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benfica73

Toda a informação sobre o Glorioso

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A dinastia arbitral por António Melo - Jornal O Benfica

03.10.10, Benfica 73

O princípio monárquico continua vivo no nosso futebol. Não tenhamos dúvida que o polvo está de volta, agora com tentáculos mais fortes e métodos mais subtis, após o “susto” do “Apito Dourado”, que se transformou em mais um pagode, que coloca Portugal na latrina em matéria de justiça e decência. Voltando à monarquia. Benquerença. Como chegar a internacional ultrapassando outros, mais competentes e imparciais, tudo o que se pede a um árbitro, a um juiz. O pai de Benquerença é o presidente do Conselho de Arbitragem da AF Leiria. E quem é de Leiria? O ex-árbitro, vá vamos lá a pensar, está quente, quente, vá, vá… o ex-árbitro António Garrido. Esse mesmo, que trabalha há anos para quem? Para o FCP Youtube (sabor a fruta), e que está também nas escutas a levar um “arranque” do Major da semelha, que emigrou das Beiras para o Porto. Falando em beiras, chegamos a outro artista. Carlos Xistra. Que nomes. Mesmo assim tanto faz, podia ser Olegário Xistra ou Carlos Benquerença o resultado seria o mesmo. Têm tanta coisa em comum. Também o beirão é descendente de um ex-dirigente (já falecido) da AF Castelo Branco, Carlos Ramito Xistra. Ora cá está o princípio monárquico da arbitragem no futebol português. Soares Dias também é filho de um ex-árbitro, Paraty também era. Extraordinário!

Quanto ao polvo, volta a ocupar ainda a cadeira papal, à espera da altura para gritar “Habemos Papa”, o novo Salvador do “sistema” está só a vestir-se.

Como qualquer contraventor, sabemos, que após ser ilibado, reforça a força a sua veia criminosa. É o que vai acontecer. E se nova investigação voltar a acontecer, após as certas desconfianças de atitudes que aí vêm para inquinar a lisura desportiva, o argumento será: - Outra vez? Já no “Apito Dourado” diziam que éramos corruptos, mas “provou-se que não”. Agora voltam à carga? Isto é o centralismo de Lisboa.

Faço um apelo à união e vigilância. Cosme Machado, Proença, Duarte Gomes, Vasco Santos, J. Ferreira, B. Paixão, Elmano Santos, Gralha, Paulo Baptista e Jorge Sousa não sabemos de quem são filhos, mas há um princípio monárquico na arbitragem, ao qual não podem fugir.

O trabalho das 5 primeiras jornadas está à vista e é por isso que nenhum árbitro é órfão, disso tenho a certeza!