
«Se o treinador continuar na próxima época, em princípio não gostaria de regressar porque acredito que não vou ter as oportunidades que quero. Seria mais do mesmo», justifica o extremo espanhol, em declarações à Renascença.
«A minha relação com Jorge Jesus é boa, nunca tive qualquer problema com ele», apressa-se a esclarecer. «Trabalhei todos os dias como todos os meus colegas, estive sempre contente, quando jogava e quando não jogava. Ele sabe isso e os meus companheiros também. Metia sempre o pé, independentemente de jogar dez ou 20 minutos», afiança Nolito.
«Na esquerda, jogaram Ola John, Gaitán, Bruno César, Rodrigo e Enzo Pérez. Reparei que eu era a última opção. Mas tudo bem, são coisas que acontecem no futebol. Há que continuar a trabalhar, olhar em frente e ser feliz. A equipa está bem, tem bons jogadores, e, por isso, pedi para sair, pois o que eu quero é jogar», explica.
«Tentei sempre dar o máximo. Defendi as cores do Benfica até à morte porque apostaram em mim», remata o espanhol, que está vinculado ao clube da Luz até junho de 2016, com cláusula de rescisão de 20 milhões de euros.
