Novembro 24 2010

Estou a escrever a quente, mas não costumo arrepender-me do que digo.
Acabou a passividade da minha parte, alguém tem de explicar o que está acontecer. E não venham com a conversa, já gasta, do Di María e o Ramirez.
O problema é muito mais complexo do que aparenta ser.
Uns dirão que a culpa é do JJ, outros dirão que é do presidente e outros ainda dirão que a culpa é dos jogadores.
E eu digo que a culpa é de todos nós. Porquê? Porque após o título, em vez de sermos humildes, não, foi contrário, a começar na direcção até ao mais simples adepto. Enquanto os benfiquistas manterem esta maneira de ser não vamos a lado nenhum. Ou melhor havemos de ganhar qualquer coisa 5 em 5 anos. E isso para nós benfiquistas é inamissível.
Dois objectivos para esta época já estão perdidos...
Espero estar enganado, mas o pior a meu ver ainda está para vir.

publicado por Benfica 73 às 22:25
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Novembro 24 2010

É impossível não vibrar com a vitória, histórica, do Sporting de Braga frente ao Arsenal: numa época em que deixámos – por força de outros “futebóis” – desvalorizar os feitos de David contra Golias, em que veneramos de forma indiscriminada o poder e o armamento, em que os mais desfavorecidos mais parecem empecilhos que nos saem ao caminho, foi particularmente saudável este triunfo.

Desde logo porque não foi fácil, exigindo contenção e paciência, antes das duas cavalgadas de explosão de Matheus até às redes adversárias. Depois, porque veio provar que, como equipa estreante nestas andanças, o vice-campeão nacional demonstrou ser um aluno capaz de aprender rapidamente e de, já ao quinto jogo, saber pensar pela sua própria cabeça e causar algumas dores às cabeças alheias.

Dir-me-ão que o Arsenal tinha jogadores-chave lesionados. Mas não é essa uma das mais estranhas características da equipa comandada por Wenger? Alegarão que houve mexidas na equipa-base. Mas essas são voluntárias e o próprio Braga as fez, deixando no banco Mossoró e o debilitado Sílvio.

Defenderão que o Arsenal chegou ao Minho praticamente apurado e que deixou correr o marfim, pelo menos até saber que os rivais ucranianos já iam de vantagem alargada.

Mantenho a ideia de que a arrogância, mesmo aquela que se traduz na lentidão de processos e na ausência de uma pressão mais alargada, se combate com inteligência, com determinação e com a consciência das próprias lacunas e mais-valias.

Foi o que fez o Braga, com uma perfeição que nem sequer dá azo a que se evoque a sorte do jogo: primeiro começou a matar lentamente o fantasma de Londres e da meia dúzia; depois, aos poucos, foi contrariando a maior posse de bola do Arsenal com crescente acutilância; finalmente, soube aproveitar o adiantamento do adversário – e a lesão de Eboué, ignorada por um técnico que descuidou as compensações – para jogar o seu maior trunfo, as transições rápidas, personificadas num foguete que passa, num segundo, dos pezinhos de lã para o pé-canhão.

Foi, insisto, um momento para recordar, tanto mais que a campanha interna do Braga está longe do imaculado. Virada à Europa, quase apetecia pedir que a campanha começasse agora – da derrocada londrina, logo na estreia, poucos se livrariam; mas acredito sinceramente que este Braga não voltaria a capitular de forma tão evidente – e porventura decisiva – diante do Shakhtar. Haja sonho. Mas, mesmo sem milagre, com a experiência acumulada, este Braga de Domingos Paciência habilita-se a fazer mossa na Liga Europa. Que assim seja.

PS – Hoje, o Benfica joga a “finalíssima” israelita. Pena não ter visto o jogo de Braga: em humildade, competência e concentração, tinha ali um belo exemplo.

Autor: João Gobern

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 18:14

Novembro 24 2010

O seleccionador argentino esteve por estes dias em Lisboa para falar com Gaitán, Salvio e Franco Jara. «Não esquecemos os jogadores jovens, com projecção», diz Sérgio Batista.
O timoneiro da formação “alviceleste” encontra-se a realizar um périplo pela Europa e a capital portuguesa foi uma das várias paragens programadas, seguindo-se Sevilha (Diego Perotti e Federico Fazzio), Madrid (Fernando Gago, Ezequiel Garay, Di María e Higuaín) e Barcelona (Lionel Messi».
Na cidade condal, aproveitará para assistir ao clássico entre o Barça e o Real Madrid, agendado para a próxima segunda-feira.
«Queremos falar com todos eles sobre o futuro. Temos a Copa América do próximo ano no pensamento, mas o principal objectivo é o Mundial. Por isso temos em conta gente jovem, com projecção», explica Sérgio Batista à Fox Sports.
«Pretendemos integrá-los aos poucos, porque os “grandes” já nós conhecemos e sabemos o que podem render na selecção. O objectivo é trabalhar para o Mundial de 2014», reforçou.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 17:31
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Novembro 24 2010

As exibições do avançado Alan Kardec estão a ser seguidas com atenção pelo Hoffenheim, quinto classificado da Bundesliga, com 21 pontos.
A imprensa alemã avança que o brasileiro do Benfica está na linha da frente dos possíveis sucessores do bósnio Ibisevic, muito cobiçado, que pode deixar o clube já em Janeiro.
Alan Kardec foi contratado pelo Benfica ao Vasco da Gama, por 2,5 milhões de euros, em Janeiro. Desde então, somou 22 jogos e seis golos, em todas as competições.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 16:14

Novembro 24 2010

O médio Gil Vermouth está referenciado pelos encarnados. O jogador, de 25 anos, afirma a Record saber que o Benfica o tem seguido, embora “nada haja de concreto”. O futebolista é uma das principais unidades do Hapoel. Além de ter sido considerado o melhor jogador do campeão israelita no encontro da Luz, as suas qualidades encantaram nas observações que as águias fizeram ao conjunto de Telavive.

Ontem, quando abordado pela nossa reportagem, adiantou: “Já falei com o meu empresário sobre esta possibilidade, mas nada há de concreto. É um sonho poder representar um clube como o Benfica. Espero voltar a ser o melhor em campo.”

Em Telavive, o interesse das águias em Vermouth é comentado em círculos próximos do Hapoel. O Nuremberga também está atento ao jogador, mas na conferência de imprensa o 7 dos israelitas, que na época passada jogou no Gent, da Bélgica, desviou a conversa.

O médio tem mais dois anos e meio de contrato com o Hapoel. Uma transferência em janeiro custa 3 milhões de euros; no verão, fica-se pelos 700 mil euros.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 12:30

Novembro 24 2010

Luís Filipe Vieira aproveitou algum tempo livre que ontem teve para se deslocar a Jerusalém e conhecer a capital de Israel. O presidente dos encarnados fez-se acompanhar pelo administrador da SAD, Rui Gomes da Silva, e por Alcino António, vice-presidente do clube, que viajaram com a equipa desde Lisboa.

Em Jerusalém, cidade conhecida pela diversidade de culturas, o líder das águias e os restantes responsáveis do clube aproveitaram para ver a parte velha, onde se encontram em perfeita comunhão, mas delimitadas em espaço, monumentos representativos das religiões judaica, muçulmana e cristã.

Vieira passeou por sítios como o mundialmente famoso muro das lamentações, viu sinagogas, mesquitas e o santo sepulcro, regressando depois à unidade hoteleira onde os jogadores se encontram instalados em Telavive, capital financeira do país.

O presidente dos encarnados teve, assim, um dia mais descontraído antes do importante embate que a equipa tem esta noite com o Hapoel.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 12:25

Novembro 24 2010

Apesar da importância do encontro, os jogadores do Benfica não serão premiados pela administração da SAD em caso de vitória, hoje, em Israel. Contas feitas, de pouco servirão os 3 pontos diante do Hapoel Telaviv se os encarnados não conseguirem o apuramento para os oitavos-de-final da Liga dos Campeões. E aí, sim, o grupo encarnado vai ter direito a um prémio de qualificação, que há muito está estabelecido entre atletas e responsáveis .

Afinal, caso o emblema da Luz consiga passar a fase de grupos entram diretamente nos cofres benfiquistas 3 milhões de euros, o que permite a Luís Filipe Vieira compensar os jogadores pelo feito. A esta compensação monetária que a UEFA atribui a todos os clubes que passem a fase de grupos pode ainda somar-se, em caso de vitória nos dois jogos que faltam, mais 1,6 milhões, o mesmo valor que o clube já encaixou depois de ter levado de vencida o Hapoel [2-0] e o Ol. Lyon [4-3].

Note-se que, até ao momento, e segundo dados do Relatório e Contas que vai a aprovação da assembleia geral da SAD no próximo dia 29, os encarnados já viram entrar no clube 10,1 milhões, numa prova na qual só o facto de uma equipa participar em cada jogo rende 550 mil euros ao clube, mesmo em caso de derrota. Ou seja, o clube pode chegar à fase seguinte com um encaixe de 14,7 milhões de euros.

O Benfica partiu para esta temporada com o objetivo de ir longe na milionária Champions e, apesar dos altos e baixos, as aspirações de qualificação estão intactas para a equipa de Jesus, que depende apenas de si própria. “Basta” ganhar hoje e fazer o mesmo frente ao Schalke, na Luz, na última jornada do grupo.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 12:23

Novembro 24 2010

Com Luís Filipe Vieira e Rui Costa em Israel a acompanharem a equipa, as negociações na América do Sul visando as contratações de Rodrigo Mora e Funes Mori prosseguem de forma ponderada. O representante do extremo de 23 anos, Juan Pablo Sorín, em declarações a Record mostrou-se tranquilo em relação à situação do atleta. “Nesta fase a única coisa que posso dizer é que continuamos a conversar. A minha prioridade é garantir a tranquilidade do jogador, que no próximo fim-de-semana pode sagrar-se campeão e melhor marcador do campeonato uruguaio”, referiu o ex-jogador.

Em relação a Funes Mori nas últimas horas também não houve grandes avanços. Neste momento aguarda-se o agendamento de uma nova reunião entre a direção do River Plate e o empresário Kia Joorabchian para fechar o negócio. O vice-presidente do emblema argentino, Diego Turnes, confirmou ontem que este novo encontro ainda não tem uma data marcada. O avançado, que já manifestou interesse em ingressar no clube português, continua expectante.

Entretanto, da Alemanha surgiram notícias dando conta do interesse do Hoffenheim em Kardec. O emblema germânico pondera avançar para a contratação já em janeiro.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 12:18

Novembro 24 2010

Um Benfica na máxima força apresenta-se hoje diante do Hapoel Telaviv para não perder de vista o apuramento para os oitavos-de-final da Liga dos Campeões. Jorge Jesus vai lançar todos os trunfos na cimeira entre os campeões de Israel e Portugal.

A principal novidade prende-se com o muito provável regresso de Oscar Cardozo à titularidade, quase dois meses após se ter lesionado diante do Schalke 04.

Superado o problema no joelho esquerdo, o Tacuara ainda não está ao melhor nível físico. Mas na conferência de imprensa de lançamento de ontem o técnico abriu a porta do onze ao camisola 7, afirmando que aquele tem de jogar para recuperar a melhor condições. Para o mal e para o bem, JJ assumiu esse risco e, com o melhor marcador do campeonato passado disponível, não deverá prescindir dele.

Coentrão e Javi García são presenças certas no onze. O esquerdino alinhou no último encontro, com a Naval, mas falhou o duelo ibérico pela Seleção, devido a uma entorse no joelho direito. Restabelecido, vai ocupar o flanco esquerdo da defesa.

Já ao médio espanhol será confiada a tarefa de garantir o equilíbrio da equipa no meio-campo. Ausente da receção à Naval, por causa de um traumatismo na perna direita, regressa ao onze, substituindo Airton.

É na máxima força que os encarnados regressam a Israel, onde perderam há 12 anos, no reduto do Beitar Jerusalém. O Benfica tenta, aliás, fazer o que apenas a U. Leiria conseguiu: vencer neste país do Médio Oriente.

Em agosto de 2007, um golo de N’Gal desempatou o confronto com o Maccabi Netanya, após o nulo da 1.ª mão, permitindo que a formação do Lis se qualificasse para a 1.ª eliminatória da Taça UEFA.

As restantes incursões dos portugueses saldaram-se por derrotas, incluindo a da Seleção, em 1981, ou o empate do Sporting em 1995, frente ao Maccabi Haifa [ver quadro].

Terceiro classificado do Grupo B, o Benfica está a um ponto do Schalke 04, com quem vai discutir o apuramento. A situação, longe de ser a ideal, não é preocupante. Afinal, os lisboetas ainda dependem deles para seguir em frente na Champions.

A vitória no desafio de hoje à noite é a forma mais confortável de o Benfica encarar o derradeiro encontro, em casa, com os alemães, a 7 de dezembro, que o técnico amadorense já classificou como uma “final”.

O empate é o serviço mínimo que as águias podem fazer, mesmo que o Schalke ganhe hoje ao Ol. Lyon. Contudo, este cenário obrigará os pupilos de Jesus a vencer por margem de três no último jogo, face à derrota (0-2) averbada em Gelsenkirchen. Mesmo a derrota pode não comprometer. Mas aí o Benfica está dependente no resultado do outro jogo de hoje. Pelo sim, pelo não, Jesus não vai facilitar.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 12:11

Novembro 24 2010

Fernández quer ser águia (foto D.R.)

José Luis Fernández acredita que pode rumar à Luz em Janeiro. Médio esquerdo de 23 anos do Racing preparado para um «grande passo».
Numa semana decisiva para a definição do seu futuro, José Luís Fernández garantiu a A BOLA que tudo fará para rumar ao Benfica no mercado de Inverno. «Por mim vou já, quero ir já, mas não depende só da minha vontade. Tenho contrato com o Racing e é preciso chegar-se a um entendimento. Vamos continuar a conversar, mas acredito que é possível o acordo para Janeiro», vincou o médio esquerdo de 23 anos que, tal como Funes Mori (River Plate), está na iminência de ser comprado pelo empresário Kia Joorabchian e colocado, numa espécie de empréstimo, ao serviço das águias.
«Para mim seria um passo muito importante pois o Benfica é um clube muito grande», prosseguiu, com pleno conhecimento dos vários compatriotas que jogam na Luz (enumerou-os a todos) e confiança absoluta nas suas capacidades: «Estou preparado para o futebol europeu. Já passei por muitas coisas duras na vida, a nível pessoal e profissional, mas consegui reagir e seguir em frente com forças para enfrentar tudo.»
Comparado a Di María
Fernández tem um estilo que, na Argentina, é muitas vezes comparado ao de Di María, mas o jogador prefere não ir por aí. «Sinceramente, não gosto de comparações. Não sou parecido com este ou com aquele, apenas faço o meu trabalho da melhor maneira possível para ajudar os meus companheiros e a minha equipa. Jogo na ala esquerda e gosto mais de atacar do que de defender, tentando ganhar a linha e finalizar ou assistir. Mas também posso jogar no meio sem qualquer problema, ainda agora aconteceu na segunda parte do jogo com o Quilmes (1-1).»

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 08:16

Novembro 24 2010

O seleccionador da Argentina, Sérgio Batista, confirmou que Nicolás Gaitán, Eduardo Salvio e Franco Jara fazem parte dos seus planos.
Em conversa com a imprensa local, Batista falou sobre a digressão que está a fazer pela Europa, que o levou a Lisboa para encontrar-se com as três águias.

«A ideia era falar com vários jogadores sobre o futuro, tendo em vista a Copa América do próximo ano [realiza-se entre 1 e 24 de Julho, na Argentina] e, sobretudo, o Mundial-2014 [no Brasil]. Por isso, temos de contar com gente jovem com projecção», explicou o treinador argentino, que convocou Gaitán para os dois últimos particulares da selecção argentina, com o Japão, em Tóquio, e com o Brasil (Catar), embora o benfiquista não tenha sido utilizado.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 08:11

Novembro 24 2010

 Ambiente escaldante, adversário aguerrido e um jogo de enorme responsabilidade. Noventa minutos decisivos para continuar na Champions. Eis o que espera o Benfica, hoje, em Israel...
Cada vez que um adepto do Hapoel Telavive fala do jogo de hoje com um dos portugueses presentes nesta cidade do Mediterrâneo para acompanhar a partida, ri-se e, de mansinho, sussurra: «Não sabem o que os espera. Os turcos, comparados connosco, parecem moderados. E a nossa equipa, em casa, é um verdadeiro vendaval...»
Pode parecer estranho, mas é tudo verdade. O Benfica tem esta noite, pela frente, 90 minutos de altíssima dificuldade e terá de, ao mesmo tempo, ser frio para controlar o adversário e quente para suportar a tremenda pressão que virá das bancadas do Estádio Bloomfield.
Ora, o estádio do Hapoel Televive vai constituir um obstáculo de monta para os encarnados. Em primeiro lugar porque os 15 mil adeptos que vão lotar as bancadas estão, literalmente, em cima das quatro linhas, aquecendo até à fervura o ambiente. A esta circunstância soma-se o mau estado do relvado, muito mais propício ao turbilhão israelita do que à filigrana de prata argentina dos portugueses.
Relativamente ao estádio, uma nota mais: tão esquisita é a UEFA relativamente a alguns anfiteatros de Portugal e tão liberal se torna quando se depara com estádios da idade da pedra como é o caso do Bloomfield, que fica já na zona de Jaffa, mais pobre e mais muçulmana do que Telavive, uma metrópole absolutamente europeia.
As escolhas de Jesus
O treinador do Benfica disse que ia usar o mesmo sistema utilizado em 90 por cento dos jogos do seu consulado na Luz. Partindo do princípio que Jorge Jesus não está a fazer bluff, o sistema a que se refere é o 4x1x3x2 que foi interpretado de forma magistral ao longo da época passada e de forma apenas razoável na temporada em curso.
Jesus (que tem por princípio ser muito claro na distinção entre táctica e dinâmica, conceitos muitas vezes confundidos pelos adeptos), mesmo assim, ainda pode fazer algumas variações, mantendo fidelidade ao sistema (ou seja, mudando a dinâmica e mantendo a táctica): na baliza estará Roberto e aí não há dúvidas. A defesa esperada é composta por Maxi, Luisão, David Luiz e Fábio Coentrão. Porém, a colocação de Rúben Amorim à direita em detrimento do uruguaio, ou de César Peixoto à esquerda, fazendo avançar Fábio Coentrão, são cartas que não podem ser consideradas completamente fora do baralho de Jesus, cujos desígnios são amiúde, nestas alturas, insondáveis.
No meio-campo, Javi García (sem oposição, devido à lesão de Airton, a torre gémea) será o trinco, seguindo-se algumas dúvidas a meio-campo. O normal é Carlos Martins pela direita; Aimar a dez e Gaitán pela esquerda; mas pode acontecer que El Mago seja sacrificado e a sua posição entregue a Martins, sendo a direita entregue a Rúben Amorim e a esquerda a Fábio Coentrão. Na frente, Saviola parece certo, surgindo depois a dúvida existencial: Cardozo, sem ritmo mas a precisar de minutos para entrar em laboração normal; ou Kardec, um ponta-de-lança que vê a sua utilidade aumentar quando o Benfica usa a força aérea para atacar o derradeiro reduto contrário?
Assim, pelo que ficou patente, o 4x2x3x1 de Jesus pode assumir formas diversas. A mais plausível e coerente (já que o técnico garantiu que ia meter a carne toda no assador e falou numa finalíssima) tem os seguintes nomes: Roberto; Maxi, Luisão, David Luiz e Fábio Coentrão; Javi; Carlos Martins, Aimar e Gaitán; Saviola e Cardozo.

 Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 08:07

Novembro 24 2010
publicado por Benfica 73 às 06:24
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Novembro 24 2010

NO passado fim-de-semana houve Taça. Mas não para todos. O Benfica e o Braga foram obrigados a um pousio. Não houve, na Luz, um jogo de futebol por causa da Nato. Foi pena. Obama e Medvedev perderam uma soberana ocasião - como sói dizer-se em futebolês - de, no intervalo de mísseis e antimísseis, verem ataques e contra-ataques sem terem que aturar o teleponto de Sócrates, a brilhantina de Berlusconi ou a insuportável indumentária da senhora Merkel.Ainda estou para perceber a razão verdadeira do adiamento do jogo. Tenho dado voltas à minha cabeça. Árbitros convocados para a Cimeira? Mobilização para a Nato de todos os stewards disponíveis? Blindados que ainda não chegaram? Meteorologia aziaga? Cardozo out? Alan castigado? A águia Vitória de serviço no Parque das Nações, fazendo escolta a outras aves de rapina? Importação de bolas de golfe do Atlântico Norte? Medo de um qualquer túnel?

Dei também comigo a pensar no que teria acontecido em Londres se lá se tivesse realizado a Cimeira. Não imagino o futebol londrino, o Arsenal, o Chelsea, o Tottenham, o West Ham ou o Fulham a fecharem as portas por decreto de Sua Majestade…

Pus-me ainda a imaginar o Estádio da Luz cheio de manifestantes anti-Nato comendo bifanas, uns coiratos e bebendo umas cervejolas, numa espécie de aquartelamento improvisado para daí partirem para acções de protesto.

Somos um país de excessos. De tudo ou nada. Numa atitude algo provinciana, decidiu-se que a luz apagada na Luz asseguraria a ordem e a tranquilidade. Ficámos todos mais descansados. Assim se garantiu que a nata da Nato estivesse fora-de-jogo e que o jogo venha a estar fora da Nato…

Autor: Bagão Félix

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 00:10

Novembro 24 2010

Apenas 30.588 adeptos, alguns dos quais espanhóis, foram à Luz ver jogar os campeões do Mundo, transmitindo a imagem acabada de um país à beira do colapso, sem dinheiro, sem alegria, sem motivação. Em tempo de crise, ninguém seria tão optimista que pudesse prever uma goleada sobre tão poderoso adversário, mas pressentia-se a vontade de aproveitar tão ilustre visita para prosseguir a escaldam psicológica que retirasse o país futebolístico das trevas onde o iluminado ex-seleccionador a afundara nos últimos dois anos.

Só que 30.588 representam pouco mais de metade da média de espectadores da selecção no novo estádio da Luz e reflectem o que o futebol significa, para os portugueses, neste momento.

Com as imagens das cadeiras vazias em fundo aos golos de Carlos Martins, Hélder Postiga e Hugo Almeida a correrem mundo, algumas vozes se insurgiram contra a má «promoção» que a Federação terá feito deste cartaz de luxo, como se a visita da Espanha precisasse de mais divulgação num país que goste verdadeiramente de futebol.

Não há que temer, porém que tal imagem venha a exercer qualquer influência na decisão sobre a sede do Mundial de 2018, uma vez que os indicadores decisivos são outros, mais prosaicos, em que o país escolhido não passa de uma barriga de aluguer, de baixo custo. A FIFA sabe muito bem que, se precisasse dos portugueses para encher estádios, Portugal seria o último país da Europa: hoje, no Braga - Arsenal, jogo histórico e quiçá irrepetível, haverá mais cadeiras vazias do que ocupadas.

É no plano interno que se chegou ao limite do artificialismo e não se pode camuflar mais: o futebol está à beira da implosão.

O Beira-Mar negociou uma moratória com os credores para não fechar portas antes de receber o Benfica, confiando na desobediência clubista dos adeptos do clube de luís Filipe Vieira para realizar uma receita que lhe permita continuar de portas abertas mais uns meses.

Por falta de interesse público, a Olivedesportos falhou a venda dos direitos da edição da Taça de Portugal às televisões, nem lhe valendo desta vez a habitual solicitude do canal público a inflacionar os valores de mercado, à custa dos contribuintes.

Com o Benfica arredado da final desde 2005, a Taça de Portugal vem definhando ano após ano e é agora uma prova desinteressante e distante dos adeptos, desrespeitada pelos treinadores e sem padrões de exigência técnica ou de espectacularidade reduzindo-se às duas últimas eliminatórias ou a um ou outro jogo grande, acidental no percurso. No último fim-de-semana, os espectadores de todas as partidas dos dezasseis avos de final teriam cabido no Pavilhão Atlântico, a ver a Shakira.

Ora, é neste cenário de crise evidente, reclamando intervenções de choque, que se assiste à indiferença governamental perante o regabofe jurídico em que a Federação está mergulhada, elegendo órgãos fantoches à boa maneira dos regimes de antanho e brincando aos Mundiais, ao mesmo tempo que ridiculariza as leis da República e a bandeira.

E, no entanto, no próximo dia 2, em Zurique, lá estarão, lado a lado, em nome dos portugueses que «tanto gostam de futebol» e, como eles gostam de dizer, do «interesse nacional», dirigentes federativos e membros do Governo em mais uma demonstração de hipocrisia e falta de sentido de estado que nos envergonha a todos.

Autor: João Querido Manha

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 00:07

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