Setembro 12 2011

É o único caso clínico no seio do plantel encarnado. Enzo Pérez está a contas com um traumatismo no joelho direito e continua sem treinar com os companheiros. Ontem, na sessão matinal realizada no Seixal, o argentino fez tratamento e trabalho condicionado, enquanto os titulares da partida frente ao V. Guimarães efetuaram treino de recuperação.

Perante este cenário a presença do argentino, de 24 anos, no encontro com o Manchester United continua a ser uma grande incógnita. É certo que ainda faltam dois dias para o desafio inicial da fase de grupos da Liga dos Campeões, mas, mesmo recuperando, o argentino dificilmente será opção, até porque não tem trabalhado com os companheiros nos últimos dias.

Jorge Jesus não deve, por isso, arriscar a chamá-lo para o encontro, até porque Pérez não tem sido presença assídua no onze encarnado esta temporada.Além do mais, qualquer precipitação podia agravar a lesão.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 23:15

Setembro 12 2011

A prestação menos conseguida de Bruno César frente ao V. Guimarães não preocupa os responsáveis encarnados. Jorge Jesus saiu em defesa do médio de 22 anos, alegando que o brasileiro sentiu “alguma falta de confiança” no primeiro jogo a titular. “Tem muita qualidade. Pode fazer muito melhor mas os futebolistas evoluem com as oportunidades.”

A opinião do treinador das águias, que pode voltar a sentar Bruno César no banco na quarta-feira, é comungada por Roberto Carlos, companheiro do Chuta-Chuta no Corinthians. Comentando o potencial do compatriota, o canarinho garante a Record que “o Bruno é um grande jogador e tem qualidade para crescer com a camisola do Benfica”, mas, para isso,”tem de manter a seriedade, treinar-se muito e ter personalidade nos jogos”: “Na Europa é muito importante preocupar-se com a parte tática.”

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 22:33

Setembro 12 2011

Eram os quartos-de-final da Taça dos Campeões Europeus 1965/66. O «poderoso» Benfica recebia o Manchester United. A Luz vestia-se de gala e tornava a ser um inferno para o adversário, como provam as palavras de George Best, numa autobiografia: «Os adeptos eram fanáticos. Comparada com o barulho que faziam, uma final da Taça de Inglaterra em Wembley parecia quase enfadonha. »

O 3-2 de Old Trafford alimentava a esperança encarnada. No entanto, verdadeiros «diabos vermelhos» foram os ingleses, com Best como protagonista da primeira e, até à data mais pesada, derrota do Benfica em casa nas provas da UEFA: 1-5.
Paddy Crerand esteve lá. Bobby Charlton, Denis Law e George Best tinham no escocês uma âncora. Crerand apreciava o talento da «United Trinity» um pouco mais recuado, mas quando o Maisfutebol lhe pede recordações de Lisboa, Crerand atira em seco: «Best, Georgie Best.»
O norte-irlandês fez os dois primeiros golos na Luz. «Nós não tínhamos tanta experiência, como equipa jogámos bem, mas Best foi especial», lembra Crerand, agora comentador na televisão do clube, em declarações ao Maisfutebol.
«Aquele Benfica era incrível»
«O Benfica era uma equipa terrível e temida e ninguém esperava que ganhássemos em Lisboa, ainda para mais por 5-1. Vencemos 3-2 em Old Trafford e aquele segundo golo do Benfica ia dar-nos problemas», lembra o escocês.
Os encarnados tinham quatro finais da Taça dos Campeões Europeus, duas conquistadas, e Bela Guttmann de volta ao banco. Naqueles anos 60, eram «uma equipa incrível» perante um United que ainda crescia pela mão de Matt Busby.
«Sabíamos que o Benfica nunca tinha perdido em casa para uma competição europeia, por isso tínhamos de ser especiais nessa noite», recorda Crerand. 
«Eles tinham Eusébio, que era grandioso, e ainda é, porque já voltou aqui muitas vezes e continua a ser impecável», atira o escocês, que perguntou de seguida: «Como se chamava o número 10 do Benfica, que jogava no meio-campo? Já morreu, não é? Coluna? Esse mesmo, Mário Coluna. Ah, está vivo? Que bom saber isso, adoraria vê-los de novo, esse era o outro grande jogador do Benfica.»
«Antes do jogo, pensou-se: "Pronto, acabou"»
E no balneário do United, como se viveram os momentos que antecederam o jogo? «Olhe, até há uma história curiosa. Estávamos a brincar com a bola, no balneário, e ela veio ter comigo. Dei um pontapé e parti tudo à volta. Todos olharam para mim, porque há pessoas supersticiosas, e pensaram que, pronto, tinha-se acabado, aquilo era mau prenúncio.»
Mas havia Best, que aos 11 minutos já colocara o Manchester Utd a vencer por 2-0. Connely fez o terceiro, Dunne reduziu com um autogolo. O próprio Crerand fez o quarto e Bobby Charlton fechava as contas no 5-1. 
«No final do jogo, o Augusto [Silva] levou-nos a passear em Lisboa, ficámos umas horas fora, havia imenso respeito entre os jogadores das duas equipas. Foi um gesto bonito, nunca aconteceu antes e nunca aconteceu depois», admite o antigo internacional escocês.
Em declarações ao «Sport Europa e Benfica», livro do Maisfutebol, Augusto Silva recordou o jantar e o duelo com Best: «Os minutos passavam e ele não parava de jogar. Ninguém acertava nas pernas dele, quanto mais na bola!»
Augusto Silva ficou depois encarregue da marcação ao «red devil» norte-irlandês. «Para me motivar, pensei "comigo não passas." E então, quando chegava ao pé de mim, arrancava-lhe os pêlos das pernas, porque ele era muito cabeludo. Depois, fomos comer ao Mónaco e, apesar de não falar inglês, percebi que dizia que eu só servia para lhe puxar os pêlos, mas não tinha conseguido acertar-lhe nas pernas.» 
Na pior noite europeia de toda a História, o Benfica e a antiga Luz viram nascer um mito: Best, George Best.

Fonte: MaisFutebol

publicado por Benfica 73 às 20:55

Setembro 12 2011

Os «red devils» vinham vestidos de azul a lembrar o pesadelo de Wembley, em 1968, em que o Benfica perdera a Taça dos Campeões Europeus (4-1 após prolongamento). Também traziam um Ronaldinho português, ainda com 20 anos, mas já com a camisola 7 colada ao corpo. Giggs quase que ainda era um jovem e Scholes fazia o 0-1 ao minuto 5. 

Assim começou a história da única vitória do Benfica sobre o Manchester United, resolvida por um futebolista mal-amado, com «fama de chuta-chuta», nas palavras do próprio. E esse foi o único golo que marcou ao serviço das águias. Um golo histórico, com dedicatória.
Era o ano do regresso à Luz da principal competição europeia. Pela primeira vez no século XXI, o Benfica jogava a Liga dos Campeões. Na última jornada da fase de grupos precisava de vencer os ingleses para seguir em frente. O United, imagine-se, podia sair da prova. Quando Scholes fez o 0-1, o estádio ficou silencioso como uma biblioteca. 
Mas Koeman tinha a estratégia montada: um 4x2x3x1 com Geovanni na frente, a ponta-de-lança, e Nuno Gomes como organizador, na ausência de Simão e Miccoli. Dez minutos depois do golo de Scholes, o baixinho brasileiro marcava de cabeça entre a defesa do United. Incrível, insólito, era o destino, talvez. 
«Foi um jogo importante para o Benfica e para mim, marcou a passagem para os oitavos-de-final», recorda ao Maisfutebol Beto, o herói que ia aparecer mais à frente. 
Geovanni já tinha feito o 1-1 quando uma bola perdida ficou à disposição do pé direito do médio encarnado: «Costumava chutar de longe, tinha fama de chuta-chuta, em todos os clubes em que tinha passado. Pensei rematar e fui feliz, a bola sofreu um desvio e entrou. Foi uma maravilha, porque há muitos anos que o Benfica não estava nos oitavos-de-final da Champions.»
Aquele remate foi um pontapé de toda a vida, um golo que ia dar um triunfo histórico ao Benfica. Beto correu na direcção de uma câmara de TV e disse algumas palavras: «Fui dedicar o golo ao meu pai, que tinha falecido quando assinei pelo Benfica. Ele foi um dos lutadores que me levou a ser jogador de futebol.»
Nessa noite de Dezembro de 2005, Beto teve «o maior momento no Benfica» perante um United em reconstrução, a atravessar o pior período desde que recuperou o campeonato em 1992/93 e, talvez, impressionado pelo ambiente da Luz, um inferno à antiga, a elogiar Eusébio e seus pares. 
«Aquele clima não se esquece, estava maravilhoso, estádio cheio, nem se ouvia o treinador a falar», conclui Beto, sem ter dúvidas que o público vai ter influência na próxima quarta-feira, «por muito que os jogadores estejam habituados».
Depois desse Benfica-Manchester United de 2005, os encarnados voltaram a não conseguir bater o gigante inglês. Na época seguinte, dois confrontos na Champions League: derrota em casa por 1-0 e por 3-1 em Old Trafford.
O saldo é claramente negativo: sete jogos, uma vitória e seis derrotas. Oito golos marcados e 19 sofridos. É por isso que o golo de Beto continua a ser tão especial.

Fonte: MaisFutebol

publicado por Benfica 73 às 20:16

Setembro 12 2011

Mais um traço no caderno de Cardozo, que acaba de ultrapassar Artur Jorge na lista dos melhores marcadores de sempre do Benfica. O “bis” assinado ao V. Guimarães deixa o Tacuara com 106 golos, mais um do que o inventor do pontapé de moinho. O paraguaio passa a ocupar a 13.ª posição no rol de matadores liderado por Eusébio, o qual apresenta 473 remates certeiros. O próximo alvo do camisola 7 é Teixeira, autor de 118 tentos.

Quando enganou Nilson pela segunda vez, Cardozo nem por um nanossegundo pensou que subira mais um degrau na galeria da fama do clube da Luz. Talvez mais tarde tenha sido informado da… meia façanha. E por que razão pode ser considerada apenas uma meia façanha? O Tacuara destronou realmente Artur Jorge no total de golos, mas o primeiro presidente do Sindicato de Jogadores continua a apresentar registos bem mais aliciantes. A diferença entre ambos começa a desenhar-se no número de partidas que necessitaram para atingir as marcas: Artur Jorge fez 105 golos em 130 jogos (0,80 de média) e Cardozo faturou 106 tentos em 175 desafios (0,60).

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 18:27

Setembro 12 2011
publicado por Benfica 73 às 17:14

Setembro 12 2011

O treinador Jorge Jesus insiste que ninguém no Benfica tem receio de defrontar o Manchester United FC e que a adrenalina de participar na principal prova de clubes da Europa traz motivação acrescida aos seus pupilos. “Estão a jogar na Champions League, e Champions League é o máximo para jogador”, disse ao UEFA.com.

Ter pela frente uma equipa que esteve em três das últimas quatro finais da prova e que não perde nos jogos fora das competições europeias há 18 meses pode causar alguma apreensão, mas Jesus, que conta dez jogos na UEFA Champions League desde que chegou ao Benfica em 2009, afirma que os seus jogadores não vão sentir-se motivados apenas por jogarem contra o campeão de Inglaterra. “A minha experiência diz que quer se jogue contra o Manchester United quer contra o [FC] Basel [1893], a motivação dos jogadores é sempre a mesma.”

Quando sobe ao relvado e ouve o hino da Champions League, um jogador sente logo a adrenalina elevada porque sente que está a actuar com os melhores, por isso não há muita diferença entre jogar com o Manchester United ou, por exemplo, com o Basileia. A motivação nos jogadores está sempre alta em ambos, porque estão a jogar na Champions League, e a Champions League é o máximo. Todos os jogadores estão super-concentrados, super-motivados, e tudo farão para estar ao melhor nível que possível.”

Campeão europeu por duas vezes, o Benfica esteve em mais cinco finais, uma das quais perdida frente ao Manchester, em 1968. Mas agora, 21 anos depois da última presença no jogo decisivo da competição, o clube parece estar pronto para voltar a fazer história na prova, pelo menos tendo em conta a participação na UEFA Europa League da época passada, em que chegou às meias-finais.

“As quatro equipas do grupo têm hipóteses de passar”, disse Jesus, cuja formação viu regressar de lesão Ezequiel Garay, Maxi Pereira, Nolito e Ruben Amorim na vitória de 2-1 sobre o Vitória de Guimarães. “Em teoria, o Benfica e o Manchester United são as equipas mais fortes, mas penso que as outras duas [Basileia e FC Oţelul Galaţi] têm ambições semelhantes, e acreditam que podem passar esta fase de grupos.”

Para o homólogo de Jesus no United, não passar aos oitavos-de-final seria encarado como um fracasso, mas Alex Ferguson está a gostar da possibilidade de, mais uma vez, testar o poderio da sua equipa contra as melhores formações da Europa numa competição que defende estar melhor a cada temporada.

“Quando comecei como treinador no Aberdeen FC, e entrámos na Taça dos Campeões em 1980, só os vencedores dos campeonatos participavam, por isso esperava-se sempre que nos calhassem [no sorteio] equipas como o Real Madrid FC ou o FC Barcelona, mas isso era mais raro do que hoje. O formato da Champions League é fantástico, no meu ponto de vista; todas as equipas de topo estão lá, todas as equipas que sonhámos defrontar.”

“Desde que a Champions League começou, acho que defrontámos o AC Milan umas oito vezes, o Real Madrid seis e o Barcelona talvez sete”, acrescentou. “É absolutamente fantástico: a atmosfera, o desafio, as diferentes filosofias, as diferentes culturas... é isso que torna a Champions League tão especial.”

Nas semanas mais recentes, o United especializou-se em goleadas. A vitória de 5-0 no terreno do Bolton Wanderers FC fixou um novo recorde de 18 golos nos primeiros quatro jogos da Premier League. No entanto, os "red devils" têm Cleverley e Jonny Evans lesionados

Fonte: UEFA

publicado por Benfica 73 às 16:50

Setembro 12 2011

A UEFA publicou esta segunda-feira, no seu site oficial, uma entrevista exclusiva com Jorge Jesus, onde o técnico encarnado fala sobre a participação do Benfica na Liga dos Campeões. Jesus garante que o plantel está motivado para enfrentar a competição.

“Um jogador sente logo a adrenalina elevada quando sobe ao relvado e ouve o hino da Champions, porque sente que está a atuar com os melhores. Por isso, não há muita diferença entre jogar com o Manchester United ou, por exemplo, com o Basileia. A motivação nos jogadores está sempre alta em ambos os casos, porque estão a jogar na Liga dos Campeões. Todos os jogadores estão superconcentrados, supermotivados, e tudo farão para estar ao melhor nível possível. As quatro equipas do grupo têm hipóteses de passar”, afirmou o técnico do Benfica, que na quarta-feira se vai estrear na fase de grupos da Champions, frente ao United.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 16:15

Setembro 12 2011

Graeme Souness já passou pelo Benfica mas nem isso o leva a prever um resultado positivo para as águias no confronto de quarta-feira com o Manchester United. Aliás, o técnico escocês aposta mesmo todas as fichas no adversário da formação de Jorge Jesus. "Prevejo que o Manchester United vai ganhar naquele magnífico estádio. Aliás, o empate será o melhor que o Benfica pode alcançar", vaticinou, num artigo de opinião publicado no "Daily Star", sobre um jogo que prevê poder ser "maravilhoso" e que considera "histórico nas competições europeias".

Treinador das águias entre 1997 e 1999, Souness continua a acompanhar o futebol luso, apontando o FC Porto como "a equipa mais forte do país", afirmando aos britânicos que "o Benfica é o maior clube fruto dos feitos de Eusébio e de outros grandes nomes que o seguiram".

A confiança nas capacidades do conjunto de Alex Ferguson baseia-se também na disparidade de orçamentos das e na diferença entre as ligas. "Portugal não tem um campeonato forte devido às escassas receitas televisivas em relação a outros países", considera, explicando por isso a política das águias no que diz respeito à aquisição de reforços: "Continuam a contratar jogadores no Brasil para depois os fazerem crescer."

Souness recordou com "satisfação" a experiência na Luz , confessando que, apesar de não ter conquistado qualquer título, a passagem por Portugal lhe deixou boas recordações. "Estive dois anos como treinador do Benfica e gostei da experiência. Gostei do país e do povo português", esclareceu, fazendo até um balanço positivo da sua carreira na Luz. "Não é fácil treinar um grande clube latino, por isso, sobreviver dois anos foi, por si só, um sucesso", considerou.

Fonte: O Jogo

publicado por Benfica 73 às 14:42

Setembro 12 2011

A equipa de Andebol do Sport Lisboa e Benfica disputou este domingo, dia 11, o jogo respeitante à 1.ª jornada do Campeonato Nacional Andebol 1, frente ao FC Porto, vencendo por 23-22. Destaque para Carlos Carneiro que foi o melhor marcador dos “encarnados” com cinco tentos.

As “águias” não entraram no jogo da melhor forma, tendo os “azuis-e-brancos” conseguido um parcial de 1-4. No entanto os pupilos às ordens de Jorge Rito não se deixaram abater e estiveram sempre perto de passar para a frente do marcador. Contudo, e apesar de não terem conseguido esse intento na primeira metade, os homens da Luz não permitiram que os atletas da equipa adversária se distanciassem no “placard”, chegando o intervalo com o Benfica a perder por 11-13.
Segunda parte de luxo
A estratégia adoptada na primeira parte deu frutos no início da etapa complementar, visto que os “encarnados” lograram um parcial de 6-0, passando para a frente da partida (17-13).
Uma vez em vantagem, os comandados de Jorge Rito nunca mais a perderam, gerindo com mestria e inteligência a mesma. Dois dos responsáveis desta grandiosa vitória acabaram por ser uma defesa extremamente agressiva e eficaz que obrigou os jogadores portistas a fazerem jogo passivo por diversas ocasiões e a excelente exibição rubricada pelo guardião Ricardo Candeias que, com um punhado de defesas, manteve acesa a chama da vitória.
No final, as “águias” festejaram o triunfo diante do FC Porto, por 23-22.
Dizer que a 2.ª jornada do Andebol 1 ocorre no próximo dia 14 de Setembro, pelas 21 horas com o Benfica a deslocar-se ao reduto do Águas Santas.

Fonte: SLB

publicado por Benfica 73 às 13:53

Setembro 12 2011
publicado por Benfica 73 às 13:34

Setembro 12 2011

O Benfica informa no seu site oficial que Cláudio Pedroso será submetido esta segunda-feira, pelas 18:30, a uma "intervenção cirúrgica aos ossos do nariz, por fratura com desvio".

Tudo aconteceu durante o clássico com o FC Porto, este domingo, após agressão de Filipe Mota, que acabou expulso.

O atleta foi avaliado e será operado por um cirurgião maxilofacial, no Hospital HPP-Lusíadas (Lisboa).

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 13:13

Setembro 12 2011

A UEFA nomeou o esloveno Damir Skomina para dirigir a recepção do Benfica ao Manchester United, na quarta-feira, referente à primeira jornada do Grupo C da Liga dos Campeões. 
Skomina estará acompanhado pelos compatriotas Primoz Arhar, Marko Stancin (árbitros assistentes), Dragoslav Peric (quarto árbitro), Slavko Vincic e Roberto Ponis (árbitros adicionais).
O árbitro esloveno, que completou recentemente 35 anos, já arbitrou por quatro vezes jogos com equipas portuguesas nas competições europeias, o último dos quais o Marselha-Benfica, nos oitavos-de-final da Liga Europa de 2009/2010, partida que os encarnados venceram por 2-1.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 12:07

Setembro 12 2011

Paraguaio já foi mais eficaz mas apresenta uma boa média de conversão: 76 por cento. Castigos máximos valem um quarto do total de 105 golos Jesus mantém plena confiança. 

Óscar Cardozo, 28 anos, é, desde que chegou ao Benfica, em 2007/08, o marcador oficial de grandes penalidades. Esse estatuto já mereceu maior consenso, alguns falhanços suscitaram a discussão, mas o jogo com o V. Guimarães (em três castigos máximos converteu dois) é um bom espelho do que os números dizem: o Takuara continua a marcar mais do que falha.

No total de 34 grandes penalidades que foi chamado a cobrar, colocou 26 no fundo da baliza, o que significa que desperdiçou oito. Ou seja, tem média de aproveitamento de 76 por cento, número que, não sendo perfeito, impõe respeito.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 10:48

Setembro 12 2011

O Benfica inicia quarta-feira o seu percurso na fase de grupos da Liga dos Campeões e logo um duro teste diante do Manchester United de Nani. Os encarnados, contudo, estão esperançados num bom resultado e também em casa cheia diante dos red devils. 
Neste momento a atenção está virada única e exclusivamente para o ponto de vista desportivo, mas a verdade é que uma vitória e o Estádio da Luz repleto dão para pagar o prémio de 1,8 milhões pagos ao grupo de trabalho pelo apuramento para esta primeira fase da Liga Milionária.

Fonte: A Bola/DN

publicado por Benfica 73 às 09:36

Setembro 12 2011

Clube da Luz está disponível para apoiar uma lista com Fernando Seara, Hermínio Loureiro, Luís Duque, Pedro Pauleta e António Laranjo
O Benfica não quer Fernando Gomes como presidente da Federação Portuguesa de Futebol, cujas eleições estão marcadas para o dia 10 de Dezembro.

Fonte: A Bola/CM

publicado por Benfica 73 às 09:22

Setembro 12 2011

Encontro com Man. United assinala entrada para lote restrito. É um dos pilares da equipa e ídolo dos adeptos. 
Quando chegou ao Benfica, no Verão de 2009, começou por dar nas vistas mais pelo preço que custou - 7 milhões de euros pagos pelo Benfica ao Real Madrid - do que propriamente pelo potencial que lhe era apontado. Hoje, aos 24 anos, Javi García é uma das traves-mestras do Benfica de Jorge Jesus e um dos jogadores mais acarinhados pelos adeptos. Já não se discute o preço, apenas a qualidade. Depois de amanhã, frente ao Manchester United, na Luz, o médio chega aos 100 jogos oficiais pelas águias.

Javi terá, portanto, direito a um palco de eleição (o Estádio da Luz é a sua casa) e a uma noite de gala (o Manchester United é um das equipas mais fortes da actualidade e esteve em três das últimas quatro finais da Champions) para assinalar o simbólico registo.

Ao somar uma centena de jogos com a camisola encarnada, o camisola 6 entra para um lote bastante restrito, no que ao actual plantel diz respeito, pois só quatro companheiros de equipa já chegaram aos três dígitos: Luisão (303), Cardozo (175), Maxi Pereira (170) e Aimar (124).

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 07:46

Setembro 12 2011
publicado por Benfica 73 às 07:14
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Setembro 12 2011

A deserção de Ricardo Carvalho da Seleção Nacional foi inadmissível. Mas o aproveitamento que Paulo Bento está a fazer desse erro censurável é oportunístico e vingativo. E mostra bem a diferença entre mandar e liderar.

Ricardo Carvalho é um dos nossos melhores centrais de sempre. Sempre apareceu discreto e cumpridor, bem-educado, cavalheiro, um Cary Grant da bola. Por isso o seu ímpeto foi ainda mais surpreendente. A maneira como abandonou a Seleção depois de saber que não seria titular foi uma birra de vedeta. Carvalho portou-se como um menino mimado. Pior: como um menino mimado que já não é menino. A idade não perdoa e o defesa tem mais anos para trás do que pela frente nos relvados. E a decadência bate um dia à porta. Uns, como Nuno Gomes, descem a escadaria. Outros, como Ricardo Carvalho, batem como a porta. E ficam sozinhos.

Mas não foi uma traição à pátria. Ricardo Carvalho tinha “folha limpa”, deu muito à Seleção e merecia a tolerância de umas horas para esfriar a cabeça, uma segunda oportunidade. Aliás, ele reconheceu o erro. Mas nessa altura já era tarde para pedir desculpas: já estava a defender a honra.

Paulo Bento bateu os punhos no peito como um Tarzan. É-lhe conveniente, pois cerra fileiras na Seleção e afirma-se contra Carvalho como Scolari um dia se entrincheirou contra Vítor Baía. Como uma vantagem: Bento tem o país consigo. É populista esmagar Carvalho. Só os líderes seguros de si mesmos conseguem ser magnânimos e defender os jogadores até das suas próprias fraquezas. Porque está na cara que Carvalho está arrependido da deserção. Mas não de se ter indignado contra as palavras de Bento.

Paulo Bento venceu o combate. A Seleção perdeu um jogador. E esse jogador perdeu o respeito que conquistara. Se fosse com Ronaldo a bravata teria sido a mesma?

Autor: PEDRO S. GUERREIRO

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 01:19

Setembro 12 2011
publicado por Benfica 73 às 00:33

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