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Toda a informação sobre o Glorioso

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Benfica-Basileia (destaques)

03.11.11, Benfica 73

A figura: Rodrigo
Rodrigol, em Espanhol ou Português do Brasil. Rodrigolo no Português de Lisboa, mas um avançado já com carimbo internacional, a estrear-se a marcar na Liga dos Campeões. O 19 da Luz foi outra vez supersónico. Podia ter feito o 1-0 logo no primeiro minuto, mas adiou a festa para os 4. E que golo! Viu a bola a cair e nem hesitou para um pontapé certeiro, colocadíssimo, com a bola a entrar ao ângulo da baliza suíça. Em oito minutos atirou ao poste, marcou e ainda teve nova ocasião para fazer o segundo. Enfim, esteve quase em todo o lado, fruto das desmarcações que faz e da rapidez que emprega nos lances. Teve mais ocasiões para facturar, uma delas com apenas Sommer pela frente, no segundo tempo. Falhou, mas foi outra vez a figura da equipa encarnada, pelo golo, pelo que correu e jogou, não só à frente, mas também na ajuda a defender. 
O momento: minuto 64
Pairava no ar a ameaça do Basileia, que já tinha ameaçado a baliza de Artur no primeiro tempo e no segundo também. Quando Chipperfield descobriu Huggel, houve muita gente a suster a respiração. O remate do capitão dos suíços foi certeiro e fatal e deixou a qualificação para os oitavos-de-final em aberto.
A estreia: Luís Martins
Dificuldades óbvias na estreia absoluta pela equipa principal do Benfica. No primeiro jogo de sempre pelos seniores encarnados, teve de actuar na estrelar Liga dos Campeões e logo perante o mais perigoso jogador que o adversário tinha. Luís Martins teve de ser corajoso, mas foi apanhado algumas vezes fora de posição. Para além disso, a bola queimou-lhe muitas vezes nos pés. Naturalíssimo, claro. Tentou jogar o mais simples que pôde, sem riscos, a cruzar de primeira. Bem ajudado por Gaitán, não deslumbrou, mas também não comprometeu. Era isso o que mais se pedia esta noite, porque tem toda uma vida para crescer como futebolista. Saiu aplaudido pela Luz, que reconheceu o esforço.
Matic
É um processo de evolução em curso. Matic não é ainda Javi Garcia, mas começa a perceber cada vez melhor o que é jogar neste Benfica. Médio-defensivo, cobriu bem a zona de acção mais importante do terreno, e está cada vez melhor a soltar a bola. Ou seja, já assume mais um pouco a construção e o passe para Maxi Pereira, ainda no primeiro tempo, é um exemplo do que pode fazer e, acima de tudo, onde tem de chegar para concorrer com o espanhol da camisola 6. Ainda assim, no golo suíço, devia ter estado atento à zona central, onde Huggel atirou a contar.
Witsel
Não deslumbrou, até porque quando Aimar está em campo o belga é mais retraído nas acções atacantes. Ainda assim, errou muito pouco e nos minutos finais, depois de o argentino sair, foi quem tentou levar a equipa para a frente, ou seja, foi o mais esclarecido num período em que a equipa teve dificuldades em encontrar-se.
O árbitro
Já apitou uma final europeia, entre FC Porto e Sp. Braga, mas foi o pior em campo na Luz, esta noite. Para além da grande penalidade perdoada ao Basileia, errou em demasia em lances mais pequenos, mas que, acumulados, levaram à irritação dos jogadores. Muito fraco para quem arbitra numa liga espanhola, considerada uma das melhores do mundo. Ah, Velasco Carballo e os assistentes, que também não ficaram bem na história.

Fonte: MaisFutebol

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