Junho 05 2010

publicado por Benfica 73 às 17:53

Junho 05 2010

Quem esteve atento à imprensa do Porto, esta semana, sabe que Pinto da Costa acaba de contratar o melhor treinador de todos os tempos. Dia após dia, Villas Boas foi sendo descrito nos jornais de modo a que ninguém tivesse dúvidas: Villas Boas não é o novo Mourinho; Mourinho é que, com esforço e sorte, poderá vir a ser o novo Villas Boas. Aqueles adeptos que, levianamente, tinham preferência por treinadores com mais de seis meses de experiencia, foram confrontados com páginas e páginas de informações detalhadas sobre o extraordinário perfil de Villas Boas e puderam confirmar que estavam a ser ridículos Porque Villas Boas é jovem. Vilas Boas é ambicioso. Villas Boas é extremamente moderno. Villas Boas ainda não parou de evoluir. Villas Boas é extraordinariamente jovem. Villas Boas é arruivado e chama-lhe cenourinha. Villas Boas é mesmo muito ambicioso. Villas Boas tem o número de telefone de José Mourinho na sua agenda. Villas Boas adora os jogadores. Os jogadores adoram Villas Boas. Villas Boas é mais jovem do que quase toda a gente. Villas Boas fez relatórios magníficos para Mourinho. Villas Boas é tão ambicioso que até faz dor de cabeça. Villas Boas quase nunca diz palavrões. Villas Boas dá conferências de imprensa de antologia porque antecipa as perguntas dos jornalistas e ensaia as respostas geniais que vai dar. Villas Boas uma vez falou com um jornalista num aeroporto e deixou-o muito bem impressionado. Até porque é jovem. E ambicioso. Villas Boas tem dupla ascendência nobre: é o 4.º visconde de Guilhomil e o 17.º novo Mourinho.Villas Boas sabe estar. Villas Boas lê os jornais todos logo pela manhã, o que é notável. Villas Boas sabe o que é o esternocleidomastoideu (esta informação não vinha na imprensa, mas julgo que apenas por esquecimento). Villas Boas não treina, orienta processos de treino. Villas Boas não dá instruções, incute conceitos. Sempre de forma jovem e ambiciosa. E foi certamente por tudo isto que, dos 50 nomes de treinadores que Pinto da Costa disse ter na cabeça, houve 49 que não tiveram currículo nem categoria para levar a melhor ao rapaz que nunca treinou numa competição europeia e deixou a Académica num glorioso 11.º lugar, dois pontos abaixo do Paços de Ferreira de Ulisses Morais.

Foi uma semana histórica. Certa capa de jornal colocava frente a frente os dois mais prováveis candidatos ao lugar de treinador do Porto e o respectivo resumo de carreira. De um lado, Muricy Ramalho. E, por baixo da fotografia, a legenda: «três campeonatos brasileiros e uma taça CONMEBOL». Do outro lado, Villas Boas. E, no lugar do currículo, vinha escrito: «7epocas de Mourinho». Era, portanto, o confronto entre um tricampeão do Brasil e um heptacampeão dos relatórios. Sem surpresa, ganhou o último. Como benfiquista, não posso deixar de estar preocupado e julgo que se devem tomar medidas drásticas: avançar para o despedimento imediato de Jorge Jesus e contratar a Sr.ª D. Matilde, a mulher do special one. Tem cerca de 20 épocas de Mourinho no seu palmarés. Parece-me jovem. Caso seja ambiciosa, leia os jornais todas as manhãs e prometa pintar o cabelo de ruivo, é oferecer-lhe um contrato de dois anos com mais um de opção.

Quem julga que exagero acerca das capacidades de Villas Boas não precisa de ler as reportagens da imprensa nortenha. Para se ter uma noção da importância que o novo treinador do Porto tinha na equipa de Mourinho, bastará recordar que, esta época, já sem a preciosa colaboração de Villas Boas, Mourinho ganhou apenas o campeonato italiano, a taça de Itália e a Liga dos Campeões. O leitor lembra-se certamente das célebres imagens de Mourinho agarrado a Materazzi, na despedida de Milão. Pois bem, neste momento tenho a certeza de que ambos a chorar com saudades dos relatórios de Villas Boas. «I rapporti! I rapporti!», chorava Materazzi. «Ma che saudadini!», soluçava Mourinho. «Era cosi giovani e ambizioso!», suspiravam ambos.

A culpa é do próprio Mourinho, que tem esta qualidade única. Os outros grandes treinadores do mundo não transmitem, por osmose, os seus conhecimentos ao resto da equipa técnica. Quem faz relatórios para Fabio Capello não passa a saber treinar como ele. Os adjuntos de Alex Ferguson não se transformam em treinadores geniais (como nós bem sabemos). Mas os que rodeiam Mourinho passam a perceber de futebol por contágio. São contaminados pela especialidade de special one. Pode ser o melhor treinador do mundo, mas é um perigo para a saúde pública.

Autor: Ricardo Araújo Pereira

Fonte: Jornal A Bola

publicado por Benfica 73 às 17:33

Junho 05 2010

Nicolás, em Junho de 2008 estreias-te na primeira equipa do Boca Juniors, apenas dois anos depois vens para a Europa, aconteceu tudo muito rápido?

Sim, a verdade é que foi tudo muito lindo. Subi à primeira equipa do Boca Juniors, conquistei um campeonato, e na verdade foi tudo muito rápido muito gratificante. Sempre tive a expectativa de em algum momento dar o salto para a Europa e creio que este é o momento certo, porque foram dois anos onde creio me ter adaptado muito bem à primeira equipa do Boca Juniors e agora espero que no Benfica aconteça o mesmo.

Como te descreves enquanto jogador?

Eu não gosto muito de falar de mim, prefiro que me vejam a jogar, analisem o meu futebol e cada um retire as suas próprias conclusões. Realmente nunca falo de mim, da minha forma de jogar, não me sinto cómodo.

Na Argentina tens a alcunha de “Zurda Maravilla” como é que nasceu esta alcunha?

A minha forma de jogar advém da forma como sinto o futebol, jogo como sinto este desporto maravilhoso. Vou fazendo dentro de campo o que me sai no momento. Mas, como já disse, não gosto muito de falar de mim não me sinto bem a fazê-lo.

Que expectativas tens para esta nova etapa da tua carreira?

Sei que venho para uma equipa que está bastante forte, que foi campeã e vai estar presente na Liga dos Campeões. Ter logo no meu ano de estreia na Europa a possibilidade de jogar esta competição vai ser muito bom. Espero que a equipa continue na senda das vitórias que vem tendo, isso era bom para mim e para todos os meus companheiros, e para o Clube claro.

O que é que conheces do Benfica?

Estou muito impressionado com tudo o que tenho visto e sabido sobre o Benfica. Com este dia em Lisboa aprendi muito sobre o clube, confesso que antes deste dia não sabia tão bem como era o Benfica, mas a primeira impressão, tendo em conta este dia que passei em Lisboa é óptima. A cidade é muito bonita e o Clube muito grande. Sei que os adeptos são muito fanáticos e apaixonados, espero corresponder às expectativas e fazer um bom trabalho.

Acompanhaste na Argentina o final desta última época que acabou com o título de campeão nacional para o Benfica?

Não pude acompanhar muito a fase final do campeonato nacional, que acabou com a vitória do Benfica. Na Argentina só chegam os resumos dos jogos de alguns campeonatos europeus, e do futebol português nem isso acontece. Se dissesse que sim estava a mentir.

Viste imagens das comemorações que houve em relação à conquista do título, conseguiste aperceber-te da grandeza do Clube?

Sim, pude ver através da Internet. Um dia pesquisei na Internet e na verdade fiquei muito surpreendido. Estava muita gente no Estádio, nas ruas, foi algo que considero até mesmo mais argentino que europeu. Foi uma festa muito bonita e isso deixou-me ainda mais expectante para que comece já a treinar, e à espera que arranquem todas as competições onde o Benfica está inserido.

Tiveste a oportunidade de falar com algum dos teus compatriotas argentinos que estão no Benfica?

Falei há pouco com o Di María, já durante este dia que estou a passar aqui em Lisboa. Disse-lhe o que estava a achar de tudo o que estou a ver. Ele disse-me que o Clube, e tudo o que o rodeia, são mais ou menos parecidos com a realidade do Boca Juniors, na Argentina. As expectativas da minha parte agora ainda estão maiores, vamos ver como será.

Sentes que após a conquista do título a exigência agora é ainda maior, estás preparado para corresponder a essa mesma exigência?

As exigências, estejas em que clube for, a exigência é sempre que entras em campo tens que dar o máximo, ou tentar dar o máximo de ti. Na verdade eu cheguei ao Boca Juniors ainda muito novo, lá a exigência é muito muito grande, e como disse cheguei à equipa principal, onde joguei dois anos sempre ao mais alto nível, o que não é nada fácil. Na verdade foi mesmo o concretizar de um sonho, o conseguir cumprir um sonho de criança, jogar dois anos na primeira equipa do Boca Juniors e como disse no Boca Juniors a exigência é sempre muito alta.

O facto de nesta altura o Benfica ter nas suas fileiras vários jogadores argentinos pensas que vai ajudar-te a teres uma rápida adaptação a Portugal e ao futebol português?

Sim, isso pode ser uma grande verdade, o facto de haver vários jogadores argentinos no plantel posso mesmo dizer que influenciou a minha escolha. Espero que isso torne tudo um pouco mais fácil. Estive muitos anos no Boca Juniors, fiz lá toda a minha formação, esta mudança não vai ser fácil. Sei que agora tudo vai ser diferente, vai ser uma grande experiencia para mim, vai ser tudo novidade para mim, vestir outra camisola, entrar noutro balneário. Tenho a convicção que vai ser difícil, mas pelo menos ainda bem que há outros jogadores argentinos no plantel, esperemos que desta forma não seja tão complicada a adaptação.

Que jogadores do Clube conheces?

Bem quando eu era ainda criança, quando tinha apenas 12 anos, o Saviola era ainda um jovem jogador mas já jogava na primeira equipa do River Plate, isto apenas 16/17 anos de idade. Claro que eu via os jogos e mesmo tão jovem a verdade é que ele já fazia a diferença, tanto ele como o Pablo Aimar. Na verdade são dois jogadores muito bons, de grande qualidade. O Mesmo acontece com o Di María, que também surgiu em grande plano ainda muito jovem e veio para a Europa muito novo. Também conheço os jogadores brasileiros que regularmente vão à selecção: Luisão e Ramires. Ramires que conheço mesmo muito bem pela última prestação na Taça dos Libertadores, onde chegou à final. Na verdade venho encontrar-me com outros jogadores sul-americanos muito bons, esperemos que com tantos jogadores de qualidade façamos um grande plantel. Creio que este jogadores já demonstraram a qualidade que tem, e a qualidade dos futebolistas sul-americanos. Não me podia esquecer ainda que temos o grande ponta-de-lança Óscar Cardozo, que ainda na Argentina no Newell´s Old Boys com outro paraguaio ao lado, faziam uma dupla temível, onde faziam muitos golos, e o mesmo já conseguiu cá em Portugal. A minha intenção é seguir (na linha) destes grandes jogadores sul-americanos que já triunfaram e estão a triunfar no Benfica, a minha intenção é individualmente fazer as coisas bem, para ajudar o colectivo.

Tens algum ídolo, algum jogador que particularmente te tenha inspirado quando eras um jogador ainda da “cantera”?

Tenho um grande ídolo. Sempre disse e por acaso tive a sorte de jogar lado-a-lado com ele, Juan Román Riquelme. Quando era muito jovem ele estava a jogar na primeira equipa do Boca Juniors, ele era o espelho que eu seguia. Outro jogador que também me encantava ver jogar era o Zidane. Há muito bons jogadores mundiais, jogadores que dão gosto ver mas o meu ídolo é mesmo Juan Román Riquelme e volto a dizer ainda bem que tive a sorte de jogar lado-a-lado com ele. Foi algo fantástico partilhar o mesmo relvado e o mesmo estádio e ter conseguido fazer uma amizade muito grande com ele.

Aos 22 anos já és internacional argentino sentes, que no teu país és um dos jogadores em quem mais se depositam esperanças quanto ao futuro?

Nesta altura a selecção argentina não me preocupa muito, a única coisa que quero é fazer bem as coisas aqui no Benfica, com no passado fiz no Boca Juniors. Sempre me preocupei apenas em fazer bem as coisas no meu clube, e claro que se tudo correr bem aqui as possibilidades de ser chamado à selecção são maiores. As minhas expectativas estão agora unicamente apontadas ao Benfica, consegui fazer aqui o que consegui no Boca Juniors, e depois se voltar a vestir a camisola da selecção ainda melhor, será belíssimo.

Como te sentes mais cómodo a Jogar? Como sentes que é a melhor forma de retirar o máximo rendimento de ti enquanto jogar futebol?

Como já disse não gosto de falar de mim. Na verdade, a única coisa que posso dizer é que gosto de treinadores que dão a liberdade que um jogador criativo como eu necessita. Ter a confiança do treinador e dos companheiros e ter alguma liberdade para soltar a criatividade é algo que aprecio.

Vir para o Benfica foi o realizar de um sonho?

Sinceramente, é mesmo, porque é um clube muito grande, com muita história e pelo facto de poder jogar a Liga dos Campeões. Jogar esta competição é um sonho para qualquer jogador. Vai ser muito bom e esperemos que o Benfica consiga fazer uma boa temporada, com uma grande campanha europeia.

Fonte : Jornal O Benfica

publicado por Benfica 73 às 15:28

Junho 05 2010

Campeão grego mostra disponibilidade para negociar o argentino e o vice-presidente do clube de Atenas admite conversar a partir de segunda-feira.

O Panathinaikos não deverá resistir a uma proposta do Benfica, anunciada pela imprensa grega - não confirmada pela SAD da Luz -, que poderá situar-se pelos 10 milhões de euros, pela contratação do avançado Sebastián Leto, de 23 anos, um dos jogadores que mais contribuíram para o Panathinaikos festejar a dobradinha (20.º título grego e 17.ª Taça), quebrando uma longa hegemonia do Olympiakos (doze vezes campeão nos últimos 14 anos).

«Sei que há algum fumo e que, provavelmente, terá chegado um documento à nossa sede para uma primeira abordagem, mas não há ainda qualquer proposta oficial do Benfica pelo Leto. Dez milhões de euros é sedutor», confessou a A BOLA Giannis Venkis, vice-presidente do Panathinaikos, que assume pelos gregos a negociação entre as direcções dos clubes.

«As negociações devem iniciar-se segunda-feira», acrescentou o dirigente. Tudo leva a crer que, a confirmar-se a oferta, o Benfica será bem sucedido, na medida em que o Panathinaikos pretende reduzir a massa salarial. A decisão pertencerá à direcção (os accionistas terão uma palavra) e ao técnico Nikos Nioplias.

Mas a crise financeira que atinge o mundo futebolístico, sobretudo o grego, deverá facilitar a saída de Leto.

Aliás, o Liverpool, que detém uma percentagem do passe, deverá encaixar cerca de 2 milhões de euros.

Fonte: Jornal A Bola

publicado por Benfica 73 às 15:25
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Junho 05 2010

publicado por Benfica 73 às 08:46
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Junho 05 2010

publicado por Benfica 73 às 08:33

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