Setembro 25 2010

Di María (22 anos), argentino que representou o clube da Luz, diz que os adeptos do Real Madrid «assobiam mais» e são «mais exigentes» do que os do Benfica e qualifica a Liga espanhola de «mais dura» do que a portuguesa.

«É diferente. No Benfica, não assobiam tanto. Cada equipa tem os seus adeptos, aqui vê-se que é um clube mais exigente», disse em entrevista à Cadena SER.

Di María falou também dos seus compatriotas Fernando Gago e Gonzalo Higuaín. Disse que o primeiro é o seu «melhor amigo» e confessou que «está conhecer» o segundo.

Depois, não poupou elogios a Cristiano Ronaldo. «Falo sempre com ele. É muito humilde, uma grande pessoa e um grande profissional. Tenho sorte de estar numa equipa com jogadores como ele», confessou.

publicado por Benfica 73 às 14:40

Setembro 25 2010

Óscar Cardozo reconhece que o jogo desta noite com o Marítimo vai ser "muito difícil", mas acredita que o Benfica vai conseguir trazer os 3 pontos da Madeira. Para isso, há que seguir a receita utilizada na partida da jornada passada e dar tudo em campo.

"Vai ser um jogo muito difícil, o Marítimo vai querer ganhar no seu estádio, perante o seu público. Temos de entrar no jogo da mesma forma que entrámos na partida com o Sporting, darmos tudo em campo, e acho que se o fizermos, vamos trazer os 3 pontos", afirmou o avançado ao programa da TVI "Vamos à bola".

Tacuara analisou ainda o atual momento dos encarnados, garantindo que o período de "turbulância" do início do campeonato já terá sido superado. "Estamos muito mais fortes e unidos. Daqui para a frente vamos ver o Benfica como o do ano passado", concluiu.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 14:37

Setembro 25 2010

A dureza com que a equipa do Sporting foi criticada após a derrota na Luz deixa-me na posição ingrata de ter de a defender. Concedo que a exibição não foi boa, o que acaba por ser normal. Como já aqui escrevi, parece-me que o Sporting não está tão forte como no ano passado. No entanto, os riscos de desflorestação não se confirmam. É verdade que saiu uma maça e o pinheiro acabou por não vir, mas o modo como Aimar e Saviola se mexeram entre o meio campo e a defesa do Sporting deu a entender que os jogadores leoninos estavam bem plantados na relva. No fim do jogo, pareceu-me ver o preparador físico do Sporting a desenraizar o Maniche da entrada da área. E um dos adjuntos teve de enxotar a águia Vitória, que se preparava para começar a fazer o ninho no ombro do Nuno André Coelho.

 

DESEJO aderir ao novo modelo de crónica futebolística em que o autor revela, para mais que previsível gáudio dos leitores, onde, como e quando, viu determinado jogo, e ainda tem a gentileza de fazer a resenha das opiniões emitidas por comentadores estrangeiros – que são sempre os mais perspicazes e informados sobre o futebol português.

Antigamente, o público não sabia se um cronista tinha assistido a determinado desafio em directo ou se tinha sido obrigado a ver uma gravação, se tinha visto a partida em território nacional ou estrangeiro. Esses tempos, felizmente, acabaram. Informo então que assisti ao Nacional – Porto no Brasil, através de um canal televisivo local. Estava uma temperatura agradável. Ingeri 72 tremoços durante a transmissão. Os comentadores consideram claríssimo o penalty não assinalado após evidente mão de Rolando na área (que bobagem!, exclamaram os comentadores) e perceberam, sem recurso à repetição, que tinha sido mal tirado o fora-de-jogo ao ataque do Nacional. Um dos comentadores, especialmente bem preparado, lembrou a propósito a célebre conferência de imprensa em que Alex Ferguson afirmou que o Porto comprava os seus títulos no supermercado. De facto, o futebol português, visto no estrangeiro, tem outro interesse.

 

MAIS um escândalo que resulta de inomináveis injustiças: o seleccionador do Brasil, evidentemente seguindo instruções do dr. Ricardo Costa, chamou David Luiz e deixou de fora da convocatória o inigualável Givanildo. Creio que se impõe uma vigília.

 

ACOMPANHEI, com alguma surpresa, as reacções da imprensa nacional à derrota do Braga frente ao Arsenal. Pareceram-me exageradas. É verdade que o Braga levou 6, mas a equipa portuguesa que lá foi no ano passado levou 5. É possível que, em Londres, ninguém tenha dado pela diferença. O único pormenor que verdadeiramente distinguiu as duas derrotas talvez tenha sido este: desta vez, o presidente da equipa goleada apareceu no aeroporto juntamente com a equipa, à chegada a Portugal.

 

O comunicado da direcção do Benfica continua a suscitar os mais variados comentários. Uns apoiam-no, outros reprovam-no, e até o treinador André Villas Boas fez uma observação da qual não retive mais do que o facto de incluir a palavra quaisqueres. Uma das críticas mais frequentes, e à qual sou particularmente sensível, tem a ver com a circunstância de o comunicado disparar em direcções tão díspares como a arbitragem e a comunicação social. Também me parece descabido. Ainda se tivessem sido publicadas escutas em que se ouvisse o presidente de um clube a dar indicações a um árbitro sobre o melhor caminho a tomar em direcção a sua casa, talvez se percebessem melhor as referências à arbitragem. Bem assim, se fosse pública outra escuta em que se ouvisse o presidente do mesmo clube a dar indicações a um jornalista sobre o que devia escrever, talvez se compreendesse a desconfiança relativamente à comunicação social - e talvez se percebesse que o tema é, afinal, mais ou menos o mesmo. Uma vez que nada disso sucedeu, o comunicado parece bater-se contra moinhos de vento que mais ninguém vê (nem ouve).

Autor: Ricardo Araújo Pereira

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 12:00

Setembro 25 2010

Se há jogador do Benfica que sente que terá algo a provar aos madeirenses, esse jogador é Roberto, o guarda-redes espanhol que ficou intimamente ligado, e não pelas melhores razões, à derrota dos encarnados na Choupana, por 1-2, terreno do Nacional.

Um golo muito consentido, outro em que partilha responsabilidades com os companheiros que actuam à sua frente, na defesa, na origem de um cenário negro e que custaria, além dos pontos e das críticas, muito fortes, externas, a perda da titularidade no jogo seguinte (V. Setúbal, na Luz) para Júlio César.

Regressa, pois, à Madeira, ao mesmo aeroporto, à mesma unidade hoteleira. Muitas semelhanças, mas não na forma de estar do jogador, que parece ter crescido com os erros e atravessa actualmente um momento sereno, o melhor desde que chegou à Luz, não tendo sofrido qualquer golo nas últimas duas partidas.

Curiosidade reside, também, na eventual escolha do equipamento branco, que tanta sorte lhe tem dado, para este difícil jogo nos Barreiros. Arriscará abdicar dele?...

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 11:57

Setembro 25 2010

Jorge Jesus decidiu não convocar Pablo Aimar para o jogo desta noite com o Marítimo, isto apesar do médio argentino ter trabalhado sem limitações nos últimos dois dias. O camisola 10 encarnado sofreu uma entorse no joelho esquerdo no encontro com o Sporting, tendo inclusive sido substituído ao intervalo devido às fortes dores que sentia. Apesar do jogador estar clinicamente apto, o treinador benfiquista entendeu que era arriscado utilizar o atleta na partida de hoje com o Marítimo e que tal opção poderia colocar em risco os próximos compromissos, nomeadamente o jogo com o Schalke 04 na próxima quarta-feira para a Liga dos Campeões. Aimar ficou em terra, não viajando com os restantes colegas ontem à tarde para o Funchal.

Com El Mago de fora, tudo aponta para que seja Carlos Martins a atuar na posição 10, assumindo o comando de jogo dos encarnados, numa posição que não lhe é desconhecida de todo. O internacional português tem características diferentes do argentino, mas o meio-campo benfiquista ganha maior poder de fogo com Martins a jogar mais próximo da baliza adversária e com maiores possibilidades de aplicar a meia distância.

O primeiro jogo que Aimar falha esta temporada pode significar o regresso de outro argentino ao onze. Salvio é o grande candidato a ocupar a vaga no flanco direito do meio-campo, ele que só foi utilizado frente ao Vitória de Setúbal e durante escassos 23 minutos, já que acabaria por ser o sacrificado com a expulsão de Júlio César. Depois de uma lesão que o afastou dos últimos encontros, o jogador cedido pelo Atlético Madrid volta aos convocados e pode saltar diretamente para o onze titular.

Os elogios de Jorge Jesus à exibição de César Peixoto na receção ao Sporting podem significar que o camisola 25 encarnado vai manter a titularidade, continuando assim a “empurrar” Fábio Coentrão para o meio-campo. Se optar por fazer voltar tudo à fórmula inicial, então Jesus chamará Gaitán ao onze, fazendo recuar Coentrão para o sector defensivo.

Quanto ao restante onze e apesar da calendário carregado nos próximos dias, o técnico benfiquista não deverá fazer quaisquer poupanças com vistas aos encontros frente a Schalke 04 e Sporting de Braga antes da paragem da Liga.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 11:25

Setembro 25 2010

Problema maior da equipa, três derrotas em três jogos fora, duas para a Liga. Na época passada, vitórias na Choupana e em Guimarães.
A equipa do Benfica tem mostrado demasiadas saudades de casa. Em três partidas com o estatuto de visitante, outras tantas derrotas, a primeira para a Supertaça (0-2), em Aveiro, diante do FC Porto, depois na Choupana (1-2), frente ao Nacional, para a Liga, e, finalmente, novamente para o campeonato, em Guimarães (1-2).
Com a particularidade de na época passada Jorge Jesus, treinador dos encarnados, ter conseguido sair destes últimos dois campos com os três pontos. E em relação ao terreno do Nacional há ainda a agravante de o Benfica ali ter dado um passo decisivo em direcção ao título, com vitória por 1-0, golo de Cardozo. Jesus, mais tarde, considerou esse encontro como decisivo na conquista do campeonato.
Pois este Benfica ainda não mostrou esse estofo, não se mostrou capaz de ganhar fora, tão pouco pontuar e é precisamente esse aproveitamento zero fora de casa que tem custado os maiores dissabores da temporada, com a perda da Supertaça e o afastamento dos dragões no campeonato.
ONZE GOLOS EM DOIS ANOS
Hoje, nos Barreiros, diante do Marítimo, nova tentativa para ser feliz fora de casa, a quarta da temporada, e num campo em que os encarnados têm passeado. Com Quique Flores, há duas temporadas, 6-0, o ano passado 5-0, um score notável, difícil de igualar.
Mas isso não deixaria, seguramente, tristes os encarnados, que pensam, isso sim, nos três pontos, única forma de manterem viva a chama do campeonato e em movimento a onda vermelha, que ainda resiste.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 07:48

Setembro 25 2010

publicado por Benfica 73 às 07:34
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