Setembro 04 2010

REZA a lenda que o árbitro Jorge Sousa foi membro dos Super-dragões. Não sei se o boato começou porque alguém testemunhou a sua presença na claque ou porque, nos jogos que arbitra, Jorge Sousa parece mais portista que o Jorge Nuno. No Braga-Benfica do ano passado, ficou célebre o golo anulado ao Benfica porque, ao que supuseram os especialistas na altura, Luisão teria respirado com demasiada força no momento de cabecear. Na final da Taça da Liga, permitiu que Bruno Alves e Raul Meireles ficassem em campo até ao fim, provavelmente para ver qual dos dois venceria o seu campeonato privado de agressões. Foi renhido, mas julgo que ganhou Bruno Alves por 4-3. No Rio Ave-Porto desta semana, deixou que Falcão se pusesse às cavalitas de um adversário no primeiro golo e admoestou, com cartão amarelo, um jogador vila-condense por ter tido a desfaçatez de sofrer um penalty. Quando se diz que determinado jogo vai ser arbitrado por Jorge Sousa, árbitro do Porto, sou eu o único que suspeita que não se estão a referir à origem geográfica do juiz?

 

A interessante entrevista que Jesualdo Ferreira deu esta semana parece explicar o motivo pelo qual Pinto da Costa só costuma prometer títulos a treinadores já falecidos: é da natureza dos defuntos não concederem entrevistas. Três meses depois do fim do campeonato brilhantemente conquistado pelo Benfica, o treinador da equipa que terminou atrás do Braga – e que é, aliás, o homem a quem mais conviria arranjar uma desculpa para a posição em que ficou classificado - , veio admitir que o Porto ficou em terceiro porque «houve duas equipas, nomeadamente a que foi campeã, que foi mais competente». Para surpresa de todos, não fez referências a túneis nem a burocratas. Que estranho. Jesualdo Ferreira deve ter estado distraído. Todos vimos, por exemplo, como o Benfica bateu o Porto no Algarve, na final da Taça da Liga. No primeiro golo, o túnel de Braga recuperou uma bola no meio campo, fez uma tabelinha com o túnel da Luz e passou ao Dr. Ricardo Costa, que rematou de fora da área, batendo Nuno. No segundo golo, o Dr. Ricardo Costa apontou superiormente um livre directo fazendo a bola entrar no ângulo superior direito da baliza. E no terceiro, o Dr. Ricardo Costa completou o seu hattrick após jogada de insistência do túnel de Braga pela direita. Foi a época toda nisto, e agora Jesualdo Ferreira vem atirar-nos areia para os olhos dizendo que o Benfica venceu porque foi melhor. Ele há cada uma!

 

O jogo que a selecção fez ontem teve, pelo menos, a virtude de revelar quem tem razão no caso Carlos Queiroz. Este Portugal – Chipre demonstrou cabalmente que a Autoridade Anti – Dopagem não tinha qualquer motivo válido para invadir o estágio dos jogadores portugueses. Passa pela cabeça de alguém que uma equipa que não consegue bater o Chipre em casa esteja a tomar substâncias proibidas? Parece-me um caso evidente de excesso de zelo.

Quanto à selecção de sub-21, apesar da derrota frente à Inglaterra acredito que esteja no bom caminho. O ponta-de-lança Bebé, por quem o Manchester United deu cerca de 10 milhões de euros, parece-me ser um jogador de futuro. Trata-se, aliás, do segundo bebé mais caro do futebol português, a seguir ao de Cristiano Ronaldo, o que indica a qualidade do atleta.

Autor: Ricardo Araújo Pereira

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 14:30

Setembro 04 2010

Decididamente, algo não vai bem na organização do futebol português. Ontem, em pleno jogo contra o Chipre, em que – aí, sim – fazia mesmo falta alguém para acordar os jogadores da nossa selecção, onde estavam os médicos do controlo antidoping? Seja qual for a explicação, notou-se que a Selecção estava em piloto automático. À semelhança do que já tinha acontecido contra a Espanha, depois de se substituir Hugo Almeida, sofre-se um golo – é automático.

Admito que uma das explicações para o desaire de ontem seja os abandonos de Deco, Simão e Paulo Ferreira. Se bem que, pelo aspecto das bancadas, desconfio que a população portuguesa também está prestes a renunciar à Selecção. No meu entender, seria uma injustiça uma vez que não há país no Mundo que se esforce mais por encontrar novos caminhos para o futebol. Por exemplo, em 86, Portugal tinha quatro seleccionadores no banco. Ontem, não tínhamos nenhum. Como estava a cumprir castigo, Carlos Queiroz estava só a assistir, sem qualquer capacidade de decisão nos vários momentos da partida. Nessa medida, não houve muitas diferenças em relação aos jogos do Mundial.

Mas nem tudo é negativo no futebol português. Depois do polvo alemão que adivinhava o resultado das partidas do Mundial, podemos estar perante um polvo português que, adivinhando os fracos resultados que Carlos Queiroz iria obter nesta qualificação, decidiu encetar o afastamento do seleccionador. É possível que o polvo Amândio não fique atrás do polvo Paul no que diz respeito a perspicácia futebolística.

Apesar do empate, não se pode dizer que ontem tenha sido um dia completamente negativo para o seleccionador nacional. Ao pé do juiz que ontem leu o acórdão da Casa Pia, o Carlos Queiroz parece um menino de coro.

Autor: Miguel Góis

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 14:29

Setembro 04 2010

David Luiz nunca escondeu a predileção que tem pelo futebol espanhol, onde há um clube pelo qual sente uma admiração especial: o Barcelona.

Quis o destino que o camisola 23 das águias esteja, agora, a trabalhar diariamente na Catalunha, ao serviço da seleção brasileira e é ali que o defesa-central do Benfica vai aproveitar para se mostrar a Mano Menezes, que o chamou pela segunda vez, mas também aos adeptos e responsáveis dos blaugrana, quando no dia 7 a seleção do Brasil defrontar a equipa B do emblema catalão no centro de estágios do clube.

“O Barcelona hoje é uma equipa que joga um futebol bonito, vistoso e que todos gostam de assistir. Então, serve de inspiração maior para a equipa do Brasil”, afirmou o benfiquista à imprensa brasileira, neste estágio que os canarinhos estão a realizar naquela cidade espanhola.

David Luiz foi dos jogadores mais assediados no defeso, o que obrigou Luís Filipe Vieira a um esforço maior para assegurar a sua continuidade na Luz.

Um dos clubes que admitiu publicamente interesse no menino bonito dos adeptos encarnados foi o Real Madrid. José Mourinho recusou sempre entrar em loucuras, mas confessou gostar das qualidades futebolísticas do brasileiro. O benfiquista é, por isso, um atleta que o emblema merengue promete seguir com atenção na próxima temporada, mas o jogador já confessou a pessoas próximas que tem o sonho de um dia vestir a camisola do... Barcelona. Em circunstâncias iguais, e sabendo-se que também está referenciado pelos campeões espanhóis, a escolha parece estar feita.

O Real Madrid é um clube gigante, que lhe permite abrir várias portas, até por ser uma máquina publicitária no Mundo inteiro, mas é na Catalunha que está uma outra máquina, a desportiva. O Barcelona, como o próprio afirmou agora, joga um futebol vistoso. É isto que o encanta na equipa orientada por Pep Guardiola.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 11:01

Setembro 04 2010

Titular na Seleção Sub-21, sem espaço na lista de jogadores inscritos pelo Benfica na Liga dos Campeões. Fábio Faria, o primeiro jogador cuja contratação os encarnados começaram a negociar com vista ao reforço do plantel 2010/11, vai ver os jogos das águias na principal prova europeia de clubes da bancada.

“Não sabia que não tinha sido inscrito”, afirmou, surpreendido, Faria, no final do encontro entre as seleções de esperança de Portugal e Inglaterra. “Fico triste, mas vou continuar a trabalhar para conquistar o meu lugar na equipa do Benfica.”

Na relação que os encarnados enviaram para a UEFA, constam 24 nomes. Notam-se as ausências de três jogadores: Mantorras, que nem sequer entra nas contas para o campeonato; Luís Filipe, que já na época passada ficou fora da segunda fase da Liga Europa; e Fábio Faria, defesa de 21 anos contratado ao Rio Ave.

O internacional esperança português, à semelhança de Mantorras e Luís Filipe, foi sacrificado porque os regulamentos da UEFA penalizam os clubes que não preenchem as vagas de jogadores formados no clube (4) e em Portugal (4).

A existência de outras opções para os lugares onde Faria pode atuar também ajuda explicar a decisão dos responsáveis benfiquistas, em particular Jorge Jesus, de prescindir do futebolista. Para o eixo da defesa, o técnico conta com Luisão, David Luiz, Sidnei e Roderick; já Fábio Coentrão e César Peixoto são opções para o flanco esquerdo.

Há muito que Fábio Faria estava nos planos do Benfica e de Jorge Jesus. O namoro das águias ao filho do antigo avançado Chico Faria começou em setembro do ano passado. O Benfica tinha ali um alvo e encetou, então, conversações. Nessa altura, o técnico revelava: “Quando estive no Belenenses, era ele júnior no Rio Ave, tentei levá-lo para lá mas não consegui.”

Em novembro, o presidente do emblema vila-condense confirmaria: “Não está nada confirmado, mas há negociações e posso dizer que as conversações estão bem encaminhadas. O Benfica está muito interessado e o Fábio também tem a pretensão de alinhar na Luz.” Finalmente, em dezembro, o processo chegava ao fim, com a certeza de que Faria iria assinar pelos lisboetas contrato válido por quatro temporadas.

Faria foi o primeiro reforço a estrear-se de águia ao peito. Terminada a época, integrou a digressão à América do Norte, alinhando nos dois jogos. “Foi contratado pelo Benfica, logo, é um valor em que acreditamos”, sublinhou, então, Jesus.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 10:59

Setembro 04 2010

A pré-temporada do Benfica deu continuidade ao que de bom foi feito em 2009/10. Apesar das ausências de vários titulares, os encarnados praticaram bom futebol, somaram vitórias e começaram a aguçar o apetite dos adeptos para os jogos oficiais. Com a equipa em alta, apareceram vários jogadores, que não tinham sido opções iniciais na última temporada, a dar grandes indicações e entrando a todo o gás neste novo ano.

No entanto, essa energia inicial não deu grandes frutos e os jogadores que se destacaram ainda não conseguiram explodir definitivamente, uns por lesão, outros pelo aparecimento dos habituais titulares. Sidnei, Airton, Carlos Martins, Jara e Alan Kardec são os exemplo mais elucidativos.

Aliás, excetuando Sidnei, nenhum dos jogadores foi titular nos 3 jogos de campeonato já realizados, embora seja importante realçar que Kardec está lesionado desde o encontro da Supertaça frente ao FC Porto.
Carlos Martins é um dos casos mais marcantes. O médio português fez grandes exibições tanto na pré-temporada como nos jogos oficiais e sempre que foi utilizado esteve em grande plano, tendo acrescentado qualidade à equipa. Aliás, no jogo com o Nacional, a sua entrada deu outra vida ao futebol encarnado e ainda marcou o único golo da equipa, já em período de compensação.

Jara também não conseguiu ser opção inicial, mas tem dado boas indicações, sendo dele o primeiro tento das águias nesta edição da Liga, frente à Académica.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 10:34

Setembro 04 2010

Quando o estágio na Suíça se iniciou, ainda o plantel encarnado dava os primeiros passos rumo à nova temporada. Os jogadores procuravam readquirir a forma, mas, para quem estava de fora, havia um que já dava nas vistas nos treinos: Luís Filipe. Nos jogos realizados naquele país, mostrava, aliás, assinalável frescura.

Excluído da Liga dos Campeões, o lateral-direito continua, no entanto, a ser opção para as competições nacionais, pela segunda temporada consecutiva. Recuperado há um ano pelo Benfica, quando o brasileiro Patric foi dispensado e era necessário reforçar a ala direita, Luís Filipe, de 31 anos, é um caso de dedicação, malgrado ter realizado 3 encontros a época passada (é o segundo jogador do plantel com mais partidas realizadas em Portugal).

Manuel Cajuda, hoje treinador do Al-Sharjah, dos Emirados Árabes Unidos, lembra-se bem da época em Braga. A “melhor” do futebolista. Em 2000/01 realizou 33 jogos no campeonato com a camisola arsenalista e boas exibições valeram-lhe a transferência para o Sporting.

“Ele fez uma época fantástica”, lembra, destacando o “profissionalismo” do camisola 22. “Os treinadores têm uma regra, que é tirar o máximo rendimento dos jogadores”, observa, considerando que o mérito pelo percurso é do futebolista.

Cajuda, de 59 anos, fala de Luís Filipe como um elemento que “nunca levantou ondas”. “Comigo, foi sempre bom profissional, que cumpriu as regras e teve atitude positiva. Quem decide se alguém joga ou não é um treinador. Comparo o comportamento dele ao de Quim.”

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 10:30

Setembro 04 2010

Está em preparação a melhoria de contrato de Fábio Coentrão. O clube quer premiar o desempenho do jogador e colocar mais alta a fasquia para quem o quiser levar.
No último defeso, a cláusula de 30 milhões não foi suficientemente elevada para blindar o internacional português da cobiça de endinheirados tubarões futebolísticos do Velho Continente.
Depois de empréstimos a Saragoça, Nacional e Rio Ave, Fábio Alexandre da Silva Coentrão, de 22 anos, é um valor seguro na asa esquerda encarnada e da Selecção, tendo o Mundial-2010 confirmado o defesa como um dos melhores do Mundo na sua posição.
O Bayern de Munique, vice-campeão europeu, foi um dos que seguiu atentamente Coentrão e terá, alegadamente, ultrapassado os 20 milhões de euros numa oferta pelo ruço das Caxinas (Vila do Conde), cujos 30 milhões de euros da cláusula de rescisão, de um contrato ampliado de três para cinco épocas mais (de 2013 para 2015) a 29 de Outubro último não afastaram a cobiça alheia, assim como os 30 milhões de euros da respectiva cláusula.
Ao subir a cláusula de rescisão para valores que se admitem situar-se no patamar dos 40 milhões de euros - a de David Luiz é de 50 milhões de euros e a de Cardozo de 60 milhões de euros, recorde-se - o Benfica valoriza convenientemente uma das suas pedras nucleares e joga na antecipação à cobiça alheia, para não ter de passar por sobressaltos no futuro.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 08:55

Setembro 04 2010

publicado por Benfica 73 às 08:47
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Setembro 04 2010

A estreia de Portugal na qualificação para o Euro-2012, começou com o pé esquerdo, com a Selecção a permitir um empate frente ao Chipre, em Guimarães, numa exibição estranha: cheia de erros na defesa, mas com bom aproveitamento no ataque.

Recorde aqui as incidências da partida.

Claras faltas de concentração levaram Portugal a ver-se a perder por duas vezes frente ao Chipre, chegando à vantagem no marcador apenas aos 50 minutos, perdida nos instantes finais do jogo.

Toda a defesa tremeu, tirando Ricardo Carvalho, tremideira transmitida ao meio-campo, a que escapou também Ricardo Quaresma. Golo aos 3, golo aos 11 - do Chipre pois - pelo meio Hugo Almeida a empatar. Raul Meireles, aos 29, fez o 2-2, redimindo-se da oferta para o primeiro dos cipriotas. Seria de pensar que a partir daqui a selecção conseguisse, então, ligar o famoso piloto automático, mas se o fez não tardou a dar erro.

O 3-2 pouco depois do recomeço - Danny, aos 50 - deu essa ideia, mas Okkas, acabado de entrar, deitou por terra essa vantagem que repousava num castelo de cartas, repondo o empate.

Pior: o 4-3 conseguido por Manuel Fernandes, aos 60, descansou a equipa da pior maneira, e fica na memória o lance falhado por Hugo Almeida, de calcanhar, que irou Agostinho Oliveira no banco, e certamente Carlos Queiroz, lá longe num camarote. Em cima da hora Avraam fez o 4-4, deixando um gosto amargo na boca dos portugueses.

Eis as equipas:

Portugal: Eduardo; Miguel, Bruno Alves, Ricardo Carvalho, Fábio Coentrão; Manuel Fernandes (João Moutinho, 79), Raul Meireles, Danny (Liedson, 61); Nani, Hugo Almeida (Yannick, 89) e Ricardo Quaresma
Suplentes: Beto, Rolando, Sílvio, Miguel Veloso, João Moutinho, Liedson e Yannick

Chipre: Antonios Giorgallidis; Marios Elia (Poursaitidis, 66), Sinisa, Merkis e Avraam; Makrides, Satsias e Charalambous; Charalambides (Nikolaou, 75), Konstantinou e Aloneftis (Okkas, 56).
Suplentes: Augousti, Christou, Okkas, Michail, Nikolaou, Poursaitidis e Efrem.

Marcador: 0-1 por Anoleftis (3); 1-1 por Hugo Almeida (8); 1-2 por Konstantinou (11); 2-2 por Raul Meireles (29); 3-2 por Danny (50); 3-3 por Okkas (57); 4-3 por Manuel Fernandes (60); 4-4 por Avraam (90)

Fonte: A Bola

 

publicado por Benfica 73 às 08:10

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