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Toda a informação sobre o Glorioso

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Toda a informação sobre o Glorioso

Invencibilidade (João Malheiro)

24.02.12, Benfica 73
O segundo semestre de 2011 foi excelente para o Benfica. Não fosse o empate na jornada inaugural, em Barcelos, frente ao Gil Vicente, mais a eliminação da Taça de Portugal, no Funchal, com o Marítimo, e bem se poderia falar de uma caminhada assombrosa e sem ponta de mácula. Ainda assim, o registo "encarnado" terá, porventura, superado as melhores expectativas, sobretudo depois da frustração na fase terminal da primeira metade do ano. 
Este Benfica, tão categoricamente competitivo, está a entusiasmar os aficionados e a justificar loas de todos aqueles que acompanham de perto as diferentes provas em que a formação de Jorge Jesus está envolvida. Ademais, não é apenas a nível doméstico que o Benfica tem revelado grande competência e mestria. Também no contexto internacional, a equipa assinou na primeira metade da temporada um desempenho que chegou a roçar o brilhantismo.
Sem derrotas na Liga, numa altura de dobragem do Campeonato, há já quem equacione a possibilidade do Benfica não apenas se sagrar Campeão, como o poder fazer posse do invejável estatuto de conjunto invicto, algo que aconteceria pela segunda vez (outra houve, mas o Campeonato não foi ganho) no seu vasto historial. A probabilidade até tem consistência, mas afigura-se prematuro conjecturá-la sem reservas. Pior do que a animosidade dos adeptos é o triunfalismo exacerbado. Os Campeões são-no-também - por cultivarem a modéstia, por saberem renunciar à sobranceria. De resto, doravante, cada vez será mais dilatada a vontade dos opositores, quaisquer que sejam, de infligirem na Liga o primeiro desaire ao Benfica. Importa que esse desejo dos adversários seja (sempre, sempre mesmo) menor do que a vontade da nossa equipa de se manter imbatível na prova mais importante do calendário nacional. 
Fonte: Jornal O Benfica