Setembro 18 2015

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publicado por Benfica 73 às 21:28
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Setembro 18 2015

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 Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 20:34

Setembro 18 2015
 
Um estudo levado a cabo pela empresa Departamento de Internet com sede em Sabadell (Barcelona, Espanha) analisou os sites oficiais de todas as equipas presentes na atual edição da Liga dos Campeões e considerou que o Benfica tem o melhor sítio online entre os portugueses.

As águias alcançam o sétimo posto, com um total de 91 pontos distribuídos por 13 categorias distintas. O FC Porto está mais abaixo, figurando no 19.º lugar, com 81 pontos em 100 possíveis.

O Barcelona figura na liderança, com 97 pontos averbados.

Confira todo o ranking aqui .

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 18:08

Setembro 18 2015

O argentino Nicolas Gaitán, do Benfica, integra a equipa ideal da Liga dos Campeões, eleita pelos utilizadores do site da UEFA, na qual se destaca ainda a presença do internacional português Cristiano Ronaldo
Gaitán foi determinante ao abrir caminho para o triunfo do Benfica (2-0) sobre o Astana, na primeira jornada do Grupo C. Além do golo marcado – Mitroglou fez o 2-0 -, o argentino continua a revelar-se peça fundamental na manobra ofensiva da equipa.
Cristiano Ronaldo, que se destacou com hat-trick no triunfo do Real Madrid sobre o Shakhtar Donetsk (4-0), também entra no melhor ‘onze’ da Champions, num ataque composto ainda pelo ex-portista Hulk (Zenit).
O ex-benfiquista Angel di María (PSG) também está entre os eleitos.

Eis o onze ideal da semana:
Guarda-redes: Buffon (Juventus)
Defesas: Florenzi (Roma), Dante (Wolfsburgo), Bonucci (Juventus) e Pivaric (Dínamo Zagreb)
Médios: Gaitán (Benfica), Hakan Calhanoglu (Leverkusen) e Di María (PSG)
Avançados: Ronaldo (Real Madrid), Hulk (Zenit) e Griezmann (Atlético Madrid).

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 17:02

Setembro 18 2015

Com que impressão ficou de Rui Vitória no tempo em que trabalhou com ele? 

É um treinador super motivado pelo desafio que tinha pela frente. Ele sabe o que é o Benfica, já lá esteve, não é? Também me pareceu muito exigente e tem de ser assim, porque num clube como o Benfica já sabe que, quando não corre bem, a cobrança vai aparecer. Ele tem personalidade para gerir a cobrança dos adeptos. Acho que o seu maior trunfo é a mentalidade de benfiquista. Tem que ter para levar o Benfica ao sucesso. Estou a torcer por ele. No tempo que trabalhei com ele, foi impecável comigo. Educado, compreensivo. Quando soube que eu ia sair, veio falar comigo, disse-me que tinha pena de me ver partir.
Ficou surpreendido com a saída do Jorge Jesus do Benfica para o Sporting?
Um pouco. Imaginava que ele ia sair de Portugal. Quer dizer, primeiro imaginava que ele nunca ia sair do Benfica. Já estava lá há seis anos, controlava tudo. Era ele que resolvia tudo. Fazia tudo do jeito dele. Havia quem não gostasse, havia quem gostasse, mas, no fim de contas, o que interessa são os resultados. E depois, sem desprimor, mas muito menos pensava que ele ia para o Sporting. Não imaginava. Mas compreendo, o futebol é mesmo assim.
Acha que os adeptos do Benfica têm motivos para se sentirem traídos?
É complicado. Quando se fala de adeptos fala-se de emoções, sentimentos, de viver a aura benfiquista. Para um adepto, mudar para um rival não é normal, não é aceitável. É compreensível aquela raiva, aquela ira. Não critico os adeptos claro, mas têm que entender que faz parte do futebol. Mas, pronto, para mim não foi a melhor decisão que ele tomou, não é… (risos)
Na última época sentiu sempre Jorge Jesus focado até ao fim nos compromissos do Benfica?
Sempre. Sempre focado. É um profissional extremamente competente, extremamente focado. Ele não quer só ganhar, quer ganhar e quer ser quase perfeito. Quer jogar bem, marcar muitos golos e não sofrer nenhum. É super exigente e manteve isso sempre. Vi em poucos treinadores a paixão que ele tinha pelo futebol e a vontade de ganhar que ele tinha. Era super dedicado. Entre os jogadores até brincávamos que ele não sabia mais nada que não futebol…
Quais foram os melhores momentos que viveu com a camisola do Benfica?
(pausa) Os dois golos ao Olhanense, que deram o primeiro título nunca vou esquecer. Também os dois golos no Dragão, no ano passado, claro. Depois houve um golo contra o Sporting, após uma grande jogada do Nico [Gaitán]. Foi marcante, também foi num grande jogo e a jogada foi fantástica. Meteu também o Salvio, se não estou em erro. E a finalização foi perfeita.
E ficou-lhe alguma mágoa?
Mágoa? Não, nenhuma…
Nem aquelas finais da Liga Europa?
Ah. Pois. Não ter ganho uma competição europeia, se calhar. Estivemos em duas, com Chelsea e Sevilha. A mágoa foi essa, então. Mas fui muito feliz no Benfica e tenho momentos de grande alegria para recordar a vida toda. Se tivesse ganho a Liga Europa seria completo, mas estou satisfeito. Foram dois anos maravilhosos, junto de adeptos fervorosos, fieis que ajudam muito a equipa. Ver aqueles adeptos felizes faz-nos muito bem, também.
Jogou com Cardozo, Rodrigo, Jonas… Com quem se entendia melhor?
Sempre essa pergunta (risos). Não imagina as vezes que me perguntam isso… São jogadores completamente diferentes. Se fizermos uma análise, acho que o Jonas foi o que melhor encaixou comigo, o que mais se entendeu. Acho que até foi a dupla que rendeu mais golos. Era muito fácil jogar com ele. O Rodrigo era mais explosivo e finalizava bem. O Jonas tinha aquela movimentação que complicava muito a vida aos adversários. E merece o momento que está a viver. Chegou mais tarde no ano passado e fico feliz por tê-lo ajudado a chegar a este nível.

Fonte: Maisfutebol

publicado por Benfica 73 às 14:51

Setembro 18 2015

Está a chegar o jogo que promete parar o país. As duas equipas que têm repartido o domínio do futebol português nos últimos anos enfrentam-se este domingo no Estádio do Dragão. O FC Porto-Benfica ameaça começar a desvendar um pouco da história do campeonato. 

Ocasião perfeita, portanto, para falar com o homem que decidiu o jogo da temporada passada, dando ao Benfica uma vitória que escapava desde 2005. Lima, que agora está no Al-Ahly, do Dubai, decidiu o duelo do Dragão e antevê o deste ano, acreditando que o Benfica pode repetir a façanha. 

O avançado faz, ainda, uma retrospetiva dos anos de águia ao peito, comenta a saída de Jorge Jesus para o Sporting («Nunca imaginei») e aborda temas como a possibilidade de jogar pela seleção portuguesa e a nova vida nas Arábias. 

Vamos então ao motivo principal do telefonema: o Clássico do ano passado. Ainda o guarda na gaveta das boas memórias?
Claro! E de lá não sai… Foi um jogo muito especial por dois motivos. Pelos dois golos, claro, porque não é fácil marcar dois golos no Dragão. Se bem que eu, por todas as equipas em que joguei, consegui marcar lá…Faltou o Vizela porque não tive essa oportunidade. Vai daí e se tivesse calhado na Taça ou assim tinha marcado também (risos). Sempre fui feliz ali, mas sempre individualmente. Faltava marcar e vencer e esse é o segundo motivo por que o jogo do ano passado foi tão especial. E, além disso, foi um passo importante para o título.
Importante ou decisivo?
Decisivo não foi. Ainda faltavam muitos jogos. O Benfica tem sempre dificuldades em campos pequenos de algumas equipas. Jogos no inverno, relvados difíceis e as equipas quando jogam contra o Benfica querem mostrar sempre mais. Era nítido isso. Eu sei porque passava-se o mesmo comigo quando estava no Belenenses ou no Sp. Braga. Comentávamos logo: vem aí o Benfica, há que dar mais… Mas, resumindo, não foi decisivo mas foi, claro, um jogo super importante.
Então e esse hábito de marcar ao FC Porto vem de onde? Não gosta de azul?
(Risos) Não, nada disso. Acho que é só coincidência. Eu motivo-me da mesma forma para qualquer jogo. Seja contra o FC Porto seja, sem desmerecer, o Arouca, o Paços ou o Moreirense, por exemplo. Motivo-me sempre da mesma forma. Portanto talvez seja destino ou coincidência. Claro que depois os dois golos do ano passado repercutiram muito por ser um dérbi. O FC Porto é uma grande equipa e vai continuar a ser. Não é para qualquer jogador fazer dois golos assim.
O jogo do Dragão serviu também para acabar de vez com o «fantasma» do Kelvin?
Foi um jogo muito difícil. Foi uma machadada naquele grupo. As coisas estavam a correr-me muito bem, era a minha primeira época no Benfica, já tinha marcado quase 30 golos, se não estou em erro. Nesse jogo também marquei e não contava com aquilo. Nem eu nem ninguém, claro. Lembro-me que saí para entrar o Cardozo, penso eu, estava 1-1 e tínhamos a vantagem e o jogo seguro até o Kelvin acertar aquele chuto. Naquele momento…Bem, é uma tristeza tremenda.
Aquele golo perseguiu o grupo?
Não, ficou ali. Havia sempre aquele trauma, porque aquele final de época foi muito difícil, mas percebemos que tínhamos de seguir em frente. Tiramos lições para o futuro. Sabíamos, depois daquilo, que tínhamos de ser mais fortes, mais exigentes em todos os aspetos. Se mais não fosse, serviu para tirarmos lições para o futuro e, no ano seguinte, aí sim, foi tudo completo.
O Benfica pode fazer este ano o mesmo que no ano passado?
Acredito que sim e torço por isto. Continuo benfiquista (risos).
E é benfiquista deste quando? Só quando conheceu o clube por dentro?
(Risos) Há uma história muito boa. Eu quando cheguei a Portugal era super ambicioso. Era um sonhador e tinha um sonho bem definido: jogar num grande, estar em grandes jogos. Felizmente esse foi um sonho que consegui realizar. Já vivi muita coisa. Ganhei dois títulos portugueses, joguei a Liga dos Campeões, estive em finais da Liga Europa. Hoje estou super realizado. E recordo que um dia, estava num café a ver um jogo do Benfica no Jamor, final da Taça de Portugal. O treinador do FC Porto era o Mourinho e o Benfica ganhou. Bem, foi uma festa enorme em Vizela. Aliás foi em todo o país, o Benfica é enorme. Antes do jogo, veio um amigo, o Pedro, lá de Vizela, buscar-me a casa: você vai ver o que é o Benfica. Fiquei fascinado por aquela paixão. Ele tirou uma foto que o Cláudio [ex-Gil Vicente], outro grande amigo, guardou até hoje e enviou-me há dias. E dizia-me: um dia você vai jogar no Benfica. Naquela altura, eu mal jogava no Vizela…Até hoje recordo essa história.
A foto de 2004 (cedida por Cláudio, central do Vizela e grande amigo de Lima)
Como antevê, então, o jogo deste domingo?
Os dérbis são sempre jogos muito difíceis. O que procurávamos fazer era ser sempre exigentes no campo. O FC Porto tem bons jogadores, mas vi estes últimos dois jogos do Benfica e senti que a equipa está mais entrosada. Está a formar uma grande equipa. Precisam de unir-se. E depois o Luisão, Jardel, Júlio César vão passar para os mais novos a importância do jogo. Já viveram muitos jogos grandes, sabem o que têm de fazer para ganhar.
O FC Porto-Benfica é um jogo à parte dos demais?
Sem dúvida. Porque ali não conta só o resultado. É a motivação que traz, o bem que faz ao ego ganhar um Clássico. Se o Benfica encarar o jogo de forma muito aguerrida, muito concentrada, com o talento que tem na frente pode repetir o que fez no ano passado. Há o Jonas, o Mitroglou, que tenho gostado muito, e o Gonçalo Guedes, que já sabia que tinha um grande talento, mas que me surpreendeu pela personalidade que coloca em campo. Sem falar no Nico…o craque. É um grande jogador e uma pessoa espetacular. É fundamental no Benfica.
Quem pode ser este ano o novo Lima no Dragão?
(Risos) Vou dar um palpite profissional e apostar no Jonas. E também um palpite pessoal. Gostava muito que fosse o Jardel a dar a vitória ao Benfica. Tive grandes companheiros no Benfica, mas o Jardel era aquele com quem tinha mais ligação. Estava com ele quase todos os dias, jantávamos juntos muitas vezes. Tínhamos uma ligação mais efetiva. Até lhe vou agora mandar uma mensagem a dizer que aposto nele para marcar no Dragão (risos). É um grande profissional, um grande jogador e tem evoluído bastante.
Curiosamente, durante muito tempo foi falada a possibilidade de o Lima estar...do outro lado do Clássico. É verdade que esteve perto de assinar pelo FC Porto quando representava o Sp. Braga?
Acho que isso foi só especulação. Pelo menos não houve nenhuma proposta que chegasse até mim. Mas é verdade que muita gente falava-me disso. Até no Belenenses. Diziam-me: olha que o FC Porto está de olho… Na altura fiquei contente, claro. Estava no Belenenses e o FC Porto é uma grande equipa. Mas pronto, tudo tem o seu momento certo e acabei por ir para outro grande clube. Hoje posso dizer que felizmente não fui (risos), porque nos três anos que estive no Benfica ficamos por cima do FC Porto em dois...
Qual era o jogo que mexia mais com os jogadores: Benfica-FC Porto ou Benfica-Sporting?
Nos três anos que estive no Benfica, não sei se foi por o Sporting não estar tão no topo e não brigar pelo título, eram os jogos com o FC Porto. Eram os mais fervilhantes, os mais tensos. Sentia que o país parava para ver aquilo. No tempo que lá estive, sem dúvida que o FC Porto foi o maior rival do Benfica.

Fonte: Maisfutebol 

publicado por Benfica 73 às 12:48

Setembro 18 2015
 
A saída de Lima – e até de Jonas – para outros mercados que não o europeu esteve sempre em cima da mesa durante o verão. "Tenho 32 anos e já começava a planear o futuro. Tentava imaginar todas as possibilidades, mas sempre fui feliz no Benfica. Por mim ainda poderia ter jogado mais uma época. Antes de ter recebido a proposta até tinha renovado por mais dois anos. Foi tudo muito rápido", recorda o atacante.

A decisão de deixar Lisboa rumo ao Dubai, essa, esteve relacionada também com o contrato que foi apresentado a Lima pelo Al Ahli. A proposta era demasiado boa para ser recusada, mas as saudades, por vezes, têm falado mais alto: "O aspeto financeiro foi o que mais pesou na decisão mas, ao mesmo tempo, fiquei triste, pois vivi momentos muito especiais no Benfica. Ainda hoje os recordo quando vejo o estádio cheio e os meus ex-colegas a jogar. Mas penso que fiz uma boa escolha, pois também tenho de pensar no meu futuro e no das minhas filhas. O Benfica também me dava condições, claro, mas tive uma grande proposta e um bom contrato."

Mesmo à distância, Lima sabe que deixou saudades na Luz e é isso que quer guardar no livro dos melhores momentos de uma carreira que está a conhecer um novo capítulo no Al Ahli Dubai, onde já soma seis golos em cinco jogos: "Saí pela porta grande e deixei o nome gravado no clube. Vivo outra realidade, mas estou feliz por poder continuar a marcar golos."

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 11:34
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Setembro 18 2015

Temuri Ketsbaia, treinador que orientou Kostas Mitroglou no Olympiakos, destaca a rápida adaptação do avançado ao Benfica e sublinha que as características do grego não são talhadas para o futebol inglês.

«Fico muito feliz por saber que Mitroglou está a ter sucesso no Benfica. Sei que já leva alguns golos no Campeonato e que marcou, agora, com o Astana na Champions. Não estranho que a adaptação dele tenha sido mais rápida do que alguns poderiam pensar. É um jogador experiente, com qualidade e que, por isso, tem facilidade em se moldar às equipas que representa», disse em declarações a A BOLA.

Ketsbaia justifica a experiência falhada no Fulham pelo facto de «as características dele não serem apropriadas para o futebol inglês».

«Fez bem em sair de Inglaterra e optar pela Liga portuguesa e, fundamentalmente, pelo Benfica. Vai crescer e beneficiar por representar um clube da dimensão do Benfica. Mas o Benfica também vai tirar proveitos da experiência dele», continuou, antes de acrescentar:

- A época ainda mal começou. Do que conheço dele, vai explodir, melhorar de rendimento nos próximos jogos, marcar mais golos, confirmar que é um goleador. O melhor dele ainda está para vir.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 10:15

Setembro 18 2015

Numa sessão de esclarecimento aos adeptos, o Rosário Central, através dos vice-presidentes Luciano Cefaratti e Ricardo Carloni, revelou os detalhes sobre a transferência de Franco Cervi para o Benfica.
O acordo com o clube da Luz ficou fechado por 5,2 milhões de dólares (cerca de 4,6 milhões de euros), sendo que ao clube argentino caberá 4,6 milhões de dólares `limpos´ (pouco mais de 4 milhões de euros).
Os dirigentes confirmaram ainda que mantém 10 por cento dos direitos económicos sobre o jogador numa eventual transação futura, percentagem à qual se deverá juntar 5 por cento pelos habituais direitos de formação.
Foi ainda referido que a transferência foi realizada sem qualquer intermediário, salientando-se que o jogador nunca esteve em Portugal durante as negociações.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 10:13

Setembro 18 2015

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publicado por Benfica 73 às 09:23
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