Novembro 10 2010

Nuno Gomes gostou do regresso do Benfica a Angola. E no final do encontro frente à seleção local, mostrou felicidade por ter participado num encontro que celebra a história do país africano.

"Estou muito contente por termos regressado a Angola mais a mais integrados nas celebrações do 35º aniversário da independência de Angola e espero um dia poder cá voltar. Quanto à seleção de Angola considero que mostraram em campo que são uma boa equipa”, explicou.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 23:45

Novembro 10 2010

 

O técnico do Benfica, Jorge Jesus, ficou satisfeito pelo campeão nacional ter tido a oportunidade de participar na festa de independência de Angola.

«A nossa intenção era participar numa festa e saímos daqui sem lesões, o que é positivo. Esteve muita humidade e calor, o que causou um cansaço grande nos jogadores e isso levou a uma redução na nossa intensidade de jogo», explicou Jorge Jesus.

O técnico do Benfica abordou a prestação de Angola, mas desmentiu que estivessem interessados em alguns dos seus internacionais: «É uma selecção com jogadores rápidos e a quem não é fácil ganhar, muito menos em Luanda. O Job tem qualidades, boa técnica e rapidez mas não é verdade que o Benfica o esteja a seguir.»

Este jogo também poderá ter sido o último do angolano Mantorras: «Foi uma boa despedida para o Mantorras e uma homenagem bonita na sua terra. O Benfica deixou sua marca em Angola onde tem muitos adeptos e fomos muito apoiados num país onde se vive muito o Benfica.»
O Benfica venceu a selecção angolana, por 2-0, golos de Jara e Aimar.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 23:09

Novembro 10 2010

Pedro Mantorras foi o centro das atenções no Angola-Benfica. O avançado as águias é ídolo no seu país e no final da contenda revelou satisfação por ter estado presente num embate integrado nas comemorações do 35.º aniversário da independência de Angola.

“É uma data histórica para mim e para o povo angolano. Foi também um bom jogo para o Benfica e para a selecção angolana. Estou muito feliz”, revelou aos jornalistas, ainda no tapete verde do Estádio 11 de Novembro.

"Dentro do meu coração vai muita coisa junta neste momento, não só de felicidade pessoal mas também pelo povo do meu país pela celebração dos 35 da independência. Contudo, é difícil comentar muito mais porque ainda vai acontecer muita coisa no futuro", garantiu depois.

Poucos minutos em campo

Questionado sobre os motivos que o fizeram jogar poucos minutos na contenda, o angolano fechou o rosto: "Eu não quero falar sobre isso, apenas cumpro o que me mandam fazer, porque faço parte do grupo. Agora comentar sobre isso eu não vou comentar, tarde ou cedo as pessoas saber e vão ver as coisas de uma outra forma e vão saber o que se passou concretamente."

Quanto ao futuro, poucas palavras: "Eu quando for falar sobre o meu futuro será ao lado dos meus filhos porque no momento certo, de crise, eles estiveram sempre ao meu lado. Por isso agora, quando chegar o momento certo vou falar e estar com os meus filhos e aí irei decidir o meu futuro, mas podem estar tranquilos que este não vai ser o meu último jogo pelo Benfica."

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 22:36

Novembro 10 2010

O Benfica venceu esta quarta-feira a selecção angolana por 0-2 e conquistou, assim, a Taça da Independência de Angola. Os argentinos Franco Jara e Pablo Aimar apontaram os golos do encontro.

Com um excelente ambiente nas bancadas, a selecção de Angola começou a partida a tentar surpreender o Benfica. No entanto, os “encarnados” rapidamente controlaram o ímpeto do adversário e passaram a comandar os destinos do encontro.

As jogadas de perigo começaram a surgir e o Benfica conseguiu chegar ao golo perto do intervalo. Após um bom cruzamento de Luís Filipe do lado direito, o avançado argentino Franco Jara cabeceou com êxito no interior da área angolana. Estavam decorridos 38 minutos.

Foi já em período de descontos que o Benfica construiu a jogada mais bonita da primeira metade. Entrando pela zona central do terreno, Pablo Aimar colocou em Javier Saviola e este devolveu ao número 10 “encarnado” que entrou na área e concluiu, facilmente, para o 0-2.

O treinador Jorge Jesus procedeu a cinco alterações para o início do segundo tempo, com especial destaque para a entrada do avançado angolano Pedro Mantorras. O número nove dos “encarnados” saiu depois aos 66 minutos, recebendo uma enorme ovação do público presente no Estádio 11 de Novembro.

Apesar das várias substituições, o Benfica geriu muito bem as operações do encontro e conquistou, assim, a Taça da Independência de Angola.

O Benfica apresentou a seguinte equipa: Júlio César (Moreira, 45’; Roberto, 79’); Luís Filipe, Sidnei (Roderick Miranda, 45’), David Luiz (Luisão, 45’) e Fábio Faria (Nuno Gomes, 63’); Airton (Carlos Martins, 63’), Gaitán (Felipe Menezes, 52’), Aimar (César Peixoto, 45’) e Salvio (Maxi Pereira, 55’); Saviola (Mantorras, 45’; Kardec, 66’) e Jara (Weldon, 63’).

Fonte: SLB

publicado por Benfica 73 às 21:29

Novembro 10 2010

Quando eu andava na escola e a Gramática ainda não era uma “arma de arremesso” para causar traumas aos alunos, estudávamos com atenção os Comparativos e os Superlativos. Mais: éramos prevenidos para a circunstância de estes últimos deverem ser utilizados com parcimónia, sob pena de se desvalorizarem e banalizarem. O que tem isto a ver com o futebol e, concretamente, com o clássico – pouco clássico – do último domingo? Simples: Jorge Jesus está agora a pagar (e parece cada vez mais certo que o fará com juros elevados) a factura tresloucada dos encómios superlativos que, por causa de uma época meritória e categórica como o Benfica há muito não vivia, foram depositando na sua conta. Sempre que o faziam, subiam a fasquia. A cada nova palmada nas costas, o técnico – um respeitado “self made man”, que subiu a pulso e chegou onde merecia – era empurrado para maiores responsabilidades. Embevecido, a vingar os anos de penumbra, deixava-se empurrar e discursava em conformidade com que nele queriam ver. Agora, com a humilhação de domingo (que vale tanto pelo resultado como pela exibição, ou falta dela), Jesus é despojado dos Superlativos e atirado para o odioso terreno dos Comparativos. Eis a imagem perfeita do futebol contemporâneo, célere a criar ídolos, veloz a destruí-los.

Começam as exigências de “serviços mínimos”. Revelam-se azias, até agora insuspeitas, no balneário. Contestam-se as escolhas, nem por isso diferentes de outras ocasiões críticas (Liverpool, claro). Ridicularizam-se as palavras. Ora, o que se passou no Dragão é, afinal, muito simples e ultrapassa as colocações suicidas de David Luiz e Fábio Coentrão ou as exclusões de Saviola e Airton: o campeão entrou a jogar exclusivamente em função do adversário. Tanto assim que se contam pelos dedos de uma só mão (não é ironia…) os remates que fez. Ao proceder desta forma, ressuscitou o fantasma que viveu instalado por mais de uma década para os lados da Luz – chama-se FC Porto. Quantas vezes se viu o Benfica entrar já em perda psicológica (leia-se “medo”) para os jogos com o rival do Norte? E quantos anos foram precisos para que esse complexo se desvanecesse? Agora, nem era preciso dar mais esse trunfo a uma equipa que se mostrava poderosa e compacta. Mas o Benfica ainda ofereceu mais essa vantagem de mão dada. Falta apurar se voltou à estaca zero e à tremideira.

Daqui em diante, pede-se mais trabalho e menos garganta. Mesmo sem título, ainda há muita margem para minorar os estragos.

Já agora, superlativo no domingo, só mesmo o FC Porto. E André Villas-Boas.

NOTA – Rogério Alves praticou, fora de horas, um dos seus desportos favoritos: a verborreia. Mas há quem não durma: nem Deus, nem Maniche, nem Targino.

Autor: João Gobern

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 17:47

Novembro 10 2010

Visita ao Cidadela em ambiente de grande euforia. Muita gente, muitos autógrafos e saída triunfal com o autocarro rodeado de pessoas.
Foram para cima de duas centenas os que acompanharam a visita da comitiva encarnada ao Estádio Nacional da Cidadela, em Luanda. Ambiente caloroso com muita curiosidade em torno dos jogadores do Benfica que distribuíram autógrafos pelas crianças, eufóricas pela presença dos campeões portugueses.
Tempo ainda para um pequeno susto quando a multidão invadiu uma sala onde a comitiva se encontrava, sem problemas de maior. Nova confusão à saída, com o autocarro a sentir dificuldades em abandonar as imediações do recinto. Muitos rodearam o veículo e correram atrás quando o mesmo seguiu o seu percurso normal.
A comitiva segue para a residência do embaixador de Portugal em Angola onde será recebida por Francisco Ribeiro Telles.
Para as 18 horas locais, 17 em Lisboa, está agendado o jogo com a selecção de Angola, no Estádio 11 de Novembro em Luanda.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 17:43

Novembro 10 2010

Depois da visita ao Cidadela, onde a comitiva do Benfica foi recebida em euforia por mais de duas centenas de adeptos, a equipa já visitou, por breves momentos, a residência oficial do embaixador de Portugal em Angola, Francisco Ribeiro Telles.

Na curta visita, todos os elementos da comitiva encarnada, nomeadamente dirigentes, treinadores e jogadores, apresentaram cumprimentos ao embaixador português naquele país.
Neste momento, e depois da manhã de euforia, o Benfica já se encontra novamente no Hotel, de modo a descansar até à hora do jogo.
Recorde-se que o Benfica defronta esta tarde, às 18 horas locais, 17 em Lisboa, a selecção de Angola, no Estádio 11 de Novembro em Luanda.

 

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 17:35

Novembro 10 2010

Álvaro Magalhães, antigo jogador do Sport Lisboa e Benfica, marcou terça-feira presença no jantar de comemoração do 35.º aniversário da independência de Angola.

Em declarações à Benfica TV, Álvaro Magalhães, recentemente campeão angolano pelo Interclube, destacou a importância da presença dos “encarnados” em Angola. “É sempre bom, uma vez que o Benfica é sempre o Benfica. É uma instituição de grande respeito e há muitos benfiquistas aqui em Angola. É uma alegria enorme para os angolanos”, salientou.

Padrão, ex-jogador do Benfica, reviu, por seu lado, o amigo Jorge Jesus. “É quase como um irmão e provavelmente das pessoas que conheço com maior coração. É um ser humano fantástico e merece tudo”, afirmou.

Um dos principais patrocinadores do evento e do Benfica, a Sagres, também esteve representado no convívio. “Estamos muito satisfeitos pelo campeão nacional de Portugal defrontar a selecção de Angola, numa altura tão importante para o povo angolano”, salientou o presidente da Central de Cervejas, Alberto da Ponte, numa alusão ao 35.º aniversário da independência do país.

Além do jantar, o primeiro dia do Benfica ficou marcado pelo clima de euforia na chegada ao aeroporto de Luanda. Depois desse banho de multidão, a comitiva deslocou-se até à estátua do presidente Agostinho Neto, onde o presidente do Clube da Luz, Luís Filipe Vieira, e o jogador Pedro Mantorras depositaram uma coroa de flores.

Referir que o Benfica defronta a selecção angolana pelas 17 horas desta quarta-feira, dia 10 de Novembro, no Estádio 11 de Novembro.

Fonte: SLB

publicado por Benfica 73 às 16:57

Novembro 10 2010

Os dados estavam lançados, a margem de erro para o Benfica era mínima ou mesmo inexistente. Mais do que isso, exigia-se um Benfica competente, afoito, resoluto. Só um Benfica na posse dos seus melhores atributos poderia levar de vencida um FC Porto forte, coeso, estimulado. O cenário do Dragão constituía, desde logo, mais uma adversidade para as pretensões rubras.

Que Benfica se viu? O melhor Benfica, tal como era exigido? Ao contrário, um Benfica débil, insuficiente, desmoralizado. O triunfo do adversário foi inquestionável, ainda que os números da vitória sejam tão cruéis quanto injustos. A verdade é que no mais decisivo encontro da temporada, o Benfica não soube puxar os galões de campeão e até sugeriu passar o testemunho ao rival.

Discutem-se as opções do treinador. Com razão? Se calhar, sim. Todavia, também se afigura irrecusável, no final dos jogos todos ganham, todos estão na posse da receita certa. Jesus falhou? Se calhar, sim. E quantas vezes acertou em inúmeras circunstâncias? O pior é que este era o tal jogo em que a falha estava absolutamente interdita.

E agora? Há muito campeonato, há mais Ligas, há outras competições. Uma coisa é certa: o desempenho do Dragão não pode repetir-se. A época não está perdida, está comprometida. Ainda assim, acredite-se que o desastre no Porto até pode ser pedagógico, até pode devolver aos adeptos encarnados o melhor Benfica.  É que só esse Benfica traz o suplemento de alma que os aficionados exigem até ao termo da temporada futebolística.

Autor: LUÍS SEARA CARDOSO
publicado por Benfica 73 às 16:45

Novembro 10 2010

Vasco Santos foi o juiz escolhido para o Benfica-Naval do próximo domingo, referente à  11.ª jornada da Liga Zon Sagres. O FC Porto volta a jogar no Dragão, desta feita frente aos algarvios do Portimonense, e o jogo será arbitrado por João Capela.

Quanto ao Sporting, Artur Soares Dias foi o escolhido para o jogo a disputar em Coimbra, frente à Académica.

Árbitros para a 10ª Jornada:

Sexta-feira

Nacional - Marítimo (Duarte Gomes)

Sábado

V. Guimarães - Sp. Braga (João Ferreira)
Académica - Sporting (Artur Soares Dias)

Domingo

Rio Ave - P. Ferreira (Carlos Xistra)
U. Leiria - V. Setúbal (Rui Costa)
FC Porto - Portimonense (João Capela)
Olhanense - Beira-Mar (Luís Catita)
Benfica - Naval (Vasco Santos)

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 16:32

Novembro 10 2010

NOS últimos 110 minutos, o Benfica sofreu 8 golos. Ultrapassou assim a barreira dos 7% de Teixeira dos Santos para abrir portas ao FMI. Contra o Lyon, foi a consequência do que não se deve fazer: parar o cérebro, mais até do que as pernas. Contra o Porto, foi a consequência de um desmesurado medo que o adversário soube explorar inteligente e eficazmente. Tal como contra o acessível Liverpool, optou-se pelo experimentalismo e começou-se a perder no minuto zero. Trocou-se um dos melhores centrais do mundo por um medíocre lateral (coitado do D. Luiz), jogou Sidnei que desaprendeu com a inactividade, deixou-se de fora Saviola que, mesmo a jogar menos, é desequilibrador, trocaram-se as voltas a Aimar e Carlos Martins. E já com o resultado pesado, estreia-se o desamparado Roderick e reentra, meses depois, o destreinado R. Amorim. Para completar o mosaico, Luisão porta-se como uma criança mal-educada.

Cometeram-se erros no planeamento da época. Encarou-se a Supertaça com sobranceria e desconcentração e aí começou-se a resvalar. Não se anteciparam as inevitáveis saídas de Di María e Ramires. Os sofríveis Gaitán e Jara e o emprestado Salvio foram caros e não colmataram aquelas saídas. Fábio Faria não existe. Reempresta-se Urreta e compra-se por um balúrdio Rodrigo, que se despacha para o Bolton, onde só jogou uns minutos. Tem-se 25% do passe de Reyes para nada.

Escrevo estas palavras com tristeza, mas não com acrimónia para com os dirigentes e Jesus. Continuo a confiar no treinador. Todos temos o direito ao erro. O certo, porém, é que nos resta agra esperar pelo FMI, Fundo do Mercado de Inverno, para começar a preparar a próxima época e garantir, ao menos, o 2.º lugar para acesso à Champions!

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 12:22

Novembro 10 2010

1. Foi há sete anos, completados há dias, a inauguração da nossa Nova Catedral, Para trás ficara o velho estádio, que tantas alegrias nos deu. Foi polémica a opção pela construção de um novo recinto e não terá sido fácil a opção então tomada, face à situação do Clube, que começava a recompor-se o “terramoto” Vale e Azevedo. Mas Luís Filipe Vieira mostrou-se fortemente determinado e, sete anos depois, já não haverá que não lhe dê razão. Mais que um campo de futebol com bancadas, todo aquele espaço é uma cidade desportiva que os outros não têm e é um espaço comercial que dá boas receitas ao Clube e leva diariamente milhares de pessoas àquela ampla zona, algo que não se vê nem no Alvalade XXI nem no Dragão. Sete anos depois, só nos podemos orgulhar da obra feita.

 

2. Leio e pasmo. Mas, depois, pensando melhor, já nem me admiro. O FC Porto preparou uma golpada com o antigo presidente do Conselho de Justiça, no sentido de impedir a presença na reunião de um dos seus elementos, que sabia ir votar a favor da condenação do clube (e dos seus dirigentes) por tentativa de corrupção (confirmando anterior decisão do Conselho de Disciplina da Liga). Esse elemento, mais tarde, denunciou essa tramóia numa entrevista. Pois o FC Porto, armando-se em vítima, queixou-se dele à justiça. E na primeira sessão do julgamento, o bem conhecido (até das escutas…) Adelino Caldeira, administrador da SAD do clube, teve o desplante de afirmar, sobre esse elemento, que fazia parte igualmente de uma outra comissão da Federação, que “quem é capaz de fazer concluios com membros da FPF, também é capaz do mesmo com árbitros…” Olha quem!

publicado por Benfica 73 às 12:17

Novembro 10 2010

O Benfica disputa com a selecção de Angola, esta tarde, a Taça da Independência daquele país – cujo 35.º aniversário se celebra na quinta-feira. O jogo está marcado para as 18 horas locais, menos uma em Lisboa, e terá o Estádio 11 de Novembro, em Luanda, como palco.

A expectativa em terras angolanas é enorme, como ficou demonstrado com o entusiasmo e carinho dispensados à comitiva encarnada na chegada à capital, na tarde de ontem.

Espera-se, por isso, uma boa assistência no Estádio 11 de Novembro para ver in loco o jogo entre os “Palancas” e o campeão português.

Jorge Jesus levou todo o plantel para Angola, com excepção para Óscar Cardozo e Rúben Amorim. O paraguaio recupera de lesão, enquanto o português regressou agora à competição.

O jogo com a selecção de Angola, inserido nas comemorações do 35.º aniversário do país, é o primeiro do Benfica após o desaire no clássico com o FC Porto, no passado domingo. As águias vão subir ao relvado do 11 de Novembro sem qualquer treino efectuado depois da pesada derrota averbada no Dragão.

O próximo compromisso na Liga está marcado para domingo (18.15 horas) e reserva recepção à Naval, actual “lanterna vermelha” da prova.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 11:41

Novembro 10 2010

O Benfica tem um direito de preferência sobre Tiago Targino, que permite aos encarnados ter o jogador “controlado”, apurou Record junto de fonte próxima do processo.

As boas relações entre os dois clubes foram determinantes para esta espécie de blindagem. O interesse dos encarnados no jogador não é de agora e já durante a reabertura do mercado de inverno na época passada o nome do extremo foi falado entre Luís Filipe Vieira e Emílio Macedo. No entanto, a grave lesão que contraiu em Janeiro acabaria por deitar por terra um eventual negócio que também dificilmente acontecerá já no início do novo ano. Aliás, o nome de Targino não consta na lista de eventuais reforços da SAD encarnada a curto prazo.

O direito de preferência estabelecido entre as duas partes explica-se facilmente e não vincula o Vitória de Guimarães a qualquer obrigação de realizar o negócio com os encarnados. O que os vimaranenses têm de fazer é contactar os homólogos encarnados quando receberem uma proposta por Targino. Se o Benfica igualar o valor da proposta recebida, bem como os moldes de pagamento apresentados pelo emblema interessado, então o extremo rumará à Luz, isto, claro está, se chegar a acordo com as águias. Na prática, este direito de preferência permite à SAD benfiquista ser sempre ouvida numa eventual transferência do internacional Sub-21 português. Refira-se que este acordo entre as duas partes é referente a propostas de clubes portugueses ou estrangeiros, apesar de Emílio Macedo ainda ontem ter negado, aos microfones da Rádio Renascença, a “existência de qualquer opção do Benfica”. Como é natural nestes casos, ao Vitória não interessa que um eventual interessado saiba, logo à partida, que estará numa posição fragilizada nas negociações.

Estes acordos não são inéditos no futebol português. O Sporting, por exemplo, deteve durante algumas épocas um direito de preferência sobre Raul Meireles que não exerceu, uma vez que não quis igualar a proposta apresentada pelo FC Porto ao Boavista. Os leões também perderam desta forma Simão (Benfica) e Quaresma (FC Porto), embora nestes dois casos os valores envolvidos fossem substancialmente mais elevados e que o clube de Alvalade entendeu não estar ao seu alcance. O FC Porto não desperdiçou a opção que detinha sobre Rolando, num acordo celebrado com o Belenenses.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 10:48

Novembro 10 2010

A actual conjuntura dos encarnados não é de todo favorável. A 10 pontos do FC Porto, os encarnados estão também com dificuldades para garantir a qualificação para os oitavos-de-final da Liga dos Campeões, um dos objectivos para esta temporada.

E se as águias não conseguirem seguir em frente na maior prova de clubes da UEFA, as saídas de Fábio Coentrão e David Luiz, dois dos jogadores mais cobiçados do actual plantel, podem ser um cenário possível. Fábio Coentrão é o jogador com mais mercado nesta altura e, apesar de ter renovado recentemente contrato até 2016, pode sair já na reabertura do mercado. E como Record adiantou oportunamente o Real Madrid é o clube mais bem colocado para garantir o jogador.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 10:38

Novembro 10 2010

O reforço do plantel benfiquista, na reabertura do mercado, está dependente da qualificação da equipa comandada por Jorge Jesus para os oitavos-de-final da Liga dos Campeões. Uma coisa é certa: os encarnados não vão despender verba avultada como em janeiro último.

Os encarnados começaram a preparar esta temporada com muito tempo de antecedência. Jogadores como Fábio Faria, Jara ou Gaitán foram contratados com a época em curso – Roberto e Salvio foram garantidos no verão. O reforço da ala esquerda é uma das necessidades identificadas, tendo já aberto algumas pistas, como Monreal ou Strinic. Gaitán ainda não se assumiu como sucessor de Di María e Fábio Coentrão tem alternado entre o meio-campo e a defesa.

Os responsáveis da SAD estão, no entanto, a avaliar o reforço do plantel. A revalidação do título complicou-se com a derrota no clássico de domingo, restando a continuidade na Champions como grande objetivo, sem esquecer a Taça de Portugal e Taça da Liga.

A qualificação para os “oitavos” da prova milionária tornou-se mais fácil, em face dos resultados da última jornada. Apesar do 3.º lugar, o Benfica está em boa posição de alcançar esse objetivo, tendo em conta que ainda vai receber o Schalke 04, na última ronda da fase de grupos. De resto, a qualificação foi uma das exigência feitas pela administração da SAD a Jorge Jesus.

O reforço do plantel em janeiro jamais envolverá os montantes despendidos no início do ano – Airton, Kardec e Éder Luís custaram 9,1 milhões de euros. Desta vez, a ordem de Luís Filipe Vieira é para apertar o cinto, depois de três anos em que o Benfica não se poupou a esforços para apetrechar o plantel convenientemente. A explicação é simples: as receitas, esta temporada, baixaram e até Champions está a render menos do que o esperado, mal-grado os 7,1 milhões de euros embolsados pela presença na fase de grupos e os 1,6 milhões que renderam as duas vitórias.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 10:20

Novembro 10 2010

Jorge Jesus não se sente ameaçado. O treinador do Benfica sabe bem que foi doloroso para os encarnados a goleada em pleno Estádio do Dragão, mas em Angola diz que não é motivo para se colocar em causa um trabalho que tem mais de um ano e tão bons resultados tem dado.

Apesar de ganhar força a ideia de que começa a ficar tremido o lugar do treinador encarnado, este não se amedronta, vai até mais longe, promete títulos aos adeptos:

«Não sinto que exista uma campanha contra mim. Começámos mal a época, depois estivemos um longo período sem perder e agora aconteceu isto. Não sinto que o meu lugar está tremido, o que sinto é que perdi um jogo, mas o treinador é o mesmo da época passada e a equipa também não mudou muito. Por isso lhes digo que esta temporada ainda temos muito para ganhar. O campeonato não está resolvido e temos ainda para conquistar a Taça, a Taça da Liga ou a Liga dos Campeões», reforçou.

 

«Depois do jogo com o FC Porto já tive oportunidade de dizer porque optei por esta decisão: não é uma posição desconhecida para David, que que fez toda uma época a actuar como lateral-esquerdo e por isso achei que seria o mais correcto para este jogo. É verdade que não é uma derrota normal pelos números que esta envolveu, mas nestes clássicos qualquer equipa pode sair vitoriosa. Por isso é importante dizer que não foi o David Luiz que perdeu, mas toda a equipa. Não foi certamente por aí que o Benfica foi batido».

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 09:45

Novembro 10 2010

David Luiz e Fábio Coentrão são dois dos jogadores mais assediados pelos "tubarões" europeus e estão na montra encarnada para a reabertura do mercado. Ao que O JOGO apurou, a política da SAD para Janeiro está por esta altura bem definida e, ao contrário do que aconteceu na última época, passa por um claro desinvestimento. Perante a derrota no Dragão, os responsáveis estão conscientes de que o bicampeonato está mais perto de ser uma miragem do que outra coisa, pelo que, na Luz, já se começa a pensar em 2011/12. E é aqui que entra a possível venda de um destes valiosos activos.

Os campeões nacionais não vão apostar forte no reforço da equipa para a segunda metade da época - o objectivo passa agora por atacar o segundo lugar, que dá acesso aos milhões da Champions, e, até lá, passar à fase seguinte da presente edição desta prova -, e a estratégia irá, tudo indica, passar mesmo pela não-contratação de qualquer novo elemento. E, já de olhos postos na próxima campanha, a sociedade anónima poderá não resistir aos apelos dos endinheirados emblemas europeus, ao contrário do que fez no último Verão, onde "só" não conseguiu segurar Di María e Ramires.

O camisola 23 e o internacional português estão entre os mais cobiçados, e a venda de um deles em Janeiro - Jorge Jesus não quer perder dois elementos fundamentais de uma assentada, principalmente na defesa - é neste momento um cenário bem real. Vantagens? O início do ataque a 2011/12, mas já com dinheiro no bolso a permitir uma prospecção de craques de qualidade e com tempo para... comprar melhor.

O JOGO sabe, todavia, que em cima da mesa está outro cenário: vender em Janeiro, com saída efectiva apenas no final da época. Este cenário permitiria aos responsáveis encarnados não só ter desde logo a garantia de um avultado encaixe financeiro - a transferência seria forçosamente realizada por valores um pouco mais baixos -, como ainda manter os jogadores no plantel, enquanto ainda ganhavam tempo para procurar os devidos substitutos.

Tal hipótese começa por esta altura a ganhar alguma força na Luz, até porque a actual campanha dos encarnados tem servido - ao contrário do que aconteceu na última época - para desvalorizar ou estagnar os valores dos passes de muitos jogadores.

Nestas contas poderá ainda entrar Cardozo, mas o internacional paraguaio tem visto uma grave lesão afastá-lo dos relvados onde na última época fez disparar a sua cotação como melhor marcador do campeonato e também da Liga Europa, a par de Pizarro (Werder Bremen).

Está bem definido, naturalmente, que eventuais saídas de David Luiz ou Fábio Coentrão nunca poderão ter lugar por montantes abaixo dos 25 milhões de euros.

Cláusulas de peso

Tanto David Luiz como Fábio Coentrão estão blindados por avultadas cláusulas de rescisão. No caso do central, o montante ascende a 50 milhões de euros, enquanto o lateral está protegido por um valor 20 milhões inferior. O facto de o internacional português ter recentemente renovado o seu vínculo por mais uma época (até Junho de 2016) e não ter, como consequência, visto subir a dita cláusula rescisória é por si só um sinal de que a venda - seja em Janeiro, seja apenas no final da época - é um cenário praticamente inevitável.

Fonte: O Jogo

publicado por Benfica 73 às 09:33

Novembro 10 2010

publicado por Benfica 73 às 09:22
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Novembro 10 2010

O presidente da Mesa da Assembleia Geral do Benfica, Luís Nazaré, diz que «a equipa tem de acreditar sempre», mas assume que o objectivo dos encarnados passa agora por terminar o campeonato na segunda posição. Além disso, considera vital a continuidade nas competições europeias.

«O primeiro lugar no campeonato está difícil e, face ao que ocorreu até este momento, penso que o objectivo crível é terminarmos no segundo lugar. Além disso, passarmos à próxima fase da Liga dos Campeões ou, no mínimo, a ida para a Liga Europa. Abaixo disso seria uma situação incomportável», considerou Luís Nazaré, em declarações prestadas à Antena 1.


A mudança dos objectivos surge depois da estrondosa derrota diante do FC Porto, dissecada da seguinte forma por Luís Nazaré: «O jogo com o FC Porto revelou algumas lacunas do ponto de vista da matéria-prima, revelou um adversário que foi melhor e mereceu a vitória. Do lado do Benfica houve algumas opções estratégicas muito contestáveis, mas daí a imputar-se exclusivamente a responsabilidade ao treinador vai uma grande distância.»

De qualquer forma, o presidente da Mesa da Assembleia Geral do clube da Luz quer acreditar que os adeptos vão saber ultrapassar este momento difícil e manter o apoio à equipa.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 01:23

Novembro 10 2010

O que fazer com esta catástrofe? – eis a questão que os benfiquistas podem colocar no fim da primeira semana de Novembro, a sete meses do final da época, a 10 pontos do líder e virtual campeão.

No fundo de um poço, como uma equipa de mineiros abandonados por uma estrutura que não preparou bem as condições para melhor desenvolverem o seu trabalho, os jogadores encarnados enfrentam uma longa espera, agonizante e depressiva, até poderem encadear-se outra vez com a Luz de uma vida normal, pelo menos na imaginação e nas referências, de um clube que ganha ou discute as vitórias até ao último momento.

Há meia dúzia de meses, tudo parecia ouro puro nos domínios do Benfica, o treinador tinha o toque de Midas, os dirigentes ostentavam sobranceria e arrogância com o quilate dos indiscutíveis, como se nada pudesse correr mal e não houvesse necessidade de continuar a garimpar fundo. O sucesso escorria à flor da relva, plasmado em cláusulas áureas e contratos fulgentes.

Era, afinal, a recorrente ilusão da quimera do ouro que persegue os prospectores do êxito. No filme de Chaplin, o desespero da fome fá-lo transformar a bota e os atacadores em bife com esparguete. Na visão de Jesus, são os defesas-centrais que se transformam em laterais, os laterais em médios, os médios em avançados, o sistema em caos. O treinador do Benfica amanhou uma salada a sonhar que servia um prato “gourmet”.

E é assim que, a sete meses do fim da época, se descobrem os jogadores do Benfica metidos num enorme buraco com todas as suas honras e vergonhas. Toneladas de dúvidas por cima das cabeças, dez pontos abaixo do nível, com tendência para cair ainda mais, e apenas muito tempo e algum espaço para correr, melhorar o físico, exercitar o espírito, reforçar os laços afectivos e esperar, pacientemente, que os, até agora, negligentes responsáveis lhes cavem o túnel – por favor, nada de más interpretações – por onde possam emergir, de regresso à vida, ao sucesso, às boas atenções dos media, às homenagens da família benfiquista desesperada e à admiração do Mundo.

Um cataclismo deixou os jogadores do Benfica no fundo da mina escura onde perdeu o tesouro do campeão e as interrogações são óbvias. Estarão eles preparados para uma situação tão inesperada e grave? Terão paciência e espírito de corpo para não se desagregarem irremediavelmente através de fugas individuais que agravariam esta crise para proporções dramáticas? Disporão de um plano de emergência que os ajude a escaparem das profundezas ao mesmo tempo que, de cima para baixo, os responsáveis lhes reenviam a cápsula da glória? E, depois de falharem rotundamente na gestão do sucesso, terão estes mesmos responsáveis talento, discernimento e competência para montar uma operação de salvamento que não provoque mais danos colaterais?

Porque tudo depende de uma liderança firme e serena e da confiança que as vítimas tenham nos salvadores, as perspectivas são pouco animadoras. Foi o pânico do treinador e o descontrolo da equipa que fizeram desabar o novo filão da alameda das Antas em cima dos mineiros da Luz.

Autor: JOÃO QUERIDO MANHA
Fonte: Record
publicado por Benfica 73 às 00:56

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