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Toda a informação sobre o Glorioso

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Águia imortaliza bigodes em camisola

04.06.12, Benfica 73
A começar, logo, por Cosme Damião, passando por antigas glórias como Henrique Costa ou Santana, mas com maior peso em ídolos dos anos 70 e 80, como Bento, Toni, Humberto Coelho, António Bastos Lopes, Chalana, Pietra, Carlos Manuel e Veloso.

Estes os 11 bigodudos retratados na camisola oficial do Benfica apresentada esta tarde, na megastore da Luz, com a presença de três dos que mais celebrizaram o adereço: António Bastos Lopes, Toni e ‘Carlão’. 

A camisola, em vermelho com fotos dos 11 jogadores estampados, está já à venda, por 22,41 euros para sócios encarnados e 24,90 euros (público em geral). 

É a primeira de uma linha ‘retro’, com que o Benfica, como disse o seu diretor de marketing, José Simão, procurará, além de potenciar receitas, «homenagear de uma forma gira e divertida» os ídolos do passado. Está já prometida, aliás, uma camisola com as alcunhas mais famosas, e outra com os penteados, além de edições com os onzes mais célebres da águia – a equipa que venceu a segunda Taça dos Campeões Europeus, em 1962, é a primeira já à venda.

À GNR, E QUANDO ELAS MANDAM
E foi com humor que alguns dos retratados de há 30 e 40 anos aderiram á iniciativa. «Naquela altura, quem não tivesse bigode, no Benfica não jogava, era quase assim. E é fantástico estar aqui, é mais uma homenagem a um homem fantástico também fora do campo e que já partiu, o Manel [Bento], que todos adorávamos. «No meu caso, o bigode apareceu por acaso. Foi uma época que me marcou muito: quer queiramos quer não, a equipa do Benfica era só bigodes! E as equipas anteriores não era só bigodes: era bigodes, barbas... Lembro-me do Barros, do Toni, do Humberto Coelho, do Chalana, o Moinhos. Parecíamos todos uns bonecos! Uma grande percentagem dos jogadores usavam bigodes. Deixei sem razão alguma, tal como quando o deixei crescer: apeteceu-me tirar, como me apeteceu deixá-lo crescer», disse Carlos Manuel.

Toni, único dos resistentes presentes na cerimónia que ainda ostenta os farfalhudos pelos sob o nariz, enquadra o bigode entre os ícones marcantes de uma época. «Ele eram o Bob Marley, os Beatles, as calças à boca de sino e os bigodes. É uma marca da geração. Na equipa do Benfica atual, ninguém usa. É uma ideia muito gira. Quando cheguei ao Benfica, em 1968, ainda miúdo, tinha alguns pelos, não dava para bigode. Mas o fundador, Cosme Damião, já tinha um bigode que parecia um guarda republicano», afirmou o antigo campeão como jogador e treinador. 

Já Bastos Lopes, foi sincero: «Cortei-o a pedido da minha mulher, e porque parecia, de facto, mais novo. Mas usei até deixar de jogar. Depois, como treinador dos infantis, fomos campeões quatro anos seguidos e tornou-se tradição rapá-lo após cada título. Marcou uma época, e é uma boa ideia».
Fonte: A Bola

3 comentários

  • Sem imagem de perfil

    anonimo

    19.07.12

    Há quem depois depois de fazer a folha ao palhaço do Dr. João (esse está todo fodido e merece!) continuaram pelo Eng. José Simão a dentro com queixas crime para tudo quanto é sítio porque aconteceram algumas coisas estranhas com a passagem dele de administrador da TBZ directamente para director do Benfica e que prejudicaram a massa falida. A Polícia Judiciária estranha a perda da concessão do Benfica pela empresa porque o negócio continuou de imediato a ser gerido pelo administrador da concessionária, mas agora no papel de funcionário do clube. Também parece que havia mais de 700.000,00€ de mercadorias da TBZ das quais o Benfica se apoderou sem pagar e que não constam em lado nenhum. Mais a loja que custou outro milhão, etc, etc.

    Também parece que foi esse Eng. José Simão quem negociou as saídas da TBZ do SCP e do FCP o que resultou na falência da TBZ. Isto, e muito mais levantou questões a algumas que sabem mexer-se muito bem. Há ex-empregados que ficaram a arder e que abriram os olhos quanto à verdadeira essência do Eng. José Simão, vai daí começou fuga de informação para o inimigo e daí para os processos.

    Resumindo: é uma questão de tempo e o Eng. José Simão vai fazer companhia ao Carlos Cruz.
  • Sem imagem de perfil

    anonimo

    20.07.12

    O Eng. José Simões, vai recorrer do acórdão da Relação que lhe impôs uma pena de prisão efetiva e decidiu solicitar a prorrogação do prazo para preparar o recurso.

    Rodrigo Santiago, advogado, revelou à agência Lusa que vai avançar com recurso para o Supremo Tribunal de Justiça e, posteriormente, para o Tribunal Constitucional "se correr mal no Supremo".

    Socorrendo-se de uma faculdade da lei, dado tratar-se de um "processo de especial complexidade", o causídico solicitou mais 20 dias a acrescer ao prazo normal de recurso, o que lhe permite realizar essa diligência até 1 de setembro.

    José Simões foi notificado do Acórdão do Tribunal da Relação no passado dia 31 de maio, que lhe agravou a condenação da primeira instância e lhe determinou o cumprimento da pena de prisão efetiva de seis anos.

    A 17 de março de 2011, foi condenado a quatro anos e sete meses de prisão, com pena suspensa por igual período, pelo crime continuado de corrupção passiva e por um crime de abuso de poder.

    O tribunal contabilizou um montante de 364 mil euros conseguidos ilegalmente, mas entendeu deduzir esse valor, tendo em atenção o facto do clube de futebol ser uma instituição de utilidade pública e de ter uma intervenção social relevante.

    Da decisão foram interpostos recursos pelo Ministério Público e pelo advogado Rodrigo Santiago, em representação de José Simões. Na altura, o causídico alegara que o tribunal cometera vários vícios processuais graves e defendera a repetição do julgamento.

    Já no dia em que o tribunal dera a conhecer a sua decisão o advogado declarara que "o julgamento decorreu todo ele sob a égide da inconstitucionalidade", ao reportar-se, nomeadamente, à recusa de peritos, sonegando-se assim um direito de defesa que assistia ao seu constituinte.

    O Tribunal da Relação, no acórdão proferido, nega provimento ao recurso apresentado pelo arguido e dá provimento parcial ao recurso do Ministério Público, neste caso para agravar a pena.

    Na primeira instância, por ser condenado a uma pena de prisão inferior a cinco anos, José Simões viu suspensa a sua execução pelo tribunal coletivo que o julgou. Com o agravamento para seis anos, a lei já não dá a faculdade ao julgador para poder suspender a pena.

    No entanto, o Tribunal da Relação, no acórdão que a agência Lusa consultou, afasta a possibilidade de José Simões não recolher à prisão, mesmo que a medida da pena lhe permitisse a suspensão.

    "Seria sempre de afastar a suspensão face à manutenção, por parte do recorrente, de uma postura de insensibilidade pelos bens jurídicos violados, designadamente quando sustenta, com grande ímpeto, que nada fez de mal", lê-se na peça processual.

    Os juízes da Relação recordam que o processo de José Simões envolve crimes "inquestionavelmente mais graves e sofisticados" do que os de outros recursos da mesma natureza, em que num deles o arguido teve de cumprir prisão efetiva.

    URL:http:// RECORD.PT /763151
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