Maio 27 2010

“O título mais importante é o da próxima época”. Quanto vale, afinal, esta declaração recente de Luís Filipe Vieira? Vale a garantia de um Benfica determinado a revalidar o triunfo na Liga. Um Benfica apostado a não alterar de forma substancial o seu quadro de jogadores. Um Benfica decidido a manter a estrutura responsável pelo seu departamento de futebol.

A festa foi bonita, envolveu milhões de almas, mas já pertence ao passado. Um clube centenário, um clube com um historial de sucesso, um clube internacionalmente prestigiado, um clube como o Benfica sabe que a melhor forma de comemorar um êxito importante é acautelar o futuro. Luís Filipe Vieira dá essa garantia com grande sentido de responsabilidade.

Jesus já prorrogou o seu vínculo contratual, dois excelentes reforços argentinos estão garantidos, o jovem internacional Fábio Faria engrossa também o plantel. Outros se vão seguir. Sairá algum jogador de nomeada? Sempre com o pressuposto de que constitua um negócio irrecusável para o clube.

Ninguém acredite que o Benfica vai depauperar ou, no mínimo, fragilizar tudo aquilo que construiu na última temporada. O clube acusa uma vitalidade tal, tem o suporte de um entusiasmo tão acentuado que a tendência só pode apontar para o crescimento. Na quantidade e na qualidade. No próximo ano, o Benfica bater-se-á pela reconquista de ceptro nacional, pelo triunfo nas restantes provas domésticas, por uma campanha airosa no seu regresso à Liga dos Campeões.

O Benfica já comemora o futuro. Adivinha-se-lhe pujança para os novos desafios. Descortina-se-lhe competência. Encontra-se-lhe um balanço triunfante muito difícil de estacar.

Autor: Luis Seara Cardoso

Fonte: Jornal Record

publicado por Benfica 73 às 21:13

Maio 27 2010

 

«É um jogador fantástico num campeonato mais pequeno. Tenho dúvidas acerca do seu rendimento num campeonato como o espanhol ou o italiano. Se me disserem que podemos contratar o Di María a um preço acessível, então digo para arriscarem e contratarem-no já. Mas se o preço é exorbitante digo que não, porque não gosto que os meus clubes paguem preços loucos por jogadores», explica “Mou”, em entrevista ao AS.

 

publicado por Benfica 73 às 14:03

Maio 27 2010

No verão passado, três dos jogadores que não serviam para o Real Madrid foram convidados a ir-se embora e mandados para outras paragens. Os holandeses Robben e Sneijder foram parar, respectivamente, ao Bayern de Munique e ao Inter de Milão e bem os vimos, aos dois, no sábado, a pisar o relvado do Estádio Santiago Bernabéu, jogando a final da Liga dos Campeões, essa mesma final que o Real Madrid tanto queria jogar na sua própria casa e a que não conseguiu aceder.

Sneijder, que não servia para o Real, venceu ao serviço do Inter o campeonato de Itália, a Taça de Itália e a Liga dos Campeões. Robben, que não prestava para o Real, venceu pelo Bayern o campeonato da Alemanha, a Taça da Alemanha e foi vice-campeão europeu. O terceiro jogador de que o Real Madrid se desfez, no Verão passado, foi Javi Garcia que teve como paragem o Estádio da Luz. Bendita a hora!

Javi García foi logo campeão em Portugal e ainda venceu uma Taça da Liga. E entre os sectores intelectuais do Benfica há quem o considere como o mais decisivo, o mais influente dos jogadores que vieram contribuir para a brilhante conquista do título nacional.

Ou seja, os dispensados do Real Madrid fizeram a felicidade de outros emblemas, não menos históricos e ambiciosos, enquanto os adeptos merengues se limitaram a contemplar o brilho fantasioso das suas inúmeras estrelas sem nunca terem contemplado o brilho concreto de nenhum troféu, de nenhuma tacazinha, nem sequer de uma salva de prata. E é destes brilhos concretos que vive o futebol e que sobrevive quem faz do futebol profissão ao mais alto nível.

Como José Mourinho, naturalmente. Incrível trabalho e merecida proeza de transformar um grupo de veteranos num grupo de campeões europeus.

Enganou-se quem agoirou durante seis anos que Mourinho nunca mais voltaria a ser campeão europeu.

Que engano delicioso.

Em Toronto, no nada amigável jogo com o Panathinaikos, Moreira terá feito o seu último jogo com a camisola do Benfica e assinou uma exibição de alto nível, conta quem viu.

Por outro lado, conta quem viu a entrevista do treinador do Benfica no programa televisivo Trio de Ataque, Quim não estará nos planos de Jorge Jesus e já lhe terá sido sugerido que esteja à vontade para procurar outro clube.

Aparentemente, conta quem adivinha, o Benfica continua a procurar no mercado estrangeiro um guarda-redes cujos méritos indiscutíveis lhe garantam a titularidade.

A baliza do Benfica continua, portanto, a ser um tema em discussão, o que não é bom nem para o Benfica nem para os seus guarda-redes.

No sábado vimos em acção no palco de estrelas de Chamartín um dos guarda-redes que não serviu para o Benfica, Hans-Jorg Butt, servir perfeitamente para o Bayern de Munique ganhar o campeonato alemão e chegar à final da Liga dos Campeões. E, de acordo com a imprensa do seu país, Butt é o mais sério candidato a ser o guarda-redes titular da Alemanha no próximo Mundial. Mas para o Benfica não serviu, o que dá que pensar.

É verdade que Butt também teve a pouca sorte de chegar ao Benfica num momento em que o Benfica não tinha sorte nenhuma, em que nada saía bem. Até parecia bruxedo. O guarda-redes alemão, por exemplo, chegou à Luz com uma folha de serviço impressionante e rara na sua posição. Ao serviço do Hamburgo e do Bayern Leverkussen, Butt tinha marcado um total de 28 golos através de pontapés de grande penalidade, arte em que era superiormente certeiro.

Camacho, que apostou em Quim para o campeonato, confiou a Butt a baliza do Benfica para a Taça da Liga. Num desempate com o Estrela da Amadora, bem no início da competição, Butt foi chamado para converter um dos cinco pontapés e ele, que nunca falhara, falhou ali mesmo, nem sequer conseguindo acertar com a bola na baliza.

Os adeptos torceram o nariz e passaram a olhar para o alemão de soslaio. «Olha-me este…» E, por tão pouca coisa, foi o fim de Butt no Benfica.

Este ano, para o campeonato, Óscar Cardoso falhou quatro grandes penalidades, deixou os benfiquistas à beira de quatro ataques de nervos, mas nunca terá sentido sinais de desconfiança vindos das bancadas, onde se senta o público, ou vindos do banco, onde raramente se senta o treinador, visto que passa a maior parte do tempo em pé.

É precisamente isto que se tem de fazer com o guarda-redes. Seja ele quem for.

 

Acabou o campeonato e acabou-se a clubite. Agora os adeptos olham para a Selecção como se fosse mesmo a tal «equipa de todos nós». Produzem-se sensações curiosas. Depois do tristonho Portugal-Cabo Verde, nulo no resultado e nulo no espectáculo, ouvi, pela primeira vez, alguns amigos meus de outros clubes, rivais do meu, dizer com um ar plenamente convencido: «Este Fábio Coentrão é mesmo muito bom jogador!»

Durante o campeonato, nunca tinham dado por isso. É a cegueira clubista, de que eles e nós, enfim, todos padecemos.

A Pior notícia do jogo com os cabo-verdianos foi a lesão de Tiago que levanta dúvidas sobre as suas capacidades de estar na África do Sul em pleno. Mas se Tiago, longe vá o agouro, não chegar a embarcar, qual será o jogador que Carlos Queiroz irá escolher para o substituir.

Ontem, ouvi um curioso diálogo de café entre um benfiquista e um sportinguista versando, precisamente, este tema:

- Cá para mim, levava o Rúben Amorim – dizia com toda a convicção o benfiquista.

- Cá para mim, levava o João Moutinho – ripostava com toda a convicção o sportinguista.

- O João Moutinho? – escandalizou-se logo o benfiquista.

- Qual é o problema? – foi a resposta que ouviu do sportinguista.

- Só se o Queiroz quiser reeditar na África do Sul aquele triângulo de ouro do meio campo do Sporting, Veloso, Pedro Mendes e Moutinho, que conseguiu ficar a 28 pontos do campeão.

Pronto, a conversa azedou imediatamente. É a cegueira clubista a triunfar sobre o espírito patriótico.

 

A entrevista de Hermínio Loureiro, presidente demissionário da Liga de Clubes, ao semanário Sol é uma peça exemplar para quem, um dia, queira escrever a História do último quarto de século do futebol português. Loureiro, que conta muita coisa, diz, no entanto, que é «impublicável» o teor do telefonema que recebeu de Pinto da Costa a anunciar-lhe a decisão do Conselho de Justiça da FPF sobre a redução dos castigos a Hulk e a Sapunaru.

E deve ter razão nas suas cautelas até porque, ao longo da entrevista, limita-se a relatar factos – a rábula da entrega da Taça é do mais elucidativo sobre a invenção de focos de conflito (lamentavelmente, há quem chame a isto uma arte) - , sem precisar de enveredar por acusações directas e sonantes. O mais longe que Hermínio Loureiro foi, neste campo, ficou-se pela «falta de educação» evidente.

Quanto ao teor do telefonema, quem sabe… talvez um dia… no YouTube.

Autor: Leonor Pinhão
Fonte: Jornal A Bola

publicado por Benfica 73 às 12:05

Maio 27 2010

Na semana passada prestei aqui tributo a Jesualdo Ferreira e a Antero Henrique. Mas se omitisse as contribuições de Pinto da Costa para a conquista do campeonato por parte do Benfica, não ficaria de bem com a minha consciência. O que me leva a pensar que, aqui há umas semanas, o Nuno Gomes ofereceu a camisola do Benfica ao Papa errado. Por acaso foi Bento XVI que optou de forma consciente por não contratar Jorge Jesus? (E chamo a atenção para a expressão “de forma consciente”, uma vez que, se quisermos ser rigorosos, também Bento XVI terá optado por não contratar Jorge Jesus este ano, mas neste caso de forma completamente inconsciente, pelo facto de a contratação não fazer qualquer tipo de sentido se tivermos em conta as incompreensíveis prioridades do Vaticano). Não, foi Pinto da Costa que praticamente empurrou Jorge Jesus para o clube da Luz E camisola do Benfica entregue pelo Nuno Gomes, nem vê-la! Se bem que nos deveríamos questionar que espécie de Papa é este, que não mostra qualquer tipo de interesse em ter Jesus a seu lado.

Mas para aqueles benfiquistas mal-agradecidos que insistem em guardar ressentimento em relação ao presidente do FC Porto, aqui fica um Top Tem das decisões de Pinto da Costa na época 2009/2010:

10 – Em Espinho, elege Bruno Alves como “o símbolo do FC Porto”, com o objectivo de fortalecer o balneário. Duas semanas mais tarde, durante um treino, o símbolo do FC Porto dá um tabefe em Tomás Costa, o símbolo do mau futebol do FC Porto.

9 – Rejeita Saviola, que terá sido oferecido ao FC Porto antes de assinar pelo Benfica, provavelmente por considerar que o argentino queria vir passar férias. Quem adivinharia que Pinto da Costa e o ex-candidato à presidência do Benfica, Bruno Carvalho, tinham tantas afinidades?

Autor: Miguel Góis

Fonte: Jornal Record

publicado por Benfica 73 às 10:25

Maio 27 2010

publicado por Benfica 73 às 08:30
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