champions, mas não por não termos um plantel suficientemente forte, mas porque a nossa vantagem na Liga não era suficientemente confortável para fazer o que fizemos. 
Apostou de mais na Champions?
- Quando se joga a esse nível é evidente que temos de aspirar a chegar o mais longe que pudermos, até porque a questão financeira é fundamental para o clube e tudo isso pesa. A partir do momento em que ultrapassamos a fase de grupos, quando se colocou em causa a calendarização dos jogos, hoje possivelmente assumiria opções diferentes, mas lá está, há sempre o reverso da medalha: há jogadores que se valorizaram como não teriam valorizado se não chegássemos onde chegámos, houve muito dinheiro a entrar no clube e tudo isso pesa nas opções que assumimos no momento. E já agora, não é para nos desculparmos, até porque seguramente errei em alguns momentos, mas houve a partir de determinado momento um vento contra que soprou muito forte.
Está a referir-se às arbitragens?
- Efetivamente estou, mas não me peça para dizer o que penso de algumas porque senão não começo a próxima época no banco.
Fonte: A Bola
publicado por Benfica 73 às 20:51

Maio 03 2012

O treinador do Benfica aceita que lhe apontem erros. Ele, de resto, aponta alguns. Garante, porém, ter a consciência tranquila relativamente às opções tomadas e caminhos percorridos. E diz-se, hoje, tão motivado para trabalhar no clube como em junho de 2009, quando chegou. Diz que, quando sair, sairá por cima.

- Três anos à frente do Benfica representam um longo caminho. Sente-se com condições para enfrentar a próxima época, quer do ponto de vista pessoal, quer do apoio dos adeptos, atendendo a alguns sinais exteriores de contestação que têm sido percetíveis desde a derrota em Alvalade?
- Quando se perde, o grau de desânimo é sempre grande, principalmente num clube como o Benfica e, portanto, esses sinais são naturais em momentos como este. Tenho de os considerar e compreender, porque eu próprio sinto essa frustração, mas posso garantir-lhe que tenho, hoje, a mesma ambição e a mesma vontade que tinha quando cá cheguei no primeiro dia. Podem acusar-me de muita coisa, mas há uma garantidamente de que não podem, de falta de dedicação e de não ter dado sempre tudo pelo Benfica.
- Sente um clima diferente, para pior, à sua volta, no universo dos sócios e adeptos, ou entende que os assobios vêm apenas de uma pequena franja mais radical, responsável pelas paredes pintadas na Luz e em Vila do Conde?
- Repito o que disse atrás, manifestações de frustração são naturais, principalmente quando tínhamos uma perspetiva bem diferente daquela que temos hoje. Como acham que vivi alguns dos dias que se seguiram a alguns jogos em que perdemos pontos? Mas alguém pode acreditar que não demos tudo para chegarmos ao fim em primeiro? Portanto, eu partilho dessa frustração e repito que temos de compreender a desilusão dos adeptos. Mas já não posso compreender, como também já disse no passado, as pinturas feitas, não se sabe por quem, e que colocam em causa a pessoa responsável por hoje existir o Benfica tal como o conhecemos.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 12:27

Fevereiro 08 2012

Está para breve uma decisão quanto à negociação dos direitos televisivos por parte do Benfica. Luís Filipe Vieira garante mesmo que até final do mês haverá uma decisão, explicando ainda que a Olivedesportos terá primazia.

«O Benfica tem um parceiro há muitos anos e queremos respeitar o contrato que existe. Estivemos em negociações com outros parceiros, mas nunca chegou qualquer garantia, por isso só temos duas soluções: ou renovamos com a Olivedesportos ou avançamos com um projeto próprio», referiu Luís Filipe Vieira, em entrevista à RTP, não querendo desvendar quais os valores pretendidos pelo Benfica.

«De certeza que irei defender os interesses do Benfica e posso dizer que não vou demorar muito tempo a tomar a decisão, pois se não chegarmos a acordo com a Olivedesportos temos de pensar num projeto próprio, que não pode ser feito dois ou três meses antes de terminar o atual contrato», explicou, atirando depois: «Até final do mês iremos decidir.»

«O importante é respeitar o nosso parceiro, não há qualquer hostilidade, até porque sou amigo de Joaquim Oliveira, mas há uma fronteira quando estamos a negociar. Na altura própria os benfiquistas saberão, com a certeza que lutei pelas melhores condições», vincou.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 23:22

Fevereiro 08 2012

Muito deu que falar a estreia da chamada caixa de segurança no Estádio da Luz na partida frente ao Sporting. O presidente do Benfica não percebe a polémica e revela que a mesma estará também ativa na partida com o FC Porto, marcada para 2 de março.

«Não vejo problemas na caixa de segurança. Tem sido sempre utilizada e de certeza que os dirigentes do FC Porto sabem que não se trata de qualquer provocação, até porque na Europa encontram muitas dessas caixas», afirmou Luís Filipe Vieira, em entrevista à RTP.

O presidente dos encarnados também foi questionado sobre o estado das relações com o FC Porto e deixou perceber que alguma coisa pode estar a mudar: «O último jogo no Dragão foi agradável, terminou num empate e não houve qualquer apedrejamento. É sinal que alguma coisa pode estar a mudar. Da nossa parte vamos fazer tudo para que o futebol seja cada vez mais apetecível e não haja algumas cenas completamente deploráveis.»

Porém, Luís Filipe Vieira não quis falar sobre o famoso incidente conhecido por apagão na Luz na época passada e até reconheceu mérito ao FC Porto na conquista do título da época passada. «Quando se ganha tem-se sempre mérito. Na época passada não foi como aquela que foi julgada como Apito Dourado e penso que a melhor equipa ganhou o campeonato», disse.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 22:35

Fevereiro 08 2012

O presidente do Benfica dirigiu palavras de confiança a Jorge Jesus, deixando perceber que na sua ideia o treinador vai continuar no comando da equipa na próxima época.

«Jorge Jesus tem mais um ano de contrato, por isso vai continuar. Há uma aposta muito forte, convicta, num homem que devolveu e vai continuar a dar títulos ao Benfica», começou por dizer Luís Filipe Vieira sobre o treinador, em entrevista à RTP.

O líder dos encarnados rejeitou qualquer comparação com nomes que passaram anteriormente pelo Benfica, como Ronald Koeman, Fernando Santos ou Quique Flores, que saíram depois de não terem conquistado títulos. 

Vieira nem sequer encara a possibilidade de o treinador querer sair: «Tem uma cláusula de rescisão, mas penso que é difícil ele mudar de clube. Conheço-o perfeitamente, penso que está apaixonado por este projeto e os resultados têm aparecido.»

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 21:13

Fevereiro 08 2012

Em ano de eleições, Luís Filipe Vieira só no final da presente época, em Maio, anunciará se vai ou não recandidatar-se a novo mandato. No entanto, o líder dos encarnados deixa antever a sua intenção.

«A decisão está tomada para mim e sei aquilo que tenho para fazer no Benfica», afirmou Luís Filipe Vieira, em entrevista à RTP, revelando que o final da época será o momento indicado para anunciar a sua decisão.

O líder do clube da Luz esclareceu, contudo, que os resultados da equipa de futebol não vão influenciar na sua posição, até porque, reconheceu, não tem conquistado muitos títulos desde que assumiu a presidência.

«Não nos podem estar a julgar pelos resultados. Vejo o nosso trabalho por um todo. Os títulos são muito importantes para o clube, mas primeiro houve que construir uma base sólida, que tem vindo a ser construída ao longo destes anos, mas só agora começo a ter tempo para pensar exclusivamente no futebol», explicou.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 19:25

Fevereiro 08 2012

O presidente do Benfica garante que só voltará a estar disponível para comentar arbitragens quando o setor for profissionalizado.
«Desde o jogo de Guimarães [na época passada] não voltei a falar do assunto. Só depois da profissionalização da arbitragem voltarei a estar disponível para falar sobre isso. Este ano, se calhar, já fomos beneficiados e prejudicados. A arbitragem está mais credível que há alguns anos, mas vão continuar a existir erros por não haver profissionalização», afirmou Luís Filipe Vieira, convidado do programa «Grande Entrevista» da RTP.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 13:48

Fevereiro 08 2012

Apesar dos cinco pontos de vantagem sobre o FC Porto, Luís Filipe Vieira não entra em euforia e deixa alerta a todos os benfiquistas.
«Ainda temos muito campeonato pela frente. Fica já um alerta para todos os benfiquistas de que nada está ganho. No futebol, de repente, muda tudo e temos de continuar com a mesma linha que temos tido. O próximo jogo é com o Nacional, devemos ter muito respeito e dar tudo para ganhar. As ditas equipas pequenas provaram recentemente aquilo que podem fazer e, se não estivermos atentos, podemos ter surpresas dessas», vincou o presidente do Benfica, deixando a receita a seguir pela equipa: 

«O caminho está traçado e é esse que temos de continuar a percorrer. Com muita humildade, respeito, rigor e a mesma determinação que temos tido até agora.»

Da mesma forma encara a participação na Liga dos Campeões: «Devemos jogar eliminatória a eliminatória, continuando com a crença de que é sempre possível ganhar, com determinação, convicção, mas também humildade e respeito pelos adversários. Preparámo-nos para entrar em qualquer competição com o sonho de a conquistar e isso vai continuar.»

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 11:59

Janeiro 31 2012

Rendido à grandeza do Benfica. Assim está Yannick horas depois de assinar pelas águias. «Parece um sonho, estou sem palavras, sinto-me nas nuvens», diz o jogador, em entrevista à Benfica TV.

«As primeiras impressões foram fantásticas», confidencia Yannick, convicto de que o ingresso no clube da Luz «estava escrito no destino».
«Estou bastante feliz por pertencer à família benfiquista. Irei dar sempre o meu melhor para conquistarmos grandes vitórias», promete.

Afastado dos relvados nos últimos seis meses, é com natural regozijo que Yannick se prepara para regressar ao ativo.
«Foi um período muito duro e frustrante por não poder fazer aquilo de que mais gosto, por questões burocráticas. Felizmente essa fase já passou e estou preparado para encarar este grande projeto», afiança, frisando sentir-se «reforçado» e pronto para «ser bastante feliz» numa «grande casa».

«Foram seis meses bastante duros, dos quais saio mais forte a nível mental. Depois de ultrapassar esta fase, estou preparado para tudo», argumenta, certo de que vai crescer como jogador a atuar de águia ao peito.

«Se serei melhor jogador? Não tenho dúvidas. Nesta casa, pela forma como fui recebido, sei que vou triunfar e ser bastante feliz. Parece um sonho, estou sem palavras, sinto-me nas nuvens», partilha.

Manter a forma e desabafar na praia

Impedido de competir na primeira metade da época, Yannick elegeu a praia como cenário para manter a forma, e não só...

«Treinei-me na praia todos os dias, fazendo uma média de dez quilómetros, por vezes treze. Foi um período difícil mas também engraçado. Sempre que ia para a praia sentia-me livre, solto, gritava e desabafava», relata. 

Entrevistado pela Benfica TV nas bancadas do Estádio da Luz, Yannick não disfarça a ansiedade por ver chegar a hora em que poderá pisar o relvado do anfiteatro encarnado como jogador do Benfica.

«É uma emoção muito grande de estar aqui, no dia em que entrar com a camisola do Benfica vai ser um momento muito especial para mim. Sinto que estou na Catedral», diz.

Também o quartel-general das águias, no Seixal, merece rasgados elogios: «As instalações são excelentes, estão ao nível ‘top’. Temos tudo para evoluir e continuar a alegrias».

Recebido de braços abertos por um «grupo fantástico», Yannick não hesita em dizer que se sente «em casa». «Fui muito bem recebido e já temos brincado», conta.

Família está... na Lua
Com um passado de vários anos ligado ao Sporting, a chegada de Yannick ao Benfica foi recebida com entusiasmo pelos familiares do jogador.
«Estão todos super entusiasmados e super felizes por estar aqui. Muitos dos meus familiares são benfiquistas e sentem-se na Lua», indica o novo camisola 12 das águias, que poderia ter rumado à Luz antes de ingressar no Sporting, quando representava o Atlético Desportivo da Estação.

«Houve a possibilidade de vir para o Benfica mas as coisas não evoluíram nesse sentido. É um exemplo de que, por vezes, o comboio passa duas vezes. Estava escrito no destino», acredita.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 20:28

Janeiro 02 2012

O presidente do Benfica, em extensa entrevista a A BOLA, fala de Rúben Amorim, assim como de Capdevila.
- Rúben Amorim é outro caso neste reinício de época?
- Não há caso algum. É uma questão interna que será resolvida dentro de portas. No Benfica queremos jogadores que tenham sempre orgulho em vestir esta camisola. Se há um ou outro caso em que assim não é, estaremos sempre apostados em ensinar-lhes o que é o valor do Benfica. 
- Não posso deixar de perguntar-lhe pela situação de Capdevila...
- A primeira coisa que quero dizer-lhe é que se trata de um excelente profissional. Apesar de não ter sido opção até agora, tem sido de um comportamento exemplar e isso é algo que deve ser destacado. É normal que não se sinta satisfeito em função de não ter sido opção, é isso que se espera de um jogador de futebol. A equipa técnica tem optado pelo Emerson para a sua posição e não sou eu que vou discutir as opções do treinador. De qualquer forma, faz parte do plantel do Benfica e estará disponível sempre que o treinador assim o entenda.
- Capdevila vai continuar no Benfica?
- Faz parte do plantel do Benfica...

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 18:37

Janeiro 02 2012

O presidente do Benfica, em extensa entrevista a A BOLA, fala das eleições na Liga, marcadas para o próximo dia 12.
- O Benfica vai envolver-se de alguma forma na eleição do sucessor de Fernando Gomes na Liga?
- Vamos analisar o perfil dos candidatos e votar naquele que nos mereça mais credibilidade para liderar a Liga.
- António Laranjo é um bom nome?
- Sem dúvida, é uma pessoa com uma enorme experiência de gestão, que teve responsabilidades no Euro 2004 e que pode certamente ser uma mais-valia para a Liga. É uma pessoa que sabe gerar consensos e nesta altura, quando há tanta coisa a melhorar no futebol português é bom que o Presidente da Federação e o Presidente da Liga sejam homens que consigam articular posições. Creio que, desse ponto de vista, António Laranjo dará um excelente Presidente da Liga.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 14:32

Janeiro 02 2012

Em extensa entrevista a A BOLA Luís Filipe Vieira fala com orgulho do que foi feito desde que há 11 anos chegou ao Benfica e abre a porta à recandidatura. 

- 2012 é ano eleitoral no Benfica e o seu discurso, nas casas do clube, tem estado virado para a prudência e a necessidade de contenção. Já tomou alguma decisão sobre a recandidatura?
- Ainda não, e aliás há outras prioridades em que neste momento devemos concentrar as nossas atenções e essa não é seguramente uma delas. Tento sempre ser o exemplo dentro desta casa, porque se há algo que sei que trouxe para dentro do Benfica foi o permanente espírito de inconformismo. Ninguém pode ficar satisfeito pelo que já foi feito, mas devem estar sempre a pensar o que é que ainda podemos fazer. Essa é a minha maneira de estar aqui e na minha vida. Agora, é evidente que o facto de não ser um presidente profissional obriga-me, simultaneamente, a dedicar grande atenção à minha empresa. Mas atenção, quando digo que não sou um presidente profissional, não é uma crítica, porque é exatamente isso que sempre defendi para o Benfica. Quem vier para este lugar tem de ser em regime de voluntariado e com um sentido de missão. A presidência do Benfica não pode ser encarada como um emprego remunerado, quando tal acontecer o Benfica terá comprometido parte da sua história.

- Mas o que alguns dos seus colaboradores notam é que tem uma enorme vontade de concluir os seus compromissos eleitorais antes de outubro, como que a dizer cumpri a minha palavra, a casa esta arrumada, agora venha o seguinte...
- Se há uma coisa que sempre me habituei ao longo da minha vida, foi cumprir com a palavra dada. E isso não tem nada a ver com o que se vai passar em outubro. Tenho, por exemplo, muita vontade de poder dar aos sócios e adeptos do Benfica a possibilidade de visitar o novo museu do clube, por duas razões: primeiro porque a nossa história merece um lugar que até agora nunca teve e, em segundo lugar, porque me comprometi com isso. Tenho sempre vontade de fazer mais, e estes 11 anos dizem isso. Quanto às eleições, aqueles que diariamente trabalham comigo no Benfica serão os primeiros a saber da minha decisão. Merecem essa atenção por tudo o que já me ajudaram a fazer, mas repito, há outras prioridades nesta altura em que nos devemos concentrar.

- Desculpe a insistência, mas vai ser ou não candidato a um novo mandato?
- Vou responder-lhe da seguinte maneira: ainda tenho muito para fazer no Benfica...

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 09:17

Dezembro 27 2011

R – Que balanço faz destes primeiros meses no Real Madrid?

FC – Faço um balanço positivo, mas é claro que poderia ser bem melhor. Tive muitas lesões e não consegui atingir aquilo que pretendia. Mas penso que o importante foi conseguido, adaptei-me ao clube, constatei o que este emblema é na realidade. Agora na segunda metade da época, espero ter menos lesões de forma a poder juntar o útil ao agradável. Ou seja adaptar-me perfeitamente e jogar bem, mostrando o que realmente valho.

R – Mas a adaptação está a ser mais difícil do que esperava?

FC – Sim, talvez. O Real Madrid não é um clube qualquer, tem uma dimensão muito grande. Só depois de chegar aqui é que nos apercebemos da grandiosidade. Mas um jogador tem de estar sempre preparado para tudo, para enfrentar qualquer situação.

R – Custou 30 milhões de euros. Sente que o peso do dinheiro também tem condicionado a sua prestação?

FC – É verdade. Sinto um pouco isso. Mas era ponto assente que quem quisesse contratar-me tinha de pagar a cláusula de rescisão. O Real Madrid optou por pagar e agora só tenho de justificar esses 30 milhões de euros.

R – Considera, portanto, que ainda não mostrou todo o seu potencial?

FC – Não. Sinto que ainda não mostrei todo o meu valor e que posso mostrar muito mais. Agora é como eu digo, quando temos vários problemas físicos é impossível estar a 100 por cento. Até agora tive muito azar, três ou quatro lesões que não foram fáceis, mas só quero trabalhar para poder estar ao meu nível.

R – Apesar dos problemas físicos e de as coisas não estarem a correr como esperava, o míster José Mourinho tem falado consigo, passado confiança?

FC – O míster nestas coisas é uma pessoa fantástica. Passa confiança a todos, quer aos titulares indiscutíveis quer aos que têm apenas poucos jogos. Não deixa ninguém de parte e dá sempre muito moral ao plantel. É muito importante qualquer jogador ter a confiança do treinador.

R – Esta temporada já jogou na esquerda, na direita mas também no meio-campo, numa posição mais defensiva. Foi a primeira vez que alinhou nesse lugar?

FC – Sim, nunca tinha jogado como médio-defensivo. Mas o míster está sempre atento a tudo e se me colocou lá é porque achou que tinha qualidades e capacidades para desempenhar bem a função. E sempre que fui utilizado no meio-campo tentei dar o meu melhor.

R – Ficou um pouco assustado no dia em que José Mourinho lhe disse que iria jogar como médio-ofensivo?

FC – (Risos) Senti-me um pouco apreensivo, o que é normal uma vez que nunca tinha jogado nessa posição. Mas sou daqueles jogadores, polivalentes que independentemente do sítio onde joga tenta sempre dar o máximo, de forma a agradar ao treinador e aos adeptos. Não sei se isso foi conseguido mas a verdade é que dei tudo.

R – O facto de não jogar continuamente como defesa-esquerdo é um fator que pode estar a influenciar também a sua afirmação?

FC – Claro que sim. Como mostrei nos últimos dois anos no Benfica, desde o primeiro dia em que me colocaram nessa posição, posso fazer muito pela equipa. Aqui temos mais soluções, o Marcelo é um grande jogador e o míster tem optado por ele. Só tenho de respeitar, continuar a trabalhar e jogar onde o míster quiser. Mas, sem dúvida, que a minha posição é defesa-esquerdo.

R – Foi utilizado no lado direito frente ao Barcelona. Sentiu algum tipo de receio quando o treinador lhe disse que ia jogar nessa posição, num jogo tão importante?

FC – Já tinha jogado nesse lugar no jogo antes do clássico, diante do Sp. Gijón e as coisas correram bem, felizmente. Agora é como eu digo, não se pode querer tudo de um jogador quando ele nunca alinhou numa determinada posição e de repente joga dois jogos, ainda por cima um contra o Barcelona. Não se pode esperar grande coisa, até porque, tal como todos os futebolistas, preciso de tempo para adaptar-me. Não sou diferente e é natural que as coisas não tenham corrido totalmente bem.

R – Falando um pouco desse jogo. O Real Madrid perdeu mas a sorte acabou por não vos acompanhar...

FC – Perdemos, mas esse jogo já ficou para trás. Agora é pensar no que ainda falta.

R – Apesar dessa derrota, o Real Madrid acabou o ano em primeiro lugar no campeonato, além de ainda estar na Taça e na Liga dos Campeões. Considera que tem sido a equipa mais forte até agora?

FC – Nós fazemos apenas o nosso trabalho para conseguirmos os objetivos. E nem é preciso estar aqui a enumerar todos os objetivos que temos porque um clube como o Real Madrid quer ganhar todas as provas em que está inserido. E o campeonato não foge à regra. Estamos a fazer tudo para ficar em primeiro, neste momento estamos na liderança, só pensamos em nós e agora temos de tentar manter esta fase positiva.

R – Mas, na sua opinião, a classificação espelha que o Real Madrid tem sido a equipa mais forte até este momento?

FC – Como já referi, não gosto muito de estar a falar sobre os adversários. Agora é verdade que se estamos em primeiro é porque jogamos bem e merecemos.

R – Acha que é mais importante o Real Madrid ganhar o campeonato ou a Liga dos Campeões? O que preferia?

FC – Vou ter de responder o óbvio. Claro que quero ganhar as duas competições. O campeonato e a Liga dos Campeões. É o meu sonho.

R – E sente que o Real tem capacidade para vencer essas duas provas, uma vez que o Barcelona também está muito forte?

FC – Claro que o Real Madrid tem capacidade e qualidade para ganhar as duas provas. Os jogadores que temos no plantel permitem-nos ter ambição a ganhar qualquer competição.

R – O que mais deseja para esta temporada?

FC – Sem dúvida, ter menos lesões e começar a jogar o mais rápido possível para que o velho Coentrão que todos conhecem volte.

R – E a nível coletivo?

FC – Espero ganhar todas as provas em que estamos inseridos. Sei que é bastante difícil mas tudo é possível.

R – Mas acha que este ano é decisivo ganhar o campeonato ou a Liga dos Campeões até para colocar termo à hegemonia do Barcelona?

FC – Um clube como o Real Madrid joga sempre para vencer. Mesmo que ganhemos a Liga dos Campeões e o campeonato este ano, na próxima época vamos ter de lutar novamente por títulos. A exigência é muito grande. Entramos sempre para ganhar tudo, embora saibamos que nem sempre é possível. Agora claro que temos de ganhar o campeonato este ano, até porque já não o fazemos há algum tempo. E sinceramente temos tudo para isso.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 10:16

Dezembro 20 2011

O vocalista do grupo musical UHF, António Manuel Ribeiro, é o convidado desta semana do programa “Zona de Decisão”. Não a perca a estreia pelas 21 horas desta segunda-feira, dia 19 de Dezembro, na sua Benfica TV.

Antes de conceder a entrevista ao canal de televisão do Clube, António Manuel Ribeiro recordou uma das muitas histórias que já viveu por causa do Benfica. “Era ainda um miúdo e foi a nossa segunda conquista na Taça dos Clubes Campeões Europeus. Não tínhamos televisão na minha casa e estávamos num café em Almada, junto ao Cristo-Rei, onde nasci. O café transbordava de pessoas e foi uma festa de rir e chorar”, relatou o vocalista dos UHF.

O “Zona de Decisão” estreia esta segunda-feira e repete nos próximos dias 20 (03h10 e 19h30) e 22 de Dezembro (12h00), respectivamente. Lembrar que os horários podem sofrer alterações, pelo que não deixe de consultar a grelha de programação em: http://aovivo.slbenfica.pt/pt-pt/benficatv/grelhadeprogramacao.aspx

Fonte: SLB

publicado por Benfica 73 às 03:03

Dezembro 02 2011

RECORD – Javi García foi acusado por Alan de ter proferido palavras racistas…

WITSEL – Isso não importa. Javi não é racista!

 Conhecendo-o bem, pode pôr as mãos no fogo por Javi?

– Claro!

R – Estava no relvado nessa altura, o que se passou em concreto? Em seu entender, por que o futebolista do Sp. Braga proferiu tal acusação?

W – A única garantia que posso dar é que Javi não é racista. Não sei porque disse tal coisa. Talvez estivesse enervado… Não sei o que se passou na sua cabeça.

«Dérbi na Taça? Primeiro temos de passar Marítimo»

R – Esta sexta-feira, voltam a jogar para a Taça de Portugal, diante do Marítimo…

W – Não será um jogo fácil para nós. O Marítimo é uma boa equipa. Temos de ganhar no estádio deles.

R – O que conhece do Marítimo?

W – Pouco. Ainda não vimos o vídeo do adversário, nem falámos deles.

R – Mas tem algumas ideias sobre o adversário? Recordo que venceu em Alvalade…

W – Pessoalmente, não. Mas ainda vamos conversar sobre o Marítimo. Sei que ganharam ao Sporting e isso mostra que têm uma boa equipa. Também tenho conhecimento que ainda não perderam em casa. Temos de estar atentos.

R – Se derrotarem o Marítimo, poderão reencontrar o Sporting, em Alvalade…

W – Primeiro, temos de passar o Marítimo. Depois, vamos querer ganhar o jogo seguinte, seja o com Sporting ou outro adversário. A motivação será a mesma, quer defrontemos o Sporting quer joguemos com outra equipa.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 10:39

Dezembro 01 2011

Em entrevista a A BOLA, O esquerdino de 23 anos rejeita comparações com Di María, desvaloriza o facto de ser muitas vezes substituído, elogia Jesus e mostra um admirável espírito autocrítico ao admitir que às vezes perde bolas infantis e que tem um estilo de jogo que irrita os adeptos. Promete melhorar mas também jura que não deixará de arriscar.
- Quando chegou ao Benfica, em 2010, afirmou que estava a concretizar um sonho. O que sente ano e meio depois?
- Mudaram muitas coisas. Em termos futebolísticos penso que melhorei muito. No Boca [Juniors] jogava a avançado e penso que não tinha tantas preocupações e obrigações tácticas como aqui. Jogava mais livre, à minha maneira, o treinador dava-me liberdade para correr por toda frente de ataque. Aqui tenho uma posição, uma função específica a cumprir, o que me obriga a trabalhar mais para a equipa, em termos tácticos, e a estar sempre muito concentrado.
- Percebe-se que não foi uma adaptação fácil.
- Sim, no início custou-me, mas com o tempo e os jogos comecei a sentir-me cada vez mais confortável.
- Aimar disse a A BOLA que só ao fim de três anos percebeu o tamanho e o impacto do Benfica.
- A verdade é que o Benfica não é um clube muito seguido na Argentina porque lá não passam os jogos da Liga portuguesa, embora recentemente as coisas tenham mudado um pouco devido à presença de muitos jogadores argentinos aqui no clube e também pela campanha que o clube fez na Liga Europa, na época passada, e com o que tem feito este ano na Champions. O Benfica surpreendeu-me, confesso, não tinha a noção exacta. É realmente um clube muito grande. Na última temporada, fiquei impressionado por termos sempre tantos adeptos em todo o lado, sobretudo nos jogos europeus. No Boca [Juniors] também é assim.
- A renovação, até 2016, foi a manifestação de que está no clube de corpo e alma?
- Sim, e deixou-me mais tranquilo também. Não comecei bem a época passada, mas depois da adaptação penso que consegui atingir um bom nível. Agora o difícil é mantê-lo e nunca sabemos o dia de amanhã, pode sempre aparecer uma lesão grave, estamos sujeitos a isso. Oxalá que nunca aconteça nada, que possa continuar a entrar no campo para me divertir, como sempre faço.
- Chegou com o rótulo de sucessor do Di María. Essa comparação incomoda-o?
- Não sou sucessor de ninguém nem venho substituir ninguém. Contrataram-me por algum motivo e vim para cá fazer o meu trabalho. O que Di María fez foi muito bom, a prova disso é que está no Real Madrid, mas não tenho o objectivo de ser mais ou menos do que alguém, apenas quero deixar a minha marca e ser reconhecido pelos adeptos. Para isso sei que tenho de ganhar títulos, o que não aconteceu até agora [n.d.r. venceu uma Taça da Liga]. Espero que seja este ano.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 09:27

Novembro 14 2011

Em entrevista a A BOLA, Pablo Aimar passa em revista os melhores momentos na Luz. A análise à Liga; a defesa de Javi; a possibilidade da Champions.
Como vê FC Porto, Sporting e SC Braga? Quem está mais forte?
Há um ano, perguntaram a um jogador, não me lembro qual, o que achava do adversário Benfica. E ele disse: «Acho que está mais fraco». Não gostei de ler essa frase e é por isso que não falo dos outros. Digo, apenas, que o Benfica está bem e pode lutar de igual para igual com os outros três candidatos. São quatro candidatos a ganhar o título. Importante é olharmos para o nosso interior e ver que estamos bem.
Nos jogos em Braga acontecem, como diz Artur, coisas do outro Mundo?
São jogos complicados porque o SC Braga é muito boa equipa, porque tem bons jogadores que sabem o que querem. Têm um estilo de jogo que os fez ser finalistas da Liga Europa.
O golo ao Paços de Ferreira, em Outubro de 2010, pegando na bola antes do meio-campo, fintando três jogadores e fazendo o 1-0 foi o seu melhor no Benfica?
Não.
Não?
Aquele de que mais gostei foi o que marquei ao Sporting.
Porquê?
Não estávamos a jogar bem e necessitávamos de ganhar para darmos um passo muito grande rumo ao título. Além disso, foi um golo bonito porque fugi a um defesa, não o via mas intuía que vinha atrás de mim, passei pelo guarda-redes e, quando o defesa chegou, levantei a bola e fiz golo.
Acredita que Javi García proferiu as frases racistas durante o jogo em Braga, como acusa Alan?
Conhecemos muito bem Javi, sabemos quem é e o que pensa e sabemos que não tem qualquer problema desse tipo. Há limites para tudo. Aceito que tu digas que eu sou um desastre. Faz parte do jogo e do futebol. Se falarmos de outras coisas, bem graves, como essa do racismo, é mais complicado. Não acredito nisso.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 22:17

Novembro 13 2011

RECORD – A experiência no Servette tem sido proveitosa
RODERICK – Sim, estou a gostar bastante. Estou a viver noutra cultura, a aprender a estar sozinho e a jogar noutro campeonato, o que me tem feito crescer. Esperava jogar o mais possível e, felizmente, isso tem acontecido.

R – Após uma época em que jogou pouco, sentiu a diferença de andamento?
R – Inicialmente, senti-me um pouco inadaptado, mais por causa da língua, pois não compreendia os meus companheiros. Mas já consigo comunicar dentro e fora do campo. De resto, devido ao Mundial de Sub-20, já vinha com preparação

R – Como é que surgiu a oportunidade de vir para a Suíça?
R – Antes do Mundial, já se falava do Servette. Quando voltei da Colômbia, entendi que seria a melhor opção. Queria era jogar e, na conversa que tivemos, o míster João Alves, que foi meu treinador nos juniores do Benfica, disse-me que este era o melhor sítio para jogar e evoluir. Foi a decisão acertada.

R – No Benfica, deram-lhe alguma opinião?
R – Deram. Disseram-me que seria mais proveitoso sair, para rodar e evoluir. Falei com António Carraça, que me aconselhou a vir. Ficando no plantel, teria pouco espaço. Nesta fase da carreira, o mais importante é jogar.

R – Em que medida é que o Servette o tem ajudado a evoluir?
R – De jogo para jogo, sinto que estou a evoluir e a aumentar a minha produtividade. O míster e outras pessoas dizem que estou cada vez melhor, errando menos. Sou mais agressivo a jogar, que era uma das minhas lacunas. O bom do empréstimo é poder evoluir, para que no próximo ano, quem sabe, discutir um lugar no Benfica.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 01:39

Outubro 24 2011

O atacante paraguaio continua a marcar, voltou a fazê-lo em Aveiro, e admite que a concorrência interna lhe dá mais forças para fazer o que melhor sabe. Chegar aos 40 golos seria bonito e, sem esquecer a Liga, pisca o olho à final da Champions.

RECORD – Os golos que tem marcado (já soma 9 esta temporada) indicam que está a atravessar uma boa fase. Como é que se sente?

CARDOZO – Sinto-me bem. A equipa está a jogar bem e os jogadores que entram beneficiam disso, é mais fácil para eles integrarem-se no onze...

R – Como há dois anos, fez toda a pré-temporada com o plantel. Era fundamental, para si, integrar a preparação desde o primeiro instante?

C – Foi muito importante. Tinha necessidade de integrar a preparação desde o início e, neste momento, sinto-me muito bem fisicamente. Se isso não tivesse acontecido, não me sentiria tão bem. Estou a jogar bem, com os meus companheiros.

R – Em 2009, após ter realizado toda a pré-época, marcaria 38 golos, na sua época mais produtiva na Luz. É uma marca inatingível ou pode ser superada?

C – Sempre. Todos os jogadores querem sempre melhorar a sua história, superar o que já conseguiram. Essa meta está aí e, se Deus quiser, vou ultrapassá-la. Embora não tenha um objetivo definido, quero passar esse número. Seria muito bom se conseguisse fazer 40 golos.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 10:31

Setembro 22 2011

Quatro golos. Fábio Coentrão diz quatro. Sem hesitar. Mais do que isso: vão ser quatro sem resposta. Portanto, vitória no Dragão sem espinhas. "O Benfica vai ganhar por 4-0", disse ontem Fábio Coentrão a O JOGO, por telefone, ele mesmo, jogador que encheu os cofres do Benfica este Verão, com a sua transferência para o Real Madrid. Quanto aos marcadores dos golos, o lateral-esquerdo já não quis arriscar. Riu-se quando a pergunta surgiu e percebeu-se não querer individualizar, preferindo valorizar a equipa e a vitória colectiva. "O que aconteceu na época passada foi um acidente. Não volta a acontecer. Estou convencido disso", declarou o lateral-esquerdo, referindo-se naturalmente à pesada derrota por 0-5, no Estádio do Dragão, em Novembro. Em matéria de confrontos entre Benfica e FC Porto, a temporada transacta não foi muito feliz para os encarnados. Em cinco encontros, as águias apenas ganharam um, para a Taça de Portugal, curiosamente uma partida em que Fábio Coentrão marcou um golo e foi expulso. Aliás, o internacional português alinhou em todos os clássicos com os azuis e brancos. Mesmo em Madrid - está lesionado e, por isso, ontem não jogou pelo Real Madrid contra o Racing Santander (0-0) - Fábio Coentrão não perde uma partida do Benfica. "Só mesmo se não puder ver", diz o jogador que planeia amanhã ver o clássico tranquilamente em casa, com a família, pela televisão. Portanto, nada combinado com Di María, actual companheiro que também foi benfiquista. "Gosto de ficar a ver sozinho. Prefiro", justificou o internacional português que, apesar de ser um homem do Norte, é o Benfica que tem no coração. E Fábio Coentrão tem grandes expectativas em relação ao Benfica esta temporada. "Fiquei espantado com a forma como o Benfica jogou nas últimas partidas. Está muito forte e, na verdade, ainda espero muito mais do Benfica este ano", comentou. "Os que entraram de novo são muito bons jogadores e já estão a começar a afirmar-se depois do período de adaptação que é natural e necessário. Eles já estão a mostrar que os responsáveis do clube souberam reforçar o plantel muito bem. Quem está lá, está a cumprir", continuou. "Se acho que já fui esquecido? Ah... Isso não acredito. Não vou ser esquecido pelos adeptos, assim como o Benfica estará sempre no meu coração", declarou. Coentrão recusou-se a falar da preparação que Jorge Jesus fazia para clássicos como o de amanhã, no sentido de motivar os jogadores. "Isso é entre os jogadores e o mister. O que se passa no balneário fica lá. Mas quem quer jogar no Benfica, tem de ter igual motivação em todos os jogos", afirmou, no que pode ser considerado um alerta para os recém-chegados ao clube.

Fonte: O Jogo

publicado por Benfica 73 às 21:12

Setembro 12 2011

O treinador Jorge Jesus insiste que ninguém no Benfica tem receio de defrontar o Manchester United FC e que a adrenalina de participar na principal prova de clubes da Europa traz motivação acrescida aos seus pupilos. “Estão a jogar na Champions League, e Champions League é o máximo para jogador”, disse ao UEFA.com.

Ter pela frente uma equipa que esteve em três das últimas quatro finais da prova e que não perde nos jogos fora das competições europeias há 18 meses pode causar alguma apreensão, mas Jesus, que conta dez jogos na UEFA Champions League desde que chegou ao Benfica em 2009, afirma que os seus jogadores não vão sentir-se motivados apenas por jogarem contra o campeão de Inglaterra. “A minha experiência diz que quer se jogue contra o Manchester United quer contra o [FC] Basel [1893], a motivação dos jogadores é sempre a mesma.”

Quando sobe ao relvado e ouve o hino da Champions League, um jogador sente logo a adrenalina elevada porque sente que está a actuar com os melhores, por isso não há muita diferença entre jogar com o Manchester United ou, por exemplo, com o Basileia. A motivação nos jogadores está sempre alta em ambos, porque estão a jogar na Champions League, e a Champions League é o máximo. Todos os jogadores estão super-concentrados, super-motivados, e tudo farão para estar ao melhor nível que possível.”

Campeão europeu por duas vezes, o Benfica esteve em mais cinco finais, uma das quais perdida frente ao Manchester, em 1968. Mas agora, 21 anos depois da última presença no jogo decisivo da competição, o clube parece estar pronto para voltar a fazer história na prova, pelo menos tendo em conta a participação na UEFA Europa League da época passada, em que chegou às meias-finais.

“As quatro equipas do grupo têm hipóteses de passar”, disse Jesus, cuja formação viu regressar de lesão Ezequiel Garay, Maxi Pereira, Nolito e Ruben Amorim na vitória de 2-1 sobre o Vitória de Guimarães. “Em teoria, o Benfica e o Manchester United são as equipas mais fortes, mas penso que as outras duas [Basileia e FC Oţelul Galaţi] têm ambições semelhantes, e acreditam que podem passar esta fase de grupos.”

Para o homólogo de Jesus no United, não passar aos oitavos-de-final seria encarado como um fracasso, mas Alex Ferguson está a gostar da possibilidade de, mais uma vez, testar o poderio da sua equipa contra as melhores formações da Europa numa competição que defende estar melhor a cada temporada.

“Quando comecei como treinador no Aberdeen FC, e entrámos na Taça dos Campeões em 1980, só os vencedores dos campeonatos participavam, por isso esperava-se sempre que nos calhassem [no sorteio] equipas como o Real Madrid FC ou o FC Barcelona, mas isso era mais raro do que hoje. O formato da Champions League é fantástico, no meu ponto de vista; todas as equipas de topo estão lá, todas as equipas que sonhámos defrontar.”

“Desde que a Champions League começou, acho que defrontámos o AC Milan umas oito vezes, o Real Madrid seis e o Barcelona talvez sete”, acrescentou. “É absolutamente fantástico: a atmosfera, o desafio, as diferentes filosofias, as diferentes culturas... é isso que torna a Champions League tão especial.”

Nas semanas mais recentes, o United especializou-se em goleadas. A vitória de 5-0 no terreno do Bolton Wanderers FC fixou um novo recorde de 18 golos nos primeiros quatro jogos da Premier League. No entanto, os "red devils" têm Cleverley e Jonny Evans lesionados

Fonte: UEFA

publicado por Benfica 73 às 16:50

Junho 18 2011

Sem dar pelo tempo a passar, Jorge Jesus abordou praticamente todos os temas do momento. Admitiu erros na última época, em que o Benfica foi «vítima do seu sucesso». Não promete títulos. Apenas garante trabalho para os conquistar. Com a ajuda de mais soluções para formar uma equipa mais forte que a da última temporada. 

O que correu mal na sua segunda época no Benfica? Tem noção do que possa ter acontecido para ter marcado uma tão grande diferença entre a sua primeira e a sua segunda temporada?
- Claro que temos a noção do que aconteceu. Para fazermos a comparação e perceber o que não correu tão bem nesta segunda época, no fim do campeonato fiz uma retrospectiva e uma análise, em conjunto com a nossa estrutura e também com o presidente. Identificámos o que não correu tão bem para podermos avançar para a próxima época com a certeza de que não queremos cometer os mesmos erros. Houve vários factores que contribuíram para que a época não fosse igual à primeira. Não fomos campeões, mas gostaria, antes de falar no que não correu bem, de referir que apesar de tudo houve coisas positivas durante a época: somámos 18 vitórias consecutivas, nessas estão incluídas onze na Liga, quando no ano em que fomos campeões só conseguimos nove; fomos à meia-final da Liga Europa, o que não sendo um êxito total, acabou por ser mais desvalorizado por termos sido eliminados por uma equipa portuguesa, o SC Braga; fomos, ainda, a única equipa que, na Liga Europa, só perdeu um jogo. É verdade que nos tirou a presença na final, mas até o FC Porto perdeu mais. Houve coisas positivas.

- Tem a noção de que para os benfiquistas o saldo é claramente negativo. E para si?
- Para mim também, porque o objectivo número um, a reconquista do campeonato, não foi alcançado. O que não correu bem? Começámos mal o campeonato, por vários motivos.

- Quais?
- Devido ao Campeonato do Mundo, cinco jogadores nucleares chegaram em cima do início do Campeonato e isso tirou a forma à equipa. Depois, é verdade que em alguns desses jogos fomos muito prejudicados. Perdemos três e o FC Porto ganhou-nos avanço pontual. Passámos o campeonato a correr atrás da pontuação. O FC Porto soube ganhar a vantagem e teve mérito em mantê-la. Nunca conseguimos recuperar, porque o FC Porto fez uma Liga forte.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 07:54

Janeiro 16 2011

R – Na Seleção Nacional as coisas também estão a correr bem. É o dono indiscutível da posição e resolveu um problema que já se arrastava há alguns anos, porque não havia ninguém que tivesse agarrado nesse lugar.

FC – Espero que esta boa fase continue. Quero continuar na Seleção Nacional por muitos e bons anos, porque é um grande orgulho representar o meu país. Aliás, sinto uma felicidade enorme quando visto aquela camisola. As coisas correram bem, estive bem no Mundial’2010 e agora quero continuar a fazer parte dos eleitos por muitos anos.

R – A Seleção Nacional passou por um momento complicado com a saída de Carlos Queiroz. Mas agora tudo parece ter voltado ao trilho certo com a entrada de Paulo Bento. Concorda?

FC – Claro que concordo. Como todos podem constatar, a Seleção não estava a ter bons resultados. No Mundial podíamos ter ido mais longe e depois fizemos aqueles dois primeiros jogos de qualificação em que empatámos e perdemos. Os efeitos da entrada do Paulo Bento saltam à vista de toda a gente, de todos os portugueses. Ganhámos três jogos, sempre a jogar um futebol muito agradável. Quero dizer que, na minha opinião, o míster Queiroz era bom homem, era boa gente, mas infelizmente não conseguiu aquilo que era esperado. Os resultados não foram famosos e agora a fase é outra. O Paulo Bento é um excelente treinador também, entrou muito bem e agora o objetivo e o que queremos é continuar nesta senda de vitórias.

Muito para melhorar

R – O Jorge Jesus é um treinador que exige muito dos jogadores e o Fábio Coentrão costuma ser um dos seus principais alvos. Ainda é muito repreendido pelo míster?

FC – Claro que ainda recebo repreensões e conselhos. E fico contente por isso acontecer. Ainda tenho muitos aspetos para melhorar e muitas coisas para aprender no futebol e no meu estilo de jogo. E estou sempre a aprender, quer nos treinos quer nos encontros a doer. Só seguindo este pensamento é que vou evoluir e crescer como jogador. E só com esta convicção é que posso achar que sou o melhor lateral-esquerdo do Mundo.

Filho é o melhor do Mundo

R – Há algum tempo casou-se e teve o seu primeiro filho, uma menina, a Vitória. Como está ser esta nova etapa da sua vida?

FC – Já me casei há quase um ano. Agora voltei a casar-me, mas foi apenas para fazer uma grande festa e convidar os meus amigos. Estou a dar-me muito bem e atravesso um momento de grande felicidade pessoal. Não há nada melhor no Mundo que ter a nossa família, uma mulher e um filho. Sinto-me muito bem e não posso negar que é um momento fantástico da minha vida que estou a passar. As coisas a nível profissional estão a correr-me muito bem e no plano familiar também.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 01:42

Janeiro 15 2011

RECORD – Terminou agora a primeira volta do campeonato e o Benfica está a oito pontos do FC Porto. Essa é a bota que vai fazer a segunda volta do campeonato e dar muitas vitórias à equipa?

Fábio Coentrão – Espero que sim. Espero fazer nesta segunda volta do campeonato muitas coisas boas com esta bota. Quero marcar golos, espero que esta bota me traga felicidade e que também possa ajudar a equipa a chegar ao título de campeã nacional, que é o nosso principal objetivo.

R – Ainda acredita no título, agora que falta metade do campeonato para cumprir e a distância é de oito pontos?

FC – Claro que acredito no título, sem nenhuma dúvida. Sempre acreditei que era possível, continuo a acreditar apesar da desvantagem e estou confiante de que vamos, jogo a jogo, ganhar e depois no fim é que se vão fazer as contas. Veremos se somos capazes de ser campeões ou não, mas estou confiante de que vamos voltar a festejar o título.

R – Disse há algum tempo, em entrevista a “Record”, que o Marquês de Pombal já estava reservado para o Benfica. Esta reserva ainda se mantém para esta época?

FC – Claro que continua reservado. Quando não for possível matematicamente apanhar o nosso rival, que neste momento é o FC Porto porque é o líder, prometo que vou parar de falar na questão do título. Mas enquanto isso não acontecer, e for possível, vamos acreditar, continuar a manter esta fase de vitórias, jogar bem, que é o que temos vindo a fazer, com o objetivo de ainda voltarmos ao Marquês de Pombal este ano. É o nosso objetivo principal.

R – Nesta altura vê o Benfica muito mais forte do que o FC Porto, pelas últimas exibições das duas equipas em todas as competições?

FC – Sem dúvida nenhuma. O Benfica está mais forte que o FC Porto e nota-se que estamos a jogar como fizemos na temporada passada, em que fomos praticamente perfeitos. Fazendo uma análise, acho que o FC Porto esteve muito bem até ao mês de dezembro, jogou muito bem, ganhou jogos e o Benfica esteve mal, não conseguindo estar ao nível da temporada passada. Mas agora tudo mudou. A nossa equipa subiu mesmo muito de forma, tem estado muito bem, a um nível espetacular. Estamos a jogar um futebol muito agradável, todos têm gostado e temos sido elogiados pelos críticos. O FC Porto baixou muito o nível que apresentou, apesar de não podermos dizer que está mal. É certo que está a jogar bem, mas o Benfica vem a praticar um futebol igual ou melhor mesmo que o nosso rival.

R – Nota-se que após um começo algo conturbado, em que a equipa perdeu alguns encontros de forma inexplicável, existiu uma grande evolução. Sente no balneário que a equipa está muito mais forte e com força para o futuro?

FC – Sim, sem dúvida. Sentimo-nos frescos como uma alface. Estamos a sentir-nos bem, cada vez melhor. É claro que as vitórias nos trazem muita motivação e elevam-nos o moral. Infelizmente começámos mal e notou-se que os jogadores quebraram um pouco o ritmo que traziam do ano passado, porque as derrotas baixam a confiança, como é óbvio. Nós precisávamos de uma série de vitórias consecutivas para que a equipa ficasse mais motivada, e foi isso que aconteceu. Agora ganhámos vários jogos, os triunfos fizeram com que apresentemos este nível em janeiro e queremos mantê-lo até ao fim da época.

R – Um dos momentos marcantes desta primeira volta de campeonato foi a goleada sofrida no Estádio do Dragão, frente ao FC Porto. Esse resultado já foi muito dissecado mas sente uma necessidade de vingança no jogo da segunda volta?

FC – Foi um jogo mau, em que as coisas não nos correram mesmo nada bem. Mas a maior vingança que pode acontecer é simplesmente ganhar, seja qual for o resultado do encontro. Não é por ganhar ou perder um jogo que já não temos de pensar no próximo. Mesmo se tivéssemos ganho na primeira volta, algo que não aconteceu, queríamos repetir a vitória na segunda. Todos os encontros que disputamos, entramos sempre para ganhar, e o FC Porto é um adversário que não foge à regra e que é igual aos outros. Queremos sempre vencer e vamos tentar também superar o nosso rival.

R – Neste últimos tempos têm existido várias trocas de galhardetes entre o Benfica e o FC Porto. O presidente dos dragões, Pinto da Costa, tem feito vários comentários e o técnico André Villas-Boas também lançou algumas farpas. Considera que isso tem algum tipo de efeito sobre os jogadores?

FC – Não, claro que esses comentários passam-nos mesmo ao lado. A mim, pessoalmente, não me dizem nada. Deixo as respostas para os dirigentes do Benfica que têm essa função de responder e sabem a melhor forma de lidar com a situação. Nós, jogadores, só temos a missão de ganhar os jogos e de oferecer bons espetáculos.

R – Mas considera que a arbitragem explica esta desvantagem pontual em relação ao FC Porto?

FC – Não vou responder que sim, ou que não. Acho que as pessoas têm olhos, viram o que aconteceu nos encontros e deixo isso ao critério de todos. Eles que vejam e depois analisem o que se passou.

R – Comentou-se também que na fase má da equipa o Fábio Coentrão já não parecia o mesmo da temporada passada. Concorda que teve uma ligeira uma quebra de rendimento?

FC – As pessoas também têm de compreender que o Fábio teve um ano com muitos jogos nas pernas e a um ritmo muito elevado. Além dos jogos pelo Benfica, tive também a presença no Mundial e começou logo a pré-temporada. É normal que estivesse algo desgastado e me sentisse cansado.

R – Mas agora a equipa melhorou muito a nível exibicional. E o Fábio também subiu muito de rendimento. Voltou o “velho” Coentrão que impressionou tudo e todos na temporada passada?

FC – É certo que estive mal fisicamente durante alguns jogos. Reconheço e senti isso. Mas também não estive mal, cumpri o que me foi pedido pelo técnico. No entanto, as pessoas, e em particular os adeptos, estavam habituados ao Fábio Coentrão sempre a um ritmo muito alto, em alta voltagem. Mas agora já me estou a sentir muito bem fisicamente; nestes últimos dois jogos, frente à U. Leiria e ao Olhanense, já demonstrei que estou a voltar outra vez ao meu nível habitual e até ao final desta temporada ainda vou dar muito ao Benfica e ajudar a equipa. Posso prometer isso.

R – Foi eleito um dos melhores laterais-esquerdos do Mundial da África do Sul e mais recentemente foi colocado no melhor onze do ano pelo jornal “L’Équipe”. Sente-se um dos melhores jogadores na sua posição?

FC – Não me sinto entre os três melhores. Para mim, sou mesmo o melhor lateral-esquerdo do Mundo. Essa é a minha opinião e justifico. Se eu não disser que sou o melhor e não acreditar nas minhas capacidades ninguém vai acreditar. Tenho de ter sempre este pensamento na minha mente. Se tenho objetivos, se quero evoluir e se quero chegar longe, tenho de continuar sempre com esta ideia: “Eu sou melhor do Mundo.” É precisamente esse o caminho que tenho de seguir no meu futuro, para poder progredir na carreira.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 19:25

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