Outubro 13 2010

Os jogadores internacionais Fábio Coentrão, Carlos Martins e David Luiz participaram no apronto desta quarta-feira do Benfica, após terem estado ao serviço das suas selecções nacionais.
O defesa-direito uruguaio Maxi Pereira, por seu lado, ainda não marcou presença no Caixa Futebol Campus. Recorde-se que o jogador representou a selecção num particular frente à China, estando de regresso a Portugal.
Com uma tendinite rotuliana nos joelhos, Ruben Amorim voltou a fazer tratamento e trabalho de ginásio. Já o avançado Óscar Cardozo realizou tratamento a uma entorse no joelho esquerdo com lesão do ligamento lateral interno. O extremo Javier Balboa fez corrida e trabalho individual de campo.
Os futebolistas Hélio Vaz e Marc Zoro voltaram a integrar a sessão de trabalho.
O plantel regressa ao trabalho nesta quinta-feira, dia 14 de Outubro, pelas 17 horas, no Caixa Futebol Campus. O apronto vai decorrer à porta fechada.

Fonte: SLB

publicado por Benfica 73 às 18:49

Outubro 13 2010

Mobilizou e aproveitou, não olhando a questiúnculas que, no momento em que assumiu a sua tarefa, poderiam – se consideradas – ser a via rápida para o consumar do “défice” que herdou. Paulo Bento, que – recordo – escrevi aqui que não teria sido a minha primeira escolha para selecionador, surge, passados dois jogos, como uma escolha de primeira. Chamou os melhores, de tal forma que é complicado poderem aparecer vozes dissonantes a defender a mais-valia de alternativas. E, ao contrário de quem o antecedeu à frente da Seleção, teve, em face destes dois jogos de “salvação nacional”, o juízo de não inventar.

Resultado: tanto numa exibição mais técnica, com a Dinamarca, como num encontro em que era preciso usar o músculo e o sentido prático, com a traiçoeira Islândia, Portugal voltou a jogar com alegria e competência, com a noção do dever que está em causa mas também com a dimensão do prazer.

Ganhámos um meio-campo funcional e, em momentos criteriosamente selecionados, espetacular: se Moutinho foi insuperável com os dinamarqueses, Meireles encheu o campo com os islandeses. Em ambas as ocasiões, Carlos Martins deu provas cabais da sua utilidade. E Tiago ainda teve tempo para deixar sinal de que também está na corrida. Os laterais estão certos. Os alas têm (mais) terreno aberto depois da renúncia de Simão que, se calhar, até será recuperável. Nani (Dinamarca) e um reencontrado Cristiano Ronaldo (Finlândia a tempo inteiro, depois da segunda parte com os dinamarqueses) foram os melhores em campo. E quem tem à mão a dupla de centrais do Real Madrid, não precisa de ser um génio para perceber que pode tirar grande partido das rotinas de Ricardo Carvalho e Pepe.

Temos problemas em aberto? Claro que sim, desde logo nos extremos mais recuado (Eduardo longe do brilho da África do Sul) e adiantado (Hugo Almeida desgarrado). Mas aquilo que Paulo Bento “explicou” é, afinal, elementar: que só vale a pena abordar estas questões se o essencial – o apuramento para o Euro’2012 – ainda estiver ao alcance.

Bento chega ao pleno dispensando os misticismos e a sensação de “grupo fechado” mas, ao mesmo tempo, evita os discursos teóricos e “finta” a falta de capacidade para ler o jogo ao minuto, algo a que infelizmente nos habituámos nos últimos dois anos. Mais: a vencer tangencialmente em Reiquejavique, teve a coragem de substituir um avançado por outro. Com resultados, mas também com princípios. Para já, merece todos os aplausos e a chapelada que se reserva aos homens de mérito. Uma exibição de raça frente à Espanha e tudo se conjugará para partirmos para uma recuperação assinalável. Pela parte que me toca, estou rendido. À simplicidade, que ainda é trunfo dos que a trabalham.

Autor: João Gobern
publicado por Benfica 73 às 18:42

Outubro 13 2010

(77,53)! Por momentos, pensei que se tratava de uma citação religiosa, mas logo me lembrei que tais dígitos não se atingem na Bíblia, nem mesmo no Livro dos Números, cujos versículos acabam em (36,13) ou no Livro do Apocalipse, que terminam em (22,21).

Afinal, era bem mais prosaica aquela referência. Tratava-se da precisão de um cronometrista: 77 minutos e 53 segundos, o tempo exacto de uma delirante penalidade. Para o treinador do FC Porto: «Foi óbvia, eu vi-a e os meus jogadores garantiram-me também que foi demasiado nítida.» Sublinho eu: óbvia e demasiado nítida. Tanto que ninguém a conseguiu ver ou reclamar. Já sem qualquer nitidez, dado o espesso nevoeiro, foi o penalty (e 2.º amarelo) de Fucile. Mas aí nem olho de lince, nem cronómetro. Apenas Xistra.

O treinador disse que se indignara não com a expulsão de Fucile, mas por causa do putativo penalty. As imagens são, porém, elucidativas. Não há um gesto do treinador entre os tais 77m 53s e a agressão do jogador do FC Porto. Uma caricata fita de quem não soube encaixar um pequeno desaire! Bem sei que, no dia seguinte, teve a correcção de pedir desculpa, embora tivesse omitido tudo o resto. A evidência era tão avassaladora que não tinha outro caminho.

Umas semanas antes, Villas Boas respondera ao presidente do Benfica, dizendo que «era natural que o entretenimento semanal do campeonato fosse as arbitragens!». Como não se entreteve com o penalty com que derrotou a Naval, os dois penalties na mesma jogada de ataque do Rio Ave ou o braço na bola contra o Nacional, quis agora entreter-nos com a sua visão ao virar da curva dos primeiros pontos perdidos. Uma boa e jovem visão sem miopia, hipermetropia, estigmatismo, daltonismo, estrabismo, treçolho ou o mais danoso e contagioso olho vermelho. Só a contar é que se enganou: afinal os (77,53) são (00,00)...

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 12:20

Outubro 13 2010

Há um curiosíssimo conto de Luiz Pacheco que tem um sonâmbulo como personagem principal. Escritor de profissão, levanta-se de noite no mais profundo dos sonos, retira um livro da estante e senta-se à máquina de escrever, copiando diligentemente parágrafo a parágrafo. Pelas manhãs, quando acorda, vê as resmas de papel que encheu durante a noite com prosa da melhor e pensa para consigo: “Sou um génio!”

Da mesma forma funciona o Mourinho de pacotilha que o FC Porto foi buscar às Ilhas Virgens Britânicas (onde parece ter feito uma extraordinária inovação com a introdução de cocos do mar nos lances de bola parada) que se julga um génio no final de cada jogo, ignorando o solícito trabalho de quem lhe escreve o livro das vitórias e dos pontos conquistados à custa de penáltis marcados e por marcar neste campeonato trapalhão e insalubre, que poderá muito bem ganhar o epíteto de “Campeonato do Olegário”.

É tão ridículo o fungagá da criatura que se sujeitou ao grotesco de se abraçar alegremente a Domingos depois da vitória da sua equipa (com mais um penálti perdoado no último minuto) como se a palhaçada fosse estendível a toda a gente e, sobretudo, aos adversários que têm de sofrer tais esbulhos.

Mas, em Portugal, o ridículo não mata. Nem a empáfia. Tanto assim que esse inacreditável representante da classe que não se governa nem se deixa governar, e que dá pelo nome já de si pouco crível de Olegário Benquerença, se deu ao luxo de levantar a possibilidade de calar a crítica à bofetada.

Que sina a nossa, em ter de aturar tais figurões. Um em estágio para ser chutado para um Málaga qualquer depois de ganhar um ou dois daqueles campeonatos que Alex Ferguson intitula, com humor britânico, de «comprados no supermercado» (até já há quem se esqueça que Mourinho foi o grande campeão do “Apito Dourado”...); o outro sempre disponível para a submissão, seja para não ver bolas que entrem dois metros para lá da linha de golo seja para carregar ao colo o tal de amigo Mourinho até à final dos Campeões. Ah! E como é bem paga a incompetência... Pelo meio das bofetadas, Olegário que nos diga quanto ganhou no Mundial. E é assim que os árbitros “amiguinhos” chegam todos a internacionais. O problema é que enquanto estes sonâmbulos dormem o sono profundo da sua própria mediocridade, os titereiros que lhes puxam os cordéis estão bem acordados.

publicado por Benfica 73 às 12:17

Outubro 13 2010

O V. Guimarães derrotou na época passada o Benfica, na Luz, obstando a que Jorge Jesus se candidatasse ao “triplete” a nível nacional. O treinador dos encarnados fez, no entanto, questão de comparecer no jogo decisivo no Jamor, entre o FC Porto e o Chaves, tendo nessa altura deixado no ar a promessa de que iria fazer tudo o que estivesse ao seu alcance para participar ativamente na final seguinte.

Na tarde de 16 de maio, Jorge Jesus não perdeu a oportunidade de conviver com Jorge Nuno Pinto da Costa, comprovando que a amizade que o une ao líder do FC Porto é imune a qualquer querela clubística.

JJ chegou ao Estádio Nacional num automóvel de vidros fumados, sendo acompanhado por Lourenço Coelho, elemento da SAD do Benfica. Durante o intervalo, Jorge Jesus falou durante vários minutos com Cavaco Silva, Presidente da República, dispensando ainda alguns dedos de conversa a Valentim Loureiro. No relvado o protagonismo era inteirinho de Jesualdo Ferreira, que encerrou com chave de ouro o consulado na Invicta.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 12:05

Outubro 13 2010

O que têm em comum Jupp Heynckes, Toni, Jesualdo Ferreira, Ronald Koeman e Jorge Jesus? São treinadores que ao serviço do Benfica desperdiçaram o factor casa, acabando por ser afastados da Taça de Portugal em plena Luz ou, posteriormente, no jogo de desempate.

Os dias que antecedem a recepção ao Arouca têm sido vividos tranquilamente no quartel-general do Seixal. Jorge Jesus prepara-se para dar a oportunidade a alguns dos jogadores menos utilizados, situação potenciada pela ausência dos internacionais. A ninguém passa pela cabeça um afastamento precoce da Taça de Portugal, mas a verdade é que, desde o ano 2000, os encarnados já sofreram quatro eliminações na Luz (em outras duas ocasiões limitaram-se a adiar o afastamento).

O apagão mais doloroso sucedeu aos pés do Gondomar, em 2002/03, adversário que militava na 2.ª Divisão B, mas que na tarde de 24 de Novembro deixou a Luz às escuras, fruto do golo solitário de Cílio, aos 10 minutos, na transformação de um livre directo. Essa foi a gota que fez transbordar o copo no consulado de Jesualdo Ferreira, despedido algumas horas depois do naufrágio.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 11:02

Outubro 13 2010

Jorge Jesus já vai poder contar hoje à tarde com David Luiz, Fábio Coentrão e Carlos Martins, estando também de pé a possibilidade de Maxi Pereira, titular ontem diante da China em Wuhan, se apresentar às suas ordens na infraestrutura do Seixal. A dupla portuguesa vai ser poupada, dado ter defrontado ontem à noite a Islândia em Reiquejavique, tudo indicando que faça um ligeiro treino de recuperação à parte do grupo de trabalho.

O defesa-central brasileiro regressou ontem após ter derrotado anteontem, em Derby, a seleção da Ucrânia. David Luiz será, portanto, integrado hoje no plantel benfiquista, situação que não coloca em causa a titularidade de Sidnei ao lado de Luisão na recepção ao Arouca. David Luiz, de 23 anos, não irá alinhar na 3.ª eliminatória da Taça de Portugal, sendo essa a fórmula encontrada por Jorge Jesus para driblar a erosão física do jogador e motivar Sidnei, de 21 anos. O quarteto defensivo deverá ser ainda composto por Luís Filipe e César Peixoto.

Fábio Coentrão, Carlos Martins e Maxi Pereira (o uruguaio pode não regressar hoje) só amanhã vão trabalhar sem limitações inseridos no grupo encarnado, estando colocada de parte a respectiva utilização no desafio com o Arouca. Este trio ficará reservado para a complicada visita a Lyon, que terá lugar no dia 20 e é referente à 3.ª jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões. O Benfica tentará atingir um resultado positivo em França, por forma a compensar a derrota sofrida na ronda anterior, diante do Schalke, em Gelsenkirchen.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 10:59

Outubro 13 2010

Salvio é uma jovem promessa que o Benfica não quer deixar escapar e, por isso, os responsáveis pelo clube querem avançar para a contratação do argentino ainda antes do final da temporada, altura em que termina o contrato de empréstimo com os encarnados.

Apesar de estar a ser pouco utilizado no plantel liderado por Jorge Jesus o sul-americano é visto, aos 20 anos, como uma aposta de futuro para a SAD, para quem o jogador tem potencial de valorização grande durante os próximos anos.

Obviamente o negócio só avançara se, nos próximos tempos, Salvio confirmar que os responsáveis benfiquistas têm razão em relação às suas capacidades, sempre que for uma aposta do técnico.

As excelentes relações que as águias têm com o At. Madrid podem, naturalmente, facilitar um entendimento entre os dois clubes. Mas há ainda um trunfo mais antigo que Luís Filipe Vieira tem na mão e que pode usar a qualquer momento neste processo, para abater o valor pretendido pelos colchoneros: 25 por cento do passe de Reyes pertencem ao Benfica.

A este ponto há ainda que juntar o facto do Benfica ter comprado 20 por cento do passe do médio na altura do empréstimo, por 2 milhões de euros, com o At. Madrid a assumir o pagamento dos ordenados do jogador este ano.

Com parte do passe da jovem promessa a pertencer já aos campeões nacionais, os responsáveis encarnados têm uma das “etapas” ultrapassadas e posicionam-se para conseguir garantir a totalidade dos direitos económicos do jogador.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 10:55

Outubro 13 2010

Na presente época, a meta principal das águias passa pela renovação do título nacional e por uma carreira interessante na Champions (pelo menos a passagem aos oitavos-de-final), mas nem por isso Jorge Jesus vai descurar uma outra competição, a Taça de Portugal, na qual aposta muito forte, por três razões de fundo, cuja ordem de importância é aleatória.

Daí que, mesmo diante de adversários inferiores, o treinador encarnado não esteja disposto a rodar (e, consequentemente, a arriscar) em demasia.

Razão 1
No dia 22 de Novembro de 2009, em pleno Estádio da Luz, Jorge Jesus viveu a primeira grande desilusão ao serviço do Benfica. Depois de ter ultrapassado com facilidade o Monsanto, na III eliminatória da Taça de Portugal, o conjunto encarnado foi eliminado (0-1) na IV ronda pelo V. Guimarães do agora treinador do Sporting, Paulo Sérgio, saindo da prova de forma prematura.
Uma espinha que continua atravessada na garganta do técnico das águias. «Não estávamos à espera de perder. Queríamos chegar à final e ganhá-la», reconheceu Jorge Jesus nessa ocasião. Esta época quer rectificar um episódio que lhe feriu o ego.

Razão 2
Desde os tempos de miúdo que Jorge Jesus estabeleceu uma relação apaixonada com a final da Taça de Portugal, alimentando, ano após ano, primeiro como jogador e depois como treinador, o sonho de um dia erguer o troféu de vencedor no Estádio Nacional.

O máximo que conseguiu foi chegar a uma final, em 2006/07, ao serviço do Belenenses, mas acabaria por sair derrotado (0-1) pelo Sporting. Acresce que o Benfica não marca presença no Jamor desde 2005 (derrota por 1-2 com o V. Setúbal), pelo que uma eventual vitória na competição deixaria Jesus duplamente satisfeito.

Razão 3
Depois das vitórias na Liga e na Taça da Liga, na época passada, ficaram a faltar dois títulos nacionais no currículo de Jesus: a Supertaça e a Taça de Portugal (além do sonho internacional de, um dia, ganhar a Champions).

Um desses troféus, no caso a Supertaça, já escapou ao líder técnico da turma da Luz, com a derrota frente ao FC Porto (0-2), em Aveiro, a 7 de Agosto, o que chega para atribuir uma dimensão bem maior ao objectivo de vencer a denominada prova rainha.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 08:16

Outubro 13 2010

Portugal venceu a Islândia por 3-1 e mantém o segundo lugar do grupo H de apuramento para o Euro-2012, com 7 pontos. A Noruega, que não jogou, tem 9. A Dinamarca, com menos um jogo, tem 6 pontos.

Clique aqui para consultar a ficha de jogo, as incidências da partida e os comentários dos leitores.

Paulo Bento havia pedido que Portugal ganhasse e jogasse bem. O técnico não mexeu na equipa que venceu a Dinamarca e o primeiro objectivo começou a ser definido bem cedo, com Ronaldo a marcar de livre directo logo aos 4 minutos, a cobrar uma falta sobre Carlos Martins.

Porém, Portugal pareceu adormecer um pouco e a Islândia libertou-se, chegando ao empate numa altura em que carregou um pouco. Na sequência de um segundo canto consecutivo, Helguson atirou de cabeça ao subir com Ricardo Carvalho. A bola entrou a meia altura e Eduardo não reagiu bem. Não há uma imagem televisiva clara, mas o árbitro deu de imediato o golo aos islandeses.

Reagiu Portugal com um brilhante pontapé de Raul Meireles aos 28, a mais de 30 metros da baliza.

A segunda parte foi também morna e tardava um golo de maior tranquilidade para Portugal. Meireles avisou, atirando à barra, aos 53. O golo surgiu apenas aos 72, por Hélder Postiga, a aproveitar um centro de Ronaldo mal resolvido pelo guarda-redes.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 08:12

Outubro 13 2010

publicado por Benfica 73 às 07:38
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