Abril 13 2011

Após a derrota, no passado dia 9, na Maia, diante do Águas Santas, o Sport Lisboa e Benfica tinha no jogo frente ao ABC de Braga um importante teste para regressar às vitórias, de forma a não se afastar do 1.º lugar.

Os jogadores estavam cientes disso e souberam adaptar bem a estratégia de jogo da equipa em função do adversário.

Com a lição bem estudada, os comandados de José António Silva, desde cedo tomaram conta dos acontecimentos e com um primeiro tempo de qualidade chegaram ao intervalo com uma vantagem de cinco golos (16-11). Nos últimos dez minutos a supremacia “encarnada” tornou-se ainda mais evidente e Carlos Carneiro selou o resultado, com um remate certeiro na linha dos 9 metros. 

A concentração ofensiva e a boa organização defensiva continuou na segunda parte, com David Tavares a abrir o marcador, numa rápida jogada de contra-ataque. O mote estava dado e o Benfica conseguiu segurar o triunfo, vencendo, por 28-23. Destaque para a eficácia de David Tavares (8) e Carlos Carneiro (6). Realizada a 3.ª jornada da Fase Final o Benfica ascendeu ao 3.º lugar da tabela classificativa, a dois pontos da liderança, com 34 pontos.

No próximo domingo, dia 17, o Sport Lisboa e Benfica desloca-se ao Funchal para defrontar o Madeira SAD, em jogo a contar para a 4.ª jornada.

Fonte: SLB

publicado por Benfica 73 às 23:52

Abril 13 2011

O novo reforço do Benfica Bruno César ficou esta quarta-feira surpreendido com a decisão do técnico do Corinthians, em colocá-lo a titular no próximo jogo, frente ao Santo André.

O médio que já assinou pelo emblema português revelou que vai dar o máximo enquanto permanecer no Timão até ao verão.

“Não quero sair e deixar as portas fechadas. No futuro, até posso encontrar Tite [técnico do Corinthians] noutro clube, encontrar os meus companheiros, e aí qual seria a minha fama: a de que tirou o pé?”, afirmou o médio ofensivo, de 22 anos, após o treino na manhã matinal: “Fiquei surpreso quando o técnico disse-me que seria titular. Negociado ou não para o Benfica, o meu trabalho em campo não mudará. Serei muito dedicado.”

O técnico do Corinthians, onde atua Liedson, elogiou a postura no reforço do Benfica: “O Bruno está vendido e falei com ele, perguntei se sabe o risco que está a correr. E se acontece uma lesão grave? Ele sabe disso? O empresário dele sabe disso? Está muito empenhado."

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 21:34

Abril 13 2011

O Benfica não vê razões para a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) intervir no caso da queixa apresentada por um particular contra a Benfica TV, mas manifesta-se disponível "para o que seja necessário".

 "Não vejo razões para nenhuma intervenção da ERC, mas se a Entidade Reguladora o entender estamos disponíveis para o que seja necessário", disse esta quarta-feira à Lusa o diretor de comunicação do Benfica.

 João Gabriel reagia assim à notícia avançada na terça-feira à noite pela Lusa de que a ERC tinha recebido uma queixa contra a Benfica TV, após o FC Porto ter acusado um comentador do canal encarnado de "desejar a morte" ao presidente do clube portuense, Pinto da Costa.

 O responsável do Benfica fez um comentário irónico às criticas dos portistas, afirmando: "Só espero que nesta febre desenfreada de comunicados, o FC Porto não se lembre de atacar a Porto Editora, por ter traduzido e publicado o livro ["A Arte de Matar Dragões"] do espanhol Ignácio del Valle, e já agora que não participem deste autor à ERC".

 Num comunicado divulgado ao princípio da noite de terça-feira, o FC Porto acusou o comentador da Benfica TV Sérgio L. Bordalo de "desejar a morte" de Pinto da Costa durante o programa "Debate" e o clube de Lisboa de "descer ao nível mais baixo de sempre".

 Os dragões afirmavam aguardar "um pedido de desculpas formal" do Benfica e questionavam a ERC, o Ministério Público e o Governo sobre se "é para o incitamento ao ódio que se atribuem licenças de televisão".

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 21:32

Abril 13 2011

Javi Garcia: ”Quero muito conquistar um título europeu no Benfica”

O convidado desta semana do programa “Zona de Decisão”, da Benfica TV, foi Javi Garcia. O médio espanhol é um dos imprescindíveis de Jorge Jesus na zona nevrálgica do terreno. Javi formou-se no Real Madrid e passou pelo Osasuna antes de ingressar nos “encarnados”, onde se sente feliz e com ambição de ganhar muitos títulos.

Como viveu os momentos que antecederam a sua vinda para o Benfica?

Foi um Verão difícil, porque sabia que o Real Madrid não contava comigo e, caso quisesse continuar a carreira, teria de seguir em frente. Cada jogador que vive esta situação delicada sabe que é complicado. É uma altura de nervos porque não sabes onde vais jogar, mas mantive-me tranquilo e acabei por vir para uma equipa grande. Devido ao interesse demonstrado pelo Benfica, as negociações foram rápidas. O meu representante e Rui Costa estiveram reunidos e legaram-me de madrugada a dizer que na manhã seguinte, cedo, iria seguir para Portugal.

Como é que encarou este salto na carreira, tendo em conta que tinha 22 anos na altura? O que é que conhecia do Clube?

Desde que Camacho e Quique Flores cá estiveram como treinadores, ouvia-se falar muito do Clube. Qualquer pessoa sabe que o Benfica é um grandíssimo Clube, conseguiu grandes títulos e estaria a mentir se não dissesse que, a princípio, foi uma surpresa, porque não conhecia muito, mas, ao chegar ao aeroporto, vi muitas pessoas à espera e percebi o que era o Benfica.

O que é que sentiu no dia da apresentação, quando pisou pela primeira vez o relvado com a camisola do Benfica vestida?

Foi uma sensação que nunca tinha sentido. No Real Madrid era um jogador da Formação. Na equipa principal jogam os melhores jogadores do Mundo e ficamos para segundo plano. Aqui senti-me querido por todos. Percebi que tinha ingressado numa grande Instituição, que fez uma grande aposta em mim e, até agora, foi a melhor decisão que tomei na vida.

Sentiu que estava a partir para um ciclo novo na sua carreira profissional?

Senti! Estava à procura de jogar com regularidade, entrar na equipa, tentando “coleccionar” minutos de jogo, pois na temporada anterior, no Real Madrid, isso não tinha acontecido. Neste caso, o Benfica ajudou-me imenso, acreditando em mim e estou a ter essa oportunidade.

Actualmente, em Espanha, olham para si de uma forma complemente diferente do que quando saiu? Sente que pode discutir um lugar na selecção espanhola?

A chegada à selecção espanhola é um passo maior, mas já estou contente com o facto de olharem para mim de forma diferente. Agora jogo todos os domingos e estou a fazer bons desafios. Não quer dizer que seja diferente, sou o mesmo jogador que actuava em Espanha, mas ao jogar com regularidade é natural que falem mais de mim.

Quando chegou a Lisboa as suas palavras foram mais ou menos estas: “o Real Madrid é um grande clube, mas o Benfica não lhe fica atrás”. Como é viver com isso?

Já conhecia o Clube, mas não as instalações e os seus adeptos. No 1.º dia percebi logo a sua grandeza e ao chegar ao Estádio fiquei alucinado. Depois fui ao primeiro treino no Caixa Futebol Campus e fiquei maravilhado com o Centro de Estágio. Muito poucas equipas têm as excelentes condições que nós temos. Por tudo isto é que eu disse, ao chegar a Portugal, que vinha para um grande Clube, que não fica nada atrás do Real Madrid.

Lembra-se do seu primeiro jogo oficial com a camisola do Benfica?

O meu primeiro jogo foi um amigável em Amesterdão (frente ao Ajax). Mas o jogo de apresentação, frente ao Milan, foi uma partida em que estava nervoso, porque era a 1.ª vez que jogava perante o público da Luz e queria fazer tudo bem. Não estava na melhor forma possível, porque ainda era pré-temporada, mas não me posso queixar da exibição, até porque estávamos a jogar perante uma boa equipa.

Quando chegou, deparou-se com um grupo de companheiros novos. Como foi a adaptação à equipa?

O único colega que conhecia era o Saviola, dado que tinha jogado com ele no Real Madrid. Ligava-lhe para perguntar coisas sobre o Clube e a cidade, porque estava na iminência de vir. Ele ajudou-me muito desde o primeiro dia e foi fácil a integração. Existem muitos jogadores que falam castelhano temos argentinos, paraguaios e uruguaios e, como tal, não foi difícil. Depois, com o tempo, fui começando a entender o português.

Como é que descreve o espírito que se vive no balneário do Sport Lisboa e Benfica?

Vi um ambiente que nunca tinha vivido. Depois, verificar a relação que os adeptos têm connosco, e ver a celebração do título, são momentos que nunca mais irei esquecer. Todos os dias que saímos à rua as pessoas incentivam-nos e pedem para continuarmos a ganhar. Tudo isso é muito bonito.

O Javi Garcia é Campeão de Portugal pelo Benfica. Como viveu a temporada passada e a celebração do título?

Durante a temporada tivemos a sorte de tudo nos ter corrido bem desde o início. Fomos ganhando confiança com vitórias e bom futebol. Igualmente, o facto de termos excelentes jogadores no plantel como Ramires, Aimar, Saviola, Di María, Cardozo... Por fim, o dia de celebração foi espectacular e vou lembrar-me dele para sempre. Quando via as pessoas na rua não acreditava na quantidade de gente que estava a celebrar. Foi incrível!

A nível futebolístico, o que é que mudou em si desde o Real Madrid até hoje?

Creio que evoluí muito como futebolista e o mister diz que estou muito melhor. Melhorei a nível posicional, com e sem bola, porque antes queria estar em todo o lado do campo e corria sem sentido. Creio que agora sei precisamente o que tenho de fazer

Que balanço faz das duas temporadas?

Creio que têm sido muito boas. No 1.º ano correu tudo demasiado bem, comecei logo a jogar a titular, e quase em toda a temporada, celebrámos dois títulos, um dos quais o Campeonato; quando começou a 2.ª época, os adeptos sabiam do que éramos capazes e tínhamos de dar mais de nós. As coisas não correram da melhor forma, mas agora temos as ideias mais claras e estamos a lutar para conquistarmos muitos mais títulos.

E que títulos podem ser esses? Taça de Portugal? Taça da Liga? Liga Europa? Acredita que podemos ganhar as três provas?

Será uma grande época caso ganhemos as três competições. O ano passado ficámos com uma “espinha encravada na garganta” que foi a eliminação na Liga Europa. No entanto, este ano, julgo que esta equipa está capacitada para chegar à final e vencê-la. A Taça de Liga e de Portugal são também duas excelentes provas e queremos muito conquistá-las.

Qual é o momento que recorda com maior satisfação no Estádio da Luz?

No Estádio, foi o dia da conquista do título. Não pude jogar, porque estava castigado. Vi a partida nas bancadas e estava muito nervoso, mas ao vê-lo completamente cheio com todas as pessoas a gritar pela equipa, acreditei sempre. No final do encontro, desci ao relvado e pude festejar com os meus colegas. Foi muito bonito!

Marcou alguns golos a época passada. Houve algum que recorde de forma especial?

O golo frente à Naval. Foi um desafio difícil. Lembro-me que o guarda-redes fez um jogo incrível. Não sou um jogador que marque muitos golos, mas lembro-me que o Di María cruzou e eu, de cabeça, marquei. No final da partida, liguei ao meu pai, contei-lhe o que se tinha passado e que estava muito contente.

Di María foi muito importante na temporada transacta. Ele fez o trajecto inverso ao meu. Falou com ele depois de ter ido para Madrid?

Sei que está muito contente por estar naquela cidade, com a vida que tem lá e está feliz porque as coisas estão a correr-lhe bem. Tem feito bons jogos e as pessoas do clube estão contentes. Em Madrid, as pessoas são muito exigentes, principalmente quando se gasta tanto dinheiro num jogador jovem, mas ele tem demonstrado que é um grandíssimo jogador. Esperamos que as coisas continuem a correr-lhe bem e que ganhe títulos em Madrid.

Quando chegou a Portugal, as pessoas apelidaram-no com uma alcunha que já trazia de Espanha que é “el tanque Garcia”. Porquê?

Essa alcunha foi-me colocada por um jornalista da Real Madrid TV, que colocou alcunhas a todos os jogadores. A minha deve ter a ver com a envergadura física.

Qual é a principal característica do seu jogo, sobretudo para quem joga no meio-campo?

Umas das minhas características é a envergadura física, mas também a minha dedicação em cada jogo. Luto muito e quero sempre ganhar. Tudo o resto as pessoas já puderam observar.

E qual é a principal característica desta equipa do Benfica?

Julgo que é o querer. Temos ganho os jogos por ambição, mas, igualmente, com muito coração. Quando tens grandes jogadores como nós temos no plantel, mas não tens o querer; não te servem para nada. Os nossos jogadores são muito bons e conhecidos internacionalmente, mas também têm vontade de ganhar jogos e conquistar títulos.

Está satisfeito por ter vindo para o Benfica?

Sim! O Clube tem-me ajudado muito e esta foi a melhor decisão da minha vida. Espero ficar cá muitos anos.

Sonha vestir a camisola de Espanha?

Claro que sim. Para qualquer jogador, o mais importante é chegar à selecção. No entanto, a selecção de Espanha está num excelente momento, ganhou dois títulos importantes (Campeonato da Europa e do Mundo). Vou continuar a jogar bem para ser chamado.

Como é que foi chegar à equipa principal do Real Madrid?

Foi um momento bem. É o melhor que pode acontecer a qualquer menino que é formado no clube. Em nenhum momento imaginei que isso poderia acontecer, foi algo maravilhoso e pude partilhar o balneário com os melhores jogadores do Mundo, como Zidane, Beckham, Figo e Roberto Carlos.

Fabio Capello foi um dos seus treinadores. Como foi ser treinado por um técnico tão famoso?

Apercebi-me logo que tinha de trabalhar muitíssimo. É um grande treinador, que exigia muito aos jogadores e tratava todos de igual forma. Em relação a mim, tinha muita atenção e corrigia-me, porque tinha 18 anos e acabava de chegar ao plantel. Apercebi-me que tinha muito a aprender.

Qual é o segredo para ultrapassar os nervos e a pressão de um público que, por vezes, é tão exigente?

Creio que é que algo com que temos de viver toda a vida. Cada pessoa é diferente e umas ficam mais afectadas do que outras, mas penso que o importante é conhecer-nos bem e perceber do que somos capazes. A partir daí, deves relativizar as críticas. Quando as coisas te correm bem, as críticas são boas e já sabes que quando correm mal, vão ser más. Sabemos que temos de trabalhar e aprendemos a viver com isto.

O que significou para si ser Campeão da Europa de Sub-19 pela Espanha?

Nessa época era um jovem. A selecção era composta por jogadores jovens, mas que já treinavam e jogavam com os mais velhos nos seus clubes e, pouco a pouco, foram-se impondo. Ser Campeão da Europa é algo importante, que te permite crescer e jogar. Com 18 anos, amadurece-te, porque tens de estar concentrado. O teu futuro e a tua carreira podem decidir-se numa prova como esta e ajudou-me a preparar para o que aí vinha.

Qual o momento mais importante de carreira?

Há três momentos muito importantes na minha carreira: em 1.º lugar, o primeiro jogo que fiz pelo Real Madrid, porque marca qualquer jogador, sendo inesquecível; em 2.º lugar, ser Campeão da Europa e, em 3.º lugar, tudo o que tivemos o ano passado, culminando no título de Campeão Nacional. Espero que haja um 4.º momento... com a conquista da Liga Europa.

Ficou triste por não fazer parte do lote de jogadores da selecção que foram Campeões do Mundo?

 Tenho colegas que jogaram comigo no Campeonato da Europa e que agora jogam pela selecção, como são o caso de Piqué e Arbeloa e fico contente por vê-los com 22/23 anos a poderem dizer que são Campeões do Mundo. Qualquer jogador gostaria de lá estar e perceber o que se sente com essa conquista, mas resta-me felicitá-los, porque mereceram.

Qual é a importância da família na sua vida? Os seus pais estão longe e vive com a sua namorada. Como lida com a distância?

Já estou habituado a viver longe da minha família, porque é algo que acontece há cerca de dez anos. Na altura não foi fácil sair tão novo de casa e para a minha família também foi complicado, sobretudo para a minha mãe.

Deixou Madrid para viver em Lisboa. Quais são as principais diferenças no seu quotidiano?

Dou-me bem na cidade. As principais diferenças entre Madrid e Lisboa são a temperatura e as praias. Gosto muito de estar aqui e não posso pedir mais nada. Em Lisboa, levanto-me de manhã e vejo logo o mar, mas também estou encantado com a cidade e com as pessoas.

A sua namorada está adaptada à cidade?

Está bem aqui. Há muitas diferenças para Espanha, mas ela está bem. A sua maior dificuldade é com a língua portuguesa porque não está todos os dias com portugueses como eu estou.

O que é que gosta mais de fazer em Lisboa?

Sobretudo, quando tenho tempo, gosto de levar os meus cães à praia, correr com eles, passear e pisar a areia. É algo de que gosto muito, porque já há muito tempo que queria viver numa cidade com mar.

Lida bem com a fama?

Sim. Saio à rua e se as pessoas me pedem autógrafos não me custa nada dá-los, porque é sinal que valorizam o meu trabalho.

É fã da comida portuguesa?

 Como muito bacalhau com natas, porque a minha namorada aprendeu a fazer.

E de que comida espanhola sente saudades?

Sinto saudades da comida da minha mãe, porque cozinha bem... e de um bom assado.

Sei que é um bom cozinheiro e que faz um excelente spaghetii...

Acho que sim. Vivo fora de casa há muito tempo e tinha de aprender a cozinhar...

Teve alguma preocupação em aprender português e inclusive tirou um curso de português. O que é que sabe da língua?

Antes da entrevista começar estava a pensar se deveria responder em português ou em espanhol. Tem algumas palavras diferentes do espanhol, mas se falar com pessoas que expressem bem o português, não tenho problemas. Desde o início que entendo quase tudo, menos as palavras que diferem muito do espanhol.

Nos seus tempos livres gosta de jogar Padel. Pode explicar o que é esse desporto?

Lembro-me que quando cá cheguei, joguei Padel com o Saviola, porque jogávamos em Madrid quase todas as semanas. É do género do Ténis, mas joga-se entre quatro paredes, com equipas duplas e como a bola nunca sai estamos sempre em movimento.

É importante para manter a condição física? É um desporto exigente?

Não! O campo é pequeno, mas está-se sempre em movimento. É muito divertido e passa-se um bom bocado com os amigos.

Quando os seus pais o visitam em Portugal, o que gosta de fazer com eles?

O meu pai tem muita energia e quer estar sempre a fazer coisas. Gostam muito de passear pelo centro da cidade e pelo centro histórico...

Já sabe alguma coisa da história da nossa cidade?

Sei da catástrofe que houve em 1755 (n.d.r. Terramoto). Vi imagens e fiquei impressionado. Mas o meu pai gosta de passear pelas ruas e não precisa que lhe diga algo da cidade porque ele envolve-se nas coisas.

O que é que mais gosta de fazer quando não está a jogar futebol?

Sinceramente, gosto muito de estar em casa. Estou muito tempo fora em concentrações, em estágios, em viagens e quando tenho possibilidade gosto de estar em casa, tranquilo. Também gosto de jantar fora.

Nos estágios como é que passam o tempo?

Há de tudo. Há jogadores que lêem, outros que jogam PlayStation. Também há quem leve o computador. Eu levo sempre filmes e junto-me com o Roberto a vê-los depois do jantar. O tempo passa muito rápido nos estágios.

Falou no Roberto. Ele teve uma grande força de espírito para enfrentar toda a pressão. Todo o plantel foi importante para que ele conseguisse ultrapassar essa fase...

Foi um momento difícil, porque nunca tinha vivido algum assim, com comentários e notícias constantes. Como colega ajudava-o, mas ele mostrou ser muito forte mentalmente. Nem todos os jogadores são iguais, mas o Roberto demonstrou que está pronto para tudo...

Como em Paris, em que esteve fantástico...

Sim, esteve muito bem. Mas eu conheço-o desde os meus 17 ou 18 anos e, sem dúvidas, é um excelente guarda-redes.

Nota-se que ele está mais tranquilo e que superou a fase inicial...

A equipa também vem ajudando, porque estamos a ganhar e a jogar bem. Contudo, julgo que todos podemos aprender com ele, porque não conheço muitos jogadores que tenham superado o que ele superou.

E o futuro? Quais são os seus projectos?

Gostaria muitíssimo de ganhar a Liga Europa. Estamos perto de o conseguir e julgo que temos equipa para conquistá-la. Tenho ambição de vencer esse troféu, por mim, pela equipa, pelos benfiquistas e por poder ver a celebração nas ruas. A partir do próximo ano quero voltar a ser Campeão Nacional e voltar a jogar na Liga dos Campeões.

O Campeonato português é competitivo?

Foi algo que me impressionou quando cheguei, porque não o conhecia muito. Porém, apercebi-me que para vencer os jogos temos de sofrer muito, principalmente quando jogamos em casa, porque as equipas são muito defensivas. O Campeonato é bom e a prova está no facto de estarem três equipas portuguesas entre as oito finalistas da Liga Europa.

E o nível da arbitragem? Considera que está ao mesmo do Campeonato?

Os árbitros falham em todo o Mundo. São humanos e querem apitar bem todos os jogos que fazem, mas nem sempre o conseguem.

Foi injustamente expulso no jogo de Braga?

Sinto que sim. A imagem que passou na televisão permitiu perceber-se que não fiz nada.

Julga que foi esse jogo que “matou” as aspirações da nossa equipa no Campeonato?

Creio que sim. Essa derrota deu, praticamente, o título ao FC Porto. Contudo, ainda estamos em três competições e não vamos desistir, porque queremos conquistá-las.

Se ultrapassarmos o PSV Eindhoven, podemos, eventualmente, jogar diante do Braga nas meias-finais. Na Liga Europa será diferente?

Diferente será, porque não acredito que haja bolas de golfe... mas espero chegar às meias-finais porque seria bom para Portugal ter uma meia-final portuguesa, mas espero eliminá-los.

A quantidade de adeptos que acompanha a equipa em Portugal e no estrangeiro é algo que vos motiva, que vos transmite confiança?

Para os jogadores não há nada melhor do que jogar com o apoio dos adeptos e já vi em vários jogos todo esse apoio. A primeira vês que me apercebi disso foi em Amesterdão (n.d.r.: pré-época do ano passado). Logo ali fiquei deslumbrado e no decorrer da temporada confirmei que a massa adepta é única e está, sem dúvida, entre as melhores do Mundo. E em Paris tornei a confirmar essa grandeza...

Com 22 mil espectadores a apoiarem...

Quando acabou o jogo, fui para o balneário e comentei com o Saviola que era incrível, que parecia que jogávamos em casa e que nunca tinha presenciado tal coisa. É muito bonito saber que temos tantas pessoas a apoiarem-nos.

Como é que percepcionou a equipa técnica? Agradou-lhe os métodos de treino?

Logo desde o 1.º treino percebi que as pessoas eram exigentes e foram muito claros sobre o que pretendiam de cada jogador. Assim mostraram que não haveria tempo para descanso e que iria ser uma temporada dura. Com o mister Jorge Jesus tenho vindo a crescer como jogador, ele explica-te tudo, sabe muito de Futebol e todos os dias ensina um pouco mais.

Jorge Jesus também permite que seja um jogador versátil. É normal vê-lo junto aos centrais, bem como junto à área contrária a marcar golos. Essa disponibilidade tem a ver com a sua forma física?

Na minha posição tenho, sobretudo, de defender, mas também tenho de saber tomar decisões quando tenho a bola nos pés. Hoje em dia é importante saber várias situações de jogo e adaptares-te, porque também sais para o ataque.

publicado por Benfica 73 às 20:39

Abril 13 2011

RECORD – Esteve em Portugal em março. Qual foi a primeira impressão do clube, do estádio, das pessoas?

MATIC – O estádio é simplesmente lindo. Um dos melhores que vi na minha vida. Ainda não tive oportunidade de o ver cheio, apenas pela televisão, e a atmosfera é fantástica.

R – Que expectativas tem para a próxima temporada?

M – Primeiro tenho que fazer uma boa preparação para entrar bem. E quero dar o melhor de mim ao Benfica, deixar tudo em campo e, depois, vamos ver o que acontece.

R – O Benfica é uma boa solução para a sua carreira?

M – É, sem dúvida. O Benfica é um grande clube, um dos maiores da Europa e não podia estar mais feliz.

R – Qual foi a sua reação quando soube que vinha para o Benfica?

M – Fiquei muito surpreendido mas também muito satisfeito.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 20:32

Abril 13 2011

Os jogadores de Luís Sénica vão defrontar a Oliveirense na próxima quarta-feira, num encontro relativo à 25.ª jornada do Campeonato Nacional. Diogo Rafael anteviu uma partida difícil, frente aos actuais terceiros classificados da prova.
“Estamos a trabalhar para uma vitória do Benfica. A Oliveirense joga em sua casa, é um adversário difícil que está no terceiro lugar e que vai querer juntar-se aos primeiros. Penso que se defendermos bem conseguimos trazer os três pontos”, explicou o atleta benfiquista, em declarações ao canal de televisão do Clube da Luz.
O Benfica atingiu a Final Four da Taça CERS, depois de eliminar o Lloret del Mar. Diogo Rafael afirmou que o grupo quer conquistar a prova europeia: “Sabíamos que esta passagem pela Taça CERS não ia ser fácil. A primeira eliminatória com o Lodi não foi fácil, até pelos resultados e agora com o Lloret fizemos um grande jogo em casa, contudo, sabíamos que não ia ser fácil em Espanha, mas conseguimos uma grande vitória, que foi importante para nós, porque temos o objectivo de conquistar a CERS.”
Na Final Four da CERS, os “encarnados” já sabem que vão encontrar a Física nas meias-finais: “Já conhecemos bem a Física, mas agora é a eliminar, por isso, vai ser bastante complicado, com um adversário difícil, que vai tentar jogar no nosso erro, mas se estivermos concentrados temos tudo para chegar à final.”
O encontro com a Oliveirense está marcado para a próxima quarta-feira, dia 13 de Abril, pelas 21h15, no Pavilhão Dr. Salvador Machado, em Oliveira de Azeméis.

Fonte: SLB

publicado por Benfica 73 às 16:43

Abril 13 2011

Depois da derrota do último sábado com o Águas Santas, a equipa de andebol prepara-se para enfrentar o ABC. Em declarações à Benfica TV, o treinador José António Silva afirmou que os jogadores estão preparados para um jogo equilibrado.
“Vamos tentar adaptar a estratégia de acordo com os adversários e suas características distintas. Os cinco primeiros classificados estão com uma margem muito entre si”, lembrou o técnico.
O desgaste da equipa, que tem feito em média quatro jogos em oito dias, é algo que não preocupa José António Silva: “Nós temos uma dificuldade adicional por estarmos em competições europeias ao mesmo tempo, o que cria naturalmente um desgaste. Mas preferimos esta condição do que não estar a lutar por todas as provas.”
Apesar de a última partida não ter sido favorável ao Benfica, o técnico pede aos adeptos que continuem a apoiar o andebol. “O último jogo não foi bom para nós. Todos os jogos têm um grau de dificuldade e estamos cientes disto. A equipa tem uma atitude fantástica, trabalha imenso e merece o apoio de todos os benfiquistas”, apelou para a partida com o ABC.
A partida da 3.ª jornada da Fase Final do Campeonato Nacional terá lugar no Pavilhão n.º 2 da Luz nesta quarta-feira, dia 13, pelas 20h30. O jogo será transmitido pela Benfica TV.

Fonte: SLB

publicado por Benfica 73 às 16:34

Abril 13 2011

Sem espaço no Benfica, o médio brasileiro Fellipe Bastos cumpre a terceira temporada como emprestado. Depois de Belenenses e Servette, Bastos brilha ao serviço do Vasco da Gama, onde é peça chave no xadrez de Ricardo Gomes e mostra-se contente com o papel que desempenha.

"Tenho contrato até ao fim de junho, mas pretendo continuar. Estou muito feliz aqui. Converso com o Rodrigo Caetano [diretor executivo de futebol do Vasco] e ele diz-me para manter a tranquilidade. É isso que vou fazer até ter uma posição mais concreta. Mas todos sabem o meu desejo", frisou o médio de 21 anos, em entrevista ao "Globo Esporte".

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 14:31

Abril 13 2011

O Benfica já está na Holanda, onde esta quinta-feira joga com o PSV, na segunda mão dos quartos-de-final da Liga Europa. A comitiva encarnada aterrou no aeroporto de Eindhoven há minutos e fê-lo ao som do hino do clube. Um brinde da tripulação do avião.
A viagem demorou cerca de três horas e decorreu sem quaisquer problemas. 
A comitiva vai agora seguir para um hotel em Eindhoven. Às 17 horas portuguesas, o treinador Jorge Jesus e um jogador farão a antevisão da partida em conferência de imprensa. O plantel treina depois no Phillips Stadion.
Na primeira mão, os encarnados venceram por 4-1, no Estádio da Luz.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 13:11

Abril 13 2011

Aos 20 anos, André Almeida está à beira de cumprir o sonho de jogar num grande do futebol português. Depois do ano passado ter sido alvo de interesse por parte do FC Porto, o médio internacional sub-21 por Portugal vai trocar o Restelo pela Luz no final desta época, num negócio avaliado em 200 mil euros.
Para já, o jovem médio português centra-se na luta pela manutenção na Liga de Honra ao serviço do Belenenses, clube onde concluiu a sua formação, que foi iniciada no Sporting e teve ainda uma passagem pelo Alverca.
Polivalência pela titularidade
Depois de um início de temporada intermitente sob o comando de Rui Gregório, com a concorrência de Miguel Rosa - emprestado pelo Benfica - na posição de médio mais ofensivo, André Almeida voltou a conquistar um lugar no onze titular do Belenenses com a chegada de José Mota mas... a lateral-direito.
«Sinto-me bem em qualquer posição desde que jogue. Para mim, e com a idade que tenho, penso que o mais importante é ter competição e jogos para ir melhorando», refere André Almeida, que considera a sua polivalência decisiva no salto para o Benfica: «Acho que só tenho a ganhar em poder fazer várias posições no campo. É um factor que só me vai favorecer no futuro. Um jogador polivalente é sempre mais útil em qualquer equipa.»
À imagem de Rúben Amorim
Com 17 jogos já realizados esta época ao serviço do Belenenses, 12 deles como lateral-direito, André Almeida tem também merecido a confiança de Rui Jorge na selecção sub-21, onde continua a actuar como médio.
Um percurso em tudo idêntico ao de Rúben Amorim, que no final da época 2007/2008 trocou o Restelo pela Luz, afirmando-se no Benfica como... lateral direito. Apesar de recusar comparações com o futuro companheiro de equipa, com quem não se chegou a cruzar no Belenenses, André Almeida vê em Amorim um exemplo: «Não gosto de falar de outros jogadores. No caso de Rúben Amorim, reconheço que é um grande jogador. É um exemplo para mim e para todos os jovens e agora quero seguir as pisadas dele».

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 12:17

Abril 13 2011

A comitiva do Benfica que seguirá esta manhã para a Holanda, onde o clube joga frente ao PSV Eindhoven o acesso às meias-finais da Liga Europa, já está no aeroporto da Portela. Não houver declarações à chegada, estando a partida para Eindhoven prevista para as 9.30 horas. 
Luís Filipe Vieira segue com a equipa.
Para as 18 horas de Lisboa está prevista, já no Philips Stadion, a conferência de imprensa de Jorge Jesus e de um jogador, de antecipação da partida. Segue-se o treino.
O Benfica apresenta-se para a segunda-mão dos quartos-de-final com uma vantagem de 4-1.

Fonte: A Bola




 
publicado por Benfica 73 às 10:32

Abril 13 2011

Para o Benfica-FC Porto de dia 20, na Luz - segunda mão das meias-finais da Taça de Portugal -, Carlos Xistra e Olegário Benquerença, dois árbitros dos quais as águias tantas queixas apresentam esta época, perfilam-se como principais candidatos a dirigir o jogo.
A terceira opção será a nomeação de um árbitro não internacional, o que não se afigura admissível, dada a relevância do clássico. 
O nosso cronista, Cruz dos Santos, recordou-o ontem, nas páginas de A BOLA: a prova é organizada pela Federação Portuguesa de Futebol. E os regulamentos da arbitragem da FPF não permitem que árbitros das associações distritais dirijam jogos em que intervenham seus filiados, norma que exclui a designação de árbitros internacionais de Porto e Lisboa, como Artur Soares Dias, Jorge Sousa, João Capela ou Pedro Proença. 
João Ferreira (Setúbal) dirigiu anteontem o SC Braga-V. Guimarães (3-1) e vai entrar de férias; Bruno Paixão (Setúbal) arbitrou o Naval-Benfica (2-1), no domingo e são, também, cartas fora do baralho. 
Sobram Xistra (AF Setúbal), árbitro do SC Braga-Benfica (2-1), e Benquerença (AF Leiria), que dirigiu os encarnados no desaire em Guimarães (1-2), à 4.ª jornada. Ou seja, dois árbitros com actuações que o Benfica contestou. A nomeação é aguardada com expectativa na Luz.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 09:50

Abril 13 2011

O Benfica-FC Porto da próxima quarta-feira pode não ter adeptos do FC Porto nas bancadas. Pelos menos aqueles que adquiram ingresso nas bilheteiras do Dragão. Tudo porque o Benfica ainda não activou o código de barras desses bilhetes. E até fazê-lo os que comprarem arriscam-se a investir, chegar à Luz e... ficar à porta.
Isto porque o Benfica recusa validar de forma magnética os bilhetes dos adeptos do FC Porto enquanto este não lhe pagar uma dívida antiga. Está em causa a liquidação dos danos no autocarro do Benfica aquando de uma deslocação ao Dragão, num montante que rondará os 17 mil euros. 
E, ainda, a reclamação do Benfica a uma parte dos direitos de solidariedade (indemnização por direitos de formação) do médio Pelé, agora no Eskerhirspor (Turquia), que passou pelas camadas jovens do Benfica em 2005, antes de rumar a V. Guimarães, Inter de Milão e FC Porto, depois.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 09:31

Abril 13 2011

Central regressa à titularidade após poupança no jogo com a Naval. Confiança reforçada após jogo na Luz. Rejeita ideia de eliminatória decidida. 
O patrão está de regresso para carimbar a passagem do Benfica às meias-finais da Liga Europa. Depois de ter sido poupado para o campeonato frente à Naval, Luisão regressa aos eleitos de Jorge Jesus, que não vai dispensar a experiência do capitão no centro da defesa, acompanhando o também brasileiro Sidnei.

Depois da vitória por 4-1 alcançada na 1.ª mão dos quartos-de-final, num Estádio da Luz praticamente esgotado, a confiança do internacional brasileiro em seguir em frente na competição europeia saiu reforça mas, na Holanda, a concentração vai ser a palavra de ordem. Garantia de capitão. 

«Fizemos uma boa exibição diante dos nossos adeptos mas ainda não ganhámos nada», avisa Luisão, que dá a receita para evitar surpresas no jogo de amanhã: «Temos de entrar focados e trabalhar bem a bola para seguir em frente. O grupo sabe disso e estamos a preparar-nos bem.»

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 09:25

Abril 13 2011
publicado por Benfica 73 às 07:55
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Abril 13 2011

Agora, uma autocrítica. Um dos problemas desta coluna é que cito mais frequentemente o Sousa Tavares e o Rui Moreira do que indivíduos famosos pela sua perspicácia, mas sem por isso deixarem de possuir um notável sentido de humor. Trata-se de uma falha que urge reparar, desde já: depois dos 5-0 escrevi neste espaço que “o campeonato da revolta é um que o clube da Luz nunca ganhará. A revolta é a marca dos pequeninos”. Lamentavelmente, o último domingo fica na história como o dia em que o Benfica foi pequenino. Não é fácil, convenhamos, para um clube desta envergadura.Antes do último fim-de-semana havia duas coisas que o Benfica tinha e a que muito dificilmente o FC Porto podia ainda almejar: uma delas é a Taça Latina; a outra é uma certa superioridade moral. Concentremo-nos nas boas notícias: ainda temos a Taça Latina. A outra, pela qual tinha mais estima, terá ficado seriamente comprometida pelos apedrejamentos em redor do estádio e bolas de golfe lançadas para o relvado, mas sobretudo pela decisão oficial de, num ato que desrespeita a história e os valores do clube, se tentar impedir os naturais festejos dos jogadores campeões.

Dito isto, resta-nos o consolo de assistir à expressão pública e privada da indignação que inúmeros benfiquistas sentiram perante a decisão dos responsáveis encarnados, e estabelecer um paralelo com a atitude complacente que a totalidade dos adeptos portistas toma perante, entre outros escândalos, o apito dourado. Se fôssemos como eles, quando nos falassem no apagão da Luz, diríamos: não vi nada, isso não está provado. E se nos dissessem para irmos ao YouTube ver, que estava lá tudo, responderíamos: o Benfica nem sequer foi condenado nos tribunais civis, limitou-se a sofrer uma punição inconsequente no âmbito da justiça desportiva. Seria fácil. Mas não o fazemos. Ainda há esperança.

Autor: MIGUEL GÓIS

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 00:11

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