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Toda a informação sobre o Glorioso

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Toda a informação sobre o Glorioso

Liga Europa: Benfica-PSG, 2-1 (destaques)

11.03.11, Benfica 73

Jara e Aimar
Impossível não falar num e falar no outro. Franco Jara e Pablo Aimar mudaram a partida a favor do Benfica. O primeiro com a frescura que Salvio nunca teve e com uma vontade que empolgou toda a gente na Luz. Menos franceses, obviamente. O segundo com inteligência que também faltou aos encarnados durante muitas fases do jogo. Aliás, bastou ver os gestos do camisola dez para se perceber que, a partir do momento que pisou relvado, o Benfica jogou consoante o maestro ordenava. Por isso, o 2-1 surgiu de uma jogada entre Aimar e Jara, com o último dos argentinos a atirar para colocar as águias em vantagem. Mínima, mas numa vantagem. Foi ao banco que Jesus foi buscar a vitória.
Maxi Pereira
Outra vez os franceses, de novo superMaxi. O internacional uruguaio tem uma apetência estranha para marcar a gauleses. Talvez tenha bebido alguma poção mágica, porque depois de na época passada ter facturado frente ao Marselha (cá e lá), Maxi voltou a fazer um golo a um emblema da Ligue 1. Leu a jogada muito bem, a aparecer nas costas da defesa parisiense e a perceber que, se a bola estava nos pés de Carlos Martins, havia boas probabilidades de chegar a ele próprio. Matou no peito e depois matou nas redes de Édel. Meteu garra e vontade em campo, nunca desistiu de um lance. Mas isso, em Maxi, é normal, o que não é normal é aparecer na área para marcar.
Fábio Coentrão
Fez de lateral e de extremo, também devido ao «desaparecimento» de Nico Gaitán. Num primeiro período, foi o maior destaque da equipa, a meter velocidade pelo flanco e a abrir a defesa contrária. Caiu de rendimento depois, fruto também do jogo encarnado. Mas quando voltou a subir pela esquerda o PSG tremeu. Aos 45 minutos, num lance em que fez quase tudo bem, desperdiçou o 2-1 num remate já na área. Com a entrada de Jara voltou a pisar terrenos mais avançados, pois o 11 dava-lhe confiança, e bola, para que Coentrão o pudesse fazer.
Gaitán e Salvio
Um mais abaixo que o outro, ambos abaixo do habitual. Os dois extremos encarnados não renderam como antes, com as pernas a pesarem. Aliás, a diferença para os compatriotas que os substituíram foi bem notória. E o Benfica assumiu, por fim, o jogo.

Fonte: MaisFutebol