Julho 13 2010

Jorge Jesus ficou satisfeito com a exibição no jogo com o Aris, mas consciente de que a equipa está ainda «a quilómetros do que é o Benfica». O balanço do estágio na Suíça não podia ser mais positivo: «Foi espectacular!»

«Mais importante do que ter ganho por 4-1, foi registar o crescimento da equipa. Defrontámos o adversário mais forte [do estágio], não há comparação possível. A equipa esteve melhor, está a treinar há mais tempo e tem mais ritmo competitivo. Houve algumas movimentações interessantes e velocidade de jogo, com e sem bola. Mas ainda estamos a quilómetros do que é o Benfica», admitiu Jorge Jesus na Sport TV.

Confrontado com o facto de os encarnados terem consentido três golos em igual número de jogos, contra 20 em todo o campeonato na última época, o treinador não podia ter sido mais claro: «Nos jogos da pré-época sofrem-se mais golos e joga-se menos. É impossível estar já ao nível que estivemos no campeonato. Não há milagres».

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 22:23

Julho 13 2010

publicado por Benfica 73 às 22:18

Julho 13 2010

«Estamos no começo. Foi muito boa a semana que passámos aqui na Suíça. Todos treinámos muito forte e com dedicação».

 

«Consegui fazer um golo e ajudar à vitória».

Agora, diz, há que «continuar a preparação para entrar com o pé direito no campeonato».

«Não queríamos sofrer golos. Sofremos três mas marcámos vários. Temos de continuar a trabalhar para corrigir os detalhes», reconhece, garantindo total confiança em Roberto.

«Claro, não só no Roberto como em todos os jogadores. Tenho a certeza de que foram bem escolhidos e têm capacidade para estar no Benfica».

publicado por Benfica 73 às 22:11
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Julho 13 2010

O Benfica despediu-se da Suíça com vitória folgada (4-1) frente ao Aris Salónica. Águias saíram para o intervalo empatadas a um golo, voando para o triunfo com exibição convincente na etapa complementar.

Recorde aqui as incidências da partida

Terceiro jogo no estágio de pré-temporada, segunda vitória para o Benfica. Depois do triunfo (3-0) frente ao FC Monthey e da derrota (1-2) com o Sion, os encarnados impuseram-se à equipa grega do Aris mercê da prestação convincente na segunda parte.

Os primeiros 45 minutos não deixaram saudades. A defesa mostrou-se intranquila e Javi García foi uma unidade em sub-rendimento no meio-campo. Pablo Aimar e Saviola destacaram-se – Gaitán também o fez, a espaços -, emprestando alguma magia ao futebol encarnado.

E seria El Mago a inaugurar o marcador em Nyon – com alguma felicidade, é certo –, na transformação de um livre directo. A bola desviou na barreira e deixou Sifakis fora do lance. A igualdade surgiria poucos minutos depois, com um golo de Cesarec apontado em posição irregular.

O golo do empate animou a equipa helénica e Roberto foi chamado a intervir em duas ocasiões para evitar nova viagem ao fundo das redes. Primeiro, travando junto ao relvado remate “venenoso” de Calvo; depois, com saída rápida dos postes para frustrar a tentativa de “chapéu” de Nafti – entrou na área como faca quente em manteiga.

Na etapa complementar, tudo foi diferente. Para melhor para o Benfica – mais pressionante e dinâmico –, e para pior para o Aris – não teve argumentos para contrariar a subida de produção do adversário. Jorge Jesus lançou Airton no recomeço e o brasileiro exibiu-se bem melhor que Javi Garcia.

Saviola recolocou as águias na frente à passagem do minuto 52, concluindo lance de entendimento com Kardec. O brasileiro esteve em bom plano, mostrou que poderá ser opção no ataque e coroou a sua boa exibição com o terceiro golo das águias, na marcação de um livre directo tirado a papel químico do que valera o tento a Aimar.

A fechar, tempo para Franco Jara – entrara para o lugar de Saviola – fazer o gosto ao pé e fixar o marcador em 4-1.

Benfica: Roberto; Luís Filipe, Sidnei, David Luiz e César Peixoto; Javi Garcia (Airton, 46); Carlos Martins (Felipe Menezes, 61), Aimar (Fábio Faria, 75) e Gaitán; Saviola (Jara, 66) e Kardec (Weldon, 75)

Aris: Sifatikis; Darcy Neto (Vangeli, 62), Ronaldo (Oriol, 69), Lazaridis (Kouloucheris, 77) e Michel; Mehdi Nafti, Mendrinos (Georgios, 67), Koke e Calvo; Javito e Cesarec (Humberto Ruiz, 69).

Marcadores: 1-0, Aimar (17); 1-1, Cesarec (25); 2-1, Saviola (52); 3-1, Kardec (65); 4-1, Jara (84)

Resultado final: 4-1

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 21:59

Julho 13 2010

Desde Preud’homme que o Benfica não apresenta um guarda-redes com a classe que se deve exigir a quem protege a baliza de um clube da elite mundial, vocacionado para conquistar títulos. Com o devido respeito, nem Quim, nem Moreira, nem Moreto, inventado por Koeman, nem Júlio César, tutelado por Jesus, apresentam credenciais suficientes para reivindicarem esse estatuto de excepção, apenas reservado aos verdadeiramente bons e onde não cabem os que, sendo também bons, ninguém o contesta, só engrossam a turba dos razoáveis, que sobressaem em ambientes de média pressão e manifestam incontrolável tentação para a desgraça quando errar é absolutamente proibido. Para mim, desde Manuel Bento e Vítor Damas, o único grande guarda-redes que País teve, chama-se Vítor Baía. A partir dele entrou-se na geração dos assim-assim, dos mais ou menos. Ora arrebatam multidões, ora destroçam ambições. Falta-lhes consistência e estabilidade como resultado de deficiente formação de base.

Ricardo, por exemplo, recusou aceitar que a sua inesperada promoção a principal da Selecção se deveu mais a uma questão de conveniência política do que ao mérito. Um mistério que perdura. A Federação, Madaíl, Scolari, o Governo, sabe-se lá…, alguém decidiu eliminar Baía sem avaliar as consequências de tão grotesca medida. Uma mudança nunca esclarecida que Queiroz resolveu riscar dos assuntos pendentes ao deixar cair Ricardo e apostar em Eduardo. Melhorias? Porventura houve algumas, mas irrelevantes. O número um de Portugal trocou Braga por Génova. Está em alta após brilhante passagem pelo Mundial da África do Sul. No entanto, será a partir de agora, numa Liga muito mais forte e com outra visibilidade, que se lhe depara aliciante oportunidade de subir até ao patamar de um Buffon ou de um Júlio César, dos melhores, ou ficar mais baixo, no enorme salão de convívio dos bons, simplesmente…

Está época, o Benfica parece, finalmente, ter descoberto o homem certo. Foi ao mercado espanhol adquirir um guarda-redes de futuro, assegura quem patrocinou o negócio, e, por isso mesmo, dispendioso, muito embora numa contratação o preço seja sempre relativo, devendo ter-se em consideração diversos factores como posição, idade, altura, margem de progressão ou perfil psicológico. Quero eu dizer que os oitos milhões pagos por Roberto podem ser exagerados ou não… É preciso apelar à sensatez e aprender a esperar, motivo por que considero despiciendo estar-se a alimentar polémicas a propósito dos frangos do espanhol no jogo de preparação na Suíça. Os adeptos chamam Moreira, por gostarem dele, mas o sucesso costuma ter relação difícil com este tipo de simpatias. A não ser que queiram transformar Roberto numa espécie de Butt 2; ou seja, que estejam já a cozinhar em lume brando condições para queimar mais um. Lembram-se? O alemão chegou e não lhe descobriram qualidades, nem Fernando Santos, primeiro, nem Camacho, depois. Este, então, não descansou enquanto não lhe calçou uns patins. Dois ou três disparates foram bastantes para o dar como inapto e… ressuscitar Quim. Pois bem, Butt teve a sorte de encontrar mais adiante um treinador distraído o qual, provavelmente por acaso, lhe atribuiu a responsabilidade de guardar a baliza do Bayern de Munique. De facto, Van Gaal não deve entender patavina do assunto para tanto confiar em quem aquela dupla técnica luso-espanhola nada viu de interessante. O único prejudicado acabou por ser o Benfica. Butt jogou na final da Liga dos Campeões e o seleccionador alemão, outro visionário, convocou-o para suplente de Neuer, tendo-o escolhido para a decisão do 3º lugar com o Uruguai. Pode não ser uma estrela, mas entre ele e Quim, francamente… Três anos depois, cometer o mesmo erro será um atropelo à inteligência e uma afronta aos interesses do Benfica. Roberto pode não ser a solução, uma dúvida. Moreira não é a solução, uma certeza. Eis a diferença.

Autor: Fernando Guerra

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 13:56

Julho 13 2010

Segundo Mikel Insausti é necessário que os adeptos do Benfica tenham paciência com Roberto, um guarda-redes de futuro, que está a ambientar-se a uma nova realidade, mas que na anterior época foi o grande responsável pela manutenção do Saragoça no principal campeonato espanhol.

Fonte: Rádio Renascença

publicado por Benfica 73 às 13:44

Julho 13 2010

“Este apoio é importante para todos. Os adeptos são o primeiro motivo para os êxitos do Benfica”.

“Esta massa adepta é muito boa. Estamos a sentir o carinho dos adeptos desde que chegámos à Suíça. Estamos longe de Portugal e as pessoas estão connosco.”

publicado por Benfica 73 às 10:52
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Julho 13 2010

David Luiz não é o único jogador do Benfica cobiçado pelo Manchester City. As exibições de Fábio Coentrão no Mundial com a camisola de Portugal despertaram o interesse dos olheiros do clube britânico. Roberto Mancini, que também já observou o jovem de 22 anos, não esconde o desejo de contar com o jogador e, para este propósito conta com o potencial financeiro do multimilionário árabe Mansour bin Zayed Al-Nahyan que está disposto a bater a cláusula de rescisão.

O emblema britânico não é o único interessado. Recorde-se que o Bayern de Munique já manifestou interesse no esquerdino, mas recuou ao conhecer as exigências financeiras do Benfica. Vinculado às águias até 2015, o jogador encontra-se blindado por uma cláusula de 30 milhões de euros, quantia que esfriou o interesse dos bávaros.

A direcção encarnada já está a par do interesse dos citizens e não poderá manter o atleta caso o Manchester City avance com a verba prevista no contrato. Recorde-se que os ingleses já apresentaram uma proposta de 35 milhões por David Luiz, entretanto já rejeitada por Luís Filipe Vieira que prometeu a continuidade do central em Lisboa por mais uma temporada. Contudo, os responsáveis do Benfica não descartam a possibilidade de transferir mais um futebolista mediante uma compensação financeira atractiva. Refira-se que não está descartada a hipótese de serem envolvidos jogadores do Manchester City nas negociações..

Fábio Coentrão, a gozar os últimos dias de férias no Norte do país na companhia da recém-nascida filha Vitória, já se pronunciou sobre o assunto referindo que está disposto a ouvir propostas “que sejam boas para si e para o Benfica”.

Fonte: Record

publicado por Benfica 73 às 08:07

Julho 13 2010

publicado por Benfica 73 às 07:55
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