Maio 12 2010

publicado por Benfica 73 às 19:51
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Maio 12 2010

As contas estão arrumadas. Sem surpresa, o Benfica sagrou-se campeão. Justo campeão? Justíssimo campeão. De resto, a equipa encarnada bateu o recorde de pontos da prova. Esse facto, só por si, confere razão absoluta ao desfecho da competição. Mas houve mais, muito mais. Houve um conjunto que praticou, no decurso da temporada, o mais entusiasmante futebol que se viu nos recintos nacionais. Mais ainda? Uma qualidade de jogo ofensivo a grande distancia daquela que os opositores evidenciaram.

Há quem tente subestimar este título do Benfica? Há, com certeza. São aqueles que de forma arrogante jamais conseguem conviver com o desaire. Campeonato dos túneis? Francamente… A vitória do Benfica, essa sim, foi garantida no túnel imenso da justiça, da seriedade, da competência.

O Sporting de Braga acabou por se constituir o mais digno opositor à consecução dos objectivos da equipa de Jorge Jesus. É também um justo vice-campeão. Fez história e deixou a ideia de que pode, no futuro imediato, intrometer-se na crónica discussão dos três principais emblemas da bola portuguesa.

O terceiro lugar do pódio foi para o FC Porto. Tratou-se da maior desilusão da temporada? Tratou-se, certamente. A condição de tetracampeão revelou-se insuficiente, a equipa oscilou em momentos capitais. Pagou essa factura e fica bem atrás do grande Benfica e do sensacional Sporting de Braga.

Para o ano há mais. Jorge Jesus, no começo desta temporada, prometeu um Benfica a jogar o dobro do habitual. Cumpriu? Cumpriu mesmo. Agora, promete um novo triunfo. Vai cumprir? Vai cumprir mesmo.

Autor: Luis Seara Cardoso

Fonte: Jornal Record

publicado por Benfica 73 às 18:58

Maio 12 2010

Quim é um daqueles jogadores de futebol a quem a sorte, de quando em vez, parece virar as costas. Mal amado por parte dos adeptos benfiquistas, foi vítima de experiências (todas de resultados desvantajosos para o clube) por alguns técnicos que passaram pela Luz de Moretto a Butt, foi batendo um a um. Com Jorge Jesus, que provou não brincar em serviço e não olhar a nomes nem a “vacas sagradas”, foi totalista na Liga e o guarda-redes menos batido. Não conheço melhor em Portugal, tal como não me recordo, em 2004, de haver quem igualasse Vítor Baía. Deve ser sina – Quim fica de fora da convocatória de Carlos Queiroz, como Baía foi afastado por Scolari. Depois das experiências com Rui Patrício e Hilário, o seleccionador optou por eleger Beto (um suplente pouco utilizado) e Daniel Fernandes (quem?). Quim não merecia a desfeita.

De resto, a convocatória de Queiroz contradiz o princípio do mérito que anunciou à chegada – Queiroz escolheu, em múltiplos casos, por hábito ou pelo recurso ao choque, desvalorizando o momento de forma dos atletas e, vamos lá, a devida recompensa depois de uma época em pleno. Exemplos? Ruben Amorim, João Moutinho, Carlos Martins, Daniel Carriço, Nuno Assis, até o experiente Nuno Gomes. Em nome de quê, ou de quem? De Ricardo Costa, pouco utilizado no Lille, de José Castro, de uma obsessão chamada Duda. Resultando: se Deco não recupera de uma época medíocre e apoquentada no Chelsea, a Selecção prescinde de um centro-campista criativo e dinamizador porque Moutinho, Martins e Assis já estão da férias… Com Raul Meireles longe dos melhores dias, com Miguel periclitante, com uma incógnita chamada Pepe (embora seja louvável a sua manutenção no grupo), poderá defender-se sem demagogias que Amorim não tinha lugar?

No conjunto, Queiroz desdenha de um factor que chega a ser decisivo, o da motivação – depois de uma época categórica do Benfica, consegue a proeza de só incluir um jogador dos campeões nacionais. Sinceramente, desejo que a vida lhe corra bem e que a Selecção possa confirmar a belíssima imagem deixada nos últimos três grandes torneios internacionais, embora o “casting” pareça defensivo e errante. Caso o Mundial não corra de feição, não haverá “plano quinquenal” que lhe valha, nem estabilidade que lhe evite outra saída pela porta dos fundos.

Dito isto, a partir daqui e até ao regresso da expedição africana, a Selecção de Queiroz passa a ser a minha Selecção. Incondicionalmente. As contas fazem-se no fim.

P.S.- Por falar em contas, confesso que tive pena de ver alguns regressar às “vitórias morais”. Com a de Falcão – belíssimo jogador descoberto pelos olheiros do Benfica – contra Cardozo, campeão dos marcadores. Muito pode a impotência.

Autor: JOÃO GOBERN

Fonte: Jornal Record

publicado por Benfica 73 às 18:26

Maio 12 2010

O Benfica conquistou o seu 32.º título nacional sem deixar rasto de dúvidas nem pecados. Ganhou porque foi o clube que apresentou em competição o quadro de jogadores mais competente e mais valioso, o que praticou o futebol de mais alta qualidade, o que somou mais pontos e o que marcou mais golos, é avassaladora a superioridade benfiquista dentro do relvado, porque fora dele a estratégia foi diametralmente oposta. Não entrou em polémicas, não promoveu conversas turbulentas, nem discursos irreflectidos. Em nada contribuiu para o ambiente de má vizinhança no futebol.

Jorge Jesus pode ter muitos defeitos, mas adquiriu por direito, neste momento de celebração, o papel de protagonista. Luis Filipe Vieira entregou-lhe um plantel de luxo, vocacionado para o triunfo, mas desarrumado. A precisar de alguém que pudesse retirar de um motor de elevada potência o rendimento máximo, ou próximo, suficiente para sufocar os mais sérios adversários de uma Liga com condições para acelerar o passo, mas teimosamente agarrada aos conceitos gastos do passe curto, do truque, do jeito, da intriga de botequim ou da traição de vão de escada…

Jesus poderá não ser um mestre de cerimónias, nem desfrutar no interior de classe de treinadores de amplas simpatias, mas soube aproveitar o divino convite que Vieira lhe fez. Com trabalho sério, abraçou o principal objectivo, e repetidamente anunciado: o título nacional. Agora, por força das circunstâncias, ele próprio já aumentou o grau de exigência, embora continue a não ser muito explícito quanto às prioridades.

Não sei se Jesus já se deu conta disso, mas não é vergonha ser campeão pela primeira vez aos 55 anos. Jesualdo Ferreira foi-o aos 59 e… nas duas épocas seguintes. O treinador benfiquista, se a humildade nunca o abandonar, reúne, por isso, condições óptimas para o igualar, ou até suplantar, e, porque não, reacender a chama europeia que a maldição Guttmann apagou um dia. Desafio mais entusiasmante que este será difícil…

Jorge Jesus o campeão, mas Domingos Paciência é a revelação, ou confirmação, como se quiser, por ter empreendido, com admirável sucesso, obstinado cerco ao primeiro lugar que durou na prática um campeonato inteiro. No entanto, o treinador do Sporting de Braga talvez não tenha entendido que há vitórias que extravasam em significado e importância a história de u vulgar jogo, de aí não valorizar devidamente o facto do emblema minhoto, mesmo segundo, ter conseguido a sua melhor classificação de sempre e de pela primeira vez ter entrado nas eliminatórias de acesso à Liga dos Campeões. Em vez de se empenhar na proclamação destas conquistas, que o são, cai no vazio da insinuação pouco clara ou da referência deselegante ao Benfica, transformando intervenções institucionais em amontoado de frases inflamadas, à semelhança das grosserias que tanto gozo parecem divertir os Super Dragões. Falta-lhe moderação no que diz. Pensava que Domingos Paciência se libertara desses tiques tribais. Escrevi-o há uma semana, convencido, pelo mérito do seu trabalho, que abandonara tais preconceitos e reclamara a sua independência intelectual. Talvez me tenha precipitado. A vida de um treinador é ingrata, feita de subidas espectaculares e quedas brutais. Hoje, Domingos opta por uma linguagem de arrogância e cai no despropósito de reivindicar o mesmo estatuto de quem apontou (só!) mais 30 golos do que a sua equipa. Há meia dúzia de meses, porém, estava com um pé fora do Braga, após de ter falhado o apuramento para a Liga Europa. Amanhã, como será? Não sei, mas creio que excelente oportunidade se lhe depara para cativar Pinto da Costa. Basta garantir a participação na Champions e manter-se na frente da classificação da Liga. Como? Convença o seu presidente (ou um deles…) a investir no reforço da equipa. Talvez lhe entreabram então uma porta no Dragão. Não é isso que mais deseja?

Autor: Fernando Guerra

Fonte: Jornal A Bola

publicado por Benfica 73 às 17:23

Maio 12 2010
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Alan (Sp. Braga) - 3% - (1329 votos)
Cardozo (Benfica) - 3% - (1106 votos)
Bruno Alves (FC Porto) - 1% - (403 votos)
Hugo Viana (Sp. Braga) - 1% - (324 votos)
Mossoró (Sp. Braga) - 1% - (273 votos)
Moisés (Sp. Braga) - 0% - (116 votos)

publicado por Benfica 73 às 16:01

Maio 12 2010

publicado por Benfica 73 às 07:29
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