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Toda a informação sobre o Glorioso

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Os pecados de Pedro

19.06.10, Benfica 73

As classificações anuais dos árbitros podem ser estruturadas com base em critérios de rigor, mas apenas são entendíveis em toda a sua extensão por gente do ofício. Sempre se nos apresentaram por isso envoltas em estranho manto de mistério, propensas a desconformes interpretações. Não é assunto particularmente entusiasmante, nem a confraria alguma vez revelou interesse em deixar de funcionar em circuito fechado, pois no dia em que a arbitragem decidir transformar-se em coisa normal, poderemos então encontrar respostas para muitas das dúvidas que hoje incomodam quem, como eu, entende mal os códigos de conduta no império do apito. Se me refiro a elas, às classificações, é por ver Pedro Henriques em lugar de despromoção. O árbitro que até há pouco tempo era apontado como exemplo, ao nível da filosofia, privilegiando um certo estilo inglês, em que o jogador é de facto o único protagonista, e também de seriedade, foi ‘despachado’ para a 2ª categoria. Sentiu-se atingido. Por isso, a um ano de terminar a carreira, sugeriu-lhe a dignidade que acabasse já! Nobre atitude.

Na época transacta foi nomeado para oito jogos da Liga Sagres, três deles em que um dos intervenientes foi o FC Porto. No primeiro, em Olhão, errou, mas distribuiu a asneira pelas duas aldeias. E nos outros?

FC Porto-V.Setúbal: rezam as crónicas não ter visto dois penalties, um sobre Hulk e o outro sobre Sapunaru.

V.Setúbal-FC Porto: mostrou a Falcao o cartão amarelo que o afastou do clássico no Dragão com o Benfica. Ah!, e expulsou Jesualdo Ferreira.

Com pecados destes, Pedro estava à espera de quê?...

Autor: Fernando Guerra

Fonte: A Bola

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