Dezembro 09 2010

Heróis sem saber porquê. Os jogadores do Lyon deram uma preciosa mãozinha ao Benfica, pois o empate que conseguiram aos 88' da partida com o Hapoel de Telavive permitiu aos encarnados apurarem-se para a Liga Europa, apesar da derrota sofrida frente ao Schalke 04. Por isso, o brasileiro Cris, capitão dos franceses, já pensa em cobrar o "favorzinho" ao amigo Luisão, de quem foi colega de equipa no Cruzeiro de Belo Horizonte. "Ah, vou ligar-lhe para cobrar um almoço ou um jantar! Não lhe perdoo", afirmou ontem um bem-disposto Cris a O JOGO. "Seja em Lisboa, em Lyon ou no Brasil, não importa. Mas vai ter de pagar", prosseguiu o internacional brasileiro.

A amizade entre os dois vem dos tempos do Cruzeiro e cimentou-se na selecção brasileira, que representaram várias vezes juntos. Luisão mudou-se para o Benfica em 2003, enquanto Cris seguiu para Lyon no ano seguinte. "Curiosamente, a primeira vez que nos defrontámos foi na Champions deste ano. Deu para falarmos um pouco e trocarmos de camisolas. Na verdade, eu fiquei com três camisolas do Luisão", recordou o futebolista, de 33 anos, revelando que "duas delas foram para dar a amigos". "Fiz muita gente feliz", brincou.

À hora que falou com o O JOGO, Cris não tinha ainda recebido nenhum telefonema de Luisão. Por isso, prometeu que seria ele a pegar no telefone e a ligar ao central do Benfica. "Espero que eles estejam felizes pela qualificação para a Liga Europa. Eu sei que eles queriam disputar aos oitavos-de-final da Champions, mas não conseguiram", lamentou o brasileiro, que também contava com uma mãozinha dos encarnados na partida da última jornada, por forma a ajudar o Lyon a terminar o grupo no primeiro lugar. "Nós também esperávamos que o Benfica vencesse o Schalke, pois jogaram muito bem contra nós aí em Lisboa. Mas, no futebol, nunca há dois jogos iguais", desabafou.

A verdade é que, em Lyon, ninguém estava preocupado com a ajuda dada ao Benfica. "Para dizer a verdade, nem tínhamos pensado nisso. Estamos chateados por não termos feito um bom jogo e porque não ganhámos. Estivemos a perder por 2-1 e conseguimos o empate, mas o que queríamos mesmo era vencer", justificou Cris, elogiando as qualidades do jovem Lacazette, autor do golo salvador para o Benfica. "Tem um talento muito grande. Ele foi campeão da Europa de sub-19 com a França, e acredito que tem um futuro enorme. Vamos todos ouvir falar muito dele", garantiu.

Fonte: O Jogo

publicado por Benfica 73 às 17:18

Dezembro 09 2010

As substituições de Jorge Jesus têm sido de pólvora seca. Esta época, o treinador dos encarnados não conseguiu ainda fugir de um resultado negativo depois de mexer na equipa pela primeira vez. Ao todo, o emblema da Luz disputou esta época 21 encontros, com um balanço de 12 vitórias e nove derrotas. Empates, nem vê-los. Quando mexeu com a equipa em vantagem, Jorge Jesus acabou por vencer todos os jogos. Mas nunca conseguiu virar o rumo negativo de um jogo com as alterações que realizou. O que ajuda perceber a razão pela qual este Benfica ainda não conseguiu qualquer reviravolta no marcador.

Para se ter uma noção mais absoluta do pé frio do técnico este ano no momento de mexer na equipa, basta comparar com o mesmo período da época passada. Até ao dia 8 de Dezembro, as primeiras substituições de Jorge Jesus ajudaram a transformar quatro empates em vitórias e uma derrota num empate.

Na memória dos adeptos estão as saídas de Maxi Pereira e César Peixoto - este último muito assobiado - ao intervalo do jogo com o Schalke 04, numa altura em que o Benfica perdia por 1-0. Entraram Gaitán e Aimar, mas apesar de Luisão ainda ter marcado perto do fim, já antes os alemães tinham voltado a abanar as redes de Roberto. Resultado final: 2-1 para a equipa de Gelsenkirchen. De resto, aconteceu o mesmo nos oito desaires anteriores. E sempre que os campeões nacionais já estavam a perder, acabaram por sofrer, pelo menos, ainda mais um golo após a primeira troca de Jesus.

Mais grave, pensará Jorge Jesus, são os dois casos em que a equipa estava empatada no momento em que ele decidiu arriscar para ir atrás do triunfo e acabou por sair do estádio sem nada. Contra o Guimarães, o 1-1 no momento da primeira mexida (aos 58') terminou com vitória dos homens da Cidade-Berço por 2-1; na Alemanha, contra o Schalke, Jesus lançou Salvio no lugar de Gaitán ao intervalo para contrariar o nulo e acabou por sofrer dois golos sem resposta.

MEXIDAS QUE NÃO INVERTERAM RESULTADOS NEGATIVOS

JOGO RESULTADO NA 1ª SUBSTITUIÇÃO RESULTADO FINAL

FC Porto 0-1 (Jara por Aimar, 59') 0-2

Académica 0-1 (Jara por Peixoto, Int) 1-2

Nacional 0-1 (Jara por Maxi Pereira, 58') 1-2

Guimarães 1-1 (César Peixoto por Gaitán, 58') 1-2

Schalke 04 0-0 (Salvio por Gaitán, Int) 0-2

Lyon 0-1 (César Peixoto por Saviola, 57') 0-2

FC Porto 0-3 (Gaitán por Sidnei, Int) 0-5

Hapoel Telavive 0-1 (Cardozo por Saviola, Int) 0-3

Schalke 04 0-1 (Gaitán e Aimar por Maxi Pereira e César Peixoto, Int) 1-2

Dez substituições ao intervalo

Jorge Jesus já realizou esta temporada tantas substituições ao intervalo como em toda a época passada. Na presente campanha, o emblema da Luz leva cumpridos 21 jogos e, em nove deles, o técnico aproveitou o descanso para mexer no onze titular, sendo que no último fez mesmo duas trocas ao intervalo. Em 2009/10 sucedeu o mesmo - dez substituições em nove ocasiões ao intervalo -, mas em 51 jogos disputados. Refira-se que, destas trocas no descanso, apenas no jogo da Taça com o Arouca houve uma (a saída de Javi García) a ser feita por poupança.

Fonte: O Jogo

publicado por Benfica 73 às 15:52

Dezembro 09 2010

David Luiz foi dos poucos jogadores do Benfica a enfrentar a ira dos adeptos no final do encontro com o Schalke. Descontentes com a derrota frente aos germânicos que quase custou não só a eliminação da Liga dos Campeões como também o afastamento das competições europeias esta temporada, os adeptos encarnados concentraram-se junto à garagem de acesso dos atletas do emblema do clube benfiquista.

Um dos primeiros a sair foi Luisão, que acabaria por ver a sua viatura a sofrer alguns pontapés quando os adeptos presentes constataram que o vice-capitão das águias não ia parar para ouvir as queixas da massa associativa presente. Ao contrário do colega no eixo do sector defensivo, David Luiz não só parou o carro como fez questão de sair da viatura e, apesar dos ânimos exaltados, trocar ali algumas impressões com os adeptos. De forma serena, o central encarnado ouviu as queixas e apresentou a sua versão dos factos, pedindo aos adeptos para não deixarem de apoiar a equipa, sobretudo neste momento mais negativo no que diz respeito a resultados.

A situação à saída da garagem dos jogadores só acabaria por acalmar com a chegada não só da Polícia de Intervenção mas também dos dirigentes Rui Costa e Paulo Gonçalves que ali tentaram serenar os ânimos, apelando à calma dos presentes. Com a situação mais calma, acabaria por sair do estádio o técnico Jorge Jesus, que já não teve de sentir na pele a ira dos adeptos.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 12:44

Dezembro 09 2010

Recém-regressado do Brasil, Luís Filipe Vieira foi ontem presenteado com o “Aprender a jogar futebol, um caminho para o sucesso”, um livro da autoria de Luís Nascimento, treinador dos infantis A do Benfica, e de Rodrigo Magalhães, coordenador técnico da área de iniciação do clube da Luz. O presidente das águias não deixou de folhear a obra com visível interesse, denotando muito boa disposição mas preferindo não prestar declarações sobre a conjuntura de crise. A cerimónia de apresentação da publicação teve lugar no auditório do centro de estágios, no Seixal, e além dos autores contou com a presença de Rui Costa, que assinou o prefácio. “Não vim aqui para explicar o livro nem para vos ensinar a jogar. Esta obra está realmente bem feita e acrescenta algo que ainda não existia no mercado do futebol. Julgo que irá enriquecer o futebol juvenil nacional, numa primeira instância, e posteriormente o europeu e o mundial. Será uma forte ajuda para os treinadores que trabalham as camadas jovens, tal como para os atletas que queiram tomar atenção ao que está no livro”, sublinhou o diretor-desportivo dos encarnados.

Destinado à preparação de jovens entre os 8 e os 13 anos, este livro está dividido em dois volumes, sendo que a segunda parte do mesmo será lançada em 2011 e trará um DVD como complemento.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 12:08

Dezembro 09 2010

Fábio Coentrão e Javi García estão nos limites da capacidade física e disso já deram conta a Jorge Jesus. Tanto o português, de 22 anos, como o espanhol, um ano mais velho, têm acusado sinais de desgaste físico, não só nos trabalhos durante a semana como também após os jogos.

O esquerdino e o médio-defensivo são conhecidos por serem atletas incapazes de virar a cara à luta e darem tudo nos jogos, mas a realidade é que começam a acusar o desgaste de uma temporada intensa – e nem sempre pelos melhores motivos – também a nível emocional. Sinais de quem pede descanso, depois de terem estado na época passada quase sempre em alta rotação.

A verdade é que, apesar de saber da condição física dos jogadores, Jesus não abdica de lhes dar a titularidade e, na esmagadora maioria das vezes, mantê-los em campo nos 90 minutos, embora não sejam os únicos elementos nesta situação [ver peça em baixo].

Fábio Coentrão conquistou por direito próprio, na época passada, o estatuto de titularíssimo. A boa temporada valeu-lhe a cobiça de grandes clubes europeus e também a presença no Mundial, o que lhe encurtou (e muito) o período de férias.

Neste caso em particular, Jesus tem uma enorme dificuldade em arranjar um substituto à altura do camisola 18, seja para jogar na lateral esquerda seja para atuar no meio-campo. Mesmo quando chama César Peixoto à equipa – como aconteceu diante do Schalke 04 – não abdica de Coentrão. Refira-se, aliás, que o esquerdino apenas ficou de fora do onze por opção uma única vez, frente ao Arouca, para a Taça. A outra “falta” foi diante do Portimonense (Liga), mas por lesão. Também o camisola 6 fez parte do onze em 19 jogos, tendo falhado o primeiro encontro da época frente ao FC Porto [Supertaça]. Airton foi, então, opção, mas eclipsou-se: nunca foi titular na Champions e na Liga foi-lhe atribuído esse estatuto apenas com a Naval. Por lesão de Javi.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 12:02

Dezembro 09 2010

Desiludido com as prestações do Benfica na Liga dos Campeões, Javier Saviola não atira a toalha e sonha ainda com o muito que há para conquistar na Europa.
Em declarações reproduzidas ontem no site da UEFA, o avançado argentino não esconde que chegar à final da Liga Europa, agora que a Champions ficou para trás, é um objectivo dos encarnados.
«Vamos continuar numa competição com algumas das equipas mais fortes da Europa que também saíram da Champions... mas o melhor para nós é que de facto seguimos na Europa. Há ainda muitos jogos pela frente e estamos esperançados em chegar à final», disse, sem conseguir encontrar explicações para o o insucesso encarnado nesta fase de grupos da Champions.
«Estivemos fortes nos jogos em nossa casa, mas nos desafios fora devíamos ter jogado com mais calma e com mais cabeça», sublinhou. Analisando a derrota com o Schalke, Saviola sublinha que o Benfica «teve oportunidades» mas não as conseguiram concretizar, mostrando-se, ainda assim, satisfeito com a concretização do objectivo que presidia no início do jogo, a presença na Liga Europa.

«Agora as expectativas serão altas», voltou a admitir.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 11:57

Dezembro 09 2010

O staff benfiquista tem vindo a insistir na ideia de que a precoce eliminação da Liga dos Campeões se fica a dever à inexperiência do grupo de trabalho. A verdade é que apenas quatro dos 15 jogadores utilizados como titulares por Jorge Jesus, durante a presente edição da Champions, ostentavam menos de dez presenças nas competições da UEFA, por ocasião do arranque desta dececionante campanha. A estatística não deixa margem para dúvidas quanto a esta questão. Roberto, Gaitán, Salvio e Kardec são os únicos jogadores que fizeram parte (pelo menos uma vez) de um onze inicial na Champions, versão 2010/11, que se podem queixar de falta de tarimba. Aquando da primeira partida, que opôs o Benfica ao Hapoel Telaviv, na Luz, nenhum deles sabia bem como conviver com a pressão inerente às partidas organizadas pela UEFA, pressão essa que se começa a sentir bem antes de a bola começar a rolar.

Nico

E no quarteto atrás referido há que ressalvar o caso específico de Gaitán. Nico não tinha, como é óbvio, qualquer presença nas provas da UEFA, mas granjeara alguma experiência nesse género de certames ao serviço do Boca Juniors. Com a camisola dos Xeneizes, Gaitán havia realizado sete encontros na Copa Libertadores (espécie de Liga dos Campeões da América do Sul) e seis desafios na Copa Sudamericana (género de Liga Europa). Há ainda que referir que o ambiente que envolve qualquer dessas provas é bastante mais tenso do que o vivido no Velho Continente.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 11:53

Dezembro 09 2010

Jorge Jesus preferiu não o assumir no final da partida com o Schalke, na Luz, mas a verdade é que o técnico do Benfica respirou de alívio quando Lacazette fez o tento da igualdade em Lyon, diante do Hapoel, e assim garantiu o acesso dos encarnados à Liga Europa.

No final partida, quer na “flash interview” quer na conferência de imprensa, Jesus deixou claro que não tinha tido qualquer intenção de saber o resultado do outro jogo do grupo e que nem se tinha apercebido bem das reações vindas da bancada do Estádio da Luz. Contudo, ao que Record apurou, a situação não foi bem assim. O técnico benfiquista esteve sempre a par do que se passava em Lyon, informado diretamente no banco, pelo adjunto Raul José, este sempre de auriculares nos ouvidos, atento a tudo aquilo que é dito nas rádios, nomeadamente no que diz respeito a lances polémicos que as imagens televisivas ajudam a desvendar.

Ao que o nosso jornal apurou, Jesus não escondeu o entusiasmo assim que soube do golo de Lacazette, que, mais do que dar o empate ao Lyon frente ao Hapoel, recolocava o Benfica nas competições europeias. Depois de insistentes perguntas ao adjunto sobre como estava o resultado da partida em terras gaulesas, Jesus não escondeu o entusiasmo quando soube do empate, dando mesmo um salto de festejo na sua área de jurisdição, numa altura em que os encarnados perdiam por 0-2 com a equipa germânica orientada por Felix Magath.

Mal tomou conhecimento do feito de Lacazette, Jorge Jesus procurou transmitir a informação para dentro do relvado, com o claro intuito de acalmar a sua equipa, que se via não só em desvantagem no campo frente ao Schalke como também a ser fortemente contestada pelos adeptos presentes no Estádio da Luz, que assobiavam de forma perfeitamente audível. Naquela altura, Ruben Amorim (então a jogar a lateral-direiro) era o jogador que estava mais perto do banco de suplentes e foi ao ex-jogador do Belenenses que o treinador do Benfica transmitiu (fazendo, inclusive, um sinal com as mãos) a informação do resultado que se verificava em Lyon, pedindo para os jogadores benfiquistas terem calma porque, afinal, nada estava perdido. Jesus sofreu a bom sofrer no banco.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 10:06

Dezembro 09 2010

Nove derrotas em 21 jogos colocam Benfica à beira de um ataque de nervos. Partida da Taça, com o SC Braga, assume relevância acrescida. Margem de Jesus drasticamente reduzida.
Nunca, em 106 anos de história, o Benfica, após ter disputado duas dezenas de jogos oficiais, teve uma percentagem de derrotas de 45 por cento, como a que agora o afecta. Este dado, por si só, é suficiente para explicar a angústia que se apossou da nação encarnada, que passou bruscamente do encantamento de uma época de 2009/10 quase perfeita para a vertigem derrotista em que vai subsistindo.
A PERGUNTA INÚTIL
Entre os responsáveis do clube da Luz, a pergunta que mais se ouve, nestes dias de crise é a seguinte: «se quase nada mudou, os jogadores são praticamente os mesmos, a equipa técnica e os métodos de trabalho também, como é possível que os resultados sejam tão diferentes?»
Esta pergunta, à partida pertinente, acaba por ser absolutamente inútil, já que, no futebol, cada novo dia representa um desafio diferente. As fórmulas de sucesso, no futebol, esgotam-se no momento em que são usadas, sendo necessário, especialmente aos técnicos, uma permanente capacidade de reinvenção.
Na Luz, a comunhão entre a equipa técnica e os jogadores há muito que se esfumou e do apoio incondicional do Terceiro Anel aos seus heróis, quase nada resta.
O APOIO AO TÉCNICO
Em tese, a política de Luís Filipe Vieira de apoio a Jorge Jesus é a mais ajustada, por um lado porque um clube como o Benfica deve preservar a estabilidade, por outro porque a rescisão de contrato com o técnico seria muito onerosa para os cofres encarnados.
Porém, a indústria do futebol não é regida pelas mesmas leis que presidem à condução dos demais negócios e, a páginas tantas, a necessidade de mudança torna-se absolutamente imperiosa. Neste particular, depois de ter já recebido vários votos de confiança, Jorge Jesus não terá condições para resistir a outros mais.
Ou seja, se é pacífico que o técnico conduzirá o Benfica no jogo com o SC Braga, para a Taça de Portugal, no próximo domingo, não é menos verdade que um resultado negativo frente aos arsenalistas esticaria a corda de forma irreversível.
No Benfica, a insatisfação é muito grande e os adeptos têm dificuldade em compreender e desculpar o que tem acontecido. Num cenário pessimista para as águias - e aqui se configura a derrota com o SC Braga - a ausência de acção por parte da administração da SAD virar-se-ia inexoravelmente contra a estrutura que comanda o futebol encarnado.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 10:01

Dezembro 09 2010
publicado por Benfica 73 às 08:40
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Dezembro 09 2010

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 03:58

Dezembro 09 2010

Seria útil que Jorge Jesus tivesse utilizado os vinte minutos em que, ontem, o Benfica esteve matematicamente afastado da continuidade nas competições europeias para repensar as suas intervenções públicas. É certo que fazer confluir para um só homem as culpas de uma exibição desastrada e abúlica, tão arrastada como se do resultado não dependesse o (relativo) equilíbrio financeiro e a salvaguarda da última fatia do prestígio amealhado na época passada, assume foros de injustiça – afinal, o treinador não pode entrar em campo para empurrar os jogadores… Do mesmo modo, é verdade que, nas declarações do técnico de um grande clube, há que contar sempre com uma percentagem reservada à motivação do plantel e ao empolgamento dos adeptos. Mas o grave, neste caso, está no abismo que emerge entre o que se diz e o que se vê.

Sejamos honestos: com exceção de uma hora frente ao Lyon, na partida da Luz, a participação do Benfica na Liga dos Campeões fica abaixo do medíocre, tanto pelas exibições como pelos resultados. O que fica para a história são quatro derrotas em seis jogos e a desvantagem no marcador face a todos os oponentes: 1-4 frente ao Schalke 04, 4-5 na soma com o Lyon, até 2-3 nos desfechos com o Hapoel. Mais: os benfiquistas que suspiraram de alívio com o golo de Lacazette não vão esquecer que a sua equipa entrou a depender de si própria e acabou a rezar pelo milagre em Lyon. Antes de mais esta pintura esborratada, já Jorge Jesus tinha defendido que o Benfica poderia chegar mais longe na Liga Europa do que fez na época passada. Só para avivar a memória: o campeão nacional despediu-se nos quartos-de-final. O que levanta a questão – a jogar assim, sem pressão, alta ou baixa, sem velocidade, alta ou baixa, sem eficácia, ao invés da última época, alguém acredita na verosimilhança deste objetivo?

É preciso mudar muita coisa, a começar pela atitude. Como é indispensável desvendar o grande mistério da temporada benfiquista: se os jogadores são praticamente os mesmos (e Jesus teve tempo e dinheiro para substituir à altura Di María e Ramires), de onde vêm tantas diferenças? Vem aí o mercado de Janeiro e a tentação pelos reforços é grande, mesmo tendo consciência de que é muito mais difícil fazer bons negócios no Inverno. Talvez por isso, se troque o reforço pelo esforço: sem a resolução das maleitas internas, os que vierem podem alinhar no lado dos problemas e não das soluções. Acima de tudo, o Benfica precisa jogar mais e melhor. Caso contrário, ficará a falar sozinho, quando protestar contra os Elmanos desta vida. Claro que a reclamação é justa, nas primeiro é necessário fazer pela vida dentro de campo. Chama-se autoridade moral, se não me engano.

Autor: JOÃO GOBERN
Fonte: Record
publicado por Benfica 73 às 03:37

Dezembro 09 2010

O jogo FC Porto-Vitória de Setúbal teve três grandes protagonistas: o treinador do Vitória, Manuel Fernandes, o treinador do Porto, André Villas-Boas, e o árbitro Elmano Santos.

Manuel Fernandes admitiu deixar o futebol e não é caso para menos: jogar no campo de um adversário muito mais poderoso e, depois de equilibrar o jogo, ser derrotado pelo árbitro, é muito triste.

Villas-Boas estava castigado e assistiu ao jogo na bancada. Mas passou todo o tempo a falar pelo walkie-talkie com o adjunto sentado no banco. Para que servem então os castigos aos treinadores? Para assistirmos a estas farsas?

Finalmente Elmano Santos. Com todo o respeito, creio que não estava na posse de todas as suas faculdades. Para lá de outros erros ridículos, marcou um penálti contra o Vitória por uma falta que ele próprio não viu e anulou um golo ao Vitória por razões que só ele conhece.

Se não tivesse marcado o penálti que deu a vitória ao FC Porto ninguém se queixava: nem a suposta “vítima” da falta. E se tivesse validado o golo que dava o empate ao Vitória também ninguém se queixava: todos os jogadores, guarda-redes incluído, se fizeram ao lance, ninguém dando por que ele não tinha apitado.

Aqui, julgo que se passou o seguinte: primeiro, ele precipitou-se e marcou o penálti; depois arrependeu-se de o ter feito; finalmente, quando viu a bola lá dentro, assustou-se e mandou-o repetir.

Pela sua cabeça passou um filme a 100 à hora. E respirou fundo quando, na repetição, viu a bola sair por cima.

Enfim, foi um jogo para esquecer. Mas por que razão, nestes jogos, o FC Porto será quase sempre o beneficiado?

Autor: JOSÉ ANTÓNIO SARAIVA
Fonte: Record
publicado por Benfica 73 às 02:53

Dezembro 09 2010

Menos de 24 horas depois da derrota com o Schalke, o Benfica deu início à preparação do jogo da Taça de Portugal com o SC Braga, marcado para domingo, no Estádio da Luz.

De acordo com a informação disponibilizada pelo clube, os titulares no último compromisso na Liga dos Campeões limitaram-se a fazer trabalho de recuperação física.

Jorge Jesus agendou nova sessão para as 17 horas de quinta-feira. As portas do Seixal Futebol Campus manter-se-ão fechadas.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 00:42

Dezembro 09 2010

O treinador do Benfica, José António Silva, revelava na antevisão desta partida frente ao Xico Andebol alguma apreensão, mas a sua equipa acabou por colocar em prática aquilo que o treinador pediu, eliminando, assim, o detentor da Taça de Portugal.

Na Luz, os encarnados superaram a formação vimaranense, por 35-27 (17-12 ao intervalo), num jogo onde David Tavares acabou por ser o goleador de serviço, com 7 tentos marcados.

Resultados dos oitavos-de-final:

Águas Santas-Madeira SAD, 21-22
Belenenses-Fafe, 39-33
FC Porto-São Bernardo, 41-23
ABC-Marítimo, 25-22
Ac. São Mamede-Sporting, 16-25
ISMAI-Colégio 7 Fontes, 26-20
Benfica-Xico Andebol, 35-27
Sp. Horta-Sismaria, 36-18

Os encontros dos quartos-de-final realizam-se no próximo dia 5 de Fevereiro.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 00:33

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