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Toda a informação sobre o Glorioso

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Benfica 3 - 1 V. Guimarães

01.02.10, Benfica 73

 

Eram esperadas algumas dificuldades perante este V. Guimarães, não fosse a única equipa que tinha vencido na Luz. De assinalar o centésimo jogo no Estádio da Luz para o campeonato nacional, e os 52616 espectadores que marcaram presença formando aquele tsunami que felizmente vai sendo habitual tanto na Luz como em qualquer estádio.


Com Fábio Coentrão a defesa esquerdo e Carlos Martins no lugar de Ramires, o Benfica entrou determinado em chegar cedo ao golo. Cardozo no primeiro minuto dispõe de uma boa situação após passe do Javi. O golo acabaria por chegar aos 17 minutos, Pablo Aimar aproveitou um ressalto de bola para fugir para a área contrária, isolado, não falhou diante Nilson. O golo acentuava a superioridade do Benfica, e quando marcamos cedo todos ficamos a pensar que o rolo compressor está à porta. À passagem da meia hora fomos surpreendidos num contra-ataque conduzido e finalizado por Nuno Assis, aproveitando assim para fazer o golo do empate, primeiro remate do Vitória na partida. O Benfica teve uma boa reacção ao golo, pressionando bastante o adversário e criando situações para voltar a marcar.

A segunda parte foi diferente, entramos novamente bem, aos cinco minutos Carlos Martins aproveitou para marcar, remate colocado a passe de Aimar na direita. Sete minutos depois aparece o terceiro golo, mais uma vez Carlos Martins, jogada de ataque do Benfica e espectacular remate, bastante longe, resultando num golaço para ver e rever. A esta altura o Vitória tentava jogar de igual para igual, e não fosse a expulsão de Carlos Martins (segundo amarelo por mão na bola), a esta hora falava-mos de mais uma goleada. Em desvantagem numérica o Vitória passou a ter mais posse de bola, mas pertenceu ao Benfica as duas oportunidades flagrantes para aumentar a vantagem. Cardozo isolado desde o meio campo após passe do Di María, falhando o golo de forma inacreditável (só visto porque contado ninguém acredita), permitindo a defesa a Nilson. E depois, outra vez Nilson, defesa fantástica a remate de Éder Luís, levando a bola ainda à trave.
O Carlos Martins mesmo com a expulsão foi melhor jogador do Benfica. No oposto, Tacuara Cardozo, lento nas decisões e muito individualista.

 

Quanto ao árbitro, a mesma merda de sempre, dualidade de critérios, penalty por assinalar, expulsões perdoadas e tudo contra o Glorioso. Novamente catorze não chegaram para travar este rolo compressor chamado BENFICA.

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