Julho 29 2010

O presidente do conselho de administração da Sport TV, Joaquim Oliveira, endereçou, esta quinta-feira, uma carta ao presidente do Sport Lisboa e Benfica, Luís Filipe Vieira, onde apresenta "um pedido formal de desculpas à instituição Sport Lisboa e Benfica, aos seus profissionais, sócios e adeptos".

Este pedido de desculpas do referido canal de televisão surge no seguimento do comunicado emitido quarta-feira pelo Clube, onde eram criticados comportamentos e atitudes de alguns profissionais da Sport TV, durante a emissão do jogo entre Benfica e Sunderland, a contar para a Albufeira Summer Cup.

carta na íntegra

Fonte: SLB

publicado por Benfica 73 às 22:57

Julho 29 2010

COSTINHA confessou numa entrevista ao Expresso que é desde sempre «sportinguista», «anti-benfiquista» e que tem mais de 50 fatos completos. São três excelentes notícias. Embora no que diga respeito aos 50 fatos às riscas tenha ficado incompleta a boa-nova, visto que era importante ficarmos a saber se Costinha também tem as respectivas 50 camisas aos quadrados para combinar em conjunto.

Quanto ao sportinguismo de Costinha, nem se discute. Se fatos são fatos, factos são factos.

Já o anti-benfiquismo de Costinha deixa muito a desejar. É que ao longo da sua carreira de futebol lista ao serviço do FC Porto, nunca Costinha se atreveu a festejar um golo no Estádio da Luz dirigindo-se aos adeptos benfiquistas de modo menos próprio ou mesmo obsceno.

Enfim, já outros não tiveram a mesma sorte. Lembram-se?

Fraco «anti-benfiquista» este Costinha…

 

A CBF trocou Dunga por Mano Menezes e o novo seleccionador do Brasil não demorou a chamar David Luiz para o grupo que vai jogar um amigável com os Estados Unidos a 10 de Agosto, em New Jersey. É a primeira vez na sua curta carreira que David Luiz é convocado para os trabalhos do escrete e prevê-se sem grande esforço especulativo que o jogador do Benfica reúna todas as condições para se estabelecer em regime de longevidade na selecção brasileira.

Só quem nunca o viu jogar pode ter dúvidas. E foi precisamente, isso que deve ter acontecido com Dunga, o que carece de explicação porque a um seleccionador exige-se o perfeito conhecimento de todas as perfeições que tem ao seu dispor.

Mano Menezes chamou também Ramires, outro benfiquista, para o jogo com os EUA. Dunga já tinha levado Ramires até à África do Sul mas não confiou nele ao ponto de o fazer jogar a efectivo, com prejuízo para o Brasil que teve sentado no banco um dínamo do mais alto quilate. No que diz respeito a Ramires, resta saber se com Mano Menezes será ou não titular, ou seja, fica apenas por avaliar se o novo seleccionador brasileiro é tanto ou menos conservador que o seu predecessor.

Quanto a Hulk, Dunga e Menezes, para já, têm a mesma opinião sobre o avançado do FC Porto. Hulk volta a não constar da lista dos eleitos canarinhos mas a culpa, agora, é do FC Porto que não deixou transmitir pela televisão o seu jogo de apresentação com a Sampdória e, assim, poucos foram os que viram o tiraço do meio da rua com que o jogador brasileiro brindou a plateia no Dragão.

 

PRECISAMENTE no mesmo dia em que o histórico Raúl abandonou o Real Madrid da sua vida, também Vítor Baía abandonou as funções que desempenhava na SAD do FC Porto da sua vida. Raúl vai jogar na Liga alemã pelo Schalke 04 e Baía vai dedicar-se, segundo as suas palavras, a um «projecto pessoal». Perante a opinião pública, os contornos da saída do jogador madrileno ficaram bem explícitos do que os contornos da saída do jogador com mais títulos conquistados ao serviço do FC Porto.

Raúl não cedeu à tentação de uma excepcionalmente bem paga experiencia final no estrangeiro, ainda que tenha confessado a sua hesitação perante a insistência de José Mourinho em tê-lo no grupo. No caso de Vítor Baía, ninguém confessou nada, é um facto.

A imprensa nacional, com a delicadeza que lhe merece a figura do ex-capitão do FC Porto e com o temor reverencial pela figura dos seus ex-patrões, limitou-se a intuir que o facto de Baía ter pouca ou nenhuma intervenção na área do futebol – que é a sua – o poderá ter levado a cansar-se de uma inactividade operacional forçada.

Na época passada todos vimos, com frequência, Vítor Baía em representação do FC Porto em sorteios e noutras ocasiões oficiais. Algumas vezes foi visto ao lado de Rui Costa, que desempenha funções de responsabilidade na SAD do Benfica, e ambos, com a cordialidade que se lhes reconhece, não recearam esse convívio e essa urbanidade. Aparentemente, estávamos no dealbar de uma nova era no futebol português, em que a eterna rivalidade no campo desportivo se sobreponha, com bons modos e com bom aspecto, à grunhice decadente e aos seus tiques de ódio.

A não ser que Vítor Baía se deixe transformar no candidato escondido do FC Porto à substituição de Gilberto Madaíl na FPF, agora há que esperar outra vez pela imposição da nova geração nos lugares que lhe pertencem.

E talvez o Fc Porto, de momento, não precise do capital de bom aspecto de Vítor Baía. Ou, melhor, julgue que não precise. Quem tem um André Villas Boas tem tudo. Um fato é um fato.

 

O Secretário de Estado da Juventude e Desportos viu «factos graves» no episódio covilhanense entre Carlos Queiroz e a brigada da Autoridade Antidopagem do Instituto do Desporto em Portugal pelo que não hesitou em abrir um inquérito «e despachá-lo para a Federação Portuguesa de Futebol». O assunto veio a público de modo mesquinhamente festivo. Se Carlos Queiroz insultou, de facto, os funcionários de Estado da antidopagem, ora aqui está uma belíssima maneira de o despedir sem ter de lhe pagar a avultada indemnização defendida no seu contrato!

Madail e Queiroz, os dois principais interessados no assunto, continuam em silêncio expectante. Sem expectativas nenhumas de vir a suceder a Queiroz está Manuel José que, sempre no seu jeito directo, aconselhou já o presidente da FPF a evitar aborrecimentos e a contratar Luís Aragonés, o homem que levou a Espanha ao triunfo no Europeu de 2008. Isto se ninguém muito acima vetar o espanhol, claro está…

 

TAL como no Verão passado, o Benfica lá vai ganhando todos os torneios da pré-temporada. Na terça-feira, em Albufeira, os campeões portugueses desembaraçaram-se do Sunderland com uma facilidade só a espaços complicada pelo excesso de pormenores artísticos exibidos na hora de rematar. Mas como o Benfica tem um plantel equilibrado os golos acabaram por surgir graças a Cardozo e a Carlos Martins que, felizmente, parecem não ter qualquer razão de queixa da bola Jabulani. Para Cardozo e Martins, bola é bola e é para dentro da baliza.

Também para Fábio Coentrão, bola é bola. Ainda agora chegou das férias pós-Mundial e já é o rei das assistências para golo. Antes de ser o lateral-esquerdo mais cobiçado do futebol europeu, Coentrão já era o ponta-esquerda mais promissor do futebol português. Lembram-se?

Autor: Leonor Pinhão

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 16:56

Julho 29 2010

Senhor de um dos remates mais temidos do futebol nacional, Carlos Martins já conquistou um lugar no coração dos benfiquistas. Em entrevista à Benfica TV e ao Jornal ‘O Benfica’ durante o estágio na Suíça, o número 17 mostra-se rendido ao Clube, deixa elogios ao treinador e garante uma equipa à imagem da temporada passada. Carlos Martins fala ainda da Selecção, um desejo mas não uma obsessão. Eis em discurso directo, o melhor número 10 português.

Vai para o terceiro ano de Benfica. Até agora, qual é o balanço que faz?
É um balanço muito positivo. Como já tive oportunidade de dizer anteriormente, desde o primeiro dia que aqui cheguei que fui muito bem recebido. Competia-me a mim provar a quem me quis o quanto eu queria vir para o Benfica e ajudar o Clube a conquistar títulos e até ao momento estou bastante satisfeito com o trabalho que tenho vindo a realizar. Agora espero que no futuro possa voltar a ganhar mais títulos ao serviço do Benfica.

Como sabemos, foi formado outro clube e já passou pela Liga espanhola. Pode, agora, confirmar a ideia de que o Benfica é algo de diferente?

Sim, claro que sim… Toda a gente sabe onde é que eu fui formado, mas o Benfica é um Clube completamente diferente. É um Clube grande, que está habituado a ganhar, que tem todas as condições e mais algumas para se ganhar, tem uma massa adepta fenomenal, estrondosa, que nos cativa muito… É mesmo um clube verdadeiramente diferente e para melhor.

Mais concretamente sobre a época passada… O Carlos foi um jogador mais regular, que mostrou a qualidade que todos lhe reconhecem. Qual foi a diferença para outros anos?

Um jogador quanto mais velho está mais maduro está… Tem mais experiencia e isso vê-se nos processos de jogo, na forma como vê o futebol, na maneira de estar dentro de campo e acho que isso tudo junto faz com que o jogador sobressaia mais. Eu não fujo à regra, sinto-me bem, sinto-me com força e acima de tudo sinto-me preparado para ajudar o Benfica.

Teve grandes momentos na época passada. Consegue destacar algum?

Não sei… Para mim o grande momento foi mesmo no último jogo, quando o árbitro apitou para o final do jogo e fui campeão. É algo que nunca mais vai sair da minha memória, ver aquela gente toda a gritar por nós. Sentimo-nos confortáveis nesse momento porque era o reconhecimento do nosso trabalho, numa época desgastante. Penso que esse, sim, é o grande momento que eu recordo da época passada.

Recuemos até ao momento que antecede a marcação do livre que deu o golo da final da Taça da Liga. Em que é que se pensa antes de marcar um livre daquela maneira?

Bem, acima de tudo penso em agarrar bem na bola e metê-la dentro da baliza. Sei que um dos meus pontos fortes é o remate, sei que quando agarro bem na bola é difícil para o guarda-redes. Naquela altura pedi que me saísse bem o remate e felizmente foi isso que aconteceu.

Quanto ao colectivo, para vocês, jogadores, sentem mais alegria, mais gozo por jogarem numa equipa que joga realmente bom futebol? Sem o pontapé para a frente… Principalmente vocês, médios que gostam de ter bola.

Claro, claro que sim! Penso que esta equipa caracteriza-se por praticar um bom futebol, essa é a imagem de marca do nosso treinador, ele incute-nos isso mesmo. Nós temos jogadores tecnicistas, que gostam de ter a bola nos pés, e penso que quem vai ver o jogo gosta de ver uma equipa a jogar bem. Mas também afirmo que prefiro por vezes jogar menos bem e ganhar do que o contrário, mas felizmente nós temos conseguido juntar as duas vertentes.

Por falar em meio campo… Médio defensivo, médio ofensivo ou mais à esquerda ou à direita?

Médio-centro. É onde eu gosto de jogar, gosto de estar em contacto com a bola, de organizar jogo e de aparecer perto da área para tentar fazer golos ou assistir. Em resumo, é no meio que me sinto mais à vontade.

Já agora, porquê o número 17?

É o dia do nascimento do meu filho.

A época passada ficou marcada por esse futebol espectáculo, algo a que a Liga portuguesa não estava habituada. Sente que é possível manter o estilo e principalmente a qualidade de jogo da equipa?

Sim, isso é pressão que vamos carregar às costas mas é uma pressão saudável, com a qual nós queremos viver. Sabemos que temos de fazer pelo menos igual à época passada, mas nós temos essa consciência e queremos viver com a pressão. Aliás, quem vive com a pressão é sinal que está perto de ganhar títulos.

Na Europa, o Benfica foi muito longe e ficou a ideia de que vocês tinham, de facto, o melhor futebol da Liga Europa. Sentiram isso? Que com o campeonato mais decidido na altura dos quartos-de-final, o Benfica podia ter chegado à final?

Sim, todos nós sabíamos, quando acabou o jogo de Liverpool, que eles eram uma equipa que tem uma grande história e que chega sempre às fases finais das competições europeias, mas nós também estávamos a atravessar um bom momento. Falando desse jogo, eu e os meus colegas ficámos com a sensação de que ficou ali qualquer coisa no ar. Saímos de cabeça erguida, com a consciência de que fizemos tudo, mas acho que com um bocado mais de sorte teríamos passado e chegado mais longe, sim.

Passemos a esta temporada. Até ao momento, qual é o balanço que pode ser feito?

Até agora temos 15, 16 treinos e o balanço é positivo. Nesta altura da época dá-se mais importância à condição física dos atletas, estamos a prepararmo-nos bem para chegar ao mais alto nível, são dias e treinos desgastantes. Mas o principal objectivo é trabalharmos para estarmos bem quando entrarmos no primeiro jogo, no dia 7 de Agosto, com o FC Porto, para podermos ganhar.

Os reforços entraram bem no grupo?

Sim, foram muito bem recebidos, como eu também fui na altura em que cheguei. Já deu para perceber que são jogadores com muito valor e agora é esperar que consigam uma boa adaptação para mostrarem aquilo que valem.

Como é que está a perspectivar o próximo campeonato? Os outros candidatos apostaram forte em tentar fazer frente ao Benfica…
O Benfica tem de ter sempre a fasquia alta, é um clube que, seja em que campo for, entra sempre para ganhar. Quanto aos nossos rivais, isso não nos interessa muito agora, vai interessar-nos duas semanas antes de jogarmos com eles. O que eu sei é que se ganharmos todos os jogos somos campeões e isso é que conta.
Este ano marca o regresso do Benfica à Liga dos Campeões e a estreia de muitos jogadores nesta competição que, presumo eu, deva ser um dos patamares mais altos da carreira. O que é que vocês esperam desta participação?
Esperamos acima de tudo que a equipa esteja ao nível dos valores que tem, se isso acontecer acho que podemos fazer uma boa campanha. Também sabemos que na Liga dos Campeões estão as melhores equipas, os melhores jogadores, sabemos que vai ser difícil, mas como lhe digo no Benfica pensa-se muito alto e quando entrarmos para esses jogos vai ser sempre para ganhá-los.
Vamos experimentar uma situação. Eu vou dizer um nome e o Carlos responde o que lhe vier à cabeça no momento. Apenas este nome…Jorge Jesus.
O melhor treinador que tive. Porquê? Porque é um treinador que fala a linguagem dos jogadores, o que é muito importante. Basta um olhar dele, uma palavra, que por falar a nossa linguagem nós percebemos, chega-nos cá. Com isto eu não estou a tirar o mérito a outros treinadores que tive, mas identifico-me mais com ele, por ser uma pessoa extrovertida, que reage no momento consoante o que lhe acontece, é como eu. Por tudo isto, em termos de treinadores é realmente a pessoa com a qual eu mais me identifico.

Vocês ouvem mesmo tudo o que ele diz do banco? É que ele nunca está parado…

Não, isso é um bocado complicado às vezes… Mas como ele passa a mensagem tão bem, às vezes chega um simples gesto ou um simples olhar para nós percebermos o que ele quer dizer e isso ajuda-nos muito.

Passemos a um tema que deve, na minha opinião, ser tratado: a selecção. O Carlos realizou uma temporada fantástica, conseguiu até provar que a ideia que se queria fazer de que passava metade da época lesionado ou que não tinha cabeça para jogar num grande era pura ilusão. Como é que se sentiu depois de não ver o seu nome na lista de Queiroz?

Senti-me triste… Senti-me… Nunca me senti desanimado. Ao contrário do que muitas pessoas gostavam eu nunca me senti desanimado e ao longo da minha carreira eu sempre soube aquilo que podia fazer e até onde podia chegar. Em relação à selecção foi realmente um dia triste para mim, porque pensava que ia ser chamado, mas as coisas não aconteceram assim. Espero um dia voltar à selecção, mas não vivo obcecado com isso. Sei é que tenho de pensar no Benfica e sei que quero continuar a mostrar todo o meu amor e carinho pelo Benfica.

Já o disse nos relatos que faço na Benfica TV e repito-o agora. O Carlos Martins é o melhor n.º 10 português. Sente que podia ter ajudado a selecção a jogar mais? Por vezes parecia que ninguém queria pegar no jogo e a isso o Carlos nunca se nega, não se esconde…

Eu não estou aqui a dizer que podia ter ajudado, porque essas coisas só se sabem depois de lá estar. O que eu sinto realmente é que sou jogador de selecção, sinto isso, e não por ter sido convocado para o Mundial que sou melhor ou pior jogador. Sei as qualidades que tenho, agora quem decide é quem está à frente e se não fui chamado, paciência. Espero vir a ser chamado no futuro porque é um grande momento na carreira de qualquer jogador, mas relembro que não vivo obcecado com isso.

Há dois anos, quando foi apresentado, Rui Costa disse que o Carlos Martins era o seu sucessor natural. Como é que vive com essa responsabilidade? Afinal de contas não são todos os que merecem uma declaração destas…

O Rui sempre foi um ídolo para mim e na altura ouvi essa frase com muito orgulho, mas ao mesmo tempo sabia que tinha de corresponder. E penso que desde que cá estou o meu trabalho tem vindo a ser reconhecido. Não quero individualizar só o meu trabalho, nunca o fiz e nunca o farei, digo é que estou a ser reconhecido porque estamos a ganhar campeonatos, ganhámos taças e é assim é que eu quero que o Carlos Martins seja visto.

Para terminar… Nos relatos da Benfica TV, nós, no calor da emoção, eu e o meu colega acabamos por ir dando algumas alcunhas aos jogadores. O Maxi Pereira é o Super Maxi, o David Luiz é o Xerife, etc… A do Carlos Martins é O Homem Bomba. Parece-lhe bem?
Acho que sim, acho que sim… Eu gosto de pegar bem na bola, quando elas saem bem é um bocado complicado para os guarda-redes, mas quando saem mal também vão lá para cima. Mas acho que Homem Bomba está giro… Adequa-se.

publicado por Benfica 73 às 16:48

Julho 29 2010

O avançado do Benfica Alan Kardec já se sente mais ambientado, relativamente à realidade que encontrou na temporada transacta. Não promete títulos, não promete golos... Mas todos podem contar com muita dedicação, sacrifício e empenho.

Achas que ainda há muita margem para evoluíres?
Claro! Tenho uma carreira toda pela frente! Sei das minhas qualidades, sei do que sou capaz de fazer. E sei que não é fácil, mas estou aqui para trabalhar sempre e sempre mais. Com muita humildade e muito desejo de ser cada vez melhor para corresponder àquilo que o Clube e os adeptos esperam de mim.

Tens aprendido muito com Jorge Jesus?
Muito! É um treinador que sabe muito e gosta de explicar. Cobra bastante de todos nós, mas também corrige e é capaz de falar contigo sobre as coisas que precisas de melhorar, ajudando-te a ser cada vez melhor jogador e ajudando-nos a ajudar o Benfica. Já trabalho com ele há mais de meio ano e estou muito feliz com a forma como ele me tem auxiliado a tirar mais proveito das minhas qualidades e a corrigir os meus erros.

Consegues prometer aos adeptos do Benfica uma época recheada de golos de Kardec?
Não. Não gosto de prometer essas coisas assim. De dizer que agora vou fazer dois ou três golos no próximo jogo. Não faz o meu género. O que prometo é muito trabalho, muita dedicação, muita humildade e eles podem ter a certeza que eu vou procurar muito dar-lhes as alegrias que merecem por serem uma torcida fantástica, sempre perto de nós, sempre ajudando, sempre carregando com a gente para a frente.

Fonte: SLB

publicado por Benfica 73 às 16:36

Julho 29 2010

O Benfica emprestou o lateral esquerdo José Alberto Shaffer ao Rosario Central. De acordo com a imprensa local, o defesa cumprirá esta quinta-feira os testes médicos.

Em conversa com o “La Capital”, o presidente do clube argentino, Norberto Speciale, assegurou que as negociações com o Benfica correram bem e o vínculo terá a duração de uma temporada.

O Rosario vai desembolsar perto de 230 mil euros pelo empréstimo de Shaffer. Falta, no entanto, fixar a opção de compra.

Shaffer chegou à Luz em 2009, procedente do Racing Avellaneda, mas não se conseguiu impor, sendo, ainda na mesma época, emprestado ao Banfield. Agora o futuro do esquerdino passa pelo Rosario Central.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 16:31

Julho 29 2010

Começo esta semana por pedir desculpa, pois na última coluna de opinião por mim assinada, saiu erradamente: “E os Benfiquistas são Eusebiosistas, Jesuístas, Quiquistas, Vieiristas, etc.”, quando deveria ter saído : E os Benfiquistas, não são, etc. Se uma simples palavra faz toda a diferença, imaginemos agora uma atitude.

Tenho vindo, há algumas semanas chamando a atenção, para que na época 2010/11 os benfiquistas em geral, e os dirigentes em particular, redobrem a atenção às manobras (que nunca pararam, nem na época passada, de quem foi a “invenção dos túneis”?) já preparadas pela “inteligência das escutas”, no sentido de impedir que o SLB possa retornar a um bicampeonato. É para eles desastroso que o Benfica ganhe, pois, isto já foi explicado pelo nosso Alberto Miguéns, Portugal, como País pobre, só tem possibilidade de ter um clube com capacidade de “bater o pé”, aos maiores clubes, que vêm dos países mais ricos da Europa.

Também todos sabemos, que receitas como o Benfica, nenhum outro é capaz de fazer, a não ser que acabe por estar sempre presente na Liga dos Campeões. Foi, portanto, inquinando a verdade do nosso campeonato (comprando árbitros, com viagens ao Brasil, ou com viagens do “Brasil”, aos quartos de hotel onde os mesmos árbitros pernoitavam, está tudo no Youtube, não venham com a história dos juízes e dos tribunais que ilibaram os arguidos que conhecemos), que se foram conseguindo aproximar de nós em títulos e presenças na mais importante competição europeia.

Eles têm a consciência de que se tivermos sucesso repetido muito tempo, cavaremos um fosso económico, com o qual formaremos sempre equipas muito melhores e que as suas manobras, cairão em “saco roto”, Teremos nós esta consciência?

Ninguém duvide: - O próximo campeonato vai ser jogado, por eles, fora do campo até ao limite. Se preciso for, vão pôr o país desportivo a “ferro-e-fogo”.

Não adormeçamos mais e ponhamos de lado o lirismo de acreditar na honestidade de nos odeia.

P.S. – Não sou obrigado a dizer que o novo guarda-redes Roberto é bom, mas fá-lo-ei se, de facto, me tiver enganado. Porque, também no BENFICA aprendi que: - Nunca serei a voz do dono, serei sempre o dono da minha voz!

Autor: António Melo

Fonte: Jornal O Benfica

publicado por Benfica 73 às 16:17

Julho 29 2010

Há muito, que no futebol português se instalou, uma ordem, uma lógica, em que a nota dissonante, mesmo que certa, deixou de ser ouvida e um objecto de reflexão, para ser apenas uma contrariedade a interesses e vaidades... “por isso há que calar ou domar essa nota”.

Já em 1942, o Benfica (diga-se, em boa hora) teve de fundar o seu próprio jornal, pois, minados e controlados que estavam os órgãos de comunicação, o Clube não tinha voz opinativa e, menos ainda, defesa pública, aos interesses dos rivais, que apenas tentavam aniquilar-nos. Passaram os anos e a sofisticada TV continuou, e continua, pejada de “inimigos”, que cruelmente vilipendiam a verdade, fazendo do “Glorioso” o repasto e chacota da vida desportiva portuguesa e do futebol em particular.

Avançou o Benfica para o nascimento do seu canal.

Como histórico clube de LIBERDADE, é nesse pressuposto que devemos funcionar.

Um BENFIQUISTA é dono da voz, não poderá ser nunca (a exemplo de outras paragens) a voz do dono, ou então, não é BENFIQUISTA.

É isso que espera os Benfiquistas. E os Benfiquistas, são Eusebiosistas, Jesuítas, Quiquistas, Vieiristas, Bogalhistas, Luisãosistas, Coutinhistas, Costistas e todos os “istas” que para aí houver. São apenas BENFIQUISTAS.

E os Benfiquistas pensam, reflectem, opinam com e onde estiverem. Os BENFIQUISTAS não têm de agradar nem ao “poder”, nem à “oposição”, porque elas não existem, a única coisa que existe é o SPORT LISBOA E BENFICA e esse, somos todos. Apaixonados, críticos, emotivos, sinceros e generosos em volta de um ideal de lealdade, liberdade e honra. Estejamos alertas, pois é bom começar a pensar ao contrário: Em vez de nos preocuparmos que BENFICA deixamos aos nossos filhos, pensar antes, que Benfiquistas deixaremos ao BENFICA.

Autor: António Melo

Fonte: Jornal O Benfica

publicado por Benfica 73 às 16:13

Julho 29 2010

Ramires está sensível ao esforço da SAD em mantê-lo no plantel. Se o médio brasileiro ficar, deverá ver a situação salarial revista, mas a última palavra cabe aos investidores que detêm metade do seu passe.

Ramires começou ontem a pré-época, tal como Luisão, e o tema da sua permanência na Luz, ou eventual partida rumo a terras de Sua Majestade, é um dos dossiers mais sensíveis nas mãos dos responsáveis da SAD. É conhecido o real interesse do Chelsea na aquisição do seu passe, por valores que superam a barreira dos 20 milhões de euros, mas também é conhecida a intenção dos encarnados em manter no plantel um jogador que Jorge Jesus considera preponderante para a estrutura da equipa.

À chegada a Lisboa, anteontem, Luís Filipe Vieira fez questão de ter uma primeira e rápida conversa com o jogador para lhe traçar o ponto da situação e qual a vontade da SAD relativamente ao seu futuro.

Ramires mostrou-se sensível aos argumentos do Benfica e disposto a permanecer mais um ano na Luz, desde que esse seja também o entendimento entre todas as partes com relevância neste dossier.

Recorde-se que 50 por cento do seu passe pertence à empresa Jazzy Limited e, de acordo com o que ficou estabelecido quando os encarnados cederam parte dos direitos, a chegada de uma proposta concreta obriga a SAD vender, ou então a cobrir a proposta.

Na Luz a estratégia passa por convencer os investidores desta empresa a perceber que ficando mais uma época na Luz, Ramires pode valorizar-se ainda mais, face por exemplo à participação na Champions, e render uma negociação superior na próxima época.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 09:35

Julho 29 2010

 

Vários elementos da Direcção do Benfica vão convocar um plenário dos Órgãos Sociais para debater a antecipação do final do contrato dos direitos de transmissão televisiva com a Olivedesportos.

Os comentários dos profissionais da Sport TV sobre Roberto e Jorge Jesus, antes do particular com o Sunderland, não emitidos em directo mas revelados no YouTube, estão na origem da decisão da Direcção encarnada, que pode decidir-se, no limite, pela rescisão do contrato, que expira no final da época 2012/2013.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 09:34

Julho 29 2010

Maxi Pereira chega amanhã a Lisboa e ainda não está definido se ruma ao Algarve ou se começa a trabalhar no Seixal, mas não terá condição física para o primeiro troféu oficial.

A possibilidade de Maxi Pereira falhar o jogo da Supertaça, com o FC Porto, a 7 de Agosto, tornou-se num dado adquirido depois de conhecida a data de regresso ao trabalho do lateral-direito, que chegará a Lisboa apenas na próxima sexta-feira.

Ainda não está totalmente definido, contudo, se ruma de imediato ao Algarve, para se juntar aos companheiros - a equipa regressa à capital no domingo à noite, após o segundo jogo do Torneio do Guadiana, frente ao Aston Villa - ou se inicia o trabalho no Caixa Futebol Campus, no Seixal. A segunda hipótese é, contudo, a mais provável.

Recorde-se que Maxi foi o último dos mundialistas “encarnados” a deixar a África do Sul - a sua selecção disputou no dia 10 de Julho o jogo de atribuição do terceiro lugar - iniciando depois um período de férias.

Apesar de chegar uma semana antes do jogo de Aveiro, esse espaço temporal é manifestamente insuficiente para reunir condições físicas mínimas com vista ao primeiro troféu oficial da época. Uma eventual utilização prematura seria até arriscada. Assim, avança Rúben Amorim para uma função que também já conhece bem.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 08:44

Julho 29 2010

Começa amanhã à noite a décima edição do Torneio Guadiana, em Vila Real de António, uma competição de verão na qual o Benfica tem sido presença assídua nos últimos anos. Aliás, refira-se que o clube encarnado já confirmou a participação nesta prova nos próximos dois anos.

Benfica e Sporting são as duas equipas com mais vitórias neste triangular, cada um com três vitórias. Caso as águias revalidem o título, podem ultrapassar o rival leonino. Rui Costa foi o representante das águias na apresentação oficial da competição, que decorreu ontem, em Tavira, e não escondeu o desejo de deixar o Algarve com mais um troféu. “Vamos procurar o quarto triunfo, para nos tornar-mos na equipa mais vitoriosa. O nosso principal objetivo é preparar a nova época com equipas que garantam uma grande intensidade competitiva, e é isso que acontece neste torneio. Aliás, quero dizer que os organizadores estão de parabéns, dada a qualidade dos clubes participantes. Que ganhe o melhor, e que o melhor seja o Benfica”, referiu o responsável pelo futebol encarnado.

O Feyenoord e o Aston Villa, rivais da formação portuguesa nesta edição do torneio, chegaram ontem ao Algarve.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 08:41

Julho 29 2010

publicado por Benfica 73 às 08:27
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Julho 29 2010

«Não esperava estar nesta situação. Nenhum jogador gostaria de estar na minha situação. Estou muito triste. Não tenho outro remédio, não estou nas opções do treinador. Espero que o quanto antes se defina o meu futuro, espero que o Benfica encontre uma situação. Se não houver nada em concreto, não espero sair, vou continuar a treinar no Seixal».

«Eu é que fui falar com ele [Jorge Jesus] para saber como ia ser a minha vida. Ele não conta comigo, tenho de procurar uma solução. Os clubes que têm aparecido não me têm agradado muito. Ainda não sei o que vai acontecer comigo. Ofertas já tive, mas nada que seja do meu agrado. Quando vier alguma coisa de concreto vou decidir a minha vida, esta situação não é fácil. É como se o trabalho que fiz o ano passado não servisse para nada».

publicado por Benfica 73 às 08:21

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