Julho 16 2011

O director da Benfica TV, Ricardo Palacin, salientou esta sexta-feira a enorme grandeza dos encontros que o canal de televisão do Clube vai passar a transmitir já a partir deste sábado, dia 16 de Julho.

“É de facto um dia histórico para a Benfica TV e para todos os benfiquistas, pois vamos assegurar a transmissão de 180 jogos até ao final do ano”, começou por afirmar Ricardo Palacin ao canal de televisão dos "encarnados".
O director da Benfica TV sublinhou o facto de a estação ir começar a transmitir conteúdos que só podiam ser vistos até agora noutros canais. “A verdade é que até aqui eram jogos de uma grandeza só capazes de ser transmitidos em canais generalistas ou canais fechados. A Benfica TV vai exibir orgulhosamente jogos de selecções e de equipas de renome internacional”, destacou.
Ricardo Palacin adiantou ainda os moldes como vão decorrer as respectivas transmissões na Benfica TV. “Acho que é muito importante para um canal de clube garantir este tipo de transmissões. Há jogos transmitidos em directo e outros em diferido, tudo dependerá da nossa capacidade de resposta, sendo que há jogos que não vamos deixar de dar, uma vez que o Benfica está em primeiro lugar.”
O director do canal de televisão do Clube da Luz espera que tudo corra pelo melhor. “Estamos todos satisfeitos e espero que consigamos prestar um serviço altamente satisfatório às pessoas. É muito importante conquistar outro tipo de público”, afirmou.
Ricardo Palacin esclareceu ainda que os telespectadores da Benfica TV não terão de pagar nenhum montante adicional para ver estes 180 encontros. “Não se vai pagar mais para se poder assistir a estes jogos, o que é uma novidade e que alegra os telespectadores”, considerou.
O primeiro jogo a ser transmitido pela Benfica TV vai ser o particular entre o Chelsea e o Portsmouth. A partida entre os dois emblemas ingleses tem início marcado para as 14 horas deste sábado, dia 16 de Julho.

Fonte: SLB

publicado por Benfica 73 às 20:11

Fevereiro 10 2011

É verdade que o Sport Lisboa e Benfica tem uma tradição de magníficos defesas centrais brasileiros. É, aliás, um dos motivos de orgulho de grande parte dos adeptos que assistem a jogos do “Glorioso” desde os idos anos oitenta. Mozer, Aldaír, Ricardo Gomes, Luisão marcaram e marcam a história futebolística recente deste clube no que ao sector mais recuado diz respeito. Mozer tinha uma agilidade e um poder de impulsão raros, era autoritário e corajoso como poucos. Inesquecível, excelente. Aldaír este pouco tempo entre nós, mas rapidamente provou que o investimento fora bem feito. E, também enquanto unidade do escrete, o seu talento fez com que num instante fosse cobiçado por clubes estrangeiros. Ricardo Gome escreveu outro tipo de páginas, era de uma classe à parte e um dos centrais mais serenos que alguma vez vi a jogar com a camisola do SLB. Não comprometia, raramente fazia uma falta e em poucas ocasiões mereceu, justamente, punição disciplinar. Em minha opinião, foi o melhor central estrangeiro que alguma vez jogou em Portugal.

David Luiz tem a determinação e a força de Mozer e de Luisão, a capacidade para marcar golos de Aldaír e ainda uma especial habilidade em sair a jogar, em avançar no terreno e criar rapidamente superioridade numérica no meio campo adversário. Não é tranquilo nem cirúrgico como Ricardo Gomes, são aliás incomparáveis, mas é, a meu ver e bem, um jogador de selecção. Até atingir o palmarés de Aldaír, Mozer, Luisão e ricardo Gomes vai precisar de mais anos e competição mas é já hoje uma certeza. Sai para o campeão inglês, o mesmo que já nos levou Ramires, sai para disputar outro tipo de jogos e de futebol mas leva a massa associativa benfiquista no coração, como ele mesmo disse à Benfica TV. Boa sorte, David, e que valorizes sempre os anos que aqui viveste e que te tornaram na estrela que és. Criaste empatia com os adeptos e conquistaste, definitivamente, um lugar na memória dos benfiquistas.

publicado por Benfica 73 às 14:24

Dezembro 07 2010

O desenvolvimento do futebol enquanto negócio de milhões foi fazendo rarear os exemplos de jogadores ligados a um clube durante mais do que uma década ou até por uma carreira inteira. A mistura de atleta com símbolo passou a ser menos evidente, quer queiramos quer não. É uma pena, dirão os apaixonados, é um sinal dos tempos, dirão os empresários e dirigentes desportivos. Esta mudança de ciclos, faz com que jogadores como Mantorras e Nuno Gomes sejam hoje tão respeitados pela massa associativa. O angolano levantou o Estádio da Luz sempre que saltou para o aquecimento para posteriormente entrar em jogo. Invariavelmente fez explodir de alegria os milhares ao pisar o relvado e, ainda mais, ao marcar um golo. Houve poucos como ele, nunca o esqueceremos. Jamais deixaremos de te lembrar, Pedro. Nuno Gomes regista igual marca de popularidade, provoca emoções idênticas, ao mesmo tempo que continua a figurar na lista do onze ideal de muitos benfiquistas. 179 golos e 85 vezes capitão em 10 épocas, eficaz, altruísta no terreno e perfeito conhecedor da mística do SLB e da sua importância nos panoramas nacional e internacional. Por isso, cá vai, Nuno: és grande, quando jogas e quando não jogas, para mim enquanto adepto e sócio continuas a ser o melhor pivô atacante português, és quem melhor constrói oportunidades e quem melhor faz jogar junto às balizas adversárias. Contigo, ao futebol nacional não faltam 20 metros, nem dez, nem cinco, contigo não falta nada ao espectáculo, à satisfação do público e à presença deste grande clube nas competições que orgulhosamente disputa. Contigo, a emoção não arreda pé do relvado. As pessoas vêm aos estádios para te ver, para gritar o teu nome, para se sentirem bem representadas em campo, para terem a certeza de que são correctamente defendidas durante a hora e meia de jogo. É por causa de jogadores como tu que o «pontapé na bola» ainda é um desporto capaz de fazer esquecer os objectivos comerciais do tal negócio de milhões. Respeitamos-te, estamos contigo hoje e sempre, alinhes de início ou nem sequer jogues.

publicado por Benfica 73 às 12:20

Novembro 27 2010

Se as tivéssemos, distinguiríamos a obra, a cultura e contributo para o bem-estar dos cidadãos. Hipotéticas condecorações trazem pois esta coluna nomes cujo benfiquismo merece ser enaltecido. Atletas e técnicos, de hoje e de outrora, ficam para outras páginas e prefiro mencionar alguns e não destacar nenhum, mesmo não havendo linhas que cheguem: António Lobo Antunes, Fernando Tordo, Paulo de Carvalho, José Jorge Letria, Paco Bandeira, Ricardo Araújo Pereira, Manuel dos Santos, Tiago Dores, Miguel Góis, Ricardo Cardoso, José Fonseca e Costa. Dos possíveis galardoados supracitados, neste exercício que me vincula apenas a mim, só o escritor António Lobo Antunes não veio ainda à Benfica TV. Seria uma honra, um privilégio recebê-lo e dar-lhe o tempo de antena que merece. Ficaríamos presos à imagem e ao som na evocação do Benfica para quem foi e é de Benfica, com e sem futebol. Estes talentos são capazes de transformar a televisão previsível numa televisão original e rica na partilha de testemunhos. Tê-los cá faz a diferença, no mínimo faz da Benfica TV um canal surpreendente. O programa norte -americano «No reservations» consegue ser diferente de tudo o que alguma vez vi sobre viagens e gastronomia. Podia ser idêntico a tantos outros mas não é porque tem Anthony Bourdain. O apresentador subverte o óbvio, recorrendo às emoções e a histórias bem contadas. Nós não temos um Bourdain mas podemos ter uma lista de talentos que, caso queiram, entram em cena para fazer de um simples televisão de clube um canal capaz de apelar a mais de seis milhões de portugueses. O apelo é extensível ao jornalista Ferreira Fernandes, que até admiro bastante. Para corrigir a imperfeição que as suas crónicas fizeram agravar, esclareço que os relatos da Benfica TV (começaram em Dezembro de 2008) resultam da impossibilidade de se exibirem os jogos em directo. O campo e as equipas uma contra a outra. Os direitos pertencem a outrem, não a nós. Negoceiam-se e debatem-se desde que existe Olivedesportos, envolvem milhões de euros, divididos por várias épocas de exclusivos. Seja como for, este canal precisa de si também, FF enquanto benfiquista e espectador atento. Sem condecoração.

publicado por Benfica 73 às 00:52

Novembro 16 2010

“Vamos ver se nos entendemos”, a Benfica TV ganharia muito se benfiquistas mediáticos, brilhantes, os melhores entre iguais, estivessem presentes regularmente nas nossas emissões. Ainda que merecedores de um espaço alargado, destaco dois deles nesta crónica semanal com caracteres contados. A frase de arranque do presente texto é uma expressão recorrente no discurso de Júlio Machado Vaz, psiquiatra e sexólogo que partilha as manhãs da Antena 1 com outro grande benfiquista, jornalista, que religiosamente oiço antes de vir para o Estádio da Luz: João Gobern. De segunda a sexta-feira, não perco nenhum dos programas. E como eu deve haver largos milhares. O Júlio e o João vivem no Norte e são figuras que deixam marca por onde vão passando, capazes de defender o Sport Lisboa e Benfica onde quer que estejam. Inteligentes, sensíveis, experientes e fiéis às convicções e princípios fazem-se ler, ver e ouvir de forma apaixonada. Vincam a presença do SLB nas mais diversas ocasiões, conseguindo ser a voz de milhões de adeptos que vivem longe da Avenida General Norton de Matos, da “Nova Catedral”. Na semana das justas homenagens aos Sócios Fundadores, a Cosme Damião, ao Centro de Documentação, ao Museu e ao Departamento de Reserva, Conservação e Restauro (parabéns, António Ferreira!), na semana em que os valores do Clube foram tão bem divulgados parece-me oportuno colocar Júlio Machado Vaz («O Amor É», com Inês Meneses) e João Gobern («Pano para Mangas» e «Hotel Babilónia», este último com Pedro Rolo Duarte) na zona focada pelas objectivas.

Nomes e iniciativas grandes, história e actualidade de valor, presente e futuro brilhante reforçam e engrandecem o SLB. João e Júlio, JJ, convidados várias vezes para vir à antena, cumprem a sua parte de informar com o Benfica no coração. Haja futebol ou não, são um exemplo há anos. Despeço-me até de hoje a oito dias, com a referência a outros nomes de benfiquistas mediáticos, os melhores dos melhores.

publicado por Benfica 73 às 16:52

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