Outubro 22 2010

Um desastre

QUANDO se trabalha bem a comunicação de um grande clube, a comunicação de um grande clube dificilmente é susceptível de cair no ridículo aos olhos da opinião pública. Hoje, no futebol, que ganhou como actividade económica importância incontornável nas sociedades modernas, tão importante como o rigor com que se treina e a disciplina e qualidade com que se joga, é a comunicação. O que se diz e como se diz; o que se mostra e como se mostra, e a quem.

Num grande clube de futebol, a comunicação é, pois, vital. Não é difícil perceber isso e há muito que José Mourinho, por exemplo, faz da comunicação parte essencial do seu sucesso. Porquê? Porque foi dos primeiros a perceber, no inicio da década, que quanto melhor dominasse a comunicação mais depressa dominaria o mundo onde se move.

Inteligente, ágil, atento, observador e informado, em matéria de comunicação José Mourinho quase somou apenas dois mais dois: onde vai mover-se cada vez mais o mundo do futebol? Na TV. Ora se é na TV, o que é preciso é, cada vez mais, dominar a imagem e dominar a palavra.

Sem TV, o futebol deixaria de ter importância? Não. Mas a TV amplifica, ilumina e aumente a dimensão das estrelas. Há hoje um mundo real mas também um mundo televisivo. E a qual se dá mais importância?

Dominar a comunicação não é, porém, dominar apenas o que se diz. É dominar quem nos ouve. É saber dizer a coisa certa às pessoas certas. É saber escolher o momento, a forma e o conteúdo.

Não é fácil? Não. Nem está a alcance de qualquer um.

Na verdade, nem todos podem dominar a comunicação como José Mourinho, quem sabe quase sempre o que dizer e quando dizer. Mas é também por isso que os grandes clubes de futebol, ou pelo menos alguns, entenderam chegada a hora de dar realmente importância aos seus gabinetes de comunicação.

Nem todos o fizeram da melhor maneira. Infelizmente, ainda há muito dirigente que pensa que ao gabinete de comunicação compete apenas controlar se o jogador A dá ou não uma entrevista ao jornal B. Um disparate.

No caso do Benfica, que na época passada parecia capaz de seguir uma estratégia de comunicação, o que hoje se vê é a surpreendente facilidade com que algumas das suas mais importantes personagens não evitam cair no ridículo aos olhos da opinião pública. Desde logo o seu treinador mas também o seu presidente.

O treinador porque tem decidido marcar muitas das suas intervenções públicas com frases no mínimo inadequadas ao infeliz momento que a equipa atravessa.

Nem vale a pena dar exemplos concretos.

O presidente porque deixou que fosse criada uma guerra de palavras com o treinador do FC Porto. Alguma estratégia de comunicação de um grande clube pode permitir que o presidente entre numa guerra de palavras com o treinador do clube rival? Nunca. Mas isso, pelos vistos, não é óbvio para toda a gente.

Do que aqui se trata não é de saber se os profissionais que deveriam definir a estratégia de comunicação de um grande clube como o Benfica estão ou não a fazer bem o seu trabalho. Saberão os responsáveis do clube, do presidente ao treinador, entender bem o trabalho que deve ser feito? Claro que o resultado final da comunicação de um grande clube é inevitavelmente cobrado ao director de comunicação. Fica, porém, a pergunta: mas será ele o principal responsável por isso?

No caso do Benfica, a situação é agora tanto mais negativa quanto tem sido negativo o percurso da equipa de futebol esta época, num contraste evidente e surpreendente com a época passada.

Depois de ganhar o título de campeão, o risco aumentou para o Benfica, ao contrário do que muitos poderão ter pensado. Pareceria fácil de entender que o mais difícil para o Benfica não seria chegar, em 2010, a campeão, mas chegar, sim, a campeão em 2011. Desde logo porque a questão de novo sucesso punha verdadeiramente à prova a estrutura de um clube que há anos se debate com fragilidade estrutural, e, em última análise, porque, como diz o lugar-comum tão próprio do futebol, o mais difícil não é chegar lá acima, o mais difícil é ficar lá. Não entender isso costuma ser fatal.

Sabe-se como no futebol, tão difícil como vencer é saber vencer. E saber vencer é saber aceitar as dificuldades, reconhecer os erros e ter a humildade de os assumir em nome de todos. Como compreender que alguém afirme que «poucas equipas no mundo jogam como nós», e, logo a seguir, se procure justificar pela positiva uma exibição confrangedora como a do Benfica em França? Falhou a comunicação e falhou o jogo. Não podia ser pior.

No caso do Benfica, permita-me o leitor que o remeta também para o editorial que, ontem, escreveu neste jornal o seu director («… algo de muito importante terá mudado por dentro que não se vê por fora…») sobre o Benfica em Lyon mas, sobretudo, sobre a inexplicável transformação que tem sofrido «a competência e a personalidade da equipa».

No futebol, disfarçar o indisfarçável é adiar, apenas, o desastre. Exemplos não faltam.

Autor: João Bonzinho

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 22:06

Outubro 22 2010

Ainda a divulgação das Escutas do “Apito Dourado”, que tanto “ofenderam” Rui Moreira e outros defensores da “legalidade”. Há, primeiro, que lembrar que a justiça desportiva condenou vários dos arguidos, a começar por Pinto da Costa. E que a justiça civil não os inocentou, afirmou apenas que não reuniu provas para os condenar, facto a que não é alheia a impossibilidade de utilização das escutas…

Toda a gente sabe que, ao longo de muitos anos (começou muito antes do “Apito Dourado”), o FC Porto “comprou” os árbitros. Há provas evidentes disso e sabe-se como o fazia. Os principais responsáveis (a começar pelo presidente do clube) continuam no activo… e activos! A obrigação de todos aqueles que querem a verdade desportiva é continuar a lutar por ela por todos os meios ao seu alcance, não deixando de denunciar todas as “falcatruas” que se fizeram. A divulgação das Escutas é uma das formas. Venham elas… todas!

Ao colocar-se à margem das lutas entre Benfica e FC Porto, o presidente do Sporting confirmou a postura “interesseira” do seu clube. Como terceira potência desportiva nacional, o Sporting tem responsabilidades. E, tal como o Benfica, foi amplamente prejudicado ao longo de todos estes anos, passando até de 2.º a 3.º clube nacional. O Sporting não se pode colocar de lado, tentando passar pelo “bonzinho” e “honesto” e deixando que tudo continue na mesma… como se tem verificado neste campeonato, no qual o FC Porto continua, jornada após jornada (até em Guimarães!...), a ser beneficiado pelas arbitragens. Ao receber Pinto da Costa como se nada tivesse acontecido (esquecendo até os insultos que este proferiu ao seu presidente…), ao ceder-lhe jogadores fundamentais (como João Moutinho e vamos a ver se também Izmailov!), ao prestar-lhe contínua vassalagem, o Sporting é cúmplice de toda a falcatrua em que se transformou o futebol português e vai-se afundando cada vez mais. A postura de José Eduardo Bettencourt até faz lembrar (salvas as decidas proporções) a de países (e governantes) que se mantiveram neutros na II Guerra Mundial, face às atrocidades de Adolfo Hitler…

publicado por Benfica 73 às 21:38

Outubro 22 2010

Jorge Jesus orientou esta tarde, no Seixal, o penúltimo treino do Benfica tendo em vista a deslocação ao Algarve, para defrontar o Portimonense na oitava jornada da Liga.
A sessão de trabalho teve portas fechadas para adeptos e comunicação social e, de acordo com a informação adiantada pelo site do clube, não trouxe novidades no que ao panorama clínico diz respeito.
Assim, Jorge Jesus continua sem poder contar com Rúben Amorim - voltou a realizar tratamento e trabalho de ginásio, devido a uma tendinite rotuliana nos joelhos - e Óscar Cardozo – debate-se com uma entorse no joelho esquerdo com lesão do ligamento lateral interno, que o limita a corrida, tratamento e trabalho de ginásio.
Hélio Vaz e Marc Zoro voltaram a trabalhar com o plantel.
O derradeiro treino antes da viagem para o Algarve está marcado para sábado, às 10.30 horas, no Seixal, novamente à porta fechada. Às 14 horas, Jorge Jesus fará a projecção do jogo com o Portimonense.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 21:15

Outubro 22 2010

O Benfica tem agora as contas da Liga dos Campeões bem mais fáceis: ou ganha os três jogos ou estará fora dos oitavos de final. Assim a matemática fica mais simples. Sem estes resultados e caso não perca o jogo de Telavive, estaria certo o cenário na Liga Europa, ou seja a Europa está aí, falta saber onde. Perdemos com o Lyon porque os franceses foram melhores, não valerá fugir a essa realidade, e no caso de conseguirmos passar aos oitavos de final sempre será de esperar um adversário com valia em excesso para qualquer equipa do nosso futebol. Por vezes há surpresas e nós regozijamos, mas convém saber que são surpresas.

O Benfica que pode e deve aspirar hoje a ser a melhor equipa do futebol português, não é das melhores equipas do futebol europeu, embora deva fazer o caminho sustentado de lá se aproximar. A realidade só pode incomodar quem a não vê, ou aqueles que noutras paragens insistem em viver na ficção. Por mim espero do Benfica uma serena e gradual melhoria, como tem acontecido nos últimos anos.

Novembro só será determinante para o futuro do Benfica, se ganharmos os dois jogos em falta de Outubro (Portimonense e Paços de Ferreira).

Segunda-feira passada no almoço com o embaixador do Chile, o camarote da Luz estava decorado com o número 33, alusivo ao número de mineiros resgatados do fundo da mina. Pois em época de crise era boa a economia caso se pudesse utilizar a decoração para o número de títulos de campeão nacional: 33 é mais que um número é um objectivo.

O estádio Algarve costuma ser talismã, e já embalamos lá para várias conquistas. Contra o Estoril para o título de 2005, contra Sporting e Porto para duas Taças da Liga.

Olegário continua imparável, merecedor de outra homenagem, arbitragem menos conseguida na Taça de Portugal, e expulsão de um jogador do Auxerre em aquecimento no jogo da Liga dos Campeões. Haja personalidade, num imitador de Quim Barreiros.

Autor: Sílvio Cervan

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 13:59

Outubro 22 2010

A derrota sofrida frente ao Lyon marca um aspecto negativo na carreira de Jorge Jesus, como treinador do Benfica. Desde que assumiu o comando da equipa encarnada, o técnico ainda não tinha vivido a experiência de perder 2 desafios consecutivos nas competições europeias, como aconteceu agora na Liga dos Campeões.

A equipa da águia entrou na prova a vencer, diante do Hapoel, mas, desde então. perdeu em Gelsenkirchen e em Lyon.

Aliás, num plano geral, só nesta temporada, Jesus soube o que era perder 2 jogos seguidos, logo ao abrir a Liga, frente a Académica e Nacional.

Na época transacta, o Benfica sofreu 6 derrotas, as mesmas que já contabiliza actualmente, mas conseguiu sempre a dar a volta no desafio seguinte.

Falando apenas das competições europeias, as águias perderam em Poltava, onde se deslocaram já com o apuramento para a fase de grupos da Liga Europa praticamente garantido, mas venceram depois o BATE. A toada manteve-se diante do AEK, com a recuperação marcada para a jornada seguinte, frente ao Everton. A terceira derrota na prova aconteceu em Liverpool e ditou o afastamento da Europa.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 12:17

Outubro 22 2010

O Benfica dá-se muito bem com os ares do Estádio Algarve, palco do embate com o Portimonense, relativo à 8.ª jornada da Liga e agendado para a noite de domingo.

A primeira vez que a equipa da Luz actuou neste recinto foi em 2004/05. E tratou-se de um jogo bastante polémico aquele que opôs o Benfica ao Estoril. A polémica foi precisamente espoletada pela marcação do embate para o Estádio Algarve. Em vez de receber o emblema da Luz no Coimbra da Mota, o clube canarinho optou por fazê-lo no sul do país, alegando que o recém-inaugurado anfiteatro algarvio lhe proporcionaria uma receita bem superior. No entanto, houve imediatamente quem aventasse que a decisão apenas servia para beneficiar o Benfica.

O clube da águia voltou, deste então, a jogar mais três vezes a nível oficial no Estádio Algarve. E em todas elas acabou a erguer um troféu. Em 2005/06, sob a orientação de Koeman, arrecadou a Supertaça ao bater o V. Setúbal, por 1-0.

A polémica tornou depois a marcar um encontro do Benfica no Estádio Algarve. Em 2008/09, o clube da águia conquistou a Taça da Liga no desempate por penáltis, mas o desafio ficou umbilicalmente ligado a uma decisão errada de Lucílio Baptista, que assinalou uma grande penalidade inexistente numa altura em que o Sporting vencia por 1-0. A última visita do Benfica ao Algarve foi bem mais tranquila. A formação de Jorge Jesus impôs uma derrota pesada ao FC Porto.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 12:12

Outubro 22 2010

O desaire em França foi nada menos do que o sexto em 12 jogos oficiais (metade, portanto), o que está longe de ser normal para o Benfica e, sobretudo, para o Benfica campeão nacional que em 2009/10 ganhou também a Taça da Liga e chegou aos quartos-de-final da Liga Europa - só a eliminação precoce da Taça de Portugal constituiu verdadeira desilusão.
Nos 51 jogos oficiais da época passada, as águias só somaram seis derrotas, tantas quanto já registam nesta fase, e se é verdade que há atenuantes - a presença de jogadores no Mundial da África do Sul, as partidas de pedras nucleares como Di María e Ramires e o mau arranque de Roberto que custou pontos (os responsáveis do clube queixam-se ainda das arbitragens, com razão no caso do jogo de Guimarães) - também é facto que esses factores não justificam tudo.
Falhar no básico e no difícil
Das seis derrotas, cinco verificaram-se fora de portas (a outra foi na Luz, com a Académica), o que significa que o Benfica de Jorge Jesus ainda só obteve um sucesso nas seis deslocações até aqui efectuadas nas diferentes frentes. Foi na Madeira, diante do Marítimo (1-0).
Se os desaires com Académica, Nacional e V. Guimarães, em tão curto espaço de tempo, têm de ser considerados anormais (e custaram nove pontos na Liga), há outra conclusão que surge como evidente: nos três desafios mais exigentes da época, por serem jogados fora da Luz e contra adversários teoricamente complicados - falamos de FC Porto, para a Supertaça (campo neutro), e do Schalke e do Lyon para a Champions - a equipa de Jorge Jesus não esteve à altura das exigências. Frente aos portistas e aos franceses foram mesmo noites para esquecer, só em Gelsenkirchen as águias deram um ar da sua graça, apesar de o desfecho ter sido idêntico. Nessas partidas, aliás, o Benfica nem sequer conseguiu marcar qualquer golo.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 11:27

Outubro 22 2010

Zero remates à baliza, zero golos, zero absoluto. Os números mostram que os encarnados nada fizeram para contrariar o domínio do Ol. Lyon na última quarta-feira. O Benfica foi a única equipa que na 3.ª jornada da Liga dos Campeões não fez qualquer disparo enquadrado com os arcos. Igual só o MSK Zilina, da Eslováquia, a única que até esta ronda estava em branco em termos de remates enquadrados à baliza.

A diferença entre os dois clubes é abissal. O Benfica tem longo percurso nas competições europeias: na Taça/Liga dos Campeões, contabiliza 182 jogos. Já o campeão eslovaco, sediado na pequena cidade de Zilina, a 200 quilómetros da capital Bratislava, e o mais bem sucedido clube da principal liga daquele país, é modesto. Realizou 21 jogos na principal competição europeia.

No campo, contudo, os dois centenário clubes já se equivaleram. O Zilina foi derrotado (0-3) no reduto do Spartak Moscovo, na 2.ª ronda do Grupo F, e não conseguiu atinar com a baliza da formação russa. De acordo com as estatísticas da UEFA, os 6 remates saíram ao lado, à semelhança do que aconteceu com o campeão nacional no Estádio Gerland, em Lyon.

Este foi o 2.º jogo que os lisboetas fizeram fora de casa na Liga dos Campeões e, mais uma vez, mostraram dificuldades no capítulo da finalização. Esta é a conclusão que a frieza dos números permite tirar. Na visita ao Schalke 04, o Benfica esboçou 7 tentativas de desfeitear Neuer, mas apenas por duas vezes importunou o internacional alemão.

Neste capítulo, o registo dos encarnados piorou frente aos franceses. Todos os tiros foram de pólvora seca. Nem o Sp. Braga atingiu o nível zero quando foi goleado em Londres. O Arsenal venceu por 6-0, mas a formação minhota ainda acertou 4 vezes na baliza defendida por Almunia. Como consolo para as águias fica o registo de o AC Milan, na deslocação ao reduto do Real Madrid, na terça-feira: os italianos incomodaram Casillas somente uma vez. À imagem do Zilina em Marselha...

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 11:18

Outubro 22 2010

As observações do Benfica a Strinic não são uma novidade para o empresário do jovem. Vazic Aleksandar, no intervalo de uma escala numa viagem para Israel, revelou que está ciente da cobiça dos campeões nacionais, e não descarta a hipótese de o jogador deixar o Hajduk Split em Janeiro.

“Não gosto muito de falar sobre possibilidades. Normalmente só gosto de falar quando existem dados mais concretos”, começou por referir o agente, antes de admitir os contactos preliminares. “Sei que o Benfica está a ver o Strinic. Já fui contactado por um emissário do clube português, que me perguntou sobre as condições de uma eventual transferência. De momento é tudo o que existe, mas ele pode sair em Janeiro”, confirmou a Record.

Saída inevitável

Aos 23 anos, o esquerdino é uma das principais esperanças do futebol croata. A sua cotação subiu depois de ter conquistado o estatuto de titular na respectiva selecção. Aleksandar admite que será “praticamente impossível” ao Hajduk mantê-lo nos seus quadros, apesar de o jogador estar vinculado ao clube até Junho de 2012. Recentemente decorreram negociações, e o emblema de Split mostrou-se disponível para negociar por três milhões de euros, uma verba comportável para os cofres encarnados. O empresário reconhece que a transferência para a Luz pode ser uma alternativa que “agrada” ao internacional croata, pois podia cumprir o sonho de jogar num grande clube europeu que “está na Champions”.

A eventual aquisição de Strinic é uma solução para a substituição de Coentrão, que já se encontra sob observação dos principais emblemas europeus. No último defeso, o internacional português chegou a ser dado como provável reforço do Bayern, mas os alemães recuaram perante as exigências do Benfica. AC Milan e Real Madrid também estão atentos.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 09:52

Outubro 22 2010

Roberto está finalmente ao nível do que mostrou em Espanha, e a sua cotação de mercado poderá brevemente superar os 8,5 milhões de euros que o Benfica pagou por ele ao Atlético de Madrid no início da temporada. Esta é a convicção genérica de quatro empresários de países diferentes ouvidos ontem por O JOGO: Alejandro Santisteban (Chile/Espanha), Federico Pastorello (Itália), Phillipe Flavier (França) e Ulisses Santos (Portugal). Os agentes FIFA não quiseram arriscar números sobre quanto poderá nesta altura estar a valer o camisola 12 - dizem que "o filme ainda é curto" e o mercado está muito por baixo, a condizer com a crise económica generalizada -, mas garantiram que "Roberto tem futuro" e será "um guarda-redes de topo a nível europeu".

Se não fosse o guarda-redes espanhol, o Benfica teria perdido, com toda a certeza, por mais de 0-2 frente ao Lyon; apesar do desaire, o Calmeirão esteve excepcional. "O Bravo, da Real Sociedad, é internacional chileno e está neste momento avaliado em seis milhões de euros. E, na minha perspectiva, o Roberto é melhor: é mais alto, mais rápido, mais jovem e tem passaporte espanhol", defendeu Alejandro Santisteban, empresário chileno que tem o sportinguista Matías Fernández na sua carteira de clientes e conhece muito bem o mercado europeu e sul-americano. "Se continuar a este nível, no final da época o Roberto vai valer mais do que os 8,5 milhões de euros. O Benfica ainda poderá ganhar muito dinheiro com ele. Os frangos que deu no início foram a excepção, não a regra", acrescentou.

Para Ulisses Santos, empresário português, o guarda-redes espanhol está finalmente ao nível do que tinha mostrado no Saragoça. "Ele já tinha dado boas indicações em Espanha. O Benfica sabia o que estava a comprar", sustentou. "É verdade que passou por um mau período, mas isso teve a ver com a adaptação a uma nova realidade e à pressão de um clube grande", acrescentou, admitindo que "as boas exibições na Liga dos Campeões o podem catapultar "para outros valores de mercado". Ainda assim, Ulisses Santos defende que Roberto "pode ser um guarda-redes para fazer história no Benfica" ao nível de Preud'homme.

No entender de Federico Pastorello, conhecido agente italiano (é empresário, por exemplo, de Bernardo Corradi, avançado da Udinese que esteve na mira do Sporting), 8,5 milhões de euros não é assim tanto dinheiro para um "guarda-redes de topo". E Pastorello inclui Roberto nessa categoria. "É de grande nível, e tenho a certeza de que o Benfica ainda vai ganhar dinheiro com ele", afirmou. "Um guarda-redes de topo pode custar mais do que isso. Por exemplo, o Handanovic, da Udinese, ou o Muslera, da Lázio, estão avaliados por volta dos 15 milhões de euros", argumentou.

Phillipe Flavier, o homem que gere a carreira do guarda-redes do Lyon, Lloris, vê perfeitamente o guardião espanhol das águias a actuar num grande como o Real Madrid ou o Chelsea. "É uma posição com um mercado muito difícil, pois só joga um por equipa. Mas não é disparatado pensar que o Roberto pode chegar a um clube de topo europeu, como o Chelsea ou o Real Madrid, por exemplo."

Guardião não deu importância ao brilho pessoal de Lyon

Roberto desvalorizou a sua actuação diante o Lyon. "Falei com ele há pouco, e está triste pela derrota da equipa", disse, a O JOGO, Juanma López. O empresário do guarda-redes garantiu que Roberto "não deu importância" à sua excelente actuação. "Ele é profissional. Para o Roberto, o que importa é o colectivo", comentou. Juanma López reconheceu, no entanto, que "é muito bom" poder mostrar-se a grande nível na Champions. "Ele é um guarda-redes com muito futuro e vai mostrar cada vez mais. Com o seu trabalho, vai pôr tudo no sítio", acrescentou o agente FIFA a respeito das críticas iniciais acerca da qualidade e do elevado preço do "portero".

Fonte: O Jogo

publicado por Benfica 73 às 09:49

Outubro 22 2010

Gaitán está desolado pela expulsão frente ao Lyon. "Ele está triste e arrependido por ter sido expulso no último jogo e ter penalizado a equipa, mas são coisas que acontecem no futebol", expressou, a O JOGO, José Iribarren, empresário do médio argentino, reconhecendo que o jogador que representa e o Benfica tiveram "um mau jogo" na última quarta-feira.

Desalentado com o cartão vermelho e também com o facto de o Benfica ter sofrido nova derrota na Liga dos Campeões, Nico Gaitán, segundo o seu agente, saberá recompor-se. "Está tudo bem, ele vai superar este mau momento. Foi apenas uma noite de má sorte. Certamente não se vai deixar ir abaixo pela expulsão. Não há nada a fazer senão continuar a trabalhar", afirmou José Iribarren, acrescentando: "Estou seguro de que o Nico vai treinar ao máximo para voltar ainda mais forte já no próximo jogo."

Jorge Jesus lamentou a expulsão de Gaitán por esta ter condicionado o encontro com a equipa gaulesa, mas também por provocar uma baixa importante no próximo jogo europeu. No fundo, foi um voto de confiança que deixou Iribarren satisfeito. "É importante para o Nico contar com o apoio do treinador. Vai ser uma perda importante para a equipa e mau também para ele, porque estava num bom momento e a jogar bem", referiu, revelando que teve uma "breve conversa" com o camisola 20 das águias logo após o desafio da Liga dos Campeões na qual tentou confortar o jogador.

Lamentando a expulsão de Gaitán, que viu dois cartões amarelos em apenas nove minutos, o empresário queixou-se, ainda assim, das decisões do juiz da partida, o espanhol Alberto Undiano Mallenco: "Ele tinha sofrido uma entrada muito dura do Cris momentos antes, e o árbitro nada assinalara, ao contrário do que aconteceu depois com o Nico."

Primeiro vermelho em França

Nicolás Gaitán viu, frente ao Lyon, o primeiro cartão vermelho da sua carreira. O ex-jogador do Boca Juniors tem um passado marcado por uma folha disciplinar sem grandes problemas e até chegar à Luz tinha visto apenas seis cartões amarelos. Porém, o registo em Portugal tem-se agravado e, com a expulsão de quarta-feira, tornou-se no jogador mais indisciplinado na presente edição da Liga dos Campeões. O camisola 20, que foi sempre titular no onze de Jesus na prova milionária, tinha visto um amarelo frente ao Schalke 04, acumulando mais dois em França, com consequente vermelho.

Cinco cartões pesados

A era de Jorge Jesus no comando Benfica regista cinco expulsões. Cardozo, Di María, Carlos Martins, Júlio César e agora Gaitán foram os jogadores que viram o cartão vermelho, os primeiros três em 2009/10 e os dois últimos já esta época. Curiosamente, quatro expulsões aconteceram até ao intervalo, com Carlos Martins a ser o único que viu o vermelho na etapa complementar, por acumulação de amarelos, a exemplo de Gaitán. Os dois médios foram obrigados a deixar o relvado após infantilidades, enquanto Cardozo e Di María foram punidos pelos árbitros devido a agressões. Júlio César, esse, cometeu uma grande penalidade frente ao Setúbal, permitindo a Roberto voltar à equipa e começar finalmente a brilhar.

Fonte: O Jogo

publicado por Benfica 73 às 09:43

Outubro 22 2010

publicado por Benfica 73 às 09:34
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Outubro 22 2010

Tem toda a razão o Benfica ao reclamar segurança nas suas deslocações e passagens em trânsito por todo o território nacional sem excepção. Esta é uma questão de Estado que transcende o futebol. É ao Estado que compete assegurar direitos fundamentais, entre os quais a liberdade de circulação no País, sendo inadmissível a existência de bolsas subtraídas ao todo de liberdade que é Portugal. Não estamos num país terceiro-mundista, com zonas do território controladas por separatistas chechenos, fundamentalistas talibãs, senhores da guerra somalis ou tigres Tamil.

Mas a impunidade tem sido excepção em sucessivas ocorrências nos domínios do futebol, controlado em Portugal pelo “sistema” e respectivos capangas. A mais recente aconteceu na deslocação do Benfica a Guimarães: à saída do Porto, o autocarro do Benfica foi mais uma vez cobardemente apedrejado. Aliás, a impunidade já há muito que deixou de ser uma excepção para passar a ser a regra, no que diz respeito a determinados talibãs do submundo do “sistema”. Adeptos do Benfica que infringiram os direitos de outros foram, nos termos das leis, investigados pelas polícias, acusados pelo Ministério Público, levados a tribunal, julgados e alguns condenados.

Mas em matéria de futebol a Lei não tem sido igual para todos. E as denúncias de casos de vandalismo, depredação, assaltos, apedrejamentos, dentro e fora de recintos desportivos, sucedem-se sem consequências. Como se vivêssemos num Estado retalhado pelo separatismo. Ou numa espécie de Chicago em que a lei dos gangsters se sobrepõe ao poder do Estado.

No dia em que a Lei se aplicar a todos por igual e com todo o seu rigor, o “sistema” perde um dos seus indispensáveis pilares.


Outubro 22 2010

- Está lá?

- Então amiguinho, está perdido? É sempre em frente, sempre em frente!

- É o Moreira.

- Ó carago, bocê sabe o caminho. Mas bocê num estaba no programa, “Trio ao Ataque”. O que é que aconteceu?

- Bim-me imbora do programa.

- Porquiê? Não conseguiu humilhar o Lampião, eh, eh?

- O gajo começou a fazer um auto de fé e a falar dum tal de Youtube, e de Escutas mas esse árbitro eu não conheço, nuncó bi, nem sei de nenhuns bandeirinhas com apelido Escutas, só me lembro dos Calheiros.

- Carago e queria bocê ser Presidente do clube.

O Youtube, um bigarista, Escutas uns bandidos.

Ouça, benha até aqui a casa que eu dou-lhe um conselho e uma lista actualizada dos árbitros que interessam.

- Mas, esses eu conheço, aliás, toda a gente conhece. Agora Youtubes.

- Ó pá não se preocupe, o Lampião estaba-lhe a atazanar o juízo por causa de umas Escutas onde eu falo com o “nosso” juiz, com o presidente do conselho de arbitragem, ameaço com a possibilidade de f… um árbitro mal comportado na Figueira, de não apitar durante um tempo, chamo paneleiro ao presidente da Assembleia da República, insulto uma data deles, mas tranquilo. Da outra vez isso não baleu, agora de bierem com mais merdas, até bamos dizer que aquelas bozes não são nossas.

- Bocê devia ter ficado, para probar que o penálti, a nosso favor que não foi, afinal foi e não foi marcado e que o que foi, que era contra nós, não foi marcado porque não era. Ó Moreira o costume. Mas pronto, bamos fazer disso mais uma coisa a nosso favor. Entendeu?

- … anh, anh…

- Está lá!? Porra, não fala? E queria este gajo ser Presidente. (toca outra vez o telefone)

- Está lá, Moreira? Ah Costa és tu. Tá tudo bem encaminhado, bais substituir o Pereira.

- O Bitor? Então o Bitor bai dar férias ao Gilberto.

- Olha Costa, Já sabes é sempre em frente. Se tiberes dúbidas liga ao Duarte, que eu agora bou tratar de mudar de telemóvel.

publicado por Benfica 73 às 00:23

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