Julho 07 2010

publicado por Benfica 73 às 21:56
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Julho 07 2010

Antes do arranque da temporada já esperava um domínio tão grande do Benfica como se acabou por verificar na fase regular e depois no “play off”?

-Estávamos confiantes depois do que tínhamos feito o ano passado. Éramos campeões nacionais e sabíamos que as coisas iriam ficar mais solidificadas. Embora não tenhamos conseguido manter todos os jogadores, como era nosso desejo, não tínhamos mexido muito na equipa e, portanto, prevíamos e aspirávamos ganhar a fase regular para garantir o factor casa, para depois lutarmos no “play off” para sermos campeões.

O Benfica somou 20 vitórias em 22 jogos da fase regular da Liga. Como se consegue manter um regularidade exibicional tão grande?

-Embora com alguma ou menor dificuldade, assentámos a nossa filosofia de jogo numa defesa muito forte e, apesar de muitas vezes o ataque não ter funcionado, não permitimos aos adversários que marcassem mais de 70 pontos e acabámos por ganhar esses jogos. No basquetebol, há realmente dias “não” no ataque, há dias em que o cesto parece maior e outras vezes parece mais pequeno. A defender não pode haver dias “não” e acho que aí cumpridos.

Foi necessário também um grande trabalho ao nível dos índices de concentração dos jogadores, não é verdade?

-Isso é importantíssimo. Tenho jogadores que não gostam de perder nem os treinos e às vezes as coisas aquecem mais que aquilo que nós pretendemos, apesar de controlarmos imediatamente as coisas. São jogadores que não gostam de perder nem a feijões e, portanto, foi muito importante a maneira como nós, mesmo com adversários teoricamente mais fracos, atacámos os jogos.

O plantel do Benfica foi afectado por algumas lesões durante a época, mas mesmo assim a equipa não diminuiu de produção. Isso deveu-se à grande qualidade do grupo que trabalho que teve à sua disposição?

-É verdade que temos jogadores de qualidade, mas o equilíbrio do plantel não é o mesmo para todas as posições. Perdemos o Elvis Évora nos primeiros dois meses do campeonato e acabámos por perdê-lo no final do “play off”, e tivemos dificuldade em substituí-lo. Na época anterior também tivemos o João Santos lesionado e não temos outro lançador daquela posição como ele. Quando as lesões não nos afectam algumas posições do nosso jogo, conseguimos controlar a situação. Temos um plantel bom e jogadores que normalmente fazem mais do que uma posição, que é bom quando há o problema das lesões, mas acima de tudo temos carácter individual que depois influencia e de que maneira o colectivo.

Na fase do “play off”, o Benfica começou por não contar com Sérgio Ramos [regressou no 3.º jogo do Dragão], sendo que na final frente ao FC Porto não contou com o contributo de Elvis Évora. Receou que o Benfica perdesse força na luta de tabelas?

-E perdemos essa luta, mas tivemos foi que atacar o jogo de outra maneira. À semelhança do que aconteceu no ano passado em que na fase final do “play off” perdemos o Bem Reed e Rahein Brown, este ano tivemos infelizmente o mesmo azar. O Sérgio só volta no jogo de três porque perdemos o Elvis e mais uma vez demonstrou a sua capacidade de sacrifício em prol da equipa. Se me perguntassem, com estes problemas, se íamos fechar a fase do “play off” com 10-1, não acreditaria ou pensaria que seria uma façanha muito boa.

O Benfica resolveu a série da final do “play off” com quatro vitórias e apenas uma derrota. Esperava mais equilíbrio ou o resultado demonstra a superioridade patenteada ao longo da temporada?

-Aqui em casa, com o apoio do nosso público, é muito difícil perdermos, Sabemos que há adversários e adversários, mas sabíamos que ganhando os dois primeiros jogos em casa seria muito difícil não sermos campeões. Tivemos também uma motivação extra quando alguns responsáveis da equipa do FC Porto disseram que iam fechar a série por 4-0. Isso foi o que nós precisávamos para atacarmos o “play off”, mas parece-me que o terceiro jogo, onde tivemos o jogo claramente perdido e em que conseguimos manter-nos duas vezes em jogo, terá sido decisivo.

Além da Liga, o Benfica venceu a Supertaça portuguesa e a Supertaça Compal. O balanço da temporada é positivo?

-No ano passado fomos campeões nacionais e já não éramos há muitos anos, e este ano queríamos fazer o bicampeonato e conquistar uma ou mais Taças. Felizmente aconteceram nas Supertaças. Em Angola, por exemplo, conseguimos ter finalmente todos os jogadores disponíveis e apresentámos talvez a melhor fase da época. Estamos satisfeitos com aquilo que conseguimos e vamos tentar repetir no próximo ano.

Considera que a contratação a meio da temporada de Heshimu Evans para o lugar de Nick Dewitz foi também importante para melhorar o jogo ofensivo da equipa?

-Foi. Nós tínhamos o Nick Dewitz que, a partir de certa altura, achei que não tinha a capacidade competitiva que nós desejávamos naquela posição e para jogar na nossa equipa, e quando fomos ao mercado não encontrámos jogadores norte-americanos com qualidade. Como o Heshimu já tinha trabalhado comigo na Ovarense e sido campeão, e tinha solicitado trabalhar connosco, avançou-se para a contratação, embora isso acarretasse algum sacrifício para outros jogadores, nomeadamente para o Sérgio Ramos e o João Santos que tinham de jogar fora das suas posições.

Heshimu Evans já renovou contrato, além de Diogo Carreira e António Tavares. Que importância tem para a equipa continuar a contar com jogadores com o nível da experiencia destes três elementos?

-Eles merecem continuar por aquilo que têm feito. É importante que o Benfica continue a apostar nesta linha. São jogadores que, apesar da idade, treinam duro e têm uma grande capacidade física e, por isso, não é favor nenhum que estamos a fazer quando renovamos com eles. São mais-valias para o futuro próximo da equipa. Depois não mexemos muito com a química da equipa, que é muito boa. As coisas são menos difíceis e tacticamente podemos explorar outros campos.

- O Benfica vai regressar às competições europeias em 2010/2011 com a participação na Eurochallenge. O que podemos esperar da equipa nesta prova?
- Isso todos queremos saber. Se estivéssemos estado no ano passado, já sabíamos com o que podíamos contar. Agora o hiato de tempo foi muito grande. A última participação do Benfica na ULEB Cup foi há cinco anos. Não estava cá, não vivi essa experiência, mas acho que fizemos dez jogos e tivemos dez derrotas, não conseguimos ganhar um jogo. Mais do que tudo esta participação é a pensar no futuro, no Benfica europeu. Estou muito orgulhoso por lá ir e não temos medo do que vamos encontrar nesta prova, mas sabemos que é um passo muito importante para o Basquetebol do Clube.

Acredita que este regresso à Europa pode contribuir ainda mais para que os adeptos compareçam em força no Pavilhão Império Bonança?

A Ideia é essa, que os nossos que nos têm apoiado possam ver também grandes estrelas do basquetebol europeu.

Que papel os sócios e simpatizantes tiveram na conquista do bicampeonato, nomeadamente nos embates decisivos com o FC Porto?

Sou um bocado suspeito porque tenho uma grande relação com os sócios. Tenho dito que nos últimos dois anos ganhámos a fase regular e fomos campeões com o apoio do público. É evidente que gostaríamos de muito mais e ter o ambiente como tivemos no quinto jogo. A ideia é que, com o apoio do público, cresçamos em conjunto, que a equipa seja mais forte e haja cada vez mais adeptos.

O apoio dado pela Direcção mostra que este projecto para se consolidar cada vez mais, de maneira a que o Benfica volte a ter a hegemonia na modalidade?

Convém não esquecer que há pouco mais de dois anos estávamos na Proliga e que no ano a seguir para formarmos uma equipa tivemos muitas dificuldades. Eram só jovens portugueses e o Sérgio Ramos. Os norte-americanos só vieram no final de Setembro. Dentro deste Clube se alguém quer ser mais forte tem de fazer põe isso.

Para a próxima época, o Benfica já assegurou a contratação de Rodrigo Mascarenhas. Que mais-valia vai trazer este jogador ao plantel actual?
O Rodrigo Mascarenhas é uma contratação anterior à do Heshimu. Foi bem guardada para que fosse anunciada na altura devida. Já o conhecemos há muito tempo e vai com certeza ser uma mais-valia não só dentro como fora do campo.

É de esperar mais reforços para o plantel?

Estamos a trabalhar nisso e serão anunciados devidamente. A ideia é apostar num jogador estrangeiro para a posição de base. Tivemos que dispensar um base [referencia a Miguel Barroca], embora todos tivessem tido a mesma importância na conquista do bicampeonato. Desejo ao Miguel Barroca que faça uma grande época e que depois volte ao Benfica.

- O tricampeonato será o principal objectivo da equipa para a próxima temporada?
- Dentro da linha de filosofia da Direcção, o grande objectivo é o tricampeonato. Vamos tentar ganhar a Taça de Portugal que é uma competição que foge há muito tempo ao Clube. É importante, mas não tem a importância de sermos campeões. Queremos ser realmente tricampeões e ganhar umas Taças e, como foi anunciado, ver o que nós valemos a nível europeu que há tantos anos já lá não vamos.

O Benfica acabou por não vingar nas provas a eliminar – Troféu António Pratas, Taça Hugo dos Santos e Taça de Portugal. A que se deveu essa situação?

No Troféu António Pratas, que era antigamente a Taça da liga, não podemos dar a importância que damos à Taça de Portugal e mesmo à Taça Hugo dos Santos. É um torneio de preparação e jogamos com equipas teoricamente mais fracas, como é o caso da primeira fase onde defrontamos equipas da Proliga. A nossa preocupação nesse momento da época é prepararmos a equipa para as outras guerras. É evidente que estamos lá para ganhar, mas isso não é o factor principal. Este ano ainda poderá ser mais complicado porque nessa fase gostaríamos de fazer já alguns jogos com equipas estrangeiras e preparámo-nos para a competição europeia. Em relação ao falhanço nas outras Taças tem também a ver com as lesões, mas acima de tudo teve a ver com a solidez e química de jogo, com alterações que tivemos de fazer não só na troca de jogadores, mas também na adaptação que os jogadores estiveram de fazer a outras posições.

publicado por Benfica 73 às 18:17

Julho 07 2010


"Estamos numa fase de adaptação que vamos prosseguir na Suíça. Faltam-nos os jogadores que participaram no Mundial, e isso vai retirar-nos alguns dos princípios que quero incorporar no início da temporada", estão incorporados na equipa e têm um ano de trabalho" com o o grupo que foi campeão na época passada.

 

"Acredito que vamos ter mais apoio porque fomos campeões. No ano passado o apoio foi espectacular, sentimos muito carinho. Agora, penso que os adeptos vão querer estar ainda mais próximos da equipa".

 

Muitos adeptos na chegada à Suíça

 

"Fizemos um grande campeonato e isso reflete-se na atitude dos adeptos. Têm um grande amor pela equipa e demonstram uma grande paixão".

publicado por Benfica 73 às 17:03

Julho 07 2010

 

«Estamos contentes com o que temos»

 

«Perdemos o Di María, mas ganhámos o Gaitan, o Jara, o Fábio [Faria], o Roberto. Perdemos também o Quim, por opção e estamos contentes com o que temos».

Quanto às cláusulas «Não se está a faltar à palavra, está-se a cumprir com os objectivos. Entre saídas e entradas, vamos aguardar para ver o que vai acontecer».

Rui Costa reconhece que, «em função das grandes exibições feitas durante o ano, algumas no Mundial, é normal que haja muito mercado, que se fale muito». No entanto, faz questão de ressalvar: «Daí a propostas concretas, a conclusões de saídas ou entradas, vai um passo gigante. Vamos partir para a Suíça com o plantel que temos e estamos contentes».

 

Rui Costa desmente interesse em Leto (Panathinaikos)

 

«Compreendo que se fale muito no mercado, principalmente sobre os clubes grandes. Mas entre o que se fala e o que é verdade, há muitas vezes diferenças muito grandes».

 

«Há muitos empresários que procuram valorizar os seus jogadores, metendo para a frente nomes como o do Benfica».

 

«Todos esperam maravilhas do Benfica»

 

«A partir do momento em que nos sagrámos campeões nacionais, aumentámos os nossos níveis de responsabilidade. Todos temos consciência disso. Foi um título importante para o clube mas, ao mesmo tempo, deixou no ar a expectativa do que a equipa pode fazer esta época».

«Todos têm plena consciência da responsabilidade de representar o Benfica, quando se espera maravilhas e que se reconquiste o título. Temos de estar prontos para isso. Só pode vestir esta camisola quem tem a capacidade para assumir esta responsabilidade».
«Este grupo tem-na, mostrou-a o ano passado e vai voltar a demonstrá-la esta época».

 

«Cada um prepara a época como bem entende»

 

«Esperamos três adversários fortes. O facto de termos ganho no ano passado permite-nos saber que as outras equipas se vão reforçar para tentar ganhar o título. Não estamos à espera de facilidades, independentemente do que tem sido o mercado de outras equipas, que não vou comentar».

publicado por Benfica 73 às 16:54

Julho 07 2010

«Esperamos uma bonita recepção», diz o capitão dos encarnados, recordando «o apoio espantoso» que a equipa tem encontrado na Suíça. «Os adeptos são sempre fantásticos no apoio à equipa. Agora, estarão muito contentes por chegarmos à Suíça como campeões».

 

«Levamos uma semana de trabalho e vamos para a Suíça para continuar a planificação da pré-época. Temos três jogos em sete dias, vai ser exigente mas vale a pena o sacrifício para estarmos em forma o mais rápido possível».

publicado por Benfica 73 às 16:51

Julho 07 2010

«Estamos a fazer o trabalho normal para o início de época. Está a correr tudo muito bem, estamos confiantes, a pensar em trabalhar e com “ganas” de começar a jogar»

«Já me disseram que há sempre muitos adeptos do Benfica onde quer que a equipa vá. Estou ansioso»

publicado por Benfica 73 às 16:37

Julho 07 2010

Miguel Vítor está muito próximo de reforçar o Leicester de Paulo Sousa, equipa que está a reunir esforços para formar uma equipa capaz de voltar à Premiership, principal liga inglesa.

O Benfica ainda não avançou qualquer informação sobre o processo, mas em Inglaterra, soube A BOLA, a transferência está praticamente assumida, tendo sido possível saber que trata-se de um empréstimo válido para uma temporada.

O Leicester será treinado pelo português Paulo Sousa, ex-internacional e antigo jogador de Benfica e Sporting, o que muito contribui para este interesse do emblema britânico no jovem de 21 anos. Conhecedor das qualidades de Miguel Vítor, Paulo Sousa entende que o central poderá adaptar-se muito bem à virilidade do segundo escalão inglês. Com contrato até 2013, e tapado na Luz pela concorrência, já não seguirá para estágio.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 16:34

Julho 07 2010

O Benfica vai pagar a factura da ausência de equipas portuguesas masculinas das competições europeias nos últimos anos, não entrando na fase regular da Eurochallenge (prova em que teve direito a inscrever-se), nem sequer sendo cabeça-de-série na qualificação.

A selecção feita pela FIBA Europa tem em conta um ranking estabelecido pelas pontuações alcançadas pelos clubes de cada país nas provas além-fronteiras. Os campeões nacionais são, assim, obrigados a disputar uma eliminatória a duas mãos, frente a um adversário a conhecer no sorteio a realizar esta quinta-feira, em Barcelona (Espanha).

O opositor dos encarnados sairá de um pote onde constam 14 clubes cabeças-de-série desta fase — têm o benefício de disputarem a segunda partida no seu terreno. Okapi Aalstar (5.º na Liga da Bélgica), Keravnos Keo (4.º, Chipre), Sluc Nancy (5.º, França), Artland Dragons (9.º, Alemanha), Maccabi Haifa (5.º, Israel), CSU Asesoft Ploiesti (campeão da Roménia), Enisey Krasnoyarsk (9.º, Rússia), Triumph Lyubertsy (6.º, Rússia), Pinar Karsiyaka (6.º, Turquia), Trefl Sopot (4.º, Polónia), Ferro-ZNTU (3.º, Ucrânia) e BK Prostejov (2.º, República Checa) são os candidatos a defrontar o Benfica a 29 de Setembro, no Pavilhão Império Bonança, e a 6 de Outubro, no estrangeiro.

Tudo equipas com orçamentos superiores — ou muito superiores... — aos bicampeões nacionais e de campeonatos mais competitivos do que o português. A missão avizinha-se complicada.

Entretanto, os 14 apurados da fase de qualificação juntam-se a oito emblemas a relegar da Europa Cup e a outros 10 conjuntos, estes já conhecidos: Base Oostende (3.º, Bélgica), KK Zadar (2.º, Croácia), Tartu Rock (campeão da Estónia), BCM Gravelines (4.º, França), Telekom Baskets Bonn (5.º, Alemanha), Barak Netanya (4.º, Israel), BK Ventspils (4.º, Letónia), Lokomotiv Kuban (5.º, Rússia), KRKA (campeão da Eslovénia) e Turk Telekom (5.º, Turquia).

Fica, desta forma, completo o leque de 32 formações que vão participar na fase regular da Eurochallenge, que tem início agendado para 16 de Novembro próximo.

Estrangeiros? Não é uniforme...

Fica a curiosidade relativamente à utilização de jogadores estrangeiros ou comunitários na Eurochallenge. A FIBA Europa determina que os clubes respeitem apenas as normas em vigor nas respectivas ligas, pelo que nos jogos não haverá uniformidade entre os diversos participantes.

Apesar de a Federação Portuguesa de Basquetebol (FPB) não ter regulamentação vigente sobre esta matéria – o que poderia abrir uma janela de inúmeras oportunidades... -, ao que tudo indica, o Benfica deverá apoiar-se, unicamente, em três atletas estrangeiros, conforme a regra oficiosa na Liga nacional, decorrente de um acordo de cavalheiros alcançado pelos dirigentes.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 16:29

Julho 07 2010

Garantia de Óscar Cardozo, que não fecha a porta de saída mas diz que ainda não chegaram à Luz ofertas concretas para a sua transferência. Vai gozar 15 dias de férias antes de regressar.

Palavras enigmáticas de Óscar Cardozo no seu país, à Rádio 780 AM e também ao jornal Última Hora. «O meu futuro? Para já é o Benfica porque não há nenhuma proposta concreta.» Ou seja, o ponta-de-lança paraguaio mantém um pé na Luz e outro na porta de saída, depois de, durante o estágio de preparação da sua selecção para o Mundial, ter manifestado vontade em mudar da ares e, acima de tudo, conseguir um contrato financeiramente mais vantajoso, admitindo, nessa mesma ocasião, que Jorge Jesus lhe telefonara a pedir para ficar mais uma época. A resposta do treinador encarnado não tardou, deixando claro que não quer trabalhar com jogadores contrariados e que Cardozo, se for essa a sua vontade, pode deixar o clube.

Mas o processo não é, obviamente, assim tão fácil. Além da importância desportiva do Takuara, melhor marcador da equipa nas últimas três temporadas, há o lado financeiro. O camisola 7 custou aos cofres encarnados 11,8 milhões de euros, foi uma das mais caras contratações do clube, e a SAD só admitiria a sua saída por uma elevada verba, mesmo consciente de que a cláusula de rescisão de 60 milhões é proibitiva. Recorde-se que as águias já recusaram, recentemente, uma oferta de 25 milhões de euros do Shakhtar Donetsk.

O processo promete futuros desenvolvimentos, mas só quando o homem-golo da Luz regressar a Portugal. Para já vai gozar 15 dias de férias no seu país.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 06:25

Julho 07 2010

publicado por Benfica 73 às 06:23
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Julho 07 2010
«Estou muito feliz no Benfica. Temos todas as condições para sermos bicampeões. Agora quero descansar e depois voltar com esse objectivo», afirmou Maxi Pereira, que fez questão de enviar cumprimentos a Di María: «Espero que consiga demonstrar no Real Madrid tudo aquilo que fez no Benfica.»


Sobre o futebol português, o defesa uruguaio ainda foi questionado sobre a recente transferência de João Moutinho do Sporting para o FC Porto. De imediato, soltou um sorrido: «Já soube, sim. Mas isso não me interessa, só pensamos no Benfica.»

Maxi acabava de perder a meia-final do Mundial, diante da Holanda (2-3): «Foi pena, mas o mais importante é que demos tudo. Tínhamos o sonho de estar na final, não conseguimos, paciência.»

 

publicado por Benfica 73 às 06:22

Julho 07 2010

publicado por Benfica 73 às 06:12
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BENFICA 73
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