Março 06 2011

 

Braga 2 - 1 Benfica

 

O Benfica quebrou a série de 18 vitórias consecutivas ao perder (1-2) em Braga, desaire que deixa os encarnados praticamente fora da corrida pelo título. Saviola marcou primeiro, Hugo Viana e Mossoró deram a volta ao marcador. Javi García foi expulso ainda na primeira parte.
Marcou primeiro o Benfica numa primeira parte muito disputada, com várias ocasiões de golo de parte a parte. Saviola encostou para o 1-0 depois de Artur não ter conseguido segurar um livre batido por Carlos Martins.
O SC Braga respondeu, com Lima e Hugo Viana a testarem os reflexos de Roberto e Ukra, na pequena área, a atirar ligeiramente ao lado. Cardozo, em duas ocasiões, também forçou Artur a defesas apertadas.
Aos 41 minutos, o árbitro Carlos Xistra entendeu agressão de Javi García a Alan e mostrou vermelho directo ao médio espanhol. Na transformação do livre – encostado à linha lateral, a meio do terreno de jogo do Benfica – Hugo Viana tentou colocar em profundidade, a bola ganhou altura e acabou por surpreender Roberto, que estava adiantado. Ficou mal na fotografia o guardião encarnado no lance que deu o empate ao SC Braga.
Entram melhor os minhotos para a etapa complementar, com Lima a forçar Roberto a nova defesa por instinto, após remate na pequena área na sequência de cruzamento na direita de Mossoró. Os encarnados equilibraram sem, no entanto, incomodarem o guarda-redes adversário.
Mesmo em inferioridade numérica, Jorge Jesus reforçou o ataque e lançou Kardec para o lugar de Carlos Martins. No instante seguinte, Mossoró marcou o golo da vitória. E que golo o do brasileiro do SC Braga, que disparou forte de fora da área, colocado junto ao ângulo superior direito da baliza de Roberto.
O Benfica não conseguiu reagir à desvantagem e acabou por perder o encontro, ficando praticamente arredado da luta pelo título – o líder FC Porto está agora a 11 pontos.
Já o SC Braga alcançou três preciosos pontos na luta pelos lugares que dão acesso às competições europeias.

Fonte: A Bola/ SLB

publicado por Benfica 73 às 23:22

Março 06 2011

A nove jornadas do fim do campeonato, o Benfica e o FC Porto não cedem e mantém entre si a distância de 8 pontos que não reflecte, de modo algum, a diferença entre a qualidade do jogo das duas equipas mas que reflecte, de todos os modos e mais algum, o confortável avanço que o FC Porto leva sobre o Benfica nesta luta desigual.

E a cada jornada que passa mais forte se torna a probabilidade de o Benfica perder o título brilhantemente conquistado na época passada para o seu rival do Norte do país. Esta é a realidade. E, à partida, esta é uma realidade que deveria abater o ânimo dos benfiquistas e lança-los, descrentes e zangados, a virarem-se contra a sua equipa, contra o seu treinador, contra o presidente mais o roupeiro e os tratadores de relva.

Pois tem sido precisamente o contrário o que tem acontecido.

Enquanto André Villas Boas tem de aturar a retórica dos especialistas lá da casa que se amofinam por o FC Porto, por exemplo, não ser eficiente nos lances de bola parada entre outras menoridades, Jorge Jesus vive no tempo presente reconfortado por elogios que chegam de todo o lado e até de adversários nacionais e estrangeiros, como sucedeu na recente deslocação triunfal a Estugarda.

E Jorge Jesus merece esses elogios porque o mérito desta situação de todo anormal é inteiramente dele por ter sabido sobreviver, em condições dificílimas, à tempestade que se abateu sobre a grande nau entre Agosto e Novembro – por pouco não houve um motim a bordo, como estarão lembrados.

E por ter conseguido, sem terra à vista, não só escapar ao naufrágio como também iniciar, contra todas as previsões, uma viagem épica criando ele próprio, para si e para os seus marinheiros argentinos, brasileiros, portugueses, espanhóis, paraguaios e uruguaios aquelas condições excepcionais de navegação que as gentes do mar definem como céu de Brigadeiro, mar de Almirante, ou seja, sem escolhos pelo caminho.

Tem sido assim há meses. O título é uma miragem mas a nau lá segue atrás da fantasia. É uma viagem romanesca, sem dúvida, pela alta improbabilidade de vir a ter sucesso e pela coragem e paixão com que é levada a cabo.

D lado do FC Porto chegam todos os dias lamentos sobre a excessiva valorização que a imprensa e o povo da rua emprestam a este ressurgir do Benfica depois da tormenta que foi para os Campeões o primeiro terço do campeonato. Mas compreende-se que assim aconteça. Quem é que não gosta de romances marítimos, de acção, de destreza e de heróis improváveis?

Na época passada, ganhando o título nacional, Jorge Jesus conseguiu convencer muitos cépticos da sua capacidade para treinar o Benfica. Este ano, perdendo o título Nacional, como é mais do que provável, Jorge Jesus convenceu-me a mim.

Gostaria que fosse treinador do Benfica por muitos e bons anos. Ganhando ou perdendo, o espectáculo é sempre emotivo, romanesco, excelente. Ainda ontem se viu com o Sporting.

 

NO domingo o Benfica joga em Braga e o FC Porto agiu de forma muito rápida. E fez bem porque nem diria que leva 8 pontos de avanço sobre a gloriosa Mouraria.

Para impedir que o Benfica, nas vésperas da sua deslocação, contratasse para a próxima época os activos minhotos mais influentes na manobra da equipa de Domingos, o FC Porto, numa avisada jogada de antecipação, garantiu num ápice os concursos de Lima e de Sílvio que vão jogar, obviamente, contra o Benfica.

Compreende-se e justifica-se o acto de gestão portista.

Antes do jogo com o Marítimo, por exemplo, o Benfica ainda tentou contratar Kléber mas tudo indica que chegou atrasado, muito atrasado. Mas, curiosamente, foi um futuro jogador do FC Porto, Djalma, contratado ao mesmo Marítimo pouco tempo antes da deslocação dos funchalenses à Luz, quem marcou o primeiro golo do encontro colocando o Benfica a perder a menos de um quarto de hora do fim.

Está visto, portanto, que estas mais recentes contratações do FC Porto em Braga antes da visita do Benfica são muito mais do que um acto de gestão. Trata-se, no fundo, de uma fezada. E há que respeitar.

 

NO final do jogo com o marítimo, Jorge Jesus voltou a ter mais um daqueles seus momentos fadistas e lá saltou de peito aberto para o meio da confusão gerada entre os jogadores do Marítimo e o árbitro do Porto.

No dia seguinte, o treinador do Marítimo foi entrevistado em estúdio pela Sport TV e afirmou repetidas vezes, perante tanta insistência, que não se tinha passado nada de especial nem de grave. É um testemunho a levar em conta porque Pedro Martins também lá andou pelo meio.

Já o presidente do FC Porto que assistiu pela televisão veio tecer os seus comentários. «No túnel da Luz seja o for que aconteça não é novidade e agora também já deixaram os túneis», disse.

Tão estranho ouvir Pinto da Costa a desdenhar, maldizer e mesmo a condenar «os túneis» depois de termos ouvido, ao longo de duas década, um rol de queixas a referirem-se ao túnel das Antas e do Dragão, como locais pouco recomendáveis, até para a saúde pública.

Porventura seriam todos os queixosos uma cambada de aldrabões ou de exagerados que mal viam um simples guarda Abel logo imaginavam de dentes arreganhados uma corporação inteira, à militar ou à paisana.

Mas foram lamentos que fizeram História.

E ouvir hoje Pinto da Costa a maldizer «túneis» é quase como ouvir o Joaquim Bastinhas a atacar as touradas, o Júlio Pereira a maldizer o cavaquinho, o José Cid a maldizer o piano, a TVI a maldizer os reality shows, o Dom Nuno Álvares Pereira a maldizer a táctica do quadrado, a Filipa Vacondeus a maldizer os trens de cozinha em aço inoxidável, a Disney a maldizer os irmãos Metralha, o Brecht a maldizer a distanciação, a Paris Hilton a maldizer as limusinas ou, para cúmulo do absurdo, o Berlusconi a maldizer os playboys xexés.

 

O Benfica está na final da Taça da Liga e vai conhecer hoje o nome do seu adversário. Ontem somou a sua 18ª vitória consecutiva e o jogo nem começou bem. O Sporting marcou primeiro e o Benfica só conseguiu empatar doze minutos depois, por Cardozo, aproveitando um dos seus pontos fortes: os penalties de cabeça.

Já nos penalties com os pés, o paraguaio voltou a não acertar. Enfim, faz tudo parte do argumento deste filme incrível que tem sido a época dos campeões nacionais desde que acordaram para a luta depois de um inicio do tal inicio de temporada penoso.

E, como não poderia deixar de acontecer, porque já faz parte da tradição recente, o Benfica marcou o golo da vitória no tempo de descontos e o Sporting sofreu o golo da derrota no tempo de descontos.

José Couceiro, que se estreou como director desportivo-treinador, lamentou o trabalho do árbitro porque interrompeu um contra-ataque do Sporting beneficiando o infractor. Foi pena, de facto.

Quem sabe se, para além do golo de Postiga, esse contra-ataque não proporcionaria uma segunda e última jogada de perigo do ataque sportinguista em 90 minutos de jogo.

Agora o Benfica vai continuar a sai amalucada viagem em quatro frentes e o Sporting vai para eleições.

Autor: Leonor Pinhão

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 14:59

Março 06 2011

Jorge Jesus orientou esta manhã um treino ligeiro no Estádio 1.º de Maio, em Braga.
A sessão começou já perto das 11 horas, com o autocarro que transportava a equipa, apesar de escoltado, a ter dificuldades em estacionar junto ao recinto, devido aos automóveis dos pais das crianças que, num campo anexo, estavam a jogar futebol ou a praticar atletismo.
A chegada do Benfica surpreendeu os presentes e, apesar da vontade encarnada de a realizar à porta fechada, a sessão acabou por ser acompanhada por meia centena de pessoas.
Apesar de um ou outro piropo entre adeptos benfiquistas e bracarenses, tudo decorreu dentro da normalidade.
O treino, que serviu para desentorpecimento muscular, durou cerca de 45 minutos.
O jogo com o Sporting de Braga, no Estádio AXA, está agendado para as 20.15 de hoje. Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 14:34

Março 06 2011

publicado por Benfica 73 às 14:23

Março 06 2011

Jesus deve apostar na mesma equipa que venceu o Sporting. Avalia, hoje, desgaste físico de Nicolás Gaitán. Pablo Aimar fica fora da lista de convocados mas José Luís Fernández, César Peixoto e Airton estão de regresso.

Jorge Jesus toma o pulso, hoje, no habitual treino matinal em dias dos jogos, aos jogadores que mais desgaste físico têm acusado. O cansaço de Nico Gaitán foi evidente nos dois últimos jogos mas o argentino deverá fazer mais um esforço contra o SC Braga. Caso não esteja nas condições ideais, Franco Jara surge como opção mais forte para substituir o compatriota.

Sem espaço para errar, Jesus tem de pedir mais um sacrifício aos habituais titulares. Em princípio, salvo alguma contrariedade física, os campeões nacionais devem apresentar-se em Braga com o mesmo onze que venceu o Sporting (2-1), na quarta-feira. Ainda assim, o treinador do Benfica precaveu-se, convocando 20 jogadores. Na lista, não consta Pablo Aimar, que ontem se limitou a fazer tratamento a uma mialgia na face posterior da coxa direita, no Caixa Futebol Campus, no Seixal. O médio argentino, de 31 anos, tem em risco, até, a participação nos jogos com Paris Saint-Germain (quinta-feira, para a Liga Europa) e Portimonense (domingo, para a Liga), ambos no Estádio da Luz.

Em relação à última convocatória, Weldon fica fora da lista, por opção, enquanto se assinala os regressos de José Luís Fernández, reforço de Janeiro utilizado apenas em 57 minutos, César Peixoto e Airton. O argentino não era chamado desde o jogo com o V. Setúbal (nem sequer foi para o banco), depois de se ter estreado com o Desp. Aves, para a Taça da Liga, a 30 de Janeiro. Peixoto lesionara-se a 8 de Fevereiro - tinha sido titular nas vitórias sobre o FC Porto no Dragão, para a Taça, e sobre o V. Setúbal para a Liga. Já o médio brasileiro não foi opção no jogo com os leões.

Alta intensidade.
Não se prevê que qualquer das três novidades da lista de convocados seja aposta na equipa titular. Roberto, Maxi, Luisão, Sidnei e Fábio Coentrão são indiscutíveis na defesa; Javi, Salvio, Carlos Martins e Gaitán oferecem mais garantias no meio-campo; Saviola e Cardozo estão seguros no ataque. Excluindo Aimar, que ficou em Lisboa, nenhum dos jogadores «mais sobrecarregados apresenta sinais de risco», assinalou Jesus, na conferência de Imprensa de antevisão ao jogo. Isso não o inibiu, no entanto, de testar, durante a semana, duas alternativas a Gaitán - Jara e César Peixoto.

Última nota: cinco jogadores estão em risco de suspensão - Maxi Pereira, Luisão, Jardel, Fábio Coentrão e Salvio falham o jogo com o Portimonense, na próxima jornada, se virem um amarelo.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 14:14

Março 06 2011

O Paris SG deu continuidade ao mau momento e perdeu (1-0) no terreno do Auxerre. O único golo da partida aconteceu aos 86 minutos, por Chafni, que aproveitou o facto do guarda-redes do PSG estar adiantado.

Com este resultado, a equipa da capital pode perder o 4.º lugar para o Lyon, em vésperas de visitar a equipa do Benfica para a Liga Europa.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 13:07
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Março 06 2011

A lesão muscular contraída por Aimar, no dérbi da passada quarta-feira, veio dissipar uma das últimas dúvidas referentes ao onze que os campeões nacionais vão apresentar em Braga. Carlos Martins, o escolhido para coordenar o ataque das águias diante do Sporting, vai voltar a pegar na batuta, jogando atrás dos dois avançados da formação encarnada.

Apesar de ter vindo a corresponder sempre que é chamado ao onze, o internacional português, de 28 anos, tem sido a principal vítima do bom momento de forma que El Mago vinha apresentando, sabendo-se que uma das preocupações de Jesus, nas últimas semanas, passou por evitar que o argentino acumulasse sintomas de fadiga.

Sempre que o resultado o permitiu, o técnico poupou o camisola 10 nos minutos finais e até o deixou no banco nos dois duelos com o rival leonino. Contudo, no último, para a Taça da Liga, acabou por apostar no sul-americano que, poucos minutos após ter entrado, sentiu uma dor na coxa direita. A prioridade passa, agora, por recuperar o médio-ofensivo para o embate com o PSG.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 12:45

Março 06 2011

Continuar em quatro provas quando já entrámos no último terço da temporada é assinalável, mas apresenta custos, principalmente no aspeto físico, e o Benfica começa a sofrer os efeitos colaterais do desgaste provocado por esta série de jogos consecutivos.

O sector canhoto da equipa é talvez o que oferece maior preocupação a Jorge Jesus, já que Gaitán tem denotado algum cansaço nos últimos encontros – contraiu inclusive uma lesão muscular na partida com o Marítimo – e Coentrão pouco descansou esta época.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 12:12

Março 06 2011

Fábio Coentrão a caminho de reforçar tendência. Três jogadores do clube entre as 15 maiores transferências da época. Benfica foi o segundo clube a facturar mais, atrás do Liverpool.

É uma tendência recente que deverá ser reforçada lá para o Verão: o Benfica a intrometer-se na elite financeira no que à venda de passes de jogadores diz respeito. Somando a fase do último defeso e a reabertura do mercado de Inverno, os encarnados colocaram o nome do clube em três das 15 maiores transferências mundiais da temporada, graças às negociações de Ramires e David Luiz (este em Janeiro) para o Chelsea e Di María para o Real Madrid.

Ontem, mais uma vez, Jorge Jesus fez questão de lembrar uma das suas obrigações, além da conquista de títulos: fazer emergir o melhor de cada jogador para futuros ganhos. «Estou preparado para os trabalhar e potenciar para que o Benfica ganhe com isso em termos desportivos e financeiros», disse o técnico, em conferência de Imprensa, a propósito da provável saída de Fábio Coentrão no final da época, por valores superiores a 20 milhões de euros (tem uma cláusula de 30 milhões), a fasquia mínima que marcou as exigências negociais de Luís Filipe Vieira para compensar a saída de um dos seus.

O lapso de Jesus
Na sequência do discurso, Jorge Jesus mostrou-se orgulhoso por ajudar o Benfica a ser «o clube no Mundo que mais dinheiro fez em venda de jogadores». Ninguém pode tirar-lhe a confiança que evidencia nas palavras, mas o técnico pecou por omissão: A BOLA fez as contas e concluiu que os encarnados ficaram em segundo lugar na lista dos clubes que mais facturaram na presente temporada, somando as duas janelas de mercado (Verão e Janeiro), atrás do Liverpool mas à frente, por exemplo, do Valência, que só em duas vendas arrecadou quase 69 milhões de euros. É a medalha de prata no pódio dos milhões. O que é notável.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 11:30

Março 06 2011

publicado por Benfica 73 às 10:05

Março 06 2011

A equipa de Paulo Fernandes foi vencer, este sábado, ao recinto do Boticas por 1-2, numa partida relativa à 20.ª jornada do campeonato nacional.
Davi abriu o marcador logo no primeiro minuto, mas a formação da casa chegou à igualdade no início do segundo tempo. Davide marcou aos 25 minutos.
O golo da vitória do Benfica surgiu a um minuto do fim e foi apontado por Marinho.
Com este resultado, os campeões europeus continuam no primeiro lugar da tabela classificativa.

Fonte: SLB

publicado por Benfica 73 às 09:46

Março 06 2011

A equipa de basquetebol masculino do Sport Lisboa e Benfica recebeu e venceu, este sábado, o CB Penafiel por 87-64, em encontro da 18.ª jornada da Liga.
Os “encarnados” entraram extremamente fortes no capítulo ofensivo frente à formação nortenha, conseguido um vantagem muito confortável no final do primeiro período (29-11).
Os comandados de Henrique Vieira continuaram a demonstrar um grande acerto no ataque, não permitindo grandes veleidades em termos defensivos, o que lhes permitiu ir para o intervalo a vencer por 54-26.
Os forasteiros vieram mais fortes do descanso e conseguiram um parcial de 16-28, atenuando assim a diferença pontual no final do terceiro período (70-54).
Os “encarnados” voltaram a ser superiores no último período e carimbaram, assim, a vitória por 87-64.
A equipa de Henrique Vieira passou a contabilizar 14 triunfos na competição, onde têm menos um jogo.

Fonte: SLB

publicado por Benfica 73 às 09:28

Março 06 2011

A equipa de voleibol masculino soma e segue na 2.ª fase do campeonato nacional da modalidade. Desta vez, os “encarnados” foram implacáveis na recepção ao Leixões, conquistando a quarta vitória em outros tantos desafios.
O Benfica apresentou-se demasiado forte no primeiro “set” e alcançou, por isso, uma vantagem irrecuperável por parte do Leixões (15-6). Os homens de Matosinhos baixaram os braços e a equipa de José Jardim fechou o parcial por 25-10. O Leixões equilibrou o encontro no segundo “set”, chegando a estar empatado a oito pontos. O Benfica colocou-se depois a vencer por 12-10 e aproveitou para ir consolidando a vantagem até ao final, triunfando pelo parcial de 25-18.
Os visitantes até chegaram a estar a vencer no início do terceiro “set” (8-9) mas, mais uma vez, os pupilos de José Jardim responderam com vários pontos consecutivos, acabando com as poucas esperanças do adversário (14-10).
O Benfica continuou a coleccionar pontos atrás de pontos e terminou com um triunfo por 25-13.
Desta forma, a equipa da Luz continua no topo da tabela classificativa.

Fonte: SLB

publicado por Benfica 73 às 08:59

Março 06 2011
publicado por Benfica 73 às 07:41
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Março 06 2011

Há coisas que nunca mudam. Apesar de as investidas de Jorge Jesus serem feitas às claras, filmadas de todos os ângulos e passíveis de censura pública imediata (e mediática), para não dizer prévia, há quem as veja envoltas em penumbra e só seja capaz de as situar dentro de um túnel recôndito e misterioso. Felizmente os desmandos do treinador do Benfica, a rebentar emocionalmente com a pressão que a grandeza do clube sobre ele exerce, são realizados no centro do relvado, frente ao esquema de realização televisiva com mais câmaras, impossível de esconder, retocar ou envolver em trevas jurídicas. Jorge Jesus mostra-se genuíno e frontal, para espanto de quem aprecia versões obtusas e desenvolveu técnicas de legitimação legalista para a mais tosca súcia futebolística.

No final de um jogo de enorme importância, o presidente do FC Porto atirou para o túnel dos testemunhos gratuitos uma atoarda típica, não resistindo a morder o pescoço dos seus heróis, retirando dimensão e efeito a um triunfo de implicações positivas com a tentativa de abertura de mais uma frentezinha de guerrilha. A alegação de “incentivos” indirectos aos adversários pontuais do FC Porto é apenas mais uma da longa série de acusações gratuitas e graves que a Liga, dirigida por um velho correligionário, ignorará olimpicamente, incapaz de tomar a defesa certa num confronto entre os interesses particulares e o bem comum. Como consequência, mais uma vez a excelente exibição e convincente triunfo começaram por diluir-se na espuma das ondinhas de Olhão e acabaram submersas pela vaga de fundo que devolveu o Estádio da Luz ao epicentro das emoções desportivas do país – somando já 20% mais de espectadores do que o rival.

As erupções de adrenalina de Jorge Jesus no final dos seus despiques com os amigos da Madeira são passíveis de corretivo e não se entende que demorem tanto tempo a ser julgadas como as patifarias acobertadas por minas de lona ou possam acabar impunes como qualquer arranjinho secreto apenas audível no YouTube. Os empurrões, estaladas e fanfarronices do treinador encarnado surgem aos holofotes como rabos e orelhas cortadas depois de emotivas batalhas no redondel da bola – e repetem-se numa sugestão de incentivos premeditados de quem quer manter em segregação, já para o jogo seguinte, a adrenalina do 3.º Anel.

Jorge Jesus joga com as emoções de um clube em êxtase, não obstante ter virtualmente falhado, cedo de mais, o objetivo principal. Não há memória de tanto entusiasmo em torno de uma equipa não campeã – e ninguém conseguirá espoletar um incentivo mais eficaz do que estádios cheios e retumbantes retornos mediáticos. E assim, mais uma vez, é também com a transparência dos atos e da regulação que os órgãos disciplinares da Liga se confrontam neste novo fenómeno das explosões de mau génio do treinador do Benfica. As irregularidades são claras e os acórdãos têm obrigação de também o ser, quando se esgotarem os prazos adequados de investigação e de julgamento. Do mesmo se pudessem orgulhar todos os que são apanhados a pisar o risco e a falar de mais nos bas-fonds da bola.

Autor: JOÃO QUERIDO MANHA
Fonte: Record
publicado por Benfica 73 às 00:37

Março 06 2011

O FC Porto derrotou este sábado o Benfica por 7-5, no clássico do hóquei em patins nacional, e ascenderam à liderança do campeonato.
Em jogo a contar para a 21.ª jornada do campeonato, os campeões nacionais levaram a melhor uma partida onde não faltou emoção.
Com o pavilhão Dragão Caixa lotado, os dragões foram quem inauguraram o marcador. Ao intervalo, o Benfica perdia por 4-1 mas reagiu no início da 2.ª parte, tendo reduzido para 4-3.
Quando o resultado registava 5-4, os hoquistas encarnados reclamam um lance onde alegam que introduziram a bola dentro da baliza. O juíz mandou seguir o jogo.
Depois, o FC Porto marcou dois golos em dois minutos e "arrumou" praticamente a partida, que terminou com o mesmo resultado do jogo da 1.ª volta, em Lisboa.
Marcadores:
1-0, Reinaldo Ventura
1-1, Luís Viana
2-1, Pedro Moreira
3-1 Emanuel Garcia
4-1 Pedro Gil
4-2 Caio
4-3 Caio
5-3 Reinaldo Ventura
5-4 Valter Neves
6-4 Pedro Moreira
7-4 Emanuel Garcia
7-5 Luís Viana

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 00:10

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