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Toda a informação sobre o Glorioso

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Jorge Jesus só quer ter polivalentes

04.07.11, Benfica 73

Polivalência. Esta é uma das exigências de Jorge Jesus para o ataque do Benfica ao mercado com vista ao reforço do plantel para 2011/12. O emblema encarnado procura reconquistar o campeonato, razão pela qual já assegurou mesmo mais de uma dezena de jogadores. E na lista de atributos necessários para fazer parte do plantel, a capacidade de actuar em diversas posições é fundamental. Tudo para evitar que se repitam os percalços do último ano, em que as águias chegaram à fase das decisões "sem asas", como o treinador reconheceu recentemente. Jesus apontou a falta de opções como uma das principais razões para o insucesso da última época, tendo identificado essa lacuna no relatório que entregou a Vieira após o final de 2010/11. E um dos graves problemas que se fizeram sentir na fase decisiva do último ano foi a incapacidade de alguns elementos da segunda linha substituírem ao mesmo nível as primeiras escolhas. Por isso, desta feita a SAD encarnada fez um esforço para garantir que a questão não se volte a registar, situação que o técnico acredita estar resolvida. "Na época passada, quando não tínhamos Salvio ou o Gaitán, fomos obrigados a inventar um bocado nos corredores. Na próxima época não, estaremos preparados e teremos mais do que uma solução", já prometeu. Aliás, se a aposta na versatilidade é uma constante entre os reforços, é precisamente nos jogadores contratados para o meio-campo que essa característica mais se nota, pois, sobretudo no que diz respeito às posições mais ofensivas, os futebolistas que acabaram de chegar podem desempenhar qualquer um três postos à frente do lugar habitualmente ocupado por Javi García. O Benfica assegurou até ao momento 12 reforços para a nova época e metade deles actuam no sector intermediário: Nuno Coelho, Matic, André Almeida, Bruno César, Enzo Pérez e Nolito. Entre estes, os dois primeiros actuam sobretudo como médios-defensivos, mas se o ex-Académica pode jogar ainda sobre o lado direito do meio-campo (e tem treinado como central), o internacional sérvio já assumiu que é capaz de desempenhar qualquer posição naquela zona do terreno, ao passo que André Almeida parece seguir as pisadas de Rúben Amorim, pois apesar de ser médio-ofensivo, cumpre as funções de ala-direito e lateral-direito. No que diz respeito a Bruno César, o Chuta-Chuta chega como concorrente ao lugar de Aimar, mas pode actuar sobre o lado esquerdo do meio-campo, posto onde tem sido utilizado por Jesus nos treinos, e ainda como segundo avançado. Essa é uma missão que também Enzo Pérez e Nolito podem realizar. O argentino é mesmo o rei da versatilidade, pois joga em qualquer das posições ofensivas do meio-campo e ainda como segundo-avançado, ao passo que o ex-Barcelona só não pode actuar como distribuidor de jogo. Entre os restantes reforços, apenas dois não actuam em mais do que uma posição. Um deles, por razões óbvias, pois trata-se do guarda-redes Artur, enquanto o outro elemento é o central Léo, que actua num posto em que o técnico privilegia a solidez. De resto, o lateral-direito Wass pode actuar como extremo, enquanto Rodrigo Mora, Melgarejo e Uche destacam-se pela versatilidade na frente de ataque. Se os reforços têm de ser obrigatoriamente polivalentes, até os elementos que já tinham contrato com o Benfica e que merecem confiança para a nova época primam por essa capacidade. Nélson Oliveira, que para já está nos sub-20, pode substituir Saviola ou Cardozo, como Rodrigo, que actua ainda sobre as alas. No meio-campo, David Simão, Rúben Pinto e Urreta oferecem também garantias a Jesus para diferentes soluções.

Fonte: O Jogo

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