Setembro 09 2010

É altamente preocupante a arrogância e o despudor com que o presidente do FC Porto e o «aprendiz de Mourinho» têm presenteado os adeptos do futebol nestes primeiros tempos da nova época. A «sem-vergonhice» com que falam dos benefícios da arbitragem nestas três jornadas, que os levaram ao colo até ao primeiro lugar, faz lembrar os bons velhos tempos do José Silvano, dos Guímaros e dos Garridos! «Era o que faltava que esse erro do árbitro nos impedisse de ganhar o jogo», disse o arrogante André Boas quando questionado por um erro grosseiro do indefectível Jorge Sousa, que não conseguiu ver duas faltas seguidas de um jogador do FC Porto dentro da área! Era o que faltava?!?!? Até onde vai a arrogância desta gente que parece ter recuperado a sabedoria de ganhar jornada após jornada sempre com arbitragens a favor e oferecer em bandeja de prata os três pontinhos da ordem?

Confesso-me sinceramente apreensivo e muito preocupado com o facto de as coisas NÃO mudarem para melhor.

Mudam o presidente da Liga, reformulam a arbitragem, os conselhos de Disciplina e Justiça, mas a pouca-vergonha continua! Todos são beneficiados. Do «bom aliado» Sp. Braga ao Sporting (que ainda agora levou 3 pontos irregular). Só o Benfica irá sofrer muito esta época e terá de marcar muitos golos se quiser ganhar os jogos!

Palpita-me uma época de vinganças e de artimanhas que vai colocar no topo incompetentes como os Jorges Sousas, Soares Dias, Elmanos, Olegários, etc, etc. Peço muito aos dirigentes do Glorioso SLB que estejam muito atentos e que, repetidamente, reclamem aquilo por que batalham há muitos anos: Isenção e Justiça para que todos tenham as mesmas oportunidades!

Não deixem que estes gulosos que COMPROVADAMENTE andaram anos e anos a banquetearem-se com títulos oferecidos pelo “sistema” instalado, recuperem essas influências malévolas que continuam a desacreditar o futebol português!

publicado por Benfica 73 às 23:53

Setembro 09 2010

O plantel do Sport Lisboa e Benfica realizou o último treino de preparação para o encontro de sexta-feira, frente ao Vitória de Guimarães.
Nesta sessão, Fábio Coentrão e Ruben Amorim realizaram treino condicionado. O lateral esquerdo recupera de uma mialgia na face posterior da coxa direita e o médio de uma tendinite rotuliana do joelho esquerdo.
O avançado brasileiro, Alan Kardec, fez uma integração progressiva em treino livre, devido a uma lesão tendinosa na face anterior da coxa esquerda e o extremo Balboa realizou tratamento e trabalho de ginásio, por causa de uma lesão no menisco externo do joelho esquerdo.
A lista de convocados para o jogo será divulgada no final da manhã de sexta-feira.

Fonte: SLB

publicado por Benfica 73 às 23:42
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Setembro 09 2010

Não tenho, nem nunca tive vaidade, para pensar ser mais esperto ou inteligente que os outros, muito menos que tivesse uma visão sempre mais correcta ou clarividente sobre todo e qualquer assunto. Quanto ao Benfica, paixão das paixões também não. No entanto, há uma matéria em que terei tido a oportunidade de avisar com antecedência o que ia e está a acontecer. O FC Porto já vai ao colo e os velhos hábitos reinstalaram-se e estão de novo no poder. Três jornadas passaram e as arbitragens cumprem já o desígnio dos últimos 25 anos. São o 12º jogador, ao serviço daqueles que ardilosamente e com a conivência do poder politico e judicial, escaparam às sanções de crimes que ainda estão visíveis no Youtube, mesmo tendo sido pedido pelos seus protagonistas que fossem rapidamente retirados. Percebe-se. É que tribunais controlados servem de argumento à falsa inocência, o que se vê e ouve no Youtube, compromete e vaticina culpa. Faz até sentir vergonha à falta dela. Pois, o actual presidente da Liga, também lá está, combinando com o sinistro Araújo, em que lugar da “fruteira” pôr a “fruta”. Herculano Lima, não mentiu, quando disse que “a montanha vai parir um rato”, referindo-se ao “Apito Dourado”.

E se o ano passado o nosso acerto dentro de campo sobejou para “matar”a estratégia de então (FCP em 1º e Braga em 2º), este ano não chegará só isso. A 1ºparte da estratégia foi convencer os dirigentes do Benfica, que Gomes tinha uma visão empresarial para a Liga e estava desavindo com P.C. E nós apoiámo-lo. A 2º, foi iniciar as provas nacionais mais cedo que nunca, em ano Mundial, onde estiveram 7 titulares do Benfica, a 3º é a mesma de há muitos anos, criar a suficiente distancia para gerir e no final, com tudo resolvido,”prejudicar” o Lobo, “beneficiar” o SLB e vitimizar-se, com o lema, “contra tudo e contra todos”, contra o centralismo. Um clássico. Que sirva de lição. Nunca poderemos apoiar nada, que venha ou tenha sido parido naquele antro. Vamos na 3º Jornada. Se nos calarmos, dirigentes, técnicos e adeptos, seremos culpados por inteiro, porque de metade já somos.

publicado por Benfica 73 às 17:45

Setembro 09 2010

O treinador do Sport Lisboa e Benfica, Jorge Jesus, fez uma antevisão ao encontro da quarta jornada que opõe os campeões nacionais ao Vitória de Guimarães. Em declarações à Benfica TV e ao Site Oficial do Clube, o técnico afirmou que espera um jogo difícil.
A Liga portuguesa esteve parada devido a compromissos das selecções nacionais. Jorge Jesus fez um balanço positivo desta paragem: “Para o Benfica foi positivo. Tivemos oportunidade de repor níveis de alguns jogadores que ainda não estavam em condições de fazer algum trabalho específico, porque tínhamos competição. Não tendo competição fizemos trabalho específico com alguns jogadores, que temos a certeza e a convicção de que vão estar muito melhores, já para o jogo de Guimarães.”

O facto de não haver competição é fácil de gerir, até porque existe mais tempo para preparar alguns aspectos físicos e tácticos.
“Gere-se bem, de uma forma específica, sabendo o que precisamos de passar para a equipa, que muitas das vezes, quando se está em competição, não dá para fazer, portanto, consegue-se que os jogadores tenham uma forma de trabalhar diferente, que também os motiva para que o objectivo do treino seja conseguido”, explicou o treinador dos “encarnados”

Em relação ao jogo de sexta-feira, Jorge Jesus sabe que vai encontrar algumas dificuldades: “Espero um jogo difícil. O Vitória de Guimarães é uma equipa que tem, todos os anos, o objectivo de ficar nos cinco primeiros lugares. Tem bons jogadores, é uma equipa que está a fazer um arranque de campeonato dentro da normalidade, conheço bem o ambiente de Guimarães, porque já treinei o clube e sei que vamos encontrar um adversário que nos quer vencer, mas acreditamos que temos capacidade e que estamos muito melhor esta semana do que nas semanas passadas. Isso dá-nos confiança para vencer este jogo.”

Os dois empates e a vitória frente ao Nacional da Madeira, não têm grande importância para a avaliação da equipa orientada por Manuel Machado.
“O Guimarães está a fazer um campeonato regular, mas para mim não é muito importante a classificação das equipas no primeiro terço da prova, agora, o Guimarães está dentro de uma classificação que lhe permite alcançar os seus objectivos e a vitória na Choupana traz-nos um maior cuidado em relação ao nosso adversário, porque sabemos que tem bons jogadores. Vamos encontrar um Guimarães determinado e forte, mas o Benfica tem que estar mais forte”, afirmou o treinador campeão nacional.

O facto de haver outro jogo passados cinco dias e logo para a estreia na Liga dos Campeões, não preocupa Jorge Jesus: “Não. Cada competição tem a sua responsabilidade. Neste momento estamos concentrados na partida frente ao Guimarães. Não temos tempo para pensar noutro jogo, porque este jogo faz com que o Benfica esteja na luta. O nosso objectivo é sermos bicampeões, por isso, temos de estar mais concentrados no adversário e nas dificuldades que vamos encontrar, porque vamos encontrar muitas, mas estamos preparados para dar resposta a uma situação mais difícil que possamos encontrar no jogo.”
O plantel do Benfica tem três jogadores a recuperar de lesões. Ruben Amorim, Alan Kardec e Fábio Coentrão vão ser avaliados mais em cima da hora do jogo: “São três jogadores importantes na manobra táctica da equipa. Têm os três características distintas, têm trabalhado com algumas limitações e aí o Fábio Coentrão, por causa da Selecção, é o que se apresenta em piores condições, mas ainda temos um dia, o que nos pode dar algumas garantias para lançar um ou dois jogadores na convocatória.”

Depois da visita ao Estádio D. Afonso Henriques, os “encarnados” defrontam o Hapoel, o Sporting, o Marítimo e o Braga. Este calendário não preocupa Jorge Jesus. “Para nós não é importante o nome dos adversários. A responsabilidade do Benfica é sempre grande. Grande no aspecto em que tem de ganhar, não só os jogos, mas também as provas em que está inserido. Independentemente da calendarização nos colocar frente a frente com adversários fortes do nosso campeonato, não olhamos por ai às nossas dificuldades. Não trabalhamos no nosso dia a dia com base no nome do adversário, mas sim num único sentido, em que sabemos que somos os melhores e pôr esta máquina a funcionar como na última época. É dentro deste princípio que estamos a trabalhar.”

No final ficou uma palavra para os adeptos do Benfica, que são “fundamentais “, como explicou o treinador em declarações à Benfica TV: “Claro que sim. Os adeptos do Benfica foram determinantes no ano passado para a conquista do título e vão ser determinantes na nova conquista, que é sermos bicampeões. Sem os adeptos não temos tanta força nem estamos tão confiantes e, portanto, vão estar certamente em grande número no norte, neste caso na cidade de Guimarães, para podermos em conjunto fazer uma equipa forte para vencermos o Guimarães.”

Esta partida realiza-se na próxima sexta-feira, dia 10 de Setembro, pelas 20h15, no Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães e é relativa à quarta jornada da Liga portuguesa.

Fonte: SLB

publicado por Benfica 73 às 16:43

Setembro 09 2010

 

 

O futebol é um produto altamente contagioso. E só por inépcia mental alguém poderia acreditar que o arraial montado entre a direcção da FPF e o seleccionador nacional não haveria de ter consequências directas e nefastas na produção da equipa nacional.

Lamentavelmente, dos ineptos reza a História.

 

Na semana passada, a Federação Francesa de Futebol despediu formalmente Raymond Domenech, que foi o treinador e seleccionador da França até ao Mundial de 2010 e que, mal aterrou em Paris, viu-se despromovido para um cargo menor na assessoria técnica da FFF.

Os responsáveis federativos franceses não demoraram quase nada a retirar a selecção das mãos de Domenech mas precisaram de dois meses, e de um novo presidente, para afastar definitivamente Domenech estrutura da FFF.

O diferendo segue agora para os tribunais que decidirão se Domenech tem ou não direito a receber a indemnização de 500 mil euros que reclama aos seus antigos patrões. Normalmente, é como as coisas acontecem quando o ambiente se torna insuportável entre duas partes.

De notável, em comparação com a realidade portuguesa, há apenas a realçar que nem o presidente da Federação, Jean Pierre Cavalettes, nem o seleccionador Domenech, estão já em funções e que, com esta atitude, a nova direcção da Federação Francesa não se poupa a um diferendo judicial com o ex-seleccionador, que se estima longo e aborrecido.

Mas poupou, e de que maneira, a sua equipa nacional e, também, os milhões de adeptos dos bleues ao lamentável desfile das incompetências múltiplas e dos rancores sem remédio que, por exemplo, neste momento, germinam como urtigas no baldio em que se transformou o dia-a-dia da selecção portuguesa.

A FFF comunicou por carta a Domenech o seu despedimento e apontou-lhe, por escrito, «três falhas graves», sendo que nenhuma é de carácter técnico e que as três se prendem com questões do carácter do ex-seleccionador.

O seu envolvimento na expulsão de Anelka do grupo, a forma como reagiu à greve dos futebolistas e, finalmente, o facto de se ter recusado a apertar a mão a Carlos Alberto Parreira, no final do França - África do Sul, num flagrante mundial de péssima educação, são as «falhas» que a Federação Francesa de Futebol registou no comportamento de Domenech no decorrer do Mundial e que justificaram a carta de despedimento que lhe foi enviada.

A França que, tal como Portugal, começou mal a sua campanha para o Euro-2012, tem apenas de se mostrar preocupada com os jogos e com os adversários que há-de ter pela frente. Enfim, com os pormenores dentro das quatro linhas, visto que resolveu, com a celeridade adequada, a questão fulcral da substituição das suas autoridades federativas e técnicas.

Trata-se, sempre, de uma questão de autoridade. Que é, precisamente, o que falta hoje à equipa nacional portuguesa que não tem seleccionador e que não teve, nem em Guimarães nem em Oslo, presidente da Federação, retido em Lisboa por motivos de saúde de que ninguém tem o direito de duvidar e que toda a gente tem o dever intelectual de considerar como muitíssimo convenientes.

 

O poder da FPF emana das Associações distritais e o poder das Associações emana dos clubes emana dos seus dirigentes… ou seja. Gilberto Madaíl e a direcção da FPF não são objectos estranhos desta constelação imortal.

Por razões diversas, os presidentes do Benfica e do FC Porto dispuseram-se a testemunhar em favor de Carlos Queiroz desvalorizando a reacção grosseira do seleccionador à visita da brigada antidoping.

Luís Filipe Vieira e Pinto da Costa saberão os motivos particulares que os assistem mas, na actual conjuntura, torna-se difícil resistir a citar um exemplo antigo de um antigo presidente do Benfica, Joaquim Ferreira Bogalho.

Há mais de meio século, a selecção portuguesa perdeu na Áustria, por 9-1, um jogo de qualificação para o Mundial de 1950, e no regresso a Lisboa, depois da humilhante goleada, a Federação Portuguesa de Futebol suspendeu e multou dois jogadores do Benfica – Félix e Ângelo -, acusando-os de «comportamento incorrecto» por terem chegado atrasados ao autocarro e por não se terem comportado de acordo com as regras no hotel vienense. Ainda há bem pouco tempo A BOLA recordou este episódio e vale a pena voltar a ele: «Joaquim Ferreira Bogalho, presidente do Benfica, achou que as multas da FPF eram pouco e dobrou-as. Ao sabê-lo, Félix, considerado um dos melhores médios-centro da Europa, despiu a camisola do Benfica e atirou-a ao chão. Descalçou as botas, lançou-as ao ar, praguejou. E do Benfica foi suspenso para sempre.»

Está tudo dito. Era outra educação.

 

Depois de André Villas Boas ter afirmado que não sente a falta de Raul Meireles porque, no FC Porto, «há quem tenha melhor para oferecer», veio Nuno Santos, director de programação da SIC, que perdeu a apresentadora Fátima Lopes para a TVI, dizer que «a Fátima não faz falta». O futebol é um produto altamente contagioso, não duvidem.

 

Eduardo foi extraordinariamente infeliz nos jogos com o Chipre e com a Noruega e não merecia passar pelo que passou, em Oslo, com o público da casa a delirar sempre que o guarda-redes português tocava na bola. Aliás, ninguém merece uma coisa destas…

…Pensando melhor, talvez os adeptos benfiquistas, que se lastimam há dois meses por o clube não ter comprado Eduardo em vês de ter comprado Roberto, tenham merecido uma prova tão cabal e espampanante de que, por vezes, as coisas correm mal, muito mal, a toda a gente.

A não se que este fenómeno, azares dos guarda-redes, também seja contagioso…

Autor: Leonor Pinhão

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 11:04

Setembro 09 2010

Terminado a fase de mini-estágio, proporcionado pela paragem dos jogos das seleções, a atenção de Jorge Jesus já está novamente centrada na deslocação a Guimarães. No Norte, a equipa vai iniciar um ciclo complicado, que poderá ser determinante para relançar os campeões nacionais na Liga, após um início comprometedor.

Em relação ao onze que recebeu e venceu categoricamente o V. Setúbal na última jornada, só são esperadas duas alterações e, uma delas – caso se confirme – é originada pela lesão sofrida por Fábio Coentrão ao serviço da Seleção, na passada sexta-feira, frente a Chipre.

Forçada também é a troca de Júlio César por Roberto devido ao castigo imposto ao brasileiro, expulso aos 22 minutos do jogo com os sadinos. É certo, por isso, o regresso do espanhol de 24 anos à baliza.

Contratado ao Atlético de Madrid por 8,5 milhões euros, o espanhol acabou por penalizado por algumas exibições menos conseguidas na pré-temporada, frente ao FC Porto [Supertaça] e na Madeira, diante do Nacional. A desconfiança levou-o ao banco, mas a expulsão de Júlio César e a consequente defesa da grande penalidade apontada por Hugo Leal teve o efeito de devolver-lhe a autoestima entretanto perdida. Amanhã à noite, frente ao V. Guimarães, o ex-colchonero terá a oportunidade de provar que ingressou no Benfica com o objetivo de garantir pontos e prosseguir uma carreira que em Espanha muitos auguram de brilhante.

Uma das principais curiosidades do desafio com os minhotos passa por ver a condição física que os mundialistas vão apresentar no Estádio D. Afonso Henriques. A equipa técnica planeou um programa de trabalho específico visando colocar os internacionais que marcaram presença na África do Sul no mesmo patamar dos restantes colegas. Jesus prometeu que na 4.ª ou 5.ª jornadas a equipa já iria apresentar um rendimento semelhante ao da última época. A fasquia está elevada.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 09:39

Setembro 09 2010

Nuno Gomes tem a perfeita consciência que a Liga está bem mais competitiva este ano, o que obriga o Benfica a um esforço suplementar tendo em vista a reconquista do título nacional.

“Os nossos adversários estão mais fortes. Além disso, sabem desde o ano passado que também nos encontramos mais fortes e, por conseguinte, estão muito empenhados em vencer-nos. Portanto, temos de lutar contra tudo e contra todos”, referiu ontem à tarde o capitão das águias, por ocasião do lançamento de uma linha especial de merchandising comemorativa dos 50 anos da conquista da primeira Taça dos Campeões Europeus. A cerimónia teve lugar no complexo do Estádio da Luz e contou com a presença dos históricos José Augusto, António Simões, Ângelo, Artur Santos e Toni.

A Cidade Berço é a próxima escala da nau benfiquista, cujo capitão considera descabido dar como hipotecada a principal meta traçada, pese os tropeções sofridos logo nos blocos de partida da Liga.

“Antes do mais, queremos ser bicampeões nacionais. Depois desejamos chegar o mais longe possível na Champions League. Não começámos bem o campeonato, pois perdemos dois jogos que não estávamos à espera de perder. Posteriormente, conseguimos derrotar o V. Setúbal em casa, e daqui em diante vamos certamente melhorar o nosso futebol. O campeonato ainda agora teve início. O importante não é como começa mas como acaba. Uma coisa é certa, não nos desviámos um milímetro que seja do nosso objetivo para esta temporada”, assinalou o ponta-de-lança benfiquista, que continua a aguardar de forma paciente pela estreia na presente edição da prova de regularidade.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 09:37

Setembro 09 2010

publicado por Benfica 73 às 08:49
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Setembro 09 2010

Tem razão que assegura que a realidade é mais rica que a ficção. Se assim não fosse, como se poderia explicar o que aconteceu durante o Benfica – Vitória de Setúbal, envolvendo substituição, ao 22 minutos de jogo, de Júlio César por Roberto. Nem um guionista engenhoso se lembraria de criar este inesperado “volte-face”. Do banco de suplentes, arcando com o peso de uma responsabilidade muito difícil de suportar, Roberto entrou em campo e defendeu um penálti, voltando a estar nas graças dos adeptos que o davam como culpado exclusivo e da infeliz entrada do Benfica no campeonato da liga.

Na verdade, o Benfica não começou de forma auspiciosa, perdendo dois jogos e seis pontos e permitindo a comentadores e jornalistas todas as comparações negativas com resultados que de há décadas. Juntaram-se as vozes, como num trágico coro, grego, quase pressagiando o descalabro da equipa campeã nacional. É neste momentos que se vê ate que ponto um Benfica forte assusta e incomoda.

Talvez por isso me tenha lembrado de um cão que tive e que os outros cães de porte inferior odiavam, juntando-se todos, a pretexto de tudo e de nada, para o tentarem morder e neutralizar. Creio que a comparação não é excessiva nem abusiva.

O Benfica, de facto, não entrou com o pé direito e até a águia “Vitória” deve ter sofrido com o susto, lá nas alturas. Mas depois veio o Vitória de Setúbal e voltaram o ritmo, a determinação e a garra, e tudo parece ter regressado à normalidade, não faltando nem a velocidade, nem a criatividade, nem a vocação goleadora.

Porém, não embandeiremos em arco, pois todo o optimismo em excesso tende a ser uma porta aberta para aquilo que nos penaliza e incómoda. O Benfica tem enormes desafios pela frente, desde a Liga dos Campeões à renovação do título, e sabe que tem sempre os adversários de menor porte de atalaia, prontos a saltar-lhe às canelas.

Por tudo isso, só lhe resta uma resposta convincente e determinada: vencer sempre.

publicado por Benfica 73 às 07:58

Setembro 09 2010

Proteger Roberto, acima de tudo, para defender o grupo. Esta é, naturalmente, a política do Benfica para com o guarda-redes espanhol contratado esta temporada. Luís Filipe Vieira, líder do Benfica, chamou a si, esta noite, a responsabilidade pelo preço de Roberto, guarda-redes escolhido por Jorge Jesus.
«Roberto é criticado pelo que custou, não pelo que defende. Ele foi considerado na segunda volta do campeonato espanhol o melhor guarda-redes. As pessoas andam a brincar e não sabem quem é o Roberto. Custou 8,5 milhões de euros. Foi o Jesus que escolheu e eu que negociei. E quem negociou foi o mesmo que negociou a maioria dos jogadores que lá andam», disse Luís Filipe em entrevista à SIC.
O presidente do Benfica desmentiu que Roberto tenha estado prestes a sair no fecho do mercado - «só quem não conhece o Jesus pode pensar isso», disse – e garantiu que o jogador continuará a merecer total confiança: «Está lá e vai ficar. Se é titular ou não, isso já depende de Jorge Jesus. Contratámos um grande guarda-redes. Roberto é o nosso guarda-redes».
Incomodado com o facto de terem sido levantadas suspeições públicas sobre o negócio, Vieira foi bem claro: «Houve insinuações bem graves, mas naquela casa a transparência é importante. Não pagamos a offshores, nem por cheques. Se alguém suspeita existir algum interesse, é fácil investigar. Agora, se foi bem o mal negociado? Isso é crítica que podem fazer, mas quem critica não toma decisões. Tomámos uma opção, que assumo. A responsabilidade é minha e dentro de pouco tempo vamos ver quem tem razão. Quem contratou Roberto foi o mesmo que contratou David Luiz e Gaitán».

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 07:54

Setembro 09 2010

De seis pontos, possíveis à partida e prováveis ainda não há muito tempo, de quatro pontos que serviriam como resguardo mínimo face ao futuro próximo, ficou-nos um, variante triste de prémio de consolação. Os “erros defensivos” cometidos em Guimarães deram lugar, quatro dias depois, a um bode expiatório – por sinal, o herói da África do Sul, Eduardo. Portugal nunca tinha conhecido, nos jogos com Chipre, outro resultado que não fosse a vitória. Já conhece. Portugal nunca tinha sido derrotado pela Noruega. Já foi. Ora o mais espantoso, diante desta entrada altamente comprometedora do futuro da Seleção Nacional, é não haver ninguém, dos responsáveis aos jogadores, capaz de reconhecer que há crise e que os pontos foram desperdiçados por culpa própria.

Contra Chipre, em casa, para “compensar os laterais ofensivos” (Miguel?!), jogámos com um duplo pivô defensivo, entregue a dois homens quase sem rodagem prévia, Raul Meireles e Manuel Fernandes. Na Noruega, onde era preciso ganhar, a ideia peregrina foi retirar Danny e acrescentar Tiago, também sem quilometragem esta época, que saltou da bancada para a condição de titular. Dos dois alas, Ricardo Quaresma e Nani, só este apareceu no jogo da Noruega, mas tarde e a más horas. O “mágico” voltou a deixar clara a fronteira entre o exibicionismo e a utilidade – e nem vale a pena referir a sua inaptidão total como rematador. Hugo Almeida lutou sozinho até à entrada de Liedson… a dez minutos do fim. Moutinho, inexplicavelmente, voltou ao banco e, desta vez, nem sequer foi chamado à partida.

Mais uma vez, fica a sensação de que as substituições já estavam programadas, tanto nos protagonistas como no cronómetro. Ou seja, Agostinho Oliveira – selecionador nacional “por procuração” – confirmou que, furada a estratégia inicial, não há um plano alternativo, não há um rasgo nem uma ideia para mudar o curso dos acontecimentos.

A dúvida que fica é esta: alguma coisa seria diferente com Carlos Queiroz em funções plenas? Não vale a pena buscar a resposta. Importa é que, decorrido um quarto das etapas na classificação e ainda antes de enfrentar o mais poderoso dos adversários (a Dinamarca), Portugal já está sem margem de erro, a fazer contas e dependente de terceiros. Pode acabar bem. Mas, ainda que aconteça, será por linhas tortas. E talvez valha a oportunidade para mudar todo, do selecionador ao elenco federativo, que se eterniza e passa uma triste imagem de apego aos lugares. Já chega.

Sem margem de erro vai o Benfica a Guimarães – a hipótese de ficar a nove pontos da liderança, no início de um ciclo “infernal” e quando setembro ainda está a começar, faz pensar que o campeão vai precisar de algo mais do que a “estrelinha”.

Autor: JOÃO GOBERN
publicado por Benfica 73 às 02:29

Setembro 09 2010

publicado por Benfica 73 às 00:20

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publicado por Benfica 73 às 00:01

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