Dezembro 17 2015

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Novembro 19 2015

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Julho 01 2015

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Março 18 2015

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Março 12 2015

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Março 05 2015

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Março 04 2015

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Fevereiro 25 2015

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Fevereiro 12 2015

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Janeiro 28 2015

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Janeiro 22 2015

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Janeiro 21 2015

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Janeiro 14 2015

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Janeiro 07 2014
António Bagão Félix cresceu a ver Eusébio espalhar magia pelos relvados com a camisola do Benfica e da Seleção Nacional. Para o conhecido adepto benfiquista, o Pantera Negra «confunde-se com Portugal».

«Tive o privilégio de poder ver sempre Eusébio jogar. A minha adolescência foi passada também com Eusébio. Essa memória é indelével. É certamente, a par de Amália Rodrigues, a figura mais popular nos últimos cem anos. Seja para os mais novos, que nunca o viram jogar, ou para os mais velhos, que têm essa memória, Eusébio confunde-se com Portugal», destacou Bagão Félix, em declarações à Benfica TV.

«Eusébio foi o primeiro a fazer a globalização desta pequena parcela da Europa que se chama Portugal», observou.
Para Bagão Félix, «Eusébio e Benfica são sinónimos».

«Não era apenas um génio nato na prática do futebol, era um homem completo e um exemplo para os mais jovens. Nunca teve tiques de vedeta, jogou com profundo amor à camisola pelo seu clube e pelo seu País. Fica o seu exemplo e a sua autoridade moral e ética para os mais novos», realçou.
Fonte: A Bola
publicado por Benfica 73 às 10:31

Outubro 26 2012
O antigo ministro da Economia e reconhecido adepto encarnado, Bagão Félix, votou há minutos no Pavilhão da Luz. À saída, sem revelar o seu candidato, Bagão Félix comentou ter ficado desiludido com algumas coisas que se passaram durante a campanha.
«Durante a campanha houve coisas de que não gostei», afirmou, sem especificar. «Nunca esquecerei o resgate de Vieira e Vilarinho. Tiraram o Benfica de um período muito negro mas agora os sócios tem mais ambição em termos desportivos. Os sócios do Benfica são assim, querem sempre mais», acrescentou.
Questionado se algum dia poderá vir a ser candidato, Bagão Félix recusou que isso aconteça num futuro próximo. «Não penso nisso agora. Tenho razões particulares e pessoais que me impedem», disse.
Fonte: A Bola
publicado por Benfica 73 às 15:15

Maio 18 2012

O antigo vice-presidente do Benfica lamenta o “timming” das eleições no clube, com a época a decorrer, e assegura que, por agora, não pensa avançar com uma candidatura.


«Neste momento, não penso nisso. É uma hipótese que não se coloca mas tenho o direito de pensar nisso, como qualquer sócio. Se posso mudar de ideias até outubro? Já tenho idade suficiente para não dizer que isto não acontecerá. Conheço-me bem e o contexto da minha vida e esses fatores condicionam as nossas decisões», disse Bagão Félix em declarações à TSF, onde elogiou o trabalho de Luís Filipe Vieira na liderança do clube.

«Quando se está há muito tempo e não se ganhe muito, é natural que haja algum desgaste. No Benfica só há um objetivo que é ganhar - não se pode viver apenas da ideia de ser Benfica. A marca não dá vitórias, as vitórias é que reforçam a marca. Nestes anos, melhorou-se em termos desportivos mas não tanto como querem os benfiquistas, que devem estar agradecidos a Vieira. Pegou no clube num momento delicado, restituiu-lhe credibilidade institucional, fez bons negócios e dinamizou as modalidades. Há aspetos positivos a tomar em conta», prosseguiu, criticando a ausência do presidente na reta final da temporada:

«No momento mais crítico da época, só vi uma cara a falar, que foi o Jorge Jesus completamente isolado. Não se viu o presidente e isso, por vezes, faz a diferença. O campeonato é uma competição longa que se ganha com uma boa equipa, um bom treinador mas também com toda a estrutura à volta», afirmou, mostrando-se a favor da continuidade do treinador:

«Tem contrato de quatro anos e sempre fui a favor da preservação dos contratos, exceto situações excecionais e o Benfica ganhou algumas coisas e jogou bom futebol. Mas a verdade é que ficou aquém das expectativas. Outra questão é a rotação dos jogadores. O Ramires esteve um ano, o Di Maria dois. Imagine o que seria esta época se o Benfica tivesse retardado um ano a transferência de Fábio Coentrão, bastava isso. Eu percebo que a questão financeira é difícil e este tipo de negócios têm de ser feitos mas há clubes que mantêm os jogadores durante três ou quatro anos. Jesus está sempre a reconstituir a equipa e deve ter as suas dificuldades.»

Sobre se as arbitragens afastaram o Benfica do título: «Acho que aconteceu mas isso, por si, não explica porque não foi campeão. O Benfica é a melhor equipa portuguesa quando joga bem mas é irregular pela rotação insuficiente de jogadores. Acho que o Benfica se entusiasma com o próprio entusiasmo. Tinha obrigação de fazer mais, por ter o melhor plantel.»
Fonte: A Bola
publicado por Benfica 73 às 19:18

Abril 04 2012
Antigo ministro e confesso adepto do Benfica, António Bagão Félix considera que o clube encarnado tem todas as hipóteses de vencer em Stamford Bridge e seguir para as meias-finais da Liga dos Campeões. No entanto, salienta que os comandados de Jorge Jesus terão de jogar diante do Chelsea como se tratasse do último jogo da época.

Para Bagão Félix, nem o suposto cansaço provocado com a sobrecarga de jogos poderá servir de justificação para não dar tudo esta noite em Stamford Bridge. «Profissionais de topo não de podem cansar por jogarem duas vezes por semana. O que provoca mais cansaço são as derrotas», afirmou o antigo ministro da Segurança Social, convidado por A BOLA TV para fazer a antevisão à partida com o Chelsea. 

«O Benfica tem de jogar como se fosse o último jogo da época», vincou Bagão Félix, a quem as várias baixas na defesa por lesão não retiram otimismo. «Temos Aimar, Cardozo, o Gaitán está a subir de forma, o Bruno César dá sempre tudo. Penso que se o Benfica conseguir chegar ao intervalo com empate a zero e marcar primeiro na segunda parte poderá ser decisivo», referiu.

Para o efeito, e tendo em conta a partida da primeira mão (derrota por 0-1), Bagão Félix pediu maior eficácia em frente à baliza por parte de Cardozo e companhia.
Fonte: A Bola
publicado por Benfica 73 às 17:53

Março 07 2012

ESCREVO antes da Champions, ainda sobre o excelente clássico que PP (Porto Proença) venceu. A falsidade do 3º golo portista deveria constar da 1ª aula de um manual iniciático de um jovem imberbe que queira ser árbitro. Jogadores fora-de-jogo desde o momento zero, bola parada, marcador do livre a dar todo o tempo para certificar o adiantamento, bandeirinha no sítio certo. A ajudar à festa, Artur também fez de Roberto.

Aquele golo batoteiro deveria envergonhar qualquer juiz de vão de escada. Ou levá-lo a um oftalmologista. Mas, pelos vistos, não para o bem penteado Proença e sua equipa. Foi este mesmo alegado benfiquista (abrenúncio!) que inventou um penalty sobre o Lisandro no Dragão, dois na Luz para o Sporting, castigou um braço de Emerson em Braga mas não o de um portista na Luz.

Dizem comentadores, uns mais tutelados do que outros, que «foi apenas um erro». E o Lobo cientifico lá balbuciou na sua linguagem rebuscada que «o jogador estaria… adiantado».

Só se esqueceram que o falso golo dourado pode valer um campeonato aproençado. Por ora, valeu 3 pontos face ao Benfica (ou quase 4) e 2 ao Braga. É obra! No momento certo, aparecem Hugo Miguel & Proença, ao mesmo tempo que o Paixão de Barcelos foi dado como desaparecido.

Tem razão o presidente do Benfica nas declarações que fez. Só que tarde. Casa arrombada, trancas à porta. Mais preocupado em blindar estatutos para evitar putativos candidatos, o Benfica tem-se deixado seduzir pelo canto da sereia nos órgãos da Liga e da Federação onde conta como uma quase nulidade. Excesso de confiança ou insensata ingenuidade?

Autor: Bagão Félix

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 22:53

Novembro 30 2011

LI que o SLB pôs à venda uma colecção de «preservativos à Benfica». Apresentada como «abrangente e apelativa» de «um produto contemporâneo e atractivo, para fortalecer e complementar o portfolio». Sem comentários.

Vai um derbi? A melhor defesa é jogar ao ataque. Esta vai ser à Benfica são algumas das lapidares frases das embalagens.

O Benfica potencia, assim, a venda de novos equipamentos alternativos: depois das camisolas, camisas e camisetas, é a vez das camisinhas. Sabendo-se do expressivo universo benfiquista, sugiro que se faça sondagem sobre o seu uso no contexto futebolístico. Há mais ou menos procura: quando o Benfica ganha? Se o jogo é à tarde ou à noite? Fora de casa ou ambiente caseiro? Para cumprir calendário ou amigável? NO defeso com fome de bola ou quando a época já vai alta? Se o jogo é mais com o coração do que com a cabeça ou o contrário? Antes ou depois de chicotada psicológica? Quando o par é águia ou leoa ou dragona?

Antevejo novos nomes e slogans: Uns pela posição: pivô, trinco, ponta de lança, falso lento. Outros, ligados à arbitragem como fora-de-jogo, penalty, bola na mão ou mão na bola, área de rigor. Ou ainda, terceiro anel, inferno da Luz, linha de cabeceira, 3 minutos à Benfica, ou tempo extra. Mas, espero que jamais haja um com a frase que ouvi do treinador do FCP: sem ponta por onde se lhe pegue. E por que não nomes de jogadores? De alguns que jogaram no Benfica: Paredão, King, Pipi e Okunowo. Ou Kmet e Caicedo para atrair outras preferências.

Um amigo sportinguista, maliciosamente, dizia-me quão bom seria que o seu uso se generalizasse entre benfiquistas para que a «espécie» tivesse os dias contados. Cuidado, malta!

Autor: Bagão Félix

Fonte: A Bola 

publicado por Benfica 73 às 01:18

Junho 12 2011

ESTOU consciente das dificuldades que uma Direcção sempre tem na construção de um plantel. Por isso, o que para hoje escrevi deve ser lido, não como uma crítica, mas como um desabafo solidário de quem, fora do vulcão das transacções do defeso, ainda quer acreditar que é possível conciliar razão com emoção. Ora, acontece que, nestas semanas, a minha memória já não é capaz de abarcar a pletora de putativos candidatos a jogadores do Benfica. Todos os dias surgem como cogumelos, numa volúpia inflacionista de quem se serve do nome e prestígio do Benfica, não para ‘memória futura’, mas para ‘comissões futuras’. Os casos de pura imaginação ou boataria – e são muitos – deveriam ser liminarmente desmentidos e repudiados.

Depois, todos os dias há notícias (?) sobre o plantel: ou é Saviola com propostas das arábias, ou Aimar em reflexão, ou Cardozo hesitante entre a Rússia e a Luz, ou Luisão com vontade de sair, ou Maxi que pode ser assediado pelo rival, ou Roberto que fica-e-não-fica, etc.

E, finalmente, o que se passa com Coentrão. Não faz qualquer sentido que o ainda empregado pago pelo Benfica fale como se já fosse do Real Madrid. «Tentaram que eu ficasse mas, claro, a minha decisão está tomada», disse a jornal espanhol. Há limites para tudo, mesmo para Coentrão. Por isso, apoio inteiramente a decisão disciplinar da SAD. E a firmeza para com o Real Madrid que, se o quiser ter, deverá bater a cláusula dos 30 milhões (o que até é pouco para a sua valia) sem jogadores em troca. Aliás, estou cansado do argumento (generalizado entre futebolistas) de que, coitados! «não podem ficar contrariados». Como se comprimento de contrato assinado de livre vontade fosse punição!

Autor: Bagão Félix

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 16:00

Maio 14 2011

"Roberto não devia ter sido lançado às feras." Esta é a visão de Bagão Félix, antigo vice-presidente do Benfica, que atira: "Não sei se é mais causador dos problemas se vítima." Em declarações à Antena 1, o conselheiro de Estado considera que se "cometeram erros" na situação de Roberto, como o próprio "presidente do Benfica reconheceu". "Um guarda-redes jovem, que vem de outro campeonato, com qualidades, mas com muito a aprender, não pode ser lançado assim nos primeiros jogos. Até porque há outros guarda-redes", disse.

Numa análise ao momento encarnado, Bagão Félix manifesta-se contra a venda de Fábio Coentrão. "Representa a alma do Benfica, e os milhões que possam pagar dar não pagam isso", disse, frisando que "50 por cento do êxito do Benfica dependerá da continuidade ou não desse notável jogador". Ainda sobre saídas, criticou a de David Luiz. "Não se pode ceder, a meio da época, um jogador essencial. Deixou a equipa abalada", lançou, defendendo Jesus: "Não pode fazer milagres, e continuo a confiar nele."

Sobre o balanço da época, o antigo dirigente admitiu que "em circunstâncias normais não seria decepcionante", explicando que foram "as derrotas com o FC Porto e Braga, nas meias-finais da Taça de Portugal e da Liga Europa, que levaram a esse sentimento".

Fonte: O Jogo

publicado por Benfica 73 às 18:25

Fevereiro 12 2011

A notícia surpreendente chegou-nos há dias. Vanessa Fernandes, a campeã de triatlo, resolveu interromper a sua actividade desportiva. Pelo que li, tal deve-se a circunstâncias pessoais, físicas e anímicas, absolutamente respeitáveis.

Vanessa sempre foi uma admirável atleta. Deu sempre um gostoso ar de menina descontraída, às vezes até traquina, desfrutando o prazer do que fazia, bem apoiada familiarmente até pelo exemplo do seu pai.

Mas esta notícia fez-me voltar a reflectir sobre o mundo duro, predatório e impiedoso com que os mais novos se defrontam no desporto e não só.

Hoje vive-se com a obsessão fulminante do sucesso, da vitória, da fama, do dinheiro. Quase sempre fugazes e ilusórios. Este falso cânone de felicidade contagiou perigosamente o mundo infantil e juvenil. Suprimem-se ou atrofiam-se etapas necessárias de crescimento físico, intelectual, emocional e psíquico por que deve passar necessariamente uma criança ou jovem, o que, mais tarde, deixa as suas marcas nocivas.

Vemos isso estimulado pateticamente em concursos televisivos feitos à medida dessa exploração de precoces talentos de meninos e meninas, sob a observação de pais babados. Hipocritamente, nestes casos, a sociedade não censura o trabalho infantil que bem condena em outras actividades laborais…

Todos temos presente, ainda, a exploração ignóbil de ginastas e atletas do leste em prol da propaganda de um regime, de tenistas mais tarde confrontados com a solidão da derrota ou o desespero da desistência, e de indefesos jovens ícones que não estão preparados para o esquecimento do dia seguinte e para os embates do mundo.

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 00:34

Dezembro 26 2010

Bagão Félix é uma figura de proa no universo benfiquista. Por mais de uma vez apontado como provável candidato à presidência do clube, nunca avançou nesse sentido. Digamos que é a eterna sombra do poder encarnado, a voz que todos escutam atentamente. Apenas uma vez foi vice-presidente de Assembleia-Geral do clube da Luz, entre 1992 e 1994.
Esta entrevista de fim de ano é, pois, uma viagem entre o futebol e a política, entre o Benfica e o país social, sempre dominada por um denominador comum, a crise, que atinge a sociedade portuguesa e a Europa em geral, mas que não passa ao lado do clube da águia.
- Alguma vez pensou ser presidente do Benfica?
- Pensei, pensei...Cheguei a encarar essa hipótese. E tinha vontade. Acontece que preciso de trabalhar para ganhar o meu dinheiro, não tenho bens para além do meu trabalho e, em Portugal, infelizmente, isso inviabiliza uma candidatura. Na altura em que pensei nisso, a questão colocou-se assim.
- Mas tem seguido atentamente o percurso desta Direcção e o da SAD? No fundo, o percurso de Luís Filipe Vieira.
- Sim, tenho. Acho que o Luís Filipe Vieira é um presidente que merece ser considerado, desde logo porque tomou conta do Benfica numa situação dramática. Os benfiquistas devem estar reconhecidos. O Benfica voltou a ganhar credibilidade institucional e um valor patrimonial decisivo, que é o da estabilidade. Isso é fundamental e eu estou-lhe reconhecido como benfiquista que sou. Do ponto de vista financeiro também arrumou a casa.
- A diferença entre o Benfica, dentro das quatro linhas, da época passada para esta, tem sido grande...
- Lá está um aspecto que penso que pode ter de ser modificado e até posso estar a ser injusto, porque como não estou dentro da Direcção, não sei a quem atribuir mais responsabilidades, se à direcção, se à comunicação social, ao jornal A BOLA por exemplo, ou se à má gestão de aspectos relacionados com o plantel. É que constantemente, seja no princípio da época, seja no fim ou no defeso, não há um santo dia em que não haja um jogador apontado ao Benfica. Se eu fosse jogador do Benfica estava sempre em polvorosa, sentia-me sempre instável. O Benfica tem de parar com isso, porque destabiliza. Estamos a falar de jovens jogadores, com muito dinheiro, que todos os dias, todos os fins-de-semana, são escrutinados como ninguém, e a quem não se perdoa nenhum erro. O David Luís está a jogar menos? Pois, coitado, todos os dias há notícias de que sai para ir ganhar o triplo; o Cardozo a mesma coisa, o Luisão e por aí adiante. Psicologicamente o jogador vê-se envolvido numa lógica e num contexto muito melindroso e acho que o Benfica se ressentiu disso esta época.
- Isso, só por si, não explica tudo...
- Pois não. Por isso penso que o Benfica este ano errou na pré-época. Em primeiro lugar porque, aparentemente, contratou jogadores, que até são razoáveis, para lugares onde não precisava e não comprou jogadores para lugares onde sabia que ia precisar. Toda a gente sabia que Ramires e Di Maria iam embora. E não se percebe como o Urreta foi dispensado ao Desportivo da Corunha. Em segundo lugar, porque acho que o Benfica entrou num jogo decisivo do ponto de vista psicológico ainda em calções de banho, no jogo com o FC Porto, para a Supertaça.
-Este afastamento da Liga dos Campeões foi frustrante...
- Foi sem dúvida decepcionante. O Benfica ficou muito aquém do que esperávamos e das expectativas criadas pelo treinador Jorge Jesus, que apoio bastante, mas acho que se excedeu, entusiasmou-se e falou a quente, com a adrenalina toda, ainda que com boas intenções. Não se pode falar logo a seguir à conquista de um troféu, pois pensamos que tudo é possível, só que depois arrefecemos e percebemos que ainda temos de crescer muito. E o Benfica, a nível internacional, ainda tem de crescer muito. Isso verificou-se nestes jogos da Liga dos Campeões. Podíamos ter ido aos quartos-de-final, tínhamos equipa para isso. O Benfica tem de comer muita côdea para ter um estatuto internacional que meta medo. Recordo-me de quando o Benfica chegava e era como os adversários jogarem com o Barcelona ou o Manchester United, criava logo um desconforto. E é esse desconfortoque o Benfica tem de voltar a conquistar. O Benfica tem de voltar a meter medo!

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 14:08

Dezembro 10 2010

RECORDEI há dias, o western de F. Zinnemann O comboio apitou três vezes. Por causa de um jogo em que o árbitro também apitou três vezes. Para apitar um 1.º penalty que não deveria ter apitado. Para apitar um 2º penalty. E para apitar que ainda não tinha apitado. E não houve necessidade de apitar mais porque o marcador do 1.º penalty fez ouvidos de mercador e pés de marcador. E porque o marcador do 2.º penalty, com tantos apitos no ouvido, resolveu trocar um golaço por uma homenagem ao apitaço.

Não sei a cor do apito. Dourado não era. Encarnado nem pensar. E o material? De madeira da Madeira? De lata? Ultrasónico? Da loja do mestre André? Com controlo remoto? Ou fabricado numa das vilas boas para apitos?

O certo é que foi um apito cujos decibéis dependeram não só dos pulmões ou dispneia do apitador como da sensibilidade à dor do apito. A bola entrou, houve dor. A bola não entrou, não houve dor. Nem sequer dor da apito (xina) que é o veneno dos zângãos.

O apitador chama-se, em versão moura e familiar, El Mano. Que apita entre semibreves e semifusas, entre dós sustenidos e lás naturais.

Um delicado irmão, este El Mano! Até pode, numa próxima vez, substituir o apito pelo 'surdo' que, no Brasil, é um tambor cilíndrico de som forte e grave, usado no samba e muito considerado pela torcida! Ficariam, assim, sincronizadas e cegueira, a surdez e a torcida.

Razão tem o provérbio onde está o apito e o atom, não faz o demo o seu som, ao qual juntaria agora um outro com um inciso antes do apito: o jogo só termina quando o árbitro (não) apita. E sendo Santos o árbitro El Mano, se conclui, em versão inversa do adágio, que santos de fora fazem milagres...

Autor: Bagão Félix

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 17:03

Novembro 25 2010

ESCREVO depois da magnífica vitória do Braga arsenalista sobre o Arsenal londrino e da inacreditável humilhação do Benfica em Israel. A carreira dos clubes portugueses na Europa tem sido muito positiva. A excepção é o meu clube que não marcou um único golo fora (sofreu sete), nem contra os banais israelitas! Mesmo assim, Portugal ocupa o 3.º lugar do ranking da temporada (só atrás da Inglaterra e da Alemanha e à frente, imagine-se, da Espanha, da Itália e da França!)

As cinco equipas (incluindo o marítimo) disputaram 34 jogos onde obtiveram 23 vitórias (cerca de 70% do total), 1 empate e 10 derrotas. É um registo que evidencia boa presença na elite europeia. Destaco o Braga, que em 9 jogos a doer (Celtic, Sevilha, Arsenal, Shaktar e Partizan) venceu seis!

Estes resultados quase permitem assegurar o regresso de duas (ou três) equipas à Liga dos Campeões e a ter mais clubes na Liga Europa.

Mas aquilo que é um êxito assinalável acaba depois, e por regra, por transformar-se numa forma de voltar a uma representação mais minimal no palco europeu. É assim uma espécie de ioiô: com memos e melhores equipas subimos de patamar para termos mais representação, sendo que depois mais equipas nos levam a voltar ao patamar inferior.

Este ioiô é, afinal, o sinal exterior de um fosso muito grande que existe, em Portugal, entre os chamados grandes ou quase-grandes e todos os outros. Afinal, o espelho de um país muito desequilibrado nas suas várias expressões económicas, sociais e territoriais.

Uma última nota que com amargura escrevo: o Benfica foi na Champions um pequeno clube, vulgar e sem personalidade. O único que não assegurou sequer a continuação na Liga Europa! Percurso para reflectir seriamente, mas sem ioiôs…

Autor: Bagão Félix

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 18:31

Novembro 24 2010

NO passado fim-de-semana houve Taça. Mas não para todos. O Benfica e o Braga foram obrigados a um pousio. Não houve, na Luz, um jogo de futebol por causa da Nato. Foi pena. Obama e Medvedev perderam uma soberana ocasião - como sói dizer-se em futebolês - de, no intervalo de mísseis e antimísseis, verem ataques e contra-ataques sem terem que aturar o teleponto de Sócrates, a brilhantina de Berlusconi ou a insuportável indumentária da senhora Merkel.Ainda estou para perceber a razão verdadeira do adiamento do jogo. Tenho dado voltas à minha cabeça. Árbitros convocados para a Cimeira? Mobilização para a Nato de todos os stewards disponíveis? Blindados que ainda não chegaram? Meteorologia aziaga? Cardozo out? Alan castigado? A águia Vitória de serviço no Parque das Nações, fazendo escolta a outras aves de rapina? Importação de bolas de golfe do Atlântico Norte? Medo de um qualquer túnel?

Dei também comigo a pensar no que teria acontecido em Londres se lá se tivesse realizado a Cimeira. Não imagino o futebol londrino, o Arsenal, o Chelsea, o Tottenham, o West Ham ou o Fulham a fecharem as portas por decreto de Sua Majestade…

Pus-me ainda a imaginar o Estádio da Luz cheio de manifestantes anti-Nato comendo bifanas, uns coiratos e bebendo umas cervejolas, numa espécie de aquartelamento improvisado para daí partirem para acções de protesto.

Somos um país de excessos. De tudo ou nada. Numa atitude algo provinciana, decidiu-se que a luz apagada na Luz asseguraria a ordem e a tranquilidade. Ficámos todos mais descansados. Assim se garantiu que a nata da Nato estivesse fora-de-jogo e que o jogo venha a estar fora da Nato…

Autor: Bagão Félix

Fonte: A Bola

publicado por Benfica 73 às 00:10

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