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benfica73

Toda a informação sobre o Glorioso

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Alerta por David

11.10.10, Benfica 73

David Luiz, uma peça basilar no conjunto de Jesus, luta pelo mesmo estatuto na selecção do Brasil. E isso paga-se. No caso do defesa-central, de 23 anos, traduz-se em milhares de quilómetros feitos de avião desde Agosto, altura em que se estreou pela canarinha, em Nova Jersey. Desde então contabiliza 30.134 quilómetros, dos quais só 3.810 foram cumpridos pelo Benfica. E até Dezembro há novas “ameaças”, com a previsão de viagens ao Qatar e à Argentina ao serviço da equipa de Mano Menezes.

As viagens foram sempre para realizar os pouco motivantes jogos particulares, mas o camisola 23 das águias vê a cotação subir ainda mais, numa altura em que meia Europa do futebol está com os olhos em cima dele.

Choque térmico

David Luiz não teve o desgaste provocado pelo Mundial, que tanto preocupou JJ, mas será alvo de um trabalho específico de recuperação no Benfica, próprio para quem sofre uma enorme carga física, agravada pelas mudanças radicais de clima e horário.

Na quinta-feira, o jogador defrontou o Irão em Abu Dhabi, quando nos Emirados Árabes Unidos estavam 35 graus. Hoje, passados apenas quatro dias, vai defrontar a Ucrânia, em Derby (Inglaterra) e à sua espera estão... 9 graus.

Mas os riscos aos quais está sujeito o central encarnado não se ficam exclusivamente por aqui. Jorge Castelo, professor da Faculdade de Motricidade Humana e preparador físico, chama também a atenção para o “relógio biológico”, já que, devido a estadas muito curtas nos países onde vai jogar, David Luiz “não tem tempo para se adaptar aos horários e até pode estar até a jogar às 4 horas da madrugada de Portugal”. Refira-se, a propósito, que nos Emirados Árabes Unidos são mais 3 horas do que em Portugal e Reino Unido, onde a canarinha vai hoje jogar.

Dar a volta

Há receitas para ultrapassar o desgaste, mas poucas funcionam como “a capacidade do jogador em aguentar as exigências emocionais e físicas”. “Este factor é fundamental”, esclarece Jorge Castelo, para quem “os treinadores têm de saber gerir o esforço”, através da realização de “exercícios próprios e em função das exigências”.

Descansar é igualmente fundamental e o repouso deve ser “real e bem utilizado”, mas há ainda a vertente médica a considerar: “Existe uma série de substâncias, e não falo de dopantes, como são as vitaminas e os aminoácidos, que tornam a recuperação mais rápida.”

Fonte: Record

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