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Toda a informação sobre o Glorioso

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Toda a informação sobre o Glorioso

Jara promete «deixar tudo em campo»

08.07.10, Benfica 73

"Estou preparado para aquilo que o técnico precisar. Sinto-me bem, mas ele é que decide".

Certo é que quer "fazer bem as coisas, no sentido de lograr o máximo possível de títulos".

 

"Espero poder dar as maiores alegrias aos adeptos, deixando sempre tudo dentro do campo".

 

"Por agora está tudo bem, começamos a pré-temporada de forma positiva. Estou a tentar adaptar-me o mais rápido possível".

 

O atacante disse ainda que a presença de Gaitán tem ajudado na ambientação à nova equipa. "Estamos juntos, longe de casa e apoiamo-nos mutuamente".

 

O poder disputar a Liga dos Campeões: "É o melhor que me podia ter acontecido"

 

" Estou surpreendido com a quantidade de adeptos que estão na Suíça. Todos sabemos que o Benfica é um clube muito grande e os jogadores são muito bons".

 

Jara falou ainda da transferência do compatriota Di María para o Real Madrid. "É um excelente jogador e merece o melhor".

E Bettencourt não ficou de mão estendida!

08.07.10, Benfica 73

O meu avô caprichava em ser um homem justo. Quando morreu era o sócio n.º 47 do Sport Lisboa e Benfica.

O seu indisputado amor pelo clube jamais o impediu de observar com acuidade o mundo à sua volta. E, para ele, o facto de alguém ser do Benfica não bastava como garantia de qualidade.

Frequentemente mostrava-se desagradado com os pensamentos, as palavras e as obras dos seus consócios e não se eximia de exprimir a sua opinião negativa. E eu, infantil e surpreendida, dizia-lhe.

- Oh avô mas isso é impossível, ele é do Benfica…

Na sua grande sapiência, respondia-me:

- Pois é, mas também é normal que em tantos milhões de benfiquistas tenha de haver alguns mais parvos. É uma questão de estatística…

Serviu-me até hoje de lição.

E veio-me recentemente à memória quando os jornais noticiaram com o devido destaque a saída de João Moutinho de Alvalade rumo ao FC Porto, num nada menos do que amável negócio realizado entre dois emblemas aparentemente rivais.

Ninguém duvida de que o presidente do Sporting é sportinguista desde o berço. E também Costinha, assim que chegou a Alvalade para substituir Sá Pinto, afirmou imediatamente que desde a mais tenra idade tinha amado o Sporting. Mais tarde chegou ao grande solar verde Maniche com o anúncio de que era sportinguista desde pequenino e que, por isso mesmo, estava finalmente a realizar o sonho da sua infância.

Perante os factos, talvez seja o excesso de amorosa infantilidade que hoje ocupa as posições chave na estrutura do Sporting que explique, entre outras coisas, esta bandeja sobre a qual João Moutinho, 23 anos e, de longe, o melhor jogador da casa, foi diligentemente servido à mesa do FC Porto.

Ou talvez o axioma do meu avô esteja certo e se aplique a outros clubes. Sem ofensa, também num Sporting com tantos milhares de adeptos tem de haver alguns que sejam parvos. Poucos, é verdade, mas alguns. É uma questão de estatística.

 

«Os sócios e os adeptos do Sporting são maioritariamente racionais», disse José Eduardo Bettencourt na conferência de imprensa do início da semana.

Quis dizer o presidente do Sporting que os sportinguistas, por serem racionais, jamais contestarão a excelência do negócio Moutinho. E tem razão. Sobretudo aqueles sportinguistas mais racionalmente picuinhas que perdem tempo a ler as notícias tosas de todos os jornais desportivos e não só sobre o caso e, especialmente, as entrelinhas. É que é aí que vem tudo explicado.

No princípio de Junho, o empresário Pini Zahavi perguntou ao Sporting se admitia vender Moutinho por 10 milhões de euros e o Sporting disse que sim e assina um mandato conferindo a Zahavi a autoridade para negociar o jogador por essa verba. A 26 de Junho o empresário informa o Sporting que já tem comprador. O Sporting quis saber quem era o interessado. Zahavi diz que é o FC Porto.

Entra em acção o presidente do FC Porto. Um telefonema bastou entre os dois presidentes para, desta vez, Bettencourt não ficar de mão estendida. João Moutinho cumpre também o seu papel dizendo perante a estrutura leonina aquilo que Bettencourt e Costinha mais precisavam de ouvir. Quero tanto sair que ajudo e coopero com tudo o que quiserem dizer sobre mim para os jornais.

Que é como quem diz… estejam à vontade para me insultar e virar os sócios e os adeptos do Sporting contra mim para que eles não se voltem contra vocês.

E foi assim que nasceu a maçã podre. Racionalmente como salta aos olhos.

 

Tenham a idade que tiverem, os adeptos de futebol no mundo inteiro são muito parecidos entre si e não são muito diferentes das outras pessoas que não são adeptas de futebol. Haverá sempre entre estas multidões

Quem precise que lhe expliquem tudo muito bem explicadinho e haverá sempre quem aprenda sozinho perante os factos.

No jogo dos quartos-de-final do Mundial, entre o Uruguai e o Gana, quando El Loco Abreu entrou em campo aos 76 minutos para substituir Cavani, um jovem adepto que assistia comigo à partida, perguntou-me:

- Por que é que lhe chamam El Loco?

- Não faço a mínima ideia. Vamos lá ver com atenção a ver se percebemos – respondi-lhe.

Não tivemos de esperar muito. Quando chegou o desempate através de grandes penalidades, depois de Maxi Pereira ter falhado o seu pontapé, caiu sobre os ombros de El Loco Abreu a épica responsabilidade de decidir a contenda. O uruguaio tomou as medidas à baliza e à bola, avançou para a marca de 11 metros e de pé esquerdo, à Panenka, optou pela solução mais artística e mais difícil. Aquilo não foi um pontapé, foi uma colherada.

E, pronto, ficámos todos a perceber porque é que lhe chamam El Loco Abreu. Não há nada como aprender com os factos.

 

Para o Benfica, que é o que mais interessa, o Mundial acabou empatado 2-2. Ou seja, marcámos 2 golos e falhámos outros 2 golos.

Os protagonistas foram sempre os mesmos. Óscar Cardozo acertou no penalty decisivo contra o Japão e falhou a grande penalidade quase decisiva contra a Espanha. Já Maxi Pereira falhou o penalty que não foi decisivo contra o Gana e marcou um grande golo que não foi decisivo contra a Holanda.

O mérito maior vai para Maxi Pereira que marcou o único golo benfiquista de bola corrida neste Mundial.

A eliminação do Uruguai, nas meias-finais, frente à Holanda foi tão justa quanto antipoética. Se a Holanda já não chegava há 32 anos a uma final do campeonato do Mundo, o Uruguai, bicampeão mundial, está há 64 anos sem pisar o derradeiro palco da competição.

Confesso que sempre admiti o sonho de ver o Uruguai ganhar este ano o título. Não tinha nenhuma teoria técnico-táctico que sustentasse este enlevo. Apenas gostava de ver o Uruguai regressar ao Brasil, para a Copa de 2014, na mesmíssima condição em que saiu do Brasil, em 1950. Ou seja, campeão do Mundo.

Autor: Leonor Pinhão

Fonte: A Bola

«Tudo superou as minhas expectativas» – Fábio Faria

08.07.10, Benfica 73

«Antes de vir para cá já tinha falado com o meu amigo Fábio Coentrão, e ele disse-me maravilhas do clube. Depois cheguei aqui e tudo superou as minhas expectativas. É um grande, grande clube! Dizem que é o melhor clube do Mundo. Agora que aqui estou, concordo plenamente com isso».

 

«Jogar no Estádio da Luz com a camisola do Benfica».

«Espero que aconteça rapidamente. Depois, espero ser campeão pelo Benfica e que isso me ajude a chegar à Selecção Nacional».

Sobre a saída de Di María «Acho que a equipa não vai perder muito com isso. Mantendo a estrutura táctica e os valores que tem, até pode vir a fazer melhor que no ano passado».

Eurochallenge: Ucranianos no caminho do Benfica

08.07.10, Benfica 73

O Ferro ZNTU, terceiro classificado do último campeonato da Ucrânia, será o adversário do Benfica na fase de qualificação da Eurochallenge, ditou o sorteio realizado esta quinta-feira em Barcelona.

Uma vez que os «encarnados» entraram no sorteio sem estatuto de cabeça-de-série, o primeiro encontro será disputado em «casa», no Pavilhão Império Bonança, a 29 de Setembro, tendo para 6 de Outubro a deslocação à Ucrânia.

Fonte A Bola

Man. City chega aos 35 milhões de euros por David Luiz

08.07.10, Benfica 73

Trinta e cinco milhões de euros é valor de fazer arregalar os olhos e levar a SAD a equacionar abrir mão de David Luiz. É esta a quantia que, alegadamente, e segundo A BOLA apurou, o Manchester City já fez saber junto da SAD encarnada estar na disposição de investir para conseguir dar ao técnico italiano Roberto Mancini uma das prendas mais ambicionadas para a nova época.

O City já chegara aos 32 milhões de euros, recusados por Luís Filipe Vieira e seus pares da administração da SAD, sob o argumento que o central não deixará a Luz por menos que o valor da cláusula de rescisão, 50 milhões de euros.

O montante faz balançar os próprios responsáveis encarnados, face à perspectiva do que, ainda assim, se afigura um bom (óptimo?) negócio para os cofres da Luz. As opiniões dividem-se mesmo entre a administração da SAD: se por um lado há quem entenda que David Luiz pode fazer mais uma época de águia ao peito e subir a sua valorização, contando para isso com uma eventual boa campanha na Champions, por exemplo, por outro reconhece-se que uma proposta deste calibre é demasiado tentadora para ser recusada, apesar de ainda longe do valor da cláusula.

Luís Filipe Vieira pesa todos os pratos da balança, tendo sempre bem presente que a sua prioridade passa por não desfazer o plantel que foi campeão na última temporada. Mas com mais 35 milhões no cofre, a águia pode conquistar importantes reforços. Sendo seguro que por cada unidade que sair, Jesus quererá a devida substituição.

Jorge Jesus tem conversado diariamente com o jogador, tentando tranquilizar o central que está naturalmente a par dos últimos desenvolvimentos que chegam de Inglaterra. Os três milhões de euros/ano que o Manchester City oferece ao central - o que ganha num mês na Luz ganharia numa semana em Inglaterra - são detalhe a ter em conta.

Fonte: A Bola

Argentinos em destaque no treino

08.07.10, Benfica 73

 

Foram poucas mas fortes as emoções que o treino do Benfica provocou entre os adeptos. Apenas porque a peladinha, por que tanto ansiava o público, durou apenas 20 minutos. Suficientes, porém, para os argentinos deixarem uma marca indelével na imaginação de quem espera ver o Benfica revalidar o título.

Durante 20 minutos, Jesus satisfez o desejo de quem se deslocou a Nyon. Duas equipas disputaram uma peladinha intensa, interrompida algumas vezes pelo treinador, que exigiu empenho e corrigiu posições. Javi García e Alan Kardec mereceram atenção especial de Jesus.

De um lado, a equipa com mais prováveis titulares: Moreira; Luís Filipe, Sidnei, David Luiz e César Peixoto; Javi García; Carlos Martins, Aimar e Gaitán; Kardec e Saviola; do outro alinharam: Roberto; Oblak (guarda-redes esloveno adaptado a lateral), Fábio Faria, João Pereira e Rafael Costa; Airton; Balboa, Weldon e Felipe Menezes; Jara e Nuno Gomes.

Saviola foi o primeiro a marcar, de cabeça, após passe de Javi García. Foi, curiosamente, o primeiro golo sofrido por Roberto, em treinos abertos à comunicação social. O guarda-redes espanhol sofreria outro logo a seguir, por Aimar, também de cabeça, desta vez após passe de Carlos Martins. O empate chegaria com a assinatura de Felipe Menezes e Franco Jara, ambos assistidos por Balboa, empenhado em garantir lugar no plantel. Oblak marcou, de cabeça, o terceiro golo da sua equipa, após disparo fortíssimo de Weldon à trave de Moreira - Maxi Pereira que se cuide com a concorrência do guarda-redes esloveno na lateral direita.

O treino confirmou a qualidade técnica de Gaitán e a capacidade finalizadora de Jara. E, também, o que todos sabem de Saviola e Aimar. Foi dia de argentinos.

Fonte: A Bola