Junho 20 2010

publicado por Benfica 73 às 19:42

Junho 20 2010

publicado por Benfica 73 às 19:30

Junho 20 2010

Rui Costa contra Jorge Jesus. Director desportivo e treinador do Benfica de candeias às avessas? Não... foi apenas a 19.ª edição do Torneio Rui Costa, que decorreu no passado sábado no Estádio José Gomes, na Reboleira.

O maestro não teve, todavia, pernas para o técnico (de verde) e perderia o jogo em virtude de um golo... do próprio pai, Vítor Costa! No final, no entanto, ninguém perderia a boa disposição - «A equipa do Rui Costa não teve andamento para a minha», disse Jesus - e tão pouco a vontade de abordar temas da actualidade, que envolvem milhões.

«Falar do Di María é sinal que ele vale isso tudo. Di María, pelo rendimento que tem apresentado, é um dos jogadores da actualidade e estamos contentes. Se o negócio estivesse fechado já se saberia porque temos de o comunicar à CMVM», explicou Rui Costa, antes de abordar a possível contratação de Rodrigo: «Não há nenhuma contratação feita da qual vocês não saibam e não está qualquer saída confirmada.»

Sobre os reforços Jara e Gaitán, há esperança. «Esperamos muito deles, daí as contratações antecipadas e o investimento feito», disse, antes de admitir notícias para breve: «Os próximos dias são fundamentais. É inútil antecipar situações que não estão concretizadas.»

 

Para Amorim e Coentrão, palavras agradáveis: «Não é pelo facto de Rúben ter chegado em último que tem menos hipóteses de jogar. Se foi para lá é para estar com disponibilidades para jogar.»

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 14:30

Junho 20 2010

O Benfica e o Física são os finalistas da Taça de Portugal de hóquei em patins.
O Benfica derrotou HC Braga de forma clara por 6-2.
A final é hoje, às 16 horas, no Pavilhão Paço de Arcos.
Força Benfica

publicado por Benfica 73 às 12:46

Junho 20 2010

Gaitán é hipótese mas Jesus quer mais. SAD atenta ao mercado Treinador... ofereceu-se.

Angel Di María está a um curto passo de ser confirmado como jogador do Real Madrid, o que deve suceder nos próximos dias - o mais tardar até final desta semana - e na Luz procura-se alternativa à altura do novo galáctico de Mourinho. Jesus tem várias opções à sua disposição, mas já alertou a SAD... que pretende um novo jogador para aquele sector.

Alguém que faça a diferença, experiente e decisivo, como Di María muitas vezes o foi. Afinal foi o próprio treinador que admitiu publicamente que «foram muitos os jogos em que Di María carregou a equipa às costas».
Jesus pretende, por isso, um novo «carregador» para a equipa, um extremo canhoto puro.

À primeira vista pode pensar-se que Nicolás Gaitán, reforço contratado ao Boca Juniors da Argentina, será o substituto natural. Efectivamente desempenha esse lugar, mas os terrenos que “Nico” mais gosta de pisar são outros, sobretudo no meio, como segundo avançado, ou mesmo na direita. É um polivalente e isso naturalmente agrada a Jesus, mas se a SAD disponibilizar um esquerdino puro, Gaitán será sempre primeira opção para outros sectores.

 

Leto referenciado

 

Os responsáveis encarnados estão atentos ao mercado e têm alguns alvos pré definidos. O argentino do Panathinaikos, Sebastián Leto é um deles. Foi observado em diversas ocasiões durante a última época, Jesus ficou com impressão muito positiva após o jogo em que Benfica e Panathinaikos disputaram no Canadá, no fecho da digressão de final de época, em Maio último, e é uma hipótese que continua em cima da mesa. James Rodríguez, colombiano do Banfield da Argentina – também apontado ao Espanhol de Barcelona e à Lazio – encontra-se igualmente bem referenciado, pese embora ser ainda bastante jovem (19 anos).

Falta saber se a SAD atende às pretensões do treinador. É que, por outro lado, além de Gaitán, o Benfica ainda conta com o Fábio Coentrão, entretanto adaptado a lateral, e também Urretavizcaya, por muitos visto como um sucessor natural Di María, e que Jesus ainda não decidiu se voltará ou não a ser emprestado.

Talvez por isso não tenha sido inocente a boa disposição de Jorge Jesus, ontem na Reboleira, quando após vencer Rui Costa, em futebol de sete e quando questionado se descobrira algum talento para levar para o Benfica, respondeu assim: «Talento? Eu próprio para substituir o Di María se ele for para o Real Madrid».

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 12:30

Junho 20 2010

O futsal está a crescer a olhos vistos em Portugal, ao contrário do basquetebol, que tem vindo a perder equipas de ano para ano. Sente que a concorrência do futsal pode ser prejudicial para o basquetebol?

- Nem pensar nisso! A nossa afinidade com o futsal é muito grande, até porque a porta da nossa secção é colada à do futsal. Temos é que encontrar forma de ambas crescerem sustentadamente.

Convivem?

- Sim. A nossa relação é muito boa com todas modalidades. Excelente mesmo. Só temos problemas de espaço. Damo-nos tão bem que até temos uma peladinha programada com a malta do futsal. Será meia parte de futsal e outra de basquetebol. Vai ser giro... Estamos à espera deles depois de serem campeões com o Sporting.

E os apoios da direcção?

-Damo-nos muito bem com o futsal e isso é mérito do presidente Luís Filipe Vieira. Fazemos reuniões abertas entre as várias secções. Há uma grande disponibilidade para falarmos todos. Há sugestões, objectivos, tudo em cima da mesa. Isso oferece grande proximidade. Não nos podemos queixar do aparecimento do futsal. A direcção oferece-nos condições excepcionais e com o grande apoio do presidente atingimos o título nacional. O presidente tem sido determinante para o êxito do basquetebol. Que ninguém tenha a menor dúvida disso. As condições que me tem dado são excepcionais. Não nos podemos esquecer de que há dois anos estávamos na 2.ª Divisão. Felizmente, com um núcleo de jogadores portugueses que regressaram a casa e um ou outro americano, demos a volta e conquistámos o título nacional. Foi extraordinário.

O que é preciso para mais gente vir ao pavilhão?

- Mais espectáculos. No último jogo o pavilhão esgotou os 3500 lugares. Fez-me reviver os fantásticos tempos de jogador. Foi um ambiente fantástico. É sempre importante festejar na Luz. Há que saber festejar e comemorar!

A onda Jorge Jesus ajudou à euforia no basquetebol?

- Na companhia de Rui Costa, Jesus assistiu a jogos e estive várias vezes com ele. É, aliás, um prazer encontrar-me. Mas, curiosamente, a euforia entre os adeptos este ano foi menor que a do ano passado. Talvez por que na época passada o título tenha sido conquistado em Ovar, por surgir após interregno de 14 anos e de o Benfica não ter ganho nada nesse ano.

O impacto foi, então, muito diferente?

-Digamos que foram sentimentos diferentes, mais e menos vincados. Houve grande euforia na quarta-feira passada. É que ganhar no nosso pavilhão ao FC Porto deixou os adeptos em delírio. Mas já muita gente estava à espera do título.

Como lhe pareceu o FC Porto?

-FC Porto é sempre FC Porto. A contratação do treinador Moncho Lopez diz bem da grande aposta para ganhar o campeonato passado. O FC Porto fez grande investimento. Aliás, não foi só o FC Porto que investiu para bater o Benfica… É muito gratificante saber que tanta gente quer ganhar ao Benfica!

Que balanço faz da época?

-Muito positivo, claro. Ganhámos o Campeonato Nacional, a Supertaça e ainda batemos o recorde de 46 vitórias consecutivas na fase regular. São números muito bons e que me deixam extremamente orgulhoso, sem dúvida.

Falou-se de derrotas na Taça de Portugal e Taça da Liga. Foram falhanços?

-As pessoas têm de perceber que tivemos muitas adversidades. Em Janeiro tivemos de trocar de americanos. O que estava não se adaptou. Fomos buscar o Heshimu Evans, que conheço desde há muito tempo e com quem fui campeão na Ovarense. Esta contrariedade da saída do americano obrigou-nos a pensar se valeria a pena ir buscar um outro jogador, ou aproveitar o Heshimu. Olhe… ainda bem que ficou! Ele fez uma excelente época.

Mas Janeiro foi um mês mau…

-Foi uma altura muito complicada, nomeadamente em termos ofensivos da equipa. Foi preciso reorganizar o capítulo ofensivo, a química… Infelizmente, essa altura coincidiu com a Taça de Portugal e Taça da Liga, que acabámos por perder.

E o ‘ponto de viragem’?

-Foi em Angola, na Supertaça que ganhámos. Era uma prova difícil, mas conseguimos vencer. Até ganhámos ao campeão de África. Foi importante para os jogadores e até tínhamos perdido Elvis Évora, melhor poste nacional. Aliás, ele vai ser operado e será baixa para a Selecção.

Qual a zona de Portugal que mais o preocupa quanto ao declínio do basquetebol?

-Lisboa. Grande clubes desapareceram ou quase, como por exemplo Sporting, Estrelas da Avenida, Seixal, Queluz, Belenenses, Portugal Telecom, Atlético…

O Sporting faz falta?

-Sim, muita mesmo. Mas acredito que um dia vai voltar a ter basquetebol. Mas também as outras equipas fazem falta...

Como se chegou a esta situação de equipas a desistirem?

-Bom… a Liga Profissional e o seu grau de exigência. Por exemplo, um clube tinha de pagar por jogador cinco salários mínimos. Era uma carga financeira muito forte sobre os clubes e isso deu cabo deles. Era necessário encontrar um meio termo… mas ninguém o encontrou e chegou-se a esta situação.

Como está a formação em Portugal?

-Não está bem. Porquê? Ora bem, posso dar um exemplo: o João Santos deixa o Benfica e nós, para o substituirmos, não temos alternativas. Em Portugal é muito difícil encontrarmos um lançador com as suas características. O Benfica actual tem jogadores com idade avançada e é preocupante que não hajam soluções imediatas. Vamos esperar o tempo que for preciso, mas não há figuras, referências necessárias para chamar os miúdos.

Como se pode dar a volta à situação?

-O problema na formação é que um júnior já está na idade de pré-competição e anda na escola. Tem um horário que lhe retira tempo de treino. Há miúdos que acabam as aulas às 17:30 horas. Como é que podem chegar a horas aos treinos. E por isso que os nossos jogadores não são formados aos 18/19 anos. Os miúdos só começam a treinar-se a sério quando chegam a seniores. Mas atenção: há excepções. Temos jogadores com 23, 24,25 anos preparados para ajudar a equipa sénior, caso do Cristóvão Cordeiro. Para ele esta época foi importante, pois, apesar de ter jogado pouco, deu para se fortalecer. É um atleta com excelentes capacidades e será muito importante.

Qual o papel da FPB na dinamização da formação?

-Tem de apoiar quem trabalha bem a formação.

As suas raízes estão centradas no basquetebol. O ambiente e a forma de encarar o desporto em Moçambique era muito diferente do português de hoje?

Completamente. Venho da escola moçambicana. Toda a gente jogava minibasquete. Tínhamos torneios de rua, de bairro. Havia alegria. Ficávamos com o bichinho muito cedo. É isso que temos de fazer em Portugal. Não podemos deixar que o bastequebol seja ultrapassado por outras modalidades. E repare-se numa coisa: posso jogar basquetebol sozinho. Preciso de 22 metros quadrados para jogar e uma ou duas tabelas. Isso é possível de se arranjar. Em Moçambique andávamos sempre de bola debaixo do braço. Tinha amigos que giravam a bola num pau no caminho até à escola. Mal acordávamos já estávamos a jogar basquetebol. Inesquecível!

Qual a razão para a relação de Moçambique com o basquetebol?

-Ora bem, Moçambique era a colónia mais afastada de Portugal. Aquela malta de esquerda que não era presa porque não havia motivo para isso, era mandada para o mais longe possível. Teotónio Lima promoveram muito o basquetebol em Moçambique. Toda a gente fazia minibasquete. Havia clubes e sabíamos que, mais cedo ou mais tarde, iríamos jogar a sério.

Fala-se que o Benfica pode voltar à Europa. Como vê a possibilidade?

-Seria excelente. Jogar lá fora traz responsabilidades, além de visibilidade. Queremos levar Portugal à Europa do basquetebol. É um dos objectivos quando aqui cheguei há dois anos. Sabemos que é difícil disputar competições europeias. Há equipas com orçamentos do Real Madrid é igual ao do Benfica... em futebol. Têm outra robustez.

São clivagens acentudas entre Portugal e outros países?

-Sim, uma equipa alemã, por exemplo, pode ter dez ou doze estrangeiros, sem problemas. Para nós isso é incomportável. Faz toda a diferença. Mas se há três provas, Euro Liga, ULEB Cup e FIBACUP Challenge, podemos representar dignamente Portugal, não é verdade?...

publicado por Benfica 73 às 09:43

Junho 20 2010

publicado por Benfica 73 às 07:44
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