Dezembro 10 2010

O presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, garantiu esta noite que Jorge Jesus é, e continuará a ser, o treinador do Benfica.

«Nenhum benfiquista pode ter memória curta. O treinador do Benfica é o mesmo que nos deu o título nacional. O Jorge Jesus faz parte da solução, nunca do problema. Não podemos voltar a passado recente. Ninguém no Benfica está satisfeito com a situação que vivemos», disse em entrevista à televisão do clube.

O presidente das águias disse que «os jogadores também estão tristes» e reconheceu que foi um erro ter despedido Fernando Santos: «Não podemos escolher o caminho mais fácil, que é o que nos conduz a mais problemas. Devemos recordar o que aconteceu com Fernando Santos. Foi um erro que cometi dizer-lhe que não iria continuar no Benfica. Tenho de aprender com os meus erros. Ao despedi-lo não se melhorou nada».

Luís Filipe Vieira frisou mesmo que Jesus é uma aposta pessoal sua: «o Benfica tem um treinador, irá continuar a ser, é o treinador dos benfiquistas, é o meu treinador. Os jogadores do Benfica estão muito tristes com o que está a passar-se e a fazer um grande esforço para inverter a situação».

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 23:54

Dezembro 10 2010

O plantel do Benfica prosseguiu esta sexta-feira a preparação para o jogo de domingo com o SC Braga, referente à 4.ª eliminatória da Taça de Portugal.
De acordo com o site do Benfica, Rúben Amorim continua a ser o único elemento aos cuidados do departamento médico do clube. O médio realizou tratamento e trabalho de ginásio devido a uma mialgia de esforço coxa esquerda.
A equipa volta a treinar sábado, pelos 17 horas, à porta fechada no Caixa Futebol Campus. Depois da sessão, por volta das 19 horas, Jorge Jesus fará a antevisão ao jogo com o SC Braga.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 23:32

Dezembro 10 2010

O internacional português Fábio Coentrão está confiante que a derrota com o Schalke faz parte do passado e que vão regressar às vitórias, no domingo, frente ao SC Braga, para a Taça de Portugal.
Como está animicamente o grupo?
Está bem, confiante. Já esquecemos a derrota frente ao Schalke 04. Foi uma derrota que todos sentimos muito, pois era um jogo que tínhamos todas as hipóteses para vencer. Mas a Liga dos Campeões já está para trás. Os erros já foram corrigidos durante esta semana, e esta é uma prova diferente. Estamos só a pensar no SC Braga e na Taça de Portugal, uma competição em que queremos chegar à final... e vencê-la! Por isso, vamos dar o máximo para vencer o SC Braga!
As notícias sobre a continuidade do treinador ou têm desestabilizado o grupo? Como as têm sentido?
É complicado, mas o grupo está unido, como sempre esteve. Estamos a ter um pouco de azar. Não é por falta de vontade, que todos nós temos, de chegar aos jogos e vencer! Infelizmente, não temos tido essa sorte. O grupo está unido e o treinador esteve sempre connosco. Não me canso de o repetir: dedica-se 24 horas por dia ao Benfica, é um excelente treinador. Isso de dizerem que o mister está a prazo é uma extrema injustiça. É um excelente mister, excelente trabalhador, dedica-se ao máximo ao clube. Com ele, todos juntos vamos dar a volta por cima e dar muitas vitórias e alegrias ainda ao Benfica e adeptos esta época!
Mas desestabilizam o grupo ou não, estas notícias?
Não. O que desestabiliza são as derrotas. Quando perdemos é que é complicado. Para passarmos esta fase má que estamos a passar, a solução é vencermos jogos! Começar, já, por vencer o SC Braga, um jogo muito complicado, diante de uma excelente equipa. Mas nós também temos muita qualidade no nosso grupo, do Benfica. O objectivo é vencermos, e tudo faremos por isso.
Acha que o SC Braga surgirá ferido, depois de uma vitória e cinco derrotas nos últimos seis jogos?
Não sabia disso. Mas o Benfica também perdeu 2 jogos na Champions, com o Hapoel e o Schalke 04. Também vimos de uma fase menos boa. Mas isso, o passado, a história recente, não faz jogar: o que faz jogar é a qualidade dos jogadores. Todos sabem que o SC Braga tem excelente equipa, é capaz de tudo: têm muita qualidade no seu plantel. Mas o Benfica também! E queremos demonstrá-lo dentro de campo, já no domingo!
A Taça de Portugal é um objectivo?
Queremos chegar à final e vencê-la! Estou plenamente confiante de que vamos chegar à final e vencê-la. Tudo faremos para vencer este troféu!
Este SC Braga visita a Luz numa condição muito diferente da última época. Desconfia do SC Braga?
Sim! Mas é sempre de desconfiar! Não só do SC Braga: temos de desconfiar de todas, pois hoje em dia não há jogos fáceis nem equipas fáceis. Exemplo disso é que o ano passado fomos campeões mas tivemos que lutar em todos os jogos. O SC Braga tem bons jogadores. Desconfiamos do SC Braga como de qualquer equipa.
Quais são, em seu entender, os pontos mais fortes e menos fortes do SC Braga?
O mister é que tem que nos dizer isso a nós, deixo para ele, para tentarmos contrariar depois, dentro do campo.
E espera o apoio dos adeptos, que também têm demonstrado algum desapontamento com a equipa?
Sim, mas nunca nos deixaram de apoiar! É normal que estejam um pouco revoltados: nós, jogadores, também estamos revoltados! Também me sinto triste. É uma fase má que estou a passar, estou triste como eles: o Benfica não ganha. Mas têm de estar connosco: só unidos é que conseguiremos por o Benfica forte e trazer muitos troféus para o clube!
Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 22:18

Dezembro 10 2010

ELMANO SANTOS - El Mano para os amigos, provavelmente - não tinha muito por onde escolher quando Jailson converteu com êxito o pontapé de grande penalidade que permitiria ao Vitória de Setúbal empatar o jogo com FC Porto no Estádio do Dragão.
Como é absolutamente perceptível através das imagens televisivas, de apito na boca, o árbitro madeirense viu Jailson correr para a bola e, depois, desacelerar a corrida para enganar Helton com um pontapé de belo efeito. Mas El Mano mandou repetir o castigo porque ainda não teria apitado para autorizar a cobrança.
El Mano é assim mesmo. Se Jailson tivesse acertado nas redes no ser segundo chuto, El Mano teria mandado repetir, uma vez mais, porque estava um jogador do FC Porto dentro da área o que, pela lei, é proibido. Mas Jailson falhou, atirou para as nuvens e El Mano suspirou de alívio, outra coisa não poderia ele fazer.
Faltava pouco tempo para o fim do jogo e o empate iria, certamente, complicar a vida do árbitro tendo em conta os registos históricos do campeonato corrente.
Sempre que o FC Porto empatou nesta temporada aconteceu que o seu treinador, André Villas-Boas, fez-se expulsar. Ora, na segunda-feira, Villas-Boas, que já tinha sido expulso na jornada anterior em Alvalade, não estava no banco.
Foi nisso que terá pensado o árbitro quando o Vitória de Setúbal empatou. «Agora vou ter de expulsar o Villas-Boas... espera aí... não posso expulsar o Villas-Boas... só se subir os degraus todos da bancada até ao camarote onde ele está a ver o jogo...»
De acordo com esta perspectiva é legítimo especular no que se teria passado se o mesmo Jailson tivesse logo falhado o seu primeiro pontapé de grande penalidade sem que o árbitro tivesse ainda apitado para autorizar a execução do castigo.
Teria El Mano mandado repetir o penalty?
Certamente que não.
Não se atreveria a prolongar a agonia e o suspense nas bancadas do Estádio do Dragão e inviabilizada a hipotética igualdade a tão curta distância do final do jogo, jamais El Mano Santos correria o risco de se expor a uma segunda tentativa de golo para o empate. Principalmente porque não poderia, de seguida, expulsar o ausente Villas-Boas, como mandam as regras de isenção nesta prova.
Há dez anos, num Benfica - Sporting, aconteceu uma coisa parecida. Pierre Van Hooijdonk converteu com sucesso uma grande penalidade contra os rivais e o árbitro Jorge Coroado mandou repetir o castigo ou porque estaria algum jogador dentro da área ou porque considerou que Van Hooijdonk, estando isolado de frente para o guarda-redes do Sporting, se encontrava em posição de fora-de-jogo, sem dúvida a hipótese mais verosímil.
A verdade é que o segundo pontapé do fabuloso avançado holandês foi ainda mais certeiro e mais potente do que o primeiro, Coroado deu o concurso por terminado e mandou a bola ir ao centro para grande alegria de Van Hooijdonk, que até deitou a língua de fora, e para alegria de José Mourinho que era o treinador do Benfica e que até esboçou um manguito mais do que apropriado.
Quarenta e oito horas depois do último FC Porto - Vitória de Setúbal, surgiram através da imprensa declarações do presidente dos sadinos insurgindo-se contra a «displicência» com que o pobre Jailson correu pela segunda vez para a bola. Não parece justa esta indignação de Fernando Oliveira. Pierre Van Hooijdonk há poucos... Coroados e Elmanos é que há muitos.

A Espanha perdeu a organização do Mundial de 2018 para a Rússia. Ou seja, a Rússia teve de esperar pelo desmembramento da União Soviética para se poder apresentar solteira e vitoriosa perante os maiores da FIFA. E a Espanha, apresentando-se casada com Portugal, não teve direito à festa.
Nem se poderá dizer que a Espanha perdeu o Mundial porque levou um noivo fraco ao concurso. A FIFA de Blatter gosta de afirmar o seu expansionismo abrindo caminho por anteriormente inimagináveis fronteiras-mercados, como já aconteceu com a Coreia-Japão-África do Sul e irá acontecer, em 2022, com o Catar, sem dúvida o mais exótico de todos os destinos na rota da poderosa indústria do futebol.
Os espanhóis, campeões do mundo, terão ficado aborrecidos com o contratempo. E os portugueses? E nós?
Vejamos as coisas pelo lado bom. Livrámo-nos de oito anos de agitação e propaganda das virtudes do matrimónio ibérico e, como bons patriotas que somos, podemos ainda festejar com Irina Shaik, a noiva russa do português mais famoso em todo o mundo, Cristiano Ronaldo, o sucesso da candidatura do seu país.
E nem vamos ter que pagar a boda, felizmente.

A Checoslováquia foi em Estado que se desmembrou em dois outros Estados, a República Checa e a Eslováquia e agora, diz a imprensa internacional, quer reatar a relação exclusivamente no que diz respeito ao futebol. As Federações de Futebol dos dois países deitaram contas à vida e mostrando-se saudosas do tempo em que havia um campeonato da Checoslováquia, mais intenso e mais divertido, solicitaram um parecer à UEFA sobre a hipótese de se voltarem a casar.
Como consequência do noivado ibérico que levou até ao altar da FIFA a proposta da organização comum do tal Mundial de 2018, diz a imprensa nacional que os presidentes das duas Ligas, José Luis Astiazaran, da Liga de Madrid e Fernando Gomes da Liga do Porto, estão a equacionar «a fusão das principais Ligas de futebol dos dois países».
A UEFA, contactada para tal eventualidade, deu a mesma reposta que terá dado aos checos e aos eslovacos, saudosos da Checoslováquia: «Não existe nos regulamentos nem nos estatutos nada que impeça duas Ligas de se juntarem na organização de um só campeonato. No entanto, o primeiro passo terá de ser dado pelos interessados.»
Ah, que bom seria vermos o grande El Mano Santos a arbitrar o Ayamonte-Monte Gordo! E segue já o pedido de desculpas quer para Ayamonte quer para monte Gordo...

EM Portugal temos uma competição interna, o campeonato, que até se poderia chamar a Taça do Golfe por razões sobejamente conhecidas. Mas nas Arábias existe mesmo uma competição, de cariz internacional, que se chama Taça do Golfo, o que sendo uma coisa completamente diferente do nosso golfe-futebolístico, não deixa também de ter um saborzinho amargo português, pelo menos nas suas duas últimas edições.
É que a saga de José Peseiro, agora no comando da selecção da Arábia Saudita, continua a impressionar. Depois de ter perdido a Taça do Golfo, no ano passado, para a selecção de Omã no desempate por grandes penalidades, coube-lhe perder, no passado domingo, a mesma competição para a selecção do Kuwait no prolongamento. Um dia isto vai ter de mudar... só que não se sabe em que continente será.
Já Nelo Vingada, por exemplo, encontrou a felicidade no continente asiático e ei-lo campeão da Coreia do Sul aos comandos do FC Seoul. É obra.

O Benfica continua na Europa. Foi Obra, oh, se foi...

Autor: Leonor Pinhão

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 17:05

Dezembro 10 2010

RECORDEI há dias, o western de F. Zinnemann O comboio apitou três vezes. Por causa de um jogo em que o árbitro também apitou três vezes. Para apitar um 1.º penalty que não deveria ter apitado. Para apitar um 2º penalty. E para apitar que ainda não tinha apitado. E não houve necessidade de apitar mais porque o marcador do 1.º penalty fez ouvidos de mercador e pés de marcador. E porque o marcador do 2.º penalty, com tantos apitos no ouvido, resolveu trocar um golaço por uma homenagem ao apitaço.

Não sei a cor do apito. Dourado não era. Encarnado nem pensar. E o material? De madeira da Madeira? De lata? Ultrasónico? Da loja do mestre André? Com controlo remoto? Ou fabricado numa das vilas boas para apitos?

O certo é que foi um apito cujos decibéis dependeram não só dos pulmões ou dispneia do apitador como da sensibilidade à dor do apito. A bola entrou, houve dor. A bola não entrou, não houve dor. Nem sequer dor da apito (xina) que é o veneno dos zângãos.

O apitador chama-se, em versão moura e familiar, El Mano. Que apita entre semibreves e semifusas, entre dós sustenidos e lás naturais.

Um delicado irmão, este El Mano! Até pode, numa próxima vez, substituir o apito pelo 'surdo' que, no Brasil, é um tambor cilíndrico de som forte e grave, usado no samba e muito considerado pela torcida! Ficariam, assim, sincronizadas e cegueira, a surdez e a torcida.

Razão tem o provérbio onde está o apito e o atom, não faz o demo o seu som, ao qual juntaria agora um outro com um inciso antes do apito: o jogo só termina quando o árbitro (não) apita. E sendo Santos o árbitro El Mano, se conclui, em versão inversa do adágio, que santos de fora fazem milagres...

Autor: Bagão Félix

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 17:03

Dezembro 10 2010

O Conselho de Arbitragem da Federação anunciou, esta sexta-feira, as nomeações para os jogos deste fim-de-semana da Taça de Portugal.

Destaque maior para a nomeação de Carlos Xistra para o jogo entre Benfica e SC Braga, em atraso da quarta eliminatória da competição.

Quanto à quinta eliminatória realce para Marco Ferreira (AF Madeira), escolhido para dirigir o FC Porto – Juventude de Évora, enquanto Olegário Benquerença estará no V. Setúbal – Sporting.
Eis a lista completa de nomeações:
Sábado:
FC Porto – Juventude de Évora, Marco Ferreira (AF Madeira)
V. Setúbal – Sporting, Olegário Benquerença (AF Leiria)

Domingo:
Rio Ave - Atlético, Diogo Santos (AF Aveiro)
Leixões - Pinhalnovense, Cosme Machado (AF Braga)
V. Guimarães – Torreense, Hugo Pacheco (AF Porto)
Benfica – SC Braga, Carlos Xista (AF Castelo Branco) *

* jogo em atraso da quarta eliminatória

publicado por Benfica 73 às 16:33

Dezembro 10 2010

O mercado de Inverno pode ditar uma profunda alteração na vida de alguns jogadores com os quais Jorge Jesus não conta e que, sendo ativos do clube, a SAD tem interesse em ver rentabilizados. É certo que nem todos estão nas mesmas condições, mas quase todos chegaram à Luz a pedido do técnico, de 56 anos.

Kardec pode ser visto como o nome mais surpreendente nesta lista, mas o camisola 31 não convenceu o treinador, nem tão-pouco os responsáveis pelo futebol quando foi chamado a substituir Cardozo. Precisa de amadurecer, na opinião do técnico, e o aparecimento de uma boa proposta pode levar a SAD a vendê-lo. Ainda assim, a hipótese de empréstimo não está descartada, desde que apareça um clube de renome no qual o avançado, de 21 anos, possa jogar com regularidade.

Uma saída do brasileiro levaria, obviamente, o clube a avançar para o reforço imediato do ataque, sabendo-se que o argentino Funes Mori é o alvo preferencial.

Também Weldon foi um pedido expresso do treinador, com quem já tinha trabalhado no Belenenses. O avançado, de 30 anos, pode sair já em janeiro, visto que o Benfica tem conhecimento de alguns clubes interessados na aquisição do ex-Sport Recife.

Aos dois avançados juntam-se ainda outros nomes como Roderick, Fábio Faria e Felipe Menezes. O central, de 19 anos, é, contudo, um caso especial, já que nele recaem muitas das esperanças dos responsáveis para o futuro do eixo defensivo e só uma situação de empréstimo a um clube no qual possa ser valorizado interessa às águias. No verão ficou no plantel por indicação do técnico, mas a situação pode, agora, inverter-se, estando ainda dependente do futuro imediato de David Luiz, mas também de Sidnei.

Não estando na mesma situação, convém referir o enigmático caso de Nuno Gomes. O capitão das águias não faz parte das opções de Jesus e muitas vezes tem sido convocado para acabar a ver os jogos na bancada. Mesmo depois do emocionante golo marcado à Naval, não voltou a ser opção do técnico.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 12:06

Dezembro 10 2010

O caráter decisivo da receção ao Sp. Braga pode levar Jorge Jesus a fazer marcha-atrás na intenção de proceder à rotatividade na baliza na Taça de Portugal.

A 13 de setembro, preparava-se o Benfica para iniciar a campanha na Liga dos Campeões, o treinador deu a entender que as redes das águias nas duas principais provas, Liga e Champions, ficariam à guarda de Roberto. JJ explicou, todavia, que o cenário podia ser diferente nas duas competições s

ecundárias, a Taça de Portugal e a Taça da Liga. A verdade é que, face à dececionante carreira no campeonato e na Europa, Jorge Jesus viu crescer exponencialmente a importância da Taça de Portugal. Do resultado com o Sp. Braga pode mesmo depender a sua continuidade à frente da equipa dos encarnados, o que o deve levar a apostar na solução que neste momento lhe apresenta mais garantias: Roberto.

Diga-se em abono da verdade que JJ se tem mantido fiel à filosofia da rotatividade. Frente ao Arouca, numa partida referente à 3.ª eliminatória da Taça de Portugal, o técnico das águias incumbiu Júlio César da missão de encher a baliza das águias. Só que nem o Sp. Braga tem a valia do Arouca, nem esta prova tinha naquela altura tamanha i

mportância: a 16 de outubro já o Benfica estava atrasado na Liga mas encontrava-se, por outro lado, bem dentro da Champions.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 12:01

Dezembro 10 2010

O percurso de David Luiz no Benfica caminha a passos largos para o final. A saída do defesa-central brasileiro é um dado praticamente adquirido por ocasião da reabertura do mercado, em Janeiro. Tudo indica que o destino do camisola 23 das águias seja o multimilionário Manchester City.

O xeque Mansour bin Zayed Al Nahyan, que tem 40 anos e é dono dos citizens, prepara-se para endereçar uma proposta por David Luiz, oferta essa que irá rondar os 30 milhões de euros. Embora o internacional canarinho, de 22 anos, esteja blindado com uma cláusula de rescisão de 50 milhões de euros, o Benfica pondera seriamente a possibilidade de aceitar transacioná-lo por 30. E a razão é simples: a SAD sabe perfeitamente que não pode competir com o Manchester City em termos salariais, tendo ainda consciência que não vale a pena prender uma vez mais o jogador. Mesmo que não de forma consciente, o rendimento de um atleta tem sempre a tendência para baixar quando ele sente que podia estar a ganhar pelo menos o triplo noutro clube. David Luiz sofre isso na pele, desde que o Benfica, numa tentativa de não enfraquecer a equipa, se recusou a vendê-lo a estes mesmo Manchester City, no verão, por 35 milhões de euros.

Reorganizar

Por outro lado, a SAD quer começar quanto antes a construir o próximo grupo de trabalho e, assim sendo, o encaixe financeiro proveniente da saída de David Luiz será preponderante para a captura de reforços , sobretudo de um sucessor do central. O emblema da Luz possui diversos elementos referenciados para este importante posto.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 09:52

Dezembro 10 2010

Plantel sente-se injustiçado pelas críticas duras que surgiram após derrotas com Hapoel e Schalke 04 e quer limpar imagem no jogo com o SC Braga. Balneário unido... na revolta geral.
O grupo de trabalho do Benfica ainda lambe as feridas após as derrotas com os israelitas do Hapoel (0-3) e os alemães do Schalke 04 (1-2), que ditaram o afastamento da Liga dos Campeões e ameaçaram a continuidade na Liga Europa.
O plantel tenta, sobretudo, reerguer-se e esquecer os acontecimentos mais recentes, que deitaram abaixo a felicidade de um grupo amado e respeitado pelos adeptos após uma época brilhante, e recuperar a imagem perdida.
Ansiosos que chegue o jogo
Eis, pois, no horizonte próximo o encontro com o SC Braga, domingo que vem, que os encarnados gostariam, certamente, que fosse já hoje, tal a ansiedade que reina no balneário. Esse encontro, diante do grande adversário à conquista do título da época passada, parceiro (também já afastado) de Liga dos Campeões da presente temporada, domina já as mentes dos jogadores de Jorge Jesus, que além de terem por missão salvar a pele do seu chefe de equipa têm também a responsabilidade de salvar as suas próprias peles.
Adeptos impõem respeito
As críticas recentes, duras, naturalmente, perante tão fracas exibições, feriram o orgulho dos jogadores, assobiados pontualmente na noite do jogo com os alemães. Os assobios, porém, não são a única manifestação de desagrado, pois na memória do plantel está igualmente a visita dos adeptos mais radicais dos encarnados ao Caixa Futebol Campus.
A invasão do relvado onde a equipa se treinava acabou por ser pacífica, mas deixou marcas e receio nos futebolistas, perante a pressão a que foram expostos. Temem que as coisas se agravem se não for rapidamente invertido o rumo dos acontecimentos e entendem que estão a ser injustiçados, pois no balneário há a convicção de que não existe comodismo nem tão pouco falta de empenho.
Jesus “à boleia” de um triunfo
A verdade, porém, é que o grande factor de revolta de um balneário não tão forte como o da época passada, blindado por vitórias constantes e constante boa disposição, acaba por ser, neste momento, a revolta generalizada. Os jogadores querem provar a quem está de fora que continuam a ser bons e que as críticas à sua forma de estar em campo são infundadas.
A relação entre o balneário e o treinador também não é a mesma, mas é convicção geral que uma vitória sobre o SC Braga levaria à boleia um Jorge Jesus a precisar desesperadamente de algo positivo.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 09:47

Dezembro 10 2010

Médio-esquerdo do Racing pode ser primeiro reforço de Inverno. Funes Mori talvez só no Verão.
José Luís Fernández, 23 anos, médio esquerdo do Racing, é, neste momento, o alvo de Inverno mais próximo de ser concretizado por parte do Benfica.  As reuniões têm-se intensificado nas últimas horas, com Miguel Pires, agente do jogador e intermediário do empresário Kia Joorabchian na Argentina, a tratar do processo.
Tudo aponta para um acordo nos 1,5 milhões de euros, com Kia a assumir os custos da operação e a ceder depois o atleta às águias.
Já Funes Mori, 19 anos, avançado do River, dificilmente chegará em Janeiro. O River recusou última oferta, superior a oito milhões, e pode acontecer que Kia Joorabchian só volte à carga no Verão.
O médio Enzo Pérez, 24 anos, médio do Estudiantes, pode sagrar-se este fim-de-semana campeão do Torneio Abertura, pelo que, segundo o seu agente, Adrian Castellano, «até lá não haverá novidades».

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 09:37

Dezembro 10 2010

O conselho de administração da SAD do Benfica reuniu-se na tarde de ontem para analisar o actual momento da equipa de futebol, depois da derrota com o Schalke 04 e a passagem tangencial - e à custa de resultados de terceiros - à Liga Europa. Fonte encarnada garantiu a O JOGO que o despedimento de Jorge Jesus não foi sequer colocado em cima da mesa para discussão. Pelo contrário: de acordo com a mesma fonte, a permanência do Jorge Jesus no Benfica não depende do resultado do encontro com o Braga, para a Taça de Portugal, do próximo domingo. Jorge Jesus está, conforme nos foi dito, "de pedra e cal" no Benfica. É esta a mensagem que Luís Filipe Vieira vai transmitir aos adeptos esta noite, na entrevista que tem prevista para as 21h00 na Benfica TV. Eventuais contratações, vendas e dispensas em Janeiro também foram analisadas na reunião da SAD, à qual não faltou nenhum dos seus administradores. É um dossiê, contudo, que está a ser tratado exclusivamente pelo presidente encarnado, Luís Filipe Vieira.

Fonte: O Jogo

publicado por Benfica 73 às 09:34

Dezembro 10 2010

O Benfica está a estudar o ataque ao mercado em Janeiro, mas deve fazê-lo com muito cuidado. É que a olhar para a investida no Verão tem razões para pensar duas vezes antes de cada contratação. A pedido de Jesus, a SAD do Benfica gastou 25,4 milhões em cinco jogadores para 2010/11 (Roberto, Fábio Faria, Salvio, Gaitán e Jara) e a verdade é que apenas o guardião espanhol se assumiu como indiscutível - após muitas críticas - e começa finalmente a conquistar os adeptos.

O camisola 12 foi o reforço mais caro do ano, mas Gaitán ficou pouco atrás - 8,5 milhões de euros contra 8,4 milhões, respectivamente. E se Roberto leva 20 jogos, 19 dos quais como titular (foi poupado na Taça de Portugal), o médio apresenta um registo inferior e até irregular. O esquerdino realizou 18 jogos, 15 como titular, mas disputou apenas 1188 minutos, numa média de 66' por partida. O ex-Boca Juniors já mostrou bons pormenores e fez três golos, mas ainda não conseguiu impor-se definitivamente e tem sido quase sempre substituído.

Quem não conseguiu justificar mesmo o investimento foram Fábio Faria, Salvio e Jara. O defesa, que chegou a troco de um milhão de euros, ainda não somou qualquer minuto - nem foi inscrito na Champions -, enquanto a dupla argentina tem sido aposta a partir do banco. O jogador emprestado pelo Atlético de Madrid, a troco de dois milhões de euros, soma até esta altura 600 minutos em 14 jogos (seis como titular) e está ainda em branco no que diz respeito a golos. E Jara, que até começou por prometer, face ao golo com a Académica, na primeira jornada, tem sido utilizado apenas por escassos minutos de cada vez que Jesus o lança.

Vieira já frisou que o técnico teve "os jogadores que pediu", o que este, ao seu estilo, considerou como "normal": "Tenho a equipa que pedi tanto esta época como na anterior", disse. Mas a verdade é que com o mesmo investimento de 2009/10 os resultados dos reforços são bem diferentes.

No último ano, o Benfica despendeu 25,04 milhões de euros em dez jogadores: Júlio César, Patric, Shaffer, César Peixoto, Javi García, Ramires, Felipe Menezes, Weldon, Keirrison e Saviola. E se alguns foram contratações falhadas e outros apenas suplentes úteis, Jesus até contou com um trio fundamental na caminhada para o título: Javi García, Ramires e Saviola. Os dois médios e o avançado foram sempre indiscutíveis e ajudaram a ganhar inúmeros jogos, quer pela solidez que deram ao meio-campo, quer pela capacidade de fazer a diferença no ataque com golos. Aliás, diferença nos jogos é coisa que os reforços desta temporada ainda não provaram ser capazes de fazer. E esse é o verdadeiro problema.

Fonte: O Jogo

publicado por Benfica 73 às 09:25

Dezembro 10 2010
publicado por Benfica 73 às 07:41
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Dezembro 10 2010

O médio do Benfica, Carlos Martins, terminou a fase de grupos da Liga dos Campeões no topo da lista dos jogadores com mais assistências.

O internacional português destacou-se com os quatro passes para golo no jogo com o Lyon, que os encarnados venceram por 4-3. A estes, juntou uma assistência na recepção ao Hapoel Telavive (vitória por 2-0), na jornada inaugural do Grupo B.

Aaron Lennon (Tottenham) e Juan Culio (Cluj), com quatro assistências cada, surgem logo atrás de Carlos Martins.

O número 17 das águias figura nas estatísticas da UEFA igualmente como o segundo jogador que mais vezes procurou visar a baliza. Com 11 remates fora do alvo, Carlos Martins foi superado apenas por... Cristiano Ronaldo, com 16 disparos.

De resto, o internacional português do Real Madrid concluiu a fase de grupos com o maior número de remates certeiros (15), contra 13 de Lionel Messi (Barcelona) e 12 de Etoo (Inter).

Neste parâmetro, destaque para a presença na 8.ª posição do avançado Matheus, do SC Braga, com 10 remates certeiros – em igualdade com Soldado e Aduriz (ambos do Valência), Luis Suaréz (Ajax) e Ibrahimovic (Milan).

Quanto aos melhores marcadores, Samuel Etoo terminou a primeira fase da Champions com sete golos. Logo atrás surgem Lionel Messi e Mario Gomez (Bayern), com seis tentos apontados.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 03:16

Dezembro 10 2010

O médio Ruben Amorim fez esta quinta-feira apenas trabalho de ginásio e tratamento por estar a contas com uma mialgia de esforço na coxa esquerda.
Segundo o site oficial do Benfica, Ruben Amorim é o único caso clínico do plantel na preparação para o jogo da Taça de Portugal com o SC Braga.
O Benfica regressa ao trabalho sexta-feira, às 10h30, no Caixa Futebol Campus, num treino à porta fechada.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 02:51

Dezembro 10 2010

Não é gralha: há “o” clube e há “a” sociedade desportiva (SAD). Ou melhor, havia. Porque a do Sporting está a caminho do fim da sua primeira vida, deixando um rasto de prejuízos.

Pedro Baltazar é, como muitos, doido pelo Sporting. Mas é, como poucos, acionista fundador da SAD. A sua empresa, a Nova Expressão, vai vender a posição de 11,7% ao próprio Sporting, para permitir ao clube continuar maioritário na SAD e, assim, viabilizar a reestruturação financeira. Vendeu com uma forte perda, o que chamou de demonstração do seu sportinguismo. Fica-lhe bem dizê-lo. Mas não é por sportinguismo que os bancos alinharam. É porque é assim que se age com as empresas incapazes de pagar o que devem. Na prática, o BCP e o BES darão um volumoso perdão de dívida ao Sporting.

A reestruturação passa pelo que se chama de “operação harmónio”: redução seguida de aumento de capital; integração do estádio e da academia; emissão de obrigações convertíveis. No fim da jigajoga, o Sporting ficará a controlar três quartos da SAD, o BCP e o BES ficarão com cerca de 15%, Joaquim Oliveira (que já teve 20%!) fica com cerca de 2% e os sempre maltratados pequenos investidores guardarão umas ações de baixo valor.

José Eduardo Bettencourt extingue, na prática, a participação de investidores na SAD. Talvez por opção, certamente por resignação: para manter o próprio clube. Depois disto, o Sporting não fica pronto para um ciclo de investimento, apenas liberto da pressão de tesouraria.

Não foi para isto que se criaram estas sociedades – foi para ter um modelo de gestão empresarial e de negócios. Acabar como veículo de ativos e passivos é o mesmo que nada. Todos perdem. Sobretudo os que acreditaram na SAD: os credores e os investidores, a quem agora dizem: “Para o ano é que é”. Mas será?

Autor: PEDRO S. GUERREIRO
Fonte: Record
publicado por Benfica 73 às 02:48

Dezembro 10 2010

A arbitragem de Elmano Santos no Dragão é um sinal preocupante do estado a que chegou o futebol português. O regime da podridão aí está, soberbo e desajeitado, sem pedir licença para se instalar. Um labéu contra o FC Porto? Acima de tudo, a verificação de que a bola indígena não quer regenerar-se e usa a arbitragem para expor os seus ditames, as suas forças e também as suas fraquezas.

Elmano Santos é apenas uma marioneta comandada pelos sinais que vão sendo emitidos pela(s) respetiva(s) “torre de controlo”. Um árbitro fraco, sem classe, desprotegido perante os vícios sistémicos de um futebol artesanal com tiques de “indústria”, que marca um penálti contra o V. Setúbal apenas vislumbrado pela confabulação dos seus temores e que, mais tarde, torturado pela sua má consciência, assinala uma outra grande penalidade, agora contra o FC Porto, cuja conversão anulou para mandar repetir, com o argumento de que ainda não tinha apitado.

Para tranquilizar, desde já, os espíritos mais perturbados, quero dizer, sem sofismas, que os mesmos lances, exatamente com as mesmas características, poderiam ter acontecido no Estádio da Luz, a outra “torre de controlo”, agora atingida pelo atómico e prometido despertar do Dragão.

Se o jogo fora das quatro linhas não existisse (ele ainda aí completamente desconjurado em quase todos os segmentos da sociedade), o presidente do FC Porto não teria afirmado, porventura sem dar conta da importância da sua afirmação, de que o êxito desportivo do Benfica só aconteceu porque, “mea culpa, mea culpa”, houve quem tivesse adormecido.

Quer dizer que Elmano Santos é materialmente corrupto? Não necessariamente. Quer dizer que os árbitros se deixam corromper materialmente para favorecer este ou aquele clube? Pode não ser isso de que se trata, mas de uma corrupção intelectual e de uma coação psicológica sem rosto, resultante daquilo a que chamo os vícios sistémicos da bola indígena. E como é que se combatem esses vícios? Com práticas discursivas e com comportamentos que conduzam à expulsão daqueles que não pugnam pela ética e não são capazes de um laivo de desportivismo. Onde estão essas pessoas? Talvez demasiado comprometidas, talvez com medo de aparecer, talvez com a sensação de que não vale a pena combater este “monstro” que está a matar o futebol.

O “monstro” que não quer saber da qualidade do jogo, da violência, do preço dos bilhetes, do monopólio dos direitos televisivos que a todos condiciona, das contas pouco transparentes, das transferências sem controlo, das SAD que foram um engodo, do despesismo, da desresponsabilização, do assalto à galinha que ainda põe um ovo.

Talvez não seja possível nem com Pinto da Costa nem com Luís F. Vieira, por diversas razões. Mas o problema está aí: é preciso tornar possível, sem cinismos, sem estratégias armadilhadas, o diálogo entre FC Porto e Benfica, diálogo institucional, à margem das rivalidades. Se não houver essa consciência e a certeza de que a arbitragem não pode continuar neste caminho (incompetência, juízos aleatórios e não monitorizados), então preparemo-nos para o funeral. Os estádios estão vazios porque já são poucos aqueles que acreditam no jogo. O futebol vai morrer, se o SOS não for captado.

Autor: RUI SANTOS
Fonte: Record
publicado por Benfica 73 às 02:38

Dezembro 10 2010

Sou “cliente” habitual das prestações televisivas do jornalista Fernando Guerra, marcadas, invariavelmente, por um bom senso que pede meças à indiscutível qualidade da sua análise do fenómeno futebolístico.

Há dias, ouvi-lhe opinião semelhante à que tive oportunidade de produzir nestas páginas sobre o fim da era de Jorge Jesus no Benfica, uma inevitabilidade que deixou de ser “desmentida” pelos responsáveis encarnados depois da derrota frente ao Schalke 04.

Hoje, vou um pouco mais longe: se o “benfeitor” Lacazette não tem apontado aquele golo milagroso, em Lyon, mesmo ao cair do pano, e o Benfica ficasse fora das competições europeias, Vieira e Costa não teriam a mínima hipótese de manter Jesus como treinador. É bem provável até que já lá não estivesse hoje.

Porque podendo sempre desmentir-se o indesmentível, ficou esta terça-feira bem claro para todos o que nem todos pareciam ser capazes de entender: os jogadores deixaram de acreditar.

E quando assim é, o treinador, seja ele quem seja, tem os dias contados.

Autor: Alexandre Pais

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 02:28

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