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Toda a informação sobre o Glorioso

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«Sabiam onde estava e fizeram-me uma espera» - Rui Gomes da Silva

15.03.11, Benfica 73

Rui Gomes da Silva voltou, ontem, a falar da agressão sofrida. «Não estou convencido de que tenha sido Villas Boas a avisar que estava no restaurante». Condenação unânime à violência.

Rui Gomes da Silva sublinhou ontem a agressão «bárbara e cobarde» de que foi alvo na última sexta-feira, à saída do restaurante na Foz (Porto) onde almoçava, perpetrada por desconhecidos e acompanhada de avisos devido à cor clubística.

«Souberam onde eu estava, foram avisados e foram lá. Pessoas no restaurante estranharam que aqueles indivíduos tivessem chegado à zona do restaurante meia hora depois de eu ter entrado e tivessem esperado hora e meia que eu saísse, eram 15.40 horas. Claramente, alguém que me viu entrar ou a almoçar soube que estava lá e mandou fazerem-me uma espera», afirmou o vice-presidente do Benfica, ontem, no programa O Dia Seguinte (SIC Noticias), do qual é um dos comentadores residentes.

«Sobe-se do nível da praia para o Passeio Alegre através de uma escada e um túnel, como o dos antigos estádios. Enquanto esperava que a minha mulher e Carla Ferreira, esposa do dr. Celso Ferreira, edil de Paredes, com quem almocei, se juntassem a nós, fui surpreendido por uma pessoa, com um boné na cabeça, de maneira a que não se lhe vissem as feições. Passou por mim e pregou-me duas bofetadas. Depois, correu. O outro indivíduo que o acompanhava, já de longe, disse-me: “Isto é para aprenderes a não dizer mal do FC Porto, e é um aviso, para a próxima levas mais, ainda vens para aqui gozar e almoçar ao Porto”», detalhou.

«Fugiram, passaram à frente dos carros e foram para o outro lado da estrada», acrescentou o dirigente, num relato do episódio, condenado quase unanimemente em quase todos os quadrantes.

Fonte: A Bola