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Toda a informação sobre o Glorioso

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«Treinador do Benfica não tinha fé em mim» - Entrevista completa

05.03.15, Benfica 73
 

O sérvio de 23 anos, por quem as águias pagaram 6 milhões de euros, não esconde desilusão pela época na Luz. Admira Rui Costa e diz que Jorge Jesus era exceção.


RECORD – Esperava ser emprestado, após um ano no Benfica?

DJURICIC – Para lhe dizer a verdade, não. Pensava ficar por um longo período. Obviamente, para jogar com regularidade e ficar para um futuro certo. Mas devo dizer que estou feliz no Southampton.


R – Assinar pelo Benfica foi um erro?

D – É claro que estou desiludido pela temporada no Benfica. Não foi a ideal e saí, por empréstimo. Principalmente porque escolhi o Benfica entre dez outras opções. Mas, desde o início, só quis o Benfica. Quando soube que o clube era uma opção, só quis ir para lá. Ainda é difícil dizer se foi um erro. Quem sabe o que pode acontecer no futuro. O Benfica era o que queria, mas até agora as coisas não aconteceram como planeei.


R – Qual era o seu objetivo?

D – Queria jogar. Precisava de um grande clube para jogar, para ganhar experiência, para ser parte importante da equipa e somar minutos em campo...


R – O que é que lhe prometeram?

D – Sinto que Rui Costa me queria. Ele demonstrou-o. No início, não foi tão mau. Joguei e a equipa começou bem a temporada. Mas, no final, não ficaram satisfeitos comigo. O treinador não confiava em mim. Não tinha fé em mim. Os adeptos, todas as outras pessoas no clube, as pessoas à volta do clube… Todos acreditavam em mim, à exceção do treinador. Mas o que se pode fazer perante isso? No final, não foi como me prometeram, para ter uma oportunidade.


R – Mas jogou de vez em quando, certo? Ou atuando 60 minutos ou entrando no final dos jogos…

D – É disso que estou a falar. Realizei pouco mais de 20 jogos, mas não tinha continuidade na equipa. Estava no relvado um jogo, seguiam-se alguns em que não entrava ou ficava na bancada e depois entrava alguns minutos no final… Precisava de um pouco mais de apoio.


R – Não teve culpa nisso, também?

D – Claro! Olho para mim em primeiro lugar. Quando valorizo algumas coisas, olho primeiro para o espelho. Sou o mais culpado. Era um problema, com certeza, mas nunca ninguém chegou junto de mim para me dizer: “Filip, tens de mudar isto ou aquilo… Não gostamos disto, consideramos que tens de fazer aquilo.”


R – Nunca lhe explicaram qual era o problema?

D – Sim, conversámos… Mas eles diziam que estava a trabalhar no duro e que as coisas iriam melhorar. O treinador disse-me isso, os dirigentes também.


R – É verdade que é em Rui Costa em quem mais confia?

D – Com certeza! Ele fez o mais importante para ir e sentia que gostava de mim como jogador e como pessoa. O que motivou a minha decisão de ir para o Benfica foi uma reunião com ele. Respeito-o muito.


R – Perdeu algum treino? Esteve lesionado?

D – Nos últimos dois anos, não perdi um minuto sequer de treino. Isso nem se discute. Estive em todos os treinos nos últimos 24 meses.


R – Pela suas palavras, lamenta imenso o que se passou...

D – O Benfica ganhou o campeonato, as taças e jogou a final da Liga Europa. Fiquei feliz por fazer parte dessa equipa. Não importa se a minha participação foi grande ou se era um jogador importante. É melhor ser suplente numa equipa de sucesso do que numa que não é tão boa. O Benfica desempenhou um papel importante nessa época. Eles foram bons.


R – Então, qual foi o problema, sem contar que esperava mais confiança nas suas qualidades?

D – Quando o Benfica me contactou, pensei que realmente precisava de mim. Depois disso, durante a época, senti que a equipa não precisava de mim e não entendia por que me contrataram, se era assim. Tudo começou bem, o Benfica pagou muito dinheiro por mim, treinámos muito bem, gostei da Liga, dos jogadores, do clube, do país, de Lisboa… Mas, no final, ficou demonstrado que não precisavam de mim.


R – Deixou o Benfica e, em janeiro, o Mainz. Isso não mostra que não tem qualidade suficiente?

D – Não saí porque não era bom o suficiente. Em Mainz, não me adaptei, por isso não posso culpar ninguém. Aqui, em Southampton, encontrei um ambiente em que me respeitam. Acho que vou melhorar.

Fonte: Record

Aperta-se o cerco a Maxi Pereira

05.03.15, Benfica 73
O futuro de Maxi Pereira permanece envolto num grande mistério, mas os interessados nos serviços do jogador aumentam a olhos vistos. O Besiktas, que já tentou resgatar o lateral no mercado de inverno, continua muito atento e, segundo apurou Record, nas últimas semanas a Roma também se inteirou das condições de um possível negócio.

O internacional celeste está a par do interesse destes clubes, até já foi informado das condições financeiras que pode auferir, mas ainda não tomou qualquer decisão, até porque a sua vontade é permanecer na Luz. No entanto e para que isso aconteça é necessário que a renovação tenha lugar a breve trecho, algo que ainda não aconteceu.


A SAD das águias já se reuniu com o empresário do jogador, Paco Casal, para uma primeira ronda negocial, embora não se tenha atingido qualquer plataforma de entendimento. Luís Filipe Vieira não está disposto a entrar em grandes loucuras no que a salários diz respeito e as condições apresentadas não colheram a aprovação do camisola 14. O processo está num impasse e só deverá conhecer avanços aquando da próxima viagem de Paco Casal a Portugal. O agente virá nas próximas semanas e o objetivo é aproximar as duas partes, sendo certo que Maxi Pereira terá sempre de fazer cedências, de forma a prolongar o vínculo que termina no final desta época. Aliás, é bom lembrar que o defesa já poderá vincular-se a outro emblema, sem que entre qualquer cêntimo nos cofres encarnados.


Milhões

O interesse do Besiktas já dura há algum tempo e, apesar de a contratação em janeiro não se ter concretizado, os turcos mantêm-se atentos e o uruguaio é visto como um reforço de peso para atacar a próxima temporada, onde o regresso à Liga dos Campeões pode ser uma realidade. Até agora, a solução para a direita tem sido o ganês Opare, jogador que está cedido pelo FC Porto até ao final da temporada.

Quanto à Roma, também está interessada, até porque as qualidades de Maxi Pereira agradam sobremaneira ao treinador Rudi García. E já na última época o emblema da capital recorreu a um defesa experiente para reforçar a lateral esquerda, na ocasião Ashley Cole.

Em comum estes dois clubes têm o facto de ser poderosos a nível financeiro e, por isso, são capazes de oferecer condições que o camisola 14 não poderá auferir na Luz. Resta saber como terminará esta novela que já se arrasta há várias semanas e que pode terminar com a despedida do lateral.


PRETENDENTES

Roma

O treinador dos italianos, Rudi García, aprecia as qualidades do uruguaio e o jogador é visto como uma solução para o corredor na próxima época.

Besiktas

Os turcos tentaram resgatar o jogador na última janela de transferências, mas levaram uma nega dos encarnados. Ainda assim, continuam atentos à situação.

Fonte: Record

«Jogar descalço? Se calhar iria doer-me o pé...»

05.03.15, Benfica 73

Durante a cerimónia abertura da Loja Adidas do Chiado, onde estiveram vários jogadores do Benfica, o argentino Nico Gaitán foi questionado sobre se seria capaz de jogar sem chuteiras e a resposta foi... curiosa.

"Sem as chuteiras não conseguia jogar... Descalço? Se calhar iria doer-me o pé, mas penso que conseguia", atirou o argentino, recentemente recuperado de uma lesão.

Fonte: Record