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Cabeça é a arma do Benfica

19.02.11, Benfica 73

O Benfica é a equipa com mais golos marcados de cabeça, enquanto o Sporting lidera nos tiros certeiros com o pé direito.

Dos 40 golos marcados pelos encarnados, 11 foram apontados através de cabeceamentos, 17 com o pé esquerdo e 11 com o direito.

O paraguaio Cardozo, o brasileiro Sidnei e os argentinos Sálvio e Jara, com dois tentos de cabeça cada, são os mais certeiros, num registo que conta ainda com os contributos do brasileiro Luisão, do espanhol Javi Garcia e do argentino Saviola.

O Sporting surge no extremo oposto dos melhores concretizadores de cabeça, juntamente com a Naval 1.º de Maio, tendo obtido apenas 2 golos desta forma, um pelo espanhol Zapater e outro por Hélder Postiga, no último jogo, face ao Olhanense.

Apesar da lacuna ofensiva, esta fragilidade não tem sido problema na defesa "eonina, que é, em igualdade com o líder FC Porto, a que menos golos concedeu em cabeceamentos - apenas um frente àAcadémica, obtido por Miguel Fidalgo.

Já o Benfica, foi batido por seis vezes com golpes de cabeça, tantos quantos foi surpreendido por remates de pé direito. Já com o esquerdo, soma apenas quatro sofridos.

A eficácia "aérea" da defensiva do Sporting não tem tido paralelo pelo chão: prova disso, são os 20 golos sofridos a partir de remates, 10 com cada pé, a que se junta a recente "traição" de Daniel Carriço em Olhão.

Mais de metade (12) dos golos sofridos pelos "leões" resultaram de lances de bola corrida, contando-se ainda três após livres, outros tantos na sequência de cantos ou reposições de linha lateral e duas grandes penalidades.

No ataque, além das quatro grandes penalidades, o Sporting concretizou apenas dois cantos e um livre, atestando que as bolas paradas também não são o seu forte, em contraste com o seu "velho rival".

O Benfica é o emblema que mais aproveita estes lances, somando 12 tentos, sete de canto ou reposição, três de livre e dois de grande penalidade.

A defender, os encarnados são bastante eficazes nas bolas paradas, tendo apenas sofrido sete golos desta forma (três de livre, dois de canto e duas grandes penalidades), uma marca apenas superada por FC Porto, Marítimo, Nacional e Olhanense, enquanto os restantes nove resultaram de jogadas de envolvimento dos adversários.

Fonte: Record

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