Novembro 25 2010

O responsável pela segurança do estádio do Sporting assegurou a João Moutinho que nada tem a recear na noite do seu regresso a Alvalade. Não o fez, no entanto, de forma directa. Não lhe ligou para o telemóvel para, pessoalmente, tranquilizar o ex-capitão do Sporting o que, convenhamos, não fazia sentido algum e até poderia ser confundido com uma manobra sub-reptícia de intimidação.

O responsável pela segurança do estádio do Sporting fez o que tinha de fazer. Através da imprensa enviou o recado que lhe competia: Moutinho «pode vir tranquilo» porque «ninguém lhe toca».

Ou seja, ninguém toca em Moutinho pela parte que toca ao responsável pela segurança do estádio do Sporting chamado, pela força das circunstâncias, a assumir as responsabilidades inerentes ao cargo que ocupa e, como se não bastasse, acrescidas das responsabilidades morais, que não as suas, pela dramatização inevitável do regresso do jogador à casa que foi sua e que, no Verão passado, o vendeu ao rival amigo do Porto.

Que o Sporting é um clube Porto friendly é um dado adquirido, casta constatar a lista de negócios amáveis verificados entre os dois emblemas.

O que preocupa o responsável pela segurança do Estádio de Alvalade não é, portanto, a iminente visita do iminente adversário. É apenas a visita de João Moutinho o motivo deste quebra-cabeça.

No último jogo em Alvalade, um joguinho para a Taça de Portugal em que o adversário era o Paços de ferreira, noticiaram os jornais que alguns sectores do público se entretiveram a «ensaiar cânticos insultuosos dedicados ao ex-capitão» e que, no fervor do momento, «rebentou um petardo no sector da claque Directivo Ultras XXI» ferindo com alguma gravidade um adepto que «perdeu três dedos».

Depois de José Eduardo Bettencourt ter revelado numa inesquecível entrevista a A BOLA que era descendente do Rei das Canárias e conhecendo-se, historicamente, a origem nobre do Sporting, fundado pelo Visconde de Alvalade, é caso para se dizer que foram-se os dedos mas ficaram, de certeza absoluta, os anéis.

O presidente do Sporting bem pode ser um príncipe das ilhas Canárias da cabeça aos pés e vir agora apelar ao civismo dos adeptos mais descontrolados do seu clube no sentido de evitar que o regresso de João Moutinho a Alvalade não fique marcado por nenhum episódio que venha a envergonhar os adeptos mais controlados do Sporting.

A poucos dias do próximo clássico, José Eduardo Bettencourt desfaz-se em elogios ao carácter e ao profissionalismo do rapaz a quem, no Verão passado, chamou de «maçã podre» entre outras considerações do mesmo teor.

«João Moutinho foi sempre um profissional fantástico», disse. E disse também que «não gostaria de ver atitudes menos correctas em relação a ele».

E é muito provável que continue a dizer coisas do género até se saber se a mialgia de esforço de que padece Moutinho será suficiente ou insuficiente para o afastar do Sporting - FC Porto retirando ao jogo a sua maior e tão aguardada componente bélica e demencial.

Sem ter qualquer culpa no cartório, o responsável pela segurança do estádio do Sporting está viver uma semana difícil. E até deve tremer sempre que o presidente se aproxima de um microfone ou de um gravador de um jornalista

 

O Moreirense, de um escalão secundário, caiu na taça de Portugal aos pés do FC Porto pela diferença mínima de golos o que em nada deslustra os pergaminhos da equipa de Moreira de Cónegos.

Já Antchouet poderia ter ficado com uma história para contar aos filhos e aos netos… mas não o deixaram usufruir esse pequeno detalhe de carácter pessoal.

Com 0-0 no marcador, Antchouet marcou um golo limpo ao FC Porto que o árbitro invalidou com um julgamento errado.

Até ao Moreirense…

 

TERÇA-FEIRA de Liga dos campeões na televisão, perspectiva de uma noite de zapping entre Braga, Londres e Amesterdão. Mas este Real Madrid é um inimigo mortal do zapping porque é muito difícil mudar de canal quando a equipa de José Mourinho está a jogar.

Espreita-se para Braga e é engraçado ver o Arsenal todo baralhado a jogar contra uma equipa que usa o seu equipamento histórico, passa-se por Londres e é curioso ver como o Zilina se consegue adiantar no marcador na casa do Chelsea mas quando se chega a Amesterdão é praticamente impossível despegar do espectáculo mesmo com um Real Madrid que se apresenta com algumas figuras da segunda linha como Albiol, Lass, Arbeloa ou Benzema, que não tem sido titular.

O tempo vai passando, o 0-0 persiste em Braga e o Chelsea empata frente aos eslovacos. Há a curiosidade de ver Ramires em acção mas o apelo de Amesterdão é sempre mais forte sobretudo quando Mourinho manda entrar em campo Di María que não demora mais de cinco minutos a oferecer um golo a Cristiano Ronaldo.

São onze contra onze mas o Ajax sofre a bom sofrer. Depois o árbitro expulsa Xavi Alonso e Sergio Ramos, o Ajax joga contra 10 e depois contra 9 mas continua a sofrer a bom sofrer na parte final do jogo. É tanto e tão bom futebol que até faz impressão.

Um derradeiro salto para braga que está a ganhar por 1-0. Os tipos do Arsenal estão francamente irritados, vê-se que não gostam de perder, tentam o empate ao transe mas Matheus pega na bola, vai por ali fora e faz um golão que há-de render uma fortuna.

Foi uma bela terça-feira, não haja dúvida.

 

Já a quarta-feira foi uma lástima. Podíamos até ter ganho o Prémio da Regularidade somando três derrotas sempre por 2-0 nos jogos disputados fora na poule da Liga dos campeões. Mas nem isso. Já em tempo de compensação, o Benfica sofreu o terceiro golo e estragou o lamentável brilharete a que se candidatava.

Em Israel, ontem, o Benfica conseguiu, no entanto, impossíveis. Ao intervalo ganhava por 11-0 em pontapés de canto e perdia por 1-0 em golos. Na segunda parte, chegou aos 18-0 em cantos e sofreu o segundo golo no primeiro pontapé de canto a favor do Hapoel.

Carlos Manuel, comentando o jogo na televisão, garante que os jogadores do Benfica sofrem de «fadiga mental». Não será, porventura, o caso. Mas, para já, quem sofre e muito de fadiga mental são os adeptos.

Autor: Leonor Pinhão

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 20:19

Novembro 25 2010

Hapoel-Benfica

1
Perder um jogo que era fácil de ganhar

O Benfica perdeu por culpa própria um jogo que deveria ter ganho com alguma facilidade. O que aconteceu foi incrível. É difícil de entender, e mais ainda de explicar, como é que uma equipa, mesmo jogando sem grande intensidade, consegue um ascendente claro, cria várias oportunidades de golo, não marca e depois sofre dois golos de bola parada, um deles de canto, quando um canto, para o Benfica da época passada, nem sequer podia ser considerado uma jogada potencialmente perigosa. Este Benfica é uma equipa descrente, apática, que não me parece disposta a sofrer. Tomou conta do jogo, teve o domínio das operações e a seguir desorganizou-se em termos defensivos, deixou-se partir, permitiu que os jogadores estivessem distantes uns dos outros, com uma falta de concentração perfeitamente anormal. Dá ideia de que, de uns jogos para os outros, não aprende com os erros cometidos.

2
Imagem desastrosa e Aimar a remar sozinho

 

O que se passa a nível de resultados começa a ser grave para a imagem internacional do Benfica. É que, para o exterior, não passa apenas uma derrota por 3-0 consentida perante um adversário fácil; passam todo o passado recente e uma imagem de insegurança e instabilidade. Os 5-0 do Dragão continuam vivos e, pelo jogo de ontem, percebe-se que a vitória por 4-0 frente à Naval em termos práticos não serviu de nada.

Olha-se para esta equipa e percebe-se que há muita desmotivação, e são vários os jogadores desmotivados. Ontem, a excepção foi Aimar, que se fartou de remar contra a maré, mas esteve sozinho. Foi o único que se notou que queria mesmo ganhar.

Foram muitos os problemas no último terço do campo, e o Hapoel, mesmo pondo muita gente atrás da linha da bola, era pouco agressivo e defendia mal. Mesmo assim, na segunda parte bastou-lhe fazer uma transição bem feita e aproveitar duas bolas paradas para humilhar o Benfica.

 

3
Surpreendeu-me ver Carlos Martins no banco

 

Surpreendeu-me que Carlos Martins tivesse ficado no banco. Do meu ponto de vista, ele dá mais consistência à equipa tanto em termos defensivos - mesmo que não seja perfeito - como em termos ofensivos. É também um jogador que pode fazer a diferença nas bolas paradas, nos remates de meia distância ou mesmo nos passes de risco. Um meio-campo com Salvio e Gaitán não me parece que possa ser consistente. Carlos Martins dá mais garantias do que qualquer um dos outros e tem estado moralizado, até com a Selecção Nacional.

Qualquer que seja o ângulo de abordagem deste jogo, tem de ficar claro que, pelo número de oportunidades criado, o Benfica deveria ter vencido com tranquilidade.

4
É tempo de deixar de falar de Ramires e Di María

 

Nesta altura, já não se pode continuar a atribuir a má época à saída de Ramires e Di María. Parece-me que a equipa está a passar por uma crise mental; a capacidade de reacção a uma contrariedade é praticamente inexistente. Insisto na ideia que me parece mais chocante: a equipa não está disposta a sofrer. Porque embora esta equipa não seja tão boa como a da época passada, vale muito mais do que aquilo que tem feito. Falta eficácia, falta definição no último terço, a organização desfaz-se, não tem conta o número de cantos desperdiçados por uma equipa que na época passada dominava completamente este aspecto tanto na componente ofensiva como defensiva. Continuar a falar dos jogadores que saíram, mesmo tendo eles sido importantíssimos, é querer passar ao lado dos problemas.

Ontem tinha bastado pressionar o Hapoel à saída da sua área. Das poucas vezes que o fez, o Benfica ganhou a bola e criou perigo. Devia ter sido fácil.

5
Mercado não é única solução

 

Principalmente desde a derrota no Dragão que se tem falado muito de mercado, e acredito que os rumores vão aumentar a partir deste desastre. Sinceramente não me parece que a solução para os problemas do Benfica passe apenas por idas ao mercado. Quando a crise é psicológica, não é a chegada de novos jogadores que vai mudar o cenário. É óbvio que a chegada de bons jogadores pode ajudar, mas para resultar é preciso que treinador tenha conseguido recuperar o grupo em termos psicológicos. Nesta altura, o problema motivacional é o mais importante de todos. As quebras de concentração e a incapacidade para reagir às contrariedades são prova disso mesmo.

Autor: João Vieira Pinto

Fonte: O Jogo

publicado por Benfica 73 às 20:11

Novembro 25 2010

ESCREVO depois da magnífica vitória do Braga arsenalista sobre o Arsenal londrino e da inacreditável humilhação do Benfica em Israel. A carreira dos clubes portugueses na Europa tem sido muito positiva. A excepção é o meu clube que não marcou um único golo fora (sofreu sete), nem contra os banais israelitas! Mesmo assim, Portugal ocupa o 3.º lugar do ranking da temporada (só atrás da Inglaterra e da Alemanha e à frente, imagine-se, da Espanha, da Itália e da França!)

As cinco equipas (incluindo o marítimo) disputaram 34 jogos onde obtiveram 23 vitórias (cerca de 70% do total), 1 empate e 10 derrotas. É um registo que evidencia boa presença na elite europeia. Destaco o Braga, que em 9 jogos a doer (Celtic, Sevilha, Arsenal, Shaktar e Partizan) venceu seis!

Estes resultados quase permitem assegurar o regresso de duas (ou três) equipas à Liga dos Campeões e a ter mais clubes na Liga Europa.

Mas aquilo que é um êxito assinalável acaba depois, e por regra, por transformar-se numa forma de voltar a uma representação mais minimal no palco europeu. É assim uma espécie de ioiô: com memos e melhores equipas subimos de patamar para termos mais representação, sendo que depois mais equipas nos levam a voltar ao patamar inferior.

Este ioiô é, afinal, o sinal exterior de um fosso muito grande que existe, em Portugal, entre os chamados grandes ou quase-grandes e todos os outros. Afinal, o espelho de um país muito desequilibrado nas suas várias expressões económicas, sociais e territoriais.

Uma última nota que com amargura escrevo: o Benfica foi na Champions um pequeno clube, vulgar e sem personalidade. O único que não assegurou sequer a continuação na Liga Europa! Percurso para reflectir seriamente, mas sem ioiôs…

Autor: Bagão Félix

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 18:31

Novembro 25 2010

Luís Filipe Vieira só viu o primeiro golo do Hapoel Telaviv, abandonando o local onde se encontrava a presenciar o encontro pouco depois de Zahavi inaugurar o marcador. O presidente encarnado, de 61 anos, assistiu à partida sempre com um ar apreensivo, e depois de a formação israelita se colocar em vantagem já nem sequer esperou para observar uma eventual reação dos comandados de Jorge Jesus.

O embate de ontem era vital para as aspirações das águias na Liga dos Campeões e a derrota deitou por terra a ambição de seguir para os oitavos-de-final da prova. Aliás, este era um objetivo assumido pelos responsáveis encarnados desde o início da época e a derrota de ontem funciona como um duro golpe, desportivo e financeiro, para o emblema liderado por Luís Filipe Vieira.

À semelhança do que já havia acontecido no Dragão, o presidente encarnado abdicou do jogo muito antes do seu final.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 15:57

Novembro 25 2010

A estrondosa derrota do Benfica frente ao Hapoel pode querer dizer muita coisa e vir ainda a originar, ou a explicar, outras crises. Mas podemos dar já por certo que os jogadores encarnados estão fartos de Jorge Jesus – dos seus métodos, dos seus discursos, das suas simpatias e antipatias, da sua personalidade.

Um futebolista é como outro trabalhador bem pago: não brinca com a profissão que lhe dá uma qualidade de vida muito acima da média. Não se pense, por isso, que seja possivel, a este nível, formar um qualquer complô que tenha por objetivo destituir um treinador.

O problema é que o início da época benfiquista – com a derrota na Supertaça e uma série de resultados menos positivos – não permitiu que o "mar de rosas" da temporada anterior se repetisse na Luz. E o mau começo na fase de grupos da Champions e a desvantagem pontual entretanto conseguida na Liga pelo FC Porto contribuíram para a deterioração do ambiente, dentro e fora do grupo de trabalho. Já não há estado de graça, a recente "advertência" dos No Name, no Seixal, não deixa margem para dúvidas.

O Benfica vive hoje o que se poderia designar por "síndrome de Queiroz", ou seja, passa por aquela fase que a Seleção atravessou em que ninguém regateava esforços mas também ninguém dava aquele "plus" que uma quipa de futebol precisa para fazer a diferença.

Já o escrevi aqui no Record – no passado dia 8, na sequência da goleada sofrida pelo Benfica no Dragão – e o resultado de Telavive confirma-o, infelizmente: chegou ao fim a era de Jesus nos campeões nacionais. Agora, é apenas uma questão de tempo.

Com mais ou menos drama, com mais ou menos desmentidos, o técnico terá de receber o seu gordo cheque e procurar – e seguramente reencontrar – o seu sucesso noutro clube.
É assim a vida. E o espetáculo tem de continuar.

Autor: Alexandre Pais

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 15:52

Novembro 25 2010

Quando as coisas não podem correr bem, correm mesmo mal.

O lance do golo do Hapoel foi um claro sinal do que esperava o Benfica até ao final do jogo. Cruzamento, cabeçada e a bola a ser desviada na nuca de David Luiz e… golo.

Mas o Benfica pôs-se a jeito. Na 1.ª parte, teve 11 cantos a favor e apesar de uma das suas especialidades ser os lances de bola parada a verdade é que tirou zero de vantagem dessas situações. Na 2.ª parte teve mais 10. Total: 21 No primeiro que teve, o Hapoel fez o 2-0.

Queixas da arbitragem? Há sim senhor. Kardec não estava fora-de-jogo quando assistiu Saviola para um lance de golo que foi anulado pelo árbitro por indicação do seu assistente.

Mas as queixas maiores tem o Benfica de si próprio, incluindo o seu treinador.

Não se percebe porque razão Jorge Jesus não apostou em Carlos Martins de início. A arma da meia distância não deveria ser desprezada em jogos em que muitas vezes a bola sobra para a entrada da área por força de um volume de jogo ofensivo que obriga o adversário a defender sempre perto da sua baliza.

Entrou já em fase de défice de confiança da equipa e procurou resolver as coisas sozinho. Também não ajudou.

Tal como nada acrescentou a prematura aposta no chuveirinho para Kardec e Cardozo. O paraguaio, ao contrário do que diz Jesus, não está a 100 por cento. É um jogador que precisa de tempo de competição para atingir bons níveis de performance.

Enfim, o Benfica foi uma desilusão. A Champions – grande objetivo no início da época -  já foi e a Liga Europa carece de confirmação na última jornada.

E agora? Que terramoto estará para acontecer na Luz?

Quem assume a responsabilidade por este fiasco?

Autor: António Magalhães

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 15:20

Novembro 25 2010

Aí vão oito derrotas! O Benfica continua sem encontrar o seu rumo na nova temporada e, pior do que isso, Jorge Jesus não tem antídoto para travar as humilhações. Será que Vieira vai segurar Jesus? Até quando?

A derrota frente ao Hapoel voltou a colocar a nu todas as fragilidades de um coletivo que no ano passado encantou a Europa. O jogo era decisivo, os encarnados ainda não podem ter esquecido a goleada do dragão, mas, mesmo assim, poucos foram os que entraram em campo motivados e concentrados.

A defesa parece de papelão e David Luiz é o maior exemplo disso. Se as más exibições continuarem os cofres da SAD arriscam-se a receber muitos e muitos milhões de euros a menos... No ataque, Saviola é uma sombra do “rato” de área que tantas dores de cabeça dava aos adversários. Se Jesus chegou à Luz e injetou uma confiança infinita nos jogadores, será que está a perder qualidades ou, na temporada transata, teve a sorte de principiante?

E depois há as invenções: auto-intitulado mago da tática, o treinador tem dado muitos tiros nos pés. Dos erros cometidos no 5-0 contra o FC Porto já se disse quase tudo, mas ontem voltou a mexer... para pior.

Retirar Carlos Martins do onze, numa altura em que o médio é titular e até marca na Seleção, parece tão despropositado como entregar a luta do meio-campo apenas a Javi Garcia. É que nem Salvio, Gaitán e Aimar  juntos lutam tanto pela bola como o português. O espanhol mais parecia uma barco à deriva... Daí aos contra-ataques israelitas foi um abrir e fechar de olhos: 1, 2 e 3 golos só podia ser o resultado final.

Para fechar, uma vista de olhos pelo mercado. Roberto, Fábio Faria, Gaitán, Salvio e Jara foram contratados. Qual deles tem conseguido fazer a diferença? Vem aí janeiro. Cuidado com as loucuras!

Autor: RICARDO VASCONCELOS
publicado por Benfica 73 às 12:43

Novembro 25 2010

A comitiva do Benfica chegou às 9 e 25 ao Aeroporto da Portela. À sua espera estava uma dezena de adeptos que fizeram questão de mostrar o descontentamento pelo resultado obtido em Israel.

O grupo de insatisfeitos possuía cartazes e os principais visados eram o técnico Jorge Jesus e o presidente Luís Filipe Vieira. "Vocês são uma vergonha!" era apenas uma das mensagens que se podiam ler.

Os jogadores saíram rapidamente, sem prestar quaisquer declarações, sendo que o capitão, Nuno Gomes, afastou os microfones com as mãos quando os jornalistas tentavam falar com os craques à entrada do autocarro.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 12:27

Novembro 25 2010

A comitiva encarnada chegou ao aeroporto da Portela há minutos, várias horas depois do previsto, devido ao atraso em chegar ao aeroporto de Telavive.
Depois do jogo com o Hapoel, a comitiva chegou ao aeroporto depois das 1.30 horas locais, hora de fecho do espaço aéreo, motivo pelo qual foi negado o embarque ao grupo de trabalho e adeptos que acompanharam a equipa da Luz.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 12:08

Novembro 25 2010

Adeus Liga dos Campeões! O Benfica já não tem qualquer possibilidade de se apurar para a fase seguinte da principal prova da UEFA. Abandona a competição sem conseguir somar um único ponto nos encontros longe da Luz. Pior! Despede-se da Champions sem assinar qualquer golo fora de portas (um esclarecedor 0-7 neste capítulo). Uma equipa que, segundo chegou a dizer Jorge Jesus no arranque da temporada, podia muito bem ganhar a competição...

O Bloomfield Stadium testemunhou o primeiro êxito do Hapoel Telavive na presente edição da prova. Um triunfo por 3-0, ou seja, mais folgado ainda do que os obtidos por Schalke 04 e Lyon nas receções ao Benfica: o conjunto das águias soçobrou, por 2-0, nessas duas deslocações.

A equipa da Luz confirmou a “aversão” a Israel, país onde perdera a única partida que disputara. A 26 de agosto de 1998, o Benfica do escocês Graeme Souness havia saído derrotado de Jerusalém: o Beitar aplicara-lhe um também rotundo 4-2. A União de Leiria continuará, assim, a ser a única formação portuguesa a poder gabar-se de ter vencido em solo hebraico.

Não ganha há 3 anos. Jorge Jesus deixou escapar a oportunidade de se estrear a vencer fora na Liga dos Campeões. O último triunfo das águias foi obtido ainda no consulado de Fernando Santos, mais concretamente a 4 de dezembro de 2007... já lá vão quase três anos. Nesse dia, o Benfica derrotou o Shakhtar, em Donetsk, por 2-1, através de um “bis” de Cardozo.

Oitava derrota. A visita a Telavive coincidiu com a oitava derrota do Benfica nesta época. O clube da Luz ainda não empatou, apresentando 10 vitórias e 8 derrotas, 28 golos marcados e 24 sofridos. Eis a lista de equipas que já “castigaram” os encarnados nesta temporada: FC Porto (duas vezes), Académica, Nacional, V. Guimarães, Schalke, Lyon e, agora, Hapoel. Esta foi a quinta vez que o Benfica ficou a “zero” em 2010/11. Refira-se, a propósito, que a equipa lisboeta terminou a época transata somente com 6 derrotas: duas no campeonato, três na Liga Europa e uma na Taça de Portugal.

Tacuara 56 dias depois. A noite também correspondeu ao regresso ao ativo de Cardozo. O paraguaio já não atuava desde 29 de setembro (fazia ontem 56 dias), dia em que a equipa encarnada também sofrera um desaire: 2-0 em Gelsenkirchen, diante do Schalke 04. O Tacuara acabou por não ter uma influência positiva na manobra da equipa, muito provavelmente por se encontrar sem ritmo de jogo e ainda com pouca confiança no joelho esquerdo.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 11:39

Novembro 25 2010

Roberto foi o espelho da desilusão que se abateu sobre os jogadores encarnados após nova derrota na Champions. O guarda-redes espanhol considerou que a equipa efetuou um bom jogo, mas o azar acabou por ditar o resultado final que afasta os encarnados dos oitavos-de-final da Liga dos Campeões.

“Fizemos muitas coisas boas para conseguir ganhar, mas tivemos falta de sorte. Sofremos dois golos e, a partir daí, as coisas complicaram-se. Jogámos bem, conhecíamos bem esta equipa e, por isso, não havia lugar para surpresas. Este resultado é doloroso porque era no dia em que mais precisávamos. Mas às vezes o futebol é assim e faltou um pouco de sorte que também é preciso ter nesta profissão”, lamentou o internacional pelas camadas jovens de Espanha, de 24 anos, no final do encontro.

Depois da derrota em terras israelitas os encarnados vão lutar por uma vaga na Liga Europa. Para isso basta vencer o Schalke 04 na Luz na última jornada. E mesmo uma derrota até pode chegar caso o Hapoel também perca na deslocação a França, onde vai medir forças com o O. Lyon. Roberto confessou que apenas quer pensar no encontro frente aos alemães e só depois é que “se fazem as contas”.

Futuro

Com o afastamento da Liga dos Campeões, os encarnados hipotecaram já um dos objetivos para esta temporada, que passava pelo apuramento para os oitavos-de-final. Ainda assim e apesar de, no campeonato, a situação também não ser boa, o espanhol assegurou que a equipa “vai continuar a entrar para todos os jogos com a mesma motivação”. “Vamos até ao fim em todas as competições”, garantiu.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 11:12

Novembro 25 2010

Roberto foi o espelho da desilusão que se abateu sobre os jogadores encarnados após nova derrota na Champions. O guarda-redes espanhol considerou que a equipa efetuou um bom jogo, mas o azar acabou por ditar o resultado final que afasta os encarnados dos oitavos-de-final da Liga dos Campeões.

“Fizemos muitas coisas boas para conseguir ganhar, mas tivemos falta de sorte. Sofremos dois golos e, a partir daí, as coisas complicaram-se. Jogámos bem, conhecíamos bem esta equipa e, por isso, não havia lugar para surpresas. Este resultado é doloroso porque era no dia em que mais precisávamos. Mas às vezes o futebol é assim e faltou um pouco de sorte que também é preciso ter nesta profissão”, lamentou o internacional pelas camadas jovens de Espanha, de 24 anos, no final do encontro.

Depois da derrota em terras israelitas os encarnados vão lutar por uma vaga na Liga Europa. Para isso basta vencer o Schalke 04 na Luz na última jornada. E mesmo uma derrota até pode chegar caso o Hapoel também perca na deslocação a França, onde vai medir forças com o O. Lyon. Roberto confessou que apenas quer pensar no encontro frente aos alemães e só depois é que “se fazem as contas”.

Futuro

Com o afastamento da Liga dos Campeões, os encarnados hipotecaram já um dos objetivos para esta temporada, que passava pelo apuramento para os oitavos-de-final. Ainda assim e apesar de, no campeonato, a situação também não ser boa, o espanhol assegurou que a equipa “vai continuar a entrar para todos os jogos com a mesma motivação”. “Vamos até ao fim em todas as competições”, garantiu.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 11:12

Novembro 25 2010

O treinador do Hapoel Telavive ficou radiante com o triunfo da sua formação frente ao Benfica. E confessou que nunca acreditou neste desfecho para o encontro da Champions.

– Que comentário lhe merece esta partida? O Hapoel ainda sonha com a continuidade na Europa, depois deste triunfo frente ao Benfica...

– Foi uma vitória muito importante para o nosso clube. Estou muito orgulhoso dos meus jogadores pelo que fizeram neste jogo. A equipa fez tudo para ganhar. A vitória foi o resultado de muito trabalho.

– O Hapoel sentiu algumas dificuldades na etapa inicial do encontro, mas depois soube reagir da melhor maneira. Como explica esta situação?

– O conjunto português pressionou-nos na fase inicial, é verdade, mas conseguimos libertar-nos. Depois do primeiro golo tivemos forças para segurar a vantagem. Após o 2-0 deu-nos energia para continuar. A perder, o Benfica colocou dois pontas-de-lança altos, mas os adversários perderam a paciência, enquanto nós apostámos no contra-ataque e acabámos por conseguir mais um golo, já na reta final da partida.

– Se antes do desafio lhe dissessem que venceria por 3-0, como é que reagiria?

– Diria que estavam bêbedos! Esperava que pudéssemos levar de vencida este adversário e preparámo-nos para este encontro, mas não por esta diferença. Foi um encontro difícil, mas acabámos por ganhar.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 10:50

Novembro 25 2010

Parece mesmo que um azar nunca vem só. Os encarnados foram copiosamente derrotados em Israel pelo Hapoel (3-0), hipotecaram as hipóteses de seguir em frente na Liga dos Campeões rumo aos oitavos-de-final e, após o encontro, “perderam” o avião que fazia a ligação para Lisboa. O plantel, equipa técnica e elementos da direção dos campeões nacionais chegaram ao aeroporto às 2 da manhã (hora local), altura em que o espaço aéreo israelita já estava encerrado. Desta forma, os encarnados acabaram por não poder embarcar, apesar de fazerem a viagem num voo charter.

Toda a comitiva das águias foi obrigada a permanecer no aeroporto durante algumas horas e só embarcou rumo à capital às 5 horas da madrugada, mais duas que em Portugal. Como não havia hotel reservado para mais uma noite, todos os elementos da equipa encarnada ficaram retidos numa sala do aeroporto privada que lhes foi destinada, até que o espaço aéreo abrisse novamente. Aí os jogadores tiveram oportunidade de enganar o estômago no McDonalds e descansar um pouco.

Se não existir mais nenhum percalço nesta longa viagem, a aterragem no aeroporto da Portela deverá acontecer por volta das 9 horas (hora portuguesa).

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 10:37

Novembro 25 2010

A consternação tomou conta dos vários dirigentes do Benfica que marcaram presença ontem em Israel. A época frustrante a nível interno foi agora agravada com o afastamento da Liga dos Campeões e consequente fracasso financeiro, uma vez que estava nas previsões dos responsáveis benfiquistas a passagem aos oitavos-de-final.

Ao que Record apurou, a situação deverá ser analisada a frio durante o dia de hoje entre Luís Filipe Vieira e seus pares, sendo que o despedimento de Jorge Jesus ainda não é um cenário que esteja em cima da mesa. Contudo, a situação será cuidadosamente analisada e é de prever que o próprio presidente encarnado venha a tomar uma posição junto do grupo de trabalho das águias.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 10:34

Novembro 25 2010

Comitiva e acompanhantes do Benfica foram obrigados a recorrer a um restaurante McDonald's para jantar em Telavive, devido à impossibilidade de levantar voo de Israel.
Todos os estabelecimentos comerciais no aeroporto estavam encerrados, valendo à comitiva encarnada e adeptos o facto de um restaurante McDonald's, ao lado da aerogare, ainda estar aberto.
Esta foi a única solução encontrada para evitar que a equipa portuguesa ficasse muitas horas sem comer.
Uma refeição de hambúrgueres é, provavelmente, desaconselhada a atletas de alta competição, mas foi o único recurso encontrado.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 09:13

Novembro 25 2010

 

publicado por Benfica 73 às 06:15
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Novembro 25 2010

A comitiva do Benfica ficou retida em Telaviv, uma vez que o espaço aéreo israelita encerrou pelas 02:00 locais (23:00 em Lisboa).

O grupo encarnado vai permanecer numa sala do aeroporto até perto das 3:00 (hora portuguesa), altura em que viajam para Lisboa.

A chegada à capital portuguesa está prevista para as 8:00.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 00:53

Novembro 25 2010

Desiludido. Assim se apresentou Jorge Jesus no final do jogo com o Hapoel, que ditou o adeus do Benfica à Liga dos Campeões. «Há situações que parecem não ser verdade», desabafou o treinador dos encarnados, considerando que os seus jogadores «não foram compensados pela ousadia e carácter» revelados durante os 90 minutos.

«Há situações que parecem não ser verdade. Tivemos 20 cantos, cinco ou seis oportunidades de golo. O Hapoel passou o nosso meio-campo três vezes e fez três golos. Os jogadores do Benfica correram e trabalharam. Fomos arriscando, pois sabíamos que tínhamos de vencer. Construímos oportunidades atrás de oportunidades, mas não fomos compensados pela nossa ousadia e carácter. Fomos penalizados quando não merecíamos», comentou Jorge Jesus, em declarações à Sport TV

«Este é daqueles jogos que não tem muito para contar. O que se passou foi uma coisa, o resultado foi outra completamente diferente. Saímos mais cedo do que esperávamos [da Champions], acreditávamos que seria possível vencer. Sabendo que o Schalke estava a ganhar, tive de colocar a equipa em posicionamentos mais ofensivos. Nunca tivemos 20 cantos num só jogo. Fizemos tudo para alterar o resultado», argumentou.

Confrontado com uma eventual falta de motivação do plantel, Jorge Jesus lembrou «que há outros objectivos para conquistar». Na Liga dos Campeões, referiu, há que «defender a terceira posição», que garante o acesso à Liga Europa. «Mas não era esse o nosso objectivo», frisou.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 00:48

Novembro 25 2010

O médio do Benfica, Javi García, considerou o resultado «enganador» e justificou que o Benfica «teve mais oportunidades e posse de bola» contra o Hapoel Telavive.
O camisola 6 dos encarnados não atira a toalha ao chão, apesar do Benfica estar fora da Liga dos Campeões e a dez pontos do FC Porto, no campeonato.
«Esta temporada ainda não acabou. Precisamos de um novo troféu e vamo-nos concentrar na Liga Europa. É um disparate pensar que o campeonato já acabou. Ainda faltam muitos pontos», afirmou Javi García, à Sport TV.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 00:43

Novembro 25 2010

O médio Pablo Aimar considerou o resultado injusto e não escondeu a tristeza pela eliminação da Liga dos Campeões.
«Tínhamos muita ilusão na Liga dos Campeões e despedirmo-nos assim dói muito», referiu Aimar, à Sport TV.
O internacional argentino lamentou a falta de sorte da equipa. «É incrível. Estamos num momento em que nada nos corre bem», concluiu o médio do Benfica.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 00:39

Novembro 25 2010

 

Ponto final na caminhada do Benfica na Liga dos Campeões. Derrota por três golos sem resposta com o Hapoel Telavive, em Israel, ditou o adeus encarnado à principal prova europeia de clubes.
Clique aqui para consultar a ficha de jogo, as incidências da partida e os comentários dos leitores.
Misto de pouca sorte, inspiração e alma ditou o adeus do Benfica à Champions. As águias partiam como favoritas para o jogo com o Hapoel, mas o favoritismo acabou por ficar no papel.
Os comandados de Jorge Jesus dispuseram de várias ocasiões para marcar – algumas soberanas –, mas não lograram bater Enyeama. Corrija-se. Saviola chegou a colocar a bola no fundo das redes, à passagem da meia hora, mas o lance seria anulado por pretenso fora-de-jogo de Kardec, que fez a assistência para o argentino.
O Hapoel poucas vezes incomodou Roberto, mas, ao contrário dos encarnados, ultrapassou o espanhol em três ocasiões. Primeiro por Zahavi, aos 24 minutos, depois por Douglas da Silva, aos 74. Ambos na sequência de lances de bola parada. O mesmo Zahavi encarregar-se-ia de fechar a contagem, já no período de descontos concedido pelo árbitro.
A Champions é passado. Agora, só a Liga Europa está ao alcance dos encarnados... e do Hapoel. O destino europeu do Benfica ficará traçado na última jornada, que reserva recepção ao Schalke 04, no dia 7 de Dezembro.
Classificação do Grupo B:
1. Schalke, 10 pontos/5 jogos
2. Lyon, 9/5
3. Benfica, 6/5
4. Hapoel, 4/5
6.ª e última jornada (7 Dezembro)
Benfica - Schalke
Lyon - Hapoel

 

21:31 - 24-11-2010
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publicado por Benfica 73 às 00:13

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