Maio 31 2010

 

Iker Casillas, Maicon, Pepe, Sergio Ramos, Kolarov, De Rossi, Xabi Alonso, Kaká, Cristiano Ronaldo, Di Maria e Benzema.

publicado por Benfica 73 às 21:51

Maio 31 2010

"Vi os festejos pela televisão e fiquei impressionado"

Franco Jara está entusiasmadíssimo com a ida para o Benfica. Em entrevista a O JOGO, o atacante argentino confessa que está ansioso por falar com Jorge Jesus e por conhecer os cantos... à nova casa. Tranquilo, promete fazer vibrar os adeptos com o seu futebol veloz. No entanto, pede para evitarem comparações com Di María, Aimar, Saviola ou outro craque qualquer, pois tem a sua própria "personalidade e maneira de jogar".

Jara quer ajudar o Benfica a tornar-se novamente campeão nacional e a conquistar espaço na Europa, porque confessa que ficou emocionado com os festejos do título.

"Estou com grande expectativa em relação ao Benfica, porque toda a gente me fala muito bem do clube. Além disso, vi os festejos na televisão e na internet e fiquei muito emocionado, impressionado. Confesso que gostaria que se repetissem para o ano comigo lá", disse, a O JOGO, o reforço que os encarnados foram buscar ao Arsenal de Sarandi.

Jorge Jesus espera muito dos novos recrutas, sobretudo dos homens provenientes do País das Pampas, e Jara promete não se esconder. "Aceito a responsabilidade e estou pronto para tudo. Vou deixar tudo em campo: a pele e o coração."

As diferenças entre o futebol argentino e o português são muitas, mas o craque desvaloriza a questão. "É verdade que os estilos mudam de país para país, mas o futebol é universal e não me parece que vá encontrar problemas no Benfica. O que mais quero neste momento é começar e demonstrar em campo tudo o que sei fazer."

"Agradeço a Jesus ter pensado em mim para reforçar o Benfica"

Jara ainda não falou com Jorge Jesus, mas sabe que o treinador fez muita força para que a sua aquisição se concretizasse. "Ainda não falei com o treinador, mas estou ansioso por conhecê-lo. Quero muito falar com ele, até para lhe agradecer o facto de ter pensado em mim para reforçar o Benfica", sublinhou.

"Não estou triste"

Foi pela mão de Diego Armando Maradona que Jara chegou à selecção principal da argentina. No entanto, ficou de fora dos eleitos para África do Sul. O craque garante que não ficou triste com a opção de Dios e promete dar luta para estar presente em 2014 no Brasil, no próximo Mundial. "A Argentina tem grandes jogadores, e não é fácil fazer parte da selecção. Portanto, não fiquei nada triste com as opções. Vou torcer por fora pela nossa selecção. Sei que terei outras oportunidades, e quem sabe não poderei estar no Mundial de 2014? Sou ainda muito jovem, tenho tempo, posso esperar", sublinhou o jogador.

Saviola realizou uma boa temporada na Luz, mas foi ignorado por Maradona. Jara volta a referir que o seleccionador da Argentina "não poderia levar todos". "Trata-se realmente de um grande jogador, com lugar em qualquer clube, aliás como se vê pelo seu currículo, mas não foi chamado, tal como aconteceu com outros."

"Di María é grande em qualquer equipa"

Franco Jara conhece bem Di María, tanto mais que já estiveram juntos ao serviço da selecção argentina. Embora ainda à distância, o avançado formado no Arsenal de Sarandi tem acompanhado a carreira do amigo na Luz e não hesita em considerar que Di María está a viver o seu ponto mais alto como jogador. "O Di María é um grande jogador e esta época, no Benfica, atravessou os melhores momentos da sua carreira até agora. Além disso, está também a atingir níveis de qualidade muito apreciáveis na selecção argentina. Por tudo isso, prevejo que tenha um grande futuro pela frente", afirma Jara. Aos 21 anos, o atacante prefere não ser alvo de comparações com os compatriotas que já alinham no Benfica, defendendo que cada um tem as suas características e que ele pretende ganhar espaço próprio no clube da Luz. "Não me comparem com o Di María, nem com o Saviola, nem com o Aimar, pois somos todos jogadores com características diferentes. O que eu posso dizer é que estou preparado para este desafio, que julgo ser o maior da minha carreira", avisa.

Incontornável é a possível saída de Di María para o Real Madrid. O interesse dos madridistas existe, mas falta a passagem à negociação final para a transferência. Quanto a este assunto, Jara confessa não saber muito, mas tem uma forte convicção: se Angelito for para o Real, irá vingar. "Pelo que sei, a situação ainda não está definida e o negócio não está fechado. Mas é um grande jogador, capaz de representar qualquer equipa", assegura o internacional argentino, que revela "não ter problemas com a responsabilidade" de jogar num clube como o Benfica.

Chegada a 17 de Junho

Por enquanto, Franco Jara continua na Argentina a aproveitar as férias, após uma época no Arsenal de Sarandi em que foi titular indiscutível. Por estes dias, o avançado prepara tudo para poder viajar para Portugal, tendo mesmo já viagem marcada para o próximo dia 17 de Junho. O facto de vir tão cedo prende-se com a necessidade de o jogador encontrar casa e começar a conhecer a zona de Lisboa e do Seixal, onde passará a maior parte do seu tempo. A namorada de Jara irá acompanhá-lo nesta viagem, podendo ambos, mais tarde, vir também a ter a companhia de alguns familiares próximos.

 

Shaffer coloca Jara no patamar de Saviola

O lateral-esquerdo José Shaffer, que o Benfica emprestou ao Banfield, conhece bem Jara e considera que o clube da Luz acertou em cheio na contratação do compatriota, tal como na de Gaitán. Referindo-se em concreto a Jara, Shaffer lembra que chegou a defrontar o avançado na Argentina e que este não era alvo fácil de marcar. "É um jogador muito bom e acredito que vai ser capaz de se integrar bem no Benfica, à semelhança do que se passou com o Di María", começa por referir o lateral-esquerdo a O JOGO. O defesa passa depois à análise das principais características de Jara. "É muito, muito rápido com a bola e sabe fazer golos. Em termos comparativos, pode dizer-se que é um pouco como o Saviola na sua maneira de jogar", compara o lateral-esquerdo, que ainda tem contrato com o Benfica. Apesar da juventude de Jara, a sua maturidade e o facto de encontrar vários compatriotas e brasileiros na Luz serão factores, segundo Shaffer, decisivos para uma integração mais ou menos rápida no futebol português. "O Benfica tem um bom grupo de trabalho, e o Jara, tal como o Gaitán, vai ser bem recebido por todos. A presença de jogadores como o Aimar e o Saviola será, aliás, importante para isso acontecer", garante Shaffer.

Gaitán vai desequilibrar

Além de Jara, o Benfica também já assegurou a contratação de mais um argentino, Nicolás Gaitán. A este reforço dos encarnados para 2010/11, Jara tece rasgados elogios e aponta-lhe alguns dos pontos fortes que poderão ser mais-valias para a equipa encarnada. "O Gaitán é um grande jogador, pois tem características técnicas muito interessantes. É um desequilibrador nato, e não tenho quaisquer dúvidas de que vai mostrar todas as suas qualidades no Benfica", garante.

Fonte: Jornal O Jogo

publicado por Benfica 73 às 12:14

Maio 31 2010

 

Rui Costa diz que o «Benfica não está preocupado» com o facto de José Mourinho ter avalizado a contratação de Di María pelo Real Madrid.
«O Benfica não está preocupado. Como o presidente [Luís Filipe Vieira] tem dito, só perderemos jogadores pelas cláusulas de rescisão. Se assim for, também ficaremos contentes, pois é sinal de que valorizamos os nossos jogadores»

Fonte: Jornal A Bola

publicado por Benfica 73 às 11:49

Maio 31 2010

publicado por Benfica 73 às 08:30
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Maio 31 2010

publicado por Benfica 73 às 08:22

Maio 30 2010
«Realmente tive um ano muito positivo e tudo correu da melhor maneira possível. Fiquei feliz, mas entendo que isso acontece porque estou numa grande equipa e porque o Benfica foi campeão. Se não tivéssemos conquistado o título, ninguém falaria tanto.»«Vou correr atrás disso, mas com a maior tranquilidade do mundo. O momento certo será esse. Tenho vontade de construir uma carreira na selecção, mas quando for, quero ficar de vez.»

«Não acredito que possa [representar Portugal], pois já disputei um torneio da FIFA pela selecção brasileira sub-20. Mas mesmo se pudesse, não jogaria por Portugal. O meu sonho é defender o Brasil.»

 

Entrevista completa aqui.

publicado por Benfica 73 às 13:58

Maio 30 2010

From: Domingos Amaral

To: Luís Filipe Vieira

 

Caro Luís Filipe Vieira

 

Nos últimos anos, o FC Porto optou pelo modelo de, todos os anos, vender muito bem os seus jogadores. Ganhava o campeonato, fazia uma carreira assim-assim na Europa, e depois vendia. Em pouco mais de cinco anos, saíram Deco, Paulo Ferreira, Ricardo Carvalho, Maniche, Carlos Alberto, McCarthy, Alenitchev, Pepe, Quaresma, Paulo Assunção, Bosingwa, Cissokho, Lucho e Lisandro López, alguns deles vendidos a valores impensáveis. Contudo, depois havia que refazer a equipa. Para consumo interno, a coisa foi dando, mas não deu, nunca mais, para vencer na Europa.

Ora, se o Benfica ambiciona vencer na Europa, a única forma de o fazer é não vender os seus melhores jogadores antes de o conseguir. Se, não digo necessariamente já este ano, mas nos próximos dois, três anos, o Benfica se quer lançar à conquista da Champions, então não pode vender nem Di María, nem David Luiz, nem Cardozo, nem obviamente Jorge Jesus. Pelo contrário, tem de se reforçar. Jara, Gaitán, Fábio Faria podem vir a ser bons jogadores, mas não são substitutos à altura, se os outros saírem.

É claro que há cláusulas de rescisão, e se elas forem accionadas não há muito a fazer. Contudo, não me parece que isso vá acontecer. Mourinho já disse que Di María não vale tanto assim, e também não acredito que haja quem pague a cláusula de David Luiz. Já quanto a Cardozo, olhando para os grandes da Europa, não vejo nenhum a precisar dele.

Ainda bem. Se todos ficarem, o Benfica pode de facto ambicionar uma boa campanha europeia.

Fonte: Jornal Record

publicado por Benfica 73 às 11:49

Maio 30 2010

A determinação de Luís Filipe Vieira em vender as pérolas do Benfica apenas quando as ofertas baterem o valor das cláusulas de rescisão acabará por definir, em larga escala, a composição do plantel dos encarnados em 2010/11. Se a palavra for mantida até ao fim e não houver a mínima cedência, é possível até antecipar que, de todos os craques que já foram apontados a alguns dos maiores clubes europeus, Jorge Jesus apenas irá perder um: Di María.

O caso de extremo argentino é um sucesso absoluto e tem múltiplos factores a seu favor: para além da notável época que realizou, é indiscutível na selecção de Maradona, tem 22 anos e características… que se pagam a peso de ouro. Por isso, o valor da cláusula de saída de Di María está dentro dos parâmetros que actualmente regem o mercado de transferências. Tem como destino mais provável o Real Madrid e até já recebeu uma discreta bênção de José Mourinho: “Se me disserem que podemos contratá-lo a um preço acessível, digo já para arriscarem. Mas se o preço for exorbitante, então digo que não”. Ora, se Mourinho entender, realmente, que os 40 milhões exigidos por Vieira constituem uma exorbitância, não será por isso que o Benfica deixará de vender o jogador. Há interessados em Inglaterra (e até mesmo outros em Espanha…) capazes de assegurar esse negócio, que será o maior de sempre a envolver um clube português.

Mas é altamente provável que fiquem por aqui os milhões encaixados pelos encarnados. Por uma razão simples: o valor das restantes cláusulas de rescisão dificilmente será aceite por qualquer gigante europeu. Algumas são mesmo irrealistas. Vieira não admite receber jogadores em troca para completar as verbas exigidas e o mercado do futebol, também em fase de abrandamento, não deve suportar os 50 milhões pedidos por David Luiz e muito menos os 60 milhões por Cardozo. No caso do paraguaio, o presidente encarnado foi hábil no recuo, quando admitiu vender um atleta por valor inferior ao estabelecido (sem ter confirmado o nome, parece óbvio que se referiu ao melhor marcador da Liga). Mas se o Barcelona acaba de pagar 40 milhões ao Valencia por David Villa (até ao momento, a principal transferência de 2010), é provável que, no caso de Cardozo, Luís Filipe Vieira tenha de fazer um desconto de 50%! Pelo menos.

David Luiz é um caso diferente: já está entre os melhores centrais do Mundo, tem 23 anos e ainda uma interessante margem de progressão. O que falta, então, para que alguém pague os 50 milhões? Chegar à selecção brasileira (o que até esteve muito perto de acontecer quando, no final de 2009, Luisão foi operado a uma apendicite e faltou à chamada do escrete…). E falta ainda outra coisa: alguém perder a cabeça, porque 50 milhões de euros por um central seria, para além de um recorde, autentica loucura em época de crise.

Das duas, uma: ou Vieira estende a outros a medida tomada em relação a Cardozo, ou o mais provável é Di María ser a única baixa no onze que se sagrou campeão nacional (para além de Quim, claro). Isto é: o que pode ser uma excelente notícia para os adeptos do clube também pode, ao mesmo tempo, transformar-se numa enorme desilusão para quem toma conta das finanças da Luz. Porque nunca se tinha sonhado com tanto cifrão.

Autor: Nuno Farinha

Fonte: Jornal Record

publicado por Benfica 73 às 11:08

Maio 30 2010

 

Paraguaio afirmou que ambiciona jogar noutro grande da Europa. Jorge Jesus telefonou ao jogador e disse-lhe que quer tê-lo mais uma época na Luz mas goleador respondeu «Não sei...»
O ponta-de-lança paraguaio do Benfica, Óscar Cardozo, já ao serviço da sua selecção, que prepara a participação no Mundial em estágio nos Alpes franceses, deu uma conferência de Imprensa em que acabou por falar, e de que maneira, de assuntos relacionados com o clube da Luz e com o seu futuro na próxima época mostrando vontade em sair para outro campeonato.
O que poderá não ser fácil face à relutância da SAD em deixar sair jogadores abaixo da cláusula de rescisão. A de Cardozo está fixada em 60 milhões de euros.
Quando convidado pelos jornalistas a abordar eventual transferência, o melhor marcador da Liga ainda tentou passar ao lado do tema: «Não estou preocupado com isso. Apenas estou concentrado na selecção e nem sequer penso em transferências.»
O evoluir do encontro com os jornalistas acabou, no entanto, por levar o paraguaio a admitir que ambiciona abraçar um novo projecto em 2010/2011. «O meu futuro depende do Benfica, que tem a possibilidade de decidir, mas gostaria de ir para um grande de outro campeonato. O professor [Jorge Jesus] telefonou-me, dizendo que quer que fique mais uma temporada no Benfica, mas não sei... Depende do Benfica. Espero jogar todas as partidas do Mundial e fazê-lo bem, para ajudar a selecção e ter melhores possibilidades de conseguir um bom contrato.»
O empresário de Óscar Cardozo, Pedro Aldave, comentou com A BOLA as palavras do jogador. Inicialmente, começou por desvalorizar a situação, afirmando que não tinha ouvido «a conferência de Imprensa do jogador».
Depois, no entanto, perante o peso das declarações e o teor do depoimento, acabou por aceitar falar abertamente da situação, admitindo mesmo que poderá colocar-se em campo para procurar uma solução para o processo.
«Cardozo não está a pressionar o Benfica para sair, trata-se apenas de uma questão de vontade. É a vontade dele e tem de ser respeitada, é o seu desejo. Se houver, efectivamente, uma boa proposta, então tentaremos 'sacá-lo' ao Benfica. É óbvio que está numa boa situação no clube, mas se puder ficar ainda melhor tentaremos que assim aconteça», explicou Pedro Aldave, que respeita também a posição dos encarnados.
«Sei que o Benfica tem a última palavra e vamos ter isso em conta.»

 

Fonte: Jornal A Bola

publicado por Benfica 73 às 09:22

Maio 30 2010

publicado por Benfica 73 às 08:05
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Maio 29 2010
publicado por Benfica 73 às 22:00

Maio 29 2010

A ser verdade, o que é que se passa?
Alguém percebe?
O Benfica não procura um guarda-redes de top, daqueles que garantam muitos pontos?

publicado por Benfica 73 às 14:28

Maio 29 2010

As duas selecções com mais capacidade para ganhar o mundial falam castelhano: Espanha e Argentina. Mais a Espanha que a Argentina, já que tem maior equilíbrio entre talento individual e organização colectiva (por via do contingente made in Barcelona) e um treinador experimentado. A Argentina reúne no ataque o mais incrível lote de talentos. Tem Messi mas também Aguero, Higuaín, Diego Milito, Tevez e Di Maria. Só perante este enunciado de génios se percebe que não façam parte do grupo Lisandro, Saviola ou Lavezzi. E chamo a atenção para um médio ofensivo, também genial, Pastore, do Palermo, que o mundo irá descobrir se Maradona não insistir sempre em Verón. Maradona até pode ser, como muitos, dizem, o ponto débil argentino, mas um bom seleccionador não tem de ser necessariamente um grande treinador. Não raras vezes alicerça mais o seu trabalho na motivação que propriamente na qualidade do treino. E nesse aspecto Maradona pode ser tão bom como os melhores. Até porque deve ser confortável para os jogadores olhar para o banco e ver uma divindade, alguém que por definição é infalível.

O Brasil surge na linha seguinte, como Itália e Inglaterra. A favor do escrete está o talento de Kaká e Robinho, além da camisa amarela que parece dar alma nova a quem a veste. Contra está uma mentalidade de combate (que me lembra Parreira em 94), em que a organização defensiva (sempre com dois médios de contenção) prevalece sobre a criatividade. Foi com os grandes talentos que o Brasil se tornou a selecção mais ganhadora de sempre. Não entendo que Dunga esqueça Pato (o melhor avançado) e Ganso (o novo génio do Santos). E tenho saudades de Ronaldinho.

A Itália está menos forte mas promete ser coesa, depois de deixar em casa os avós Toni, Totti ou Del Piero (Canavarro é exceção) e os génios rebeldes Cassano, Balotelli e Miccoli. E tem Lippi, que é um ganhador. Como Capello, numa Inglaterra assente em grandes campeões (Terry, Ferdinand, Lampard, Gerard e Rooney) e no trio de extremos mais rápido do mundo (Walcott, Lennon e Wright-Phillips).

Se não ganhar nenhum destes, há-de ser a França, apesar de Domenech, a Alemanha, em que desta vez não acredito, ou o Portugal de Ronaldo. Se for alguma das outras 24 selecções será mesmo uma grande surpresa, e o mundo estará para acabar se a Nova Zelândia ou a Coreia do Norte conseguirem uma surpresa que seja, já que me parecem os conjuntos mais débeis.

De volta a quem pode ganhar, sublinho essa Espanha que tem na base da melhor equipa do mundo, com Puyol, Pique, Busquets, Xavi, Iniesta, e Pedro Rodriguez, mais Fábregas e David Silva que também conhecem o tiki-taka. Na frente falta Messi, mas com excepção da Argentina ninguém apresenta uma dupla de bombardeiros como Torres e Villa. É a melhor equipa. Aquela que temos de evitar nos oitavos-de-final. Até porque mais que um duelo de hermanos nessa fase, o que tinha mesmo graça era uma final ibérica. Já agora com uma vitória ainda mais surpreendente que a de Aljubarrota. E dos mesmos.

Autor: Carlos Daniel

Fonte: Jornal Record

publicado por Benfica 73 às 14:22

Maio 29 2010

Autor: Ricardo Araújo Pereira
Fonte: Jornal A BOLA

 

Junto a minha voz à daqueles que se indignam por o hino oficioso da Selecção não ser uma canção portuguesa. Não por patriotismo, mas por coerência com a realidade: creio que a música mais apropriada para este nosso conjunto seria um fado. Antigamente, todas as janelas do País tinham de ostentar uma bandeira portuguesa, mesmo que tivesse pagodes no lugar de castelos. Agora, ninguém vai aos chineses comprar uma bandeira nem que tenha sido bordada à mão pela padeira de Aljubarrota e tingida com sangue de D. Afonso Henriques.

A verdade é que há sacas de batatas mais entusiasmantes do que Carlos Queiroz. Mais facilmente um brasileiro nos faz sentir portugueses do que ele. E, em certa medida, devemos estar-lhe gratos por isso. Com Scolari, o povo português andaria agora entretido a bufar nas vuvuzelas até ficar com as beiças em carne viva. Estaríamos a viver tempos insuportáveis. Elefantes viriam da Índia atraídos pelo barulho, julgando ter ouvido o grito de acasalamento de fêmeas gigantes, e procurariam fazer criação com os portugueses mais volumosos que encontrassem. Com Queiroz, a população da Covilhã em peso organiza-se para lhe comunicar que gostaria de o ver com uma vuvuzela, mas a sair do orifício errado. Compreende-se: por exemplo, Scolari tentou bater num estrangeiro, o que sempre galvaniza o bom povo. A única vez que Queiroz esteve tentado a dar uns bananos, escolheu um português. Isso tem sido uma espécie de imagem de marca: como se tem visto nos jogos, esta selecção não tem agressividade nenhuma frente aos estrangeiros.

 

Ora até que enfim que José Mourinho tem, em Portugal, o reconhecimento que lhe é devido. Não sei se ainda se lembram mas, há uns anos, alguns dos que agora rejubilam com a façanha do treinador português e só lhe vêem virtudes estavam a ameaçá-lo de morte. Um vice-presidente do clube ao serviço do qual ele ganhou a sua primeira Liga dos Campeões foi ao seu quarto na véspera da final passar-lhe o telefone, para que ele pudesse ouvir de viva voz uma mão cheia de insultos e ameaças. Parece que, desta vez, tal não sucedeu. Parabéns a José Mourinho pela sua segunda Taça dos Campeões, e a primeira que ele teve vontade de festejar. Sentiu-se que ele prefere assim.

 

“Nós vamos a partir de hoje aqui solenemente dizer-lhe (…) que nós queremos este ano dedicar a vitória do campeonato a si. A si, que vai ser campeão”.

Pinto da Costa

À conversa com ma fotografia de José Maria Pedroto

7 de Janeiro de 2010

 

“Eu não sou prometedor de títulos nem de nada, que não uso esse tipo de conversa”.

Pinto da Costa

27 de Maio de 2010

 

Este ano não tem sido fácil para quem já foi treinador do Porto. José Maria Pedroto, ao contrário do prometido, não ganhou o título deste ano, e Jesualdo Ferreira já sabe que não ganha o do próximo. Na origem de ambas as desfeitas está Pinto da Costa. Diz-se que o desnorte tem a ver com a má época do Porto, mas deve reconhecer-se que não foi tão desastrosa como se tem dito. Por exemplo, é mentira que os jogadores do Porto não vão disputar a Liga dos Campeões na próxima temporada. O Rentería, em princípio, vai.

publicado por Benfica 73 às 09:42

Maio 29 2010

Ontem, publicámos a 9.ª e 10.ª posições do Top Ten das Piores Decisões de Pinto da Costa na época 2009/10. Aqui ficam as restantes:

8 - Declara que no Porto não há petróleo. Quinze dias depois, compra 60% do passe de Rúben Micael por 3 milhões de euros, e tenta ainda contratar Kléber, conhecido como "O Gladiador", por 6 milhões.

7 - Falha a contratação de Kléber. Os sócios suspiram. Um gladiador era a única coisa que faltava para, nesta época, as Antas se assemelharem ainda mais a um circo.

6 - Elege Tomás Costa como "um verdadeiro reforço de Inverno". Algumas semanas depois, contra o Arsenal, Jesualdo Ferreira deixa-o por opção na bancada, em detrimento de Nuno André Coelho.

5 - Em Janeiro, afirma estar "feliz por saber que havemos de ter Bruno Alves por muito tempo". Em Maio, todos os jornais fazem saber que o símbolo do FC Porto está à venda. Nessa altura considera a hipótese de mudar o título da sua biografia para "Largos dias têm 5 meses".

4 - Promete a Pedroto dedicar-lhe o título nacional. De seguida, ainda pondera dedicar a conquista da Liga dos Campeões a Bobby Robson, mas os outros administradores da SAD demovem-no.

3 - Demite Jesualdo Ferreira, no ato mais irracional e inexplicável da história do clube: se esta foi a "liga dos túneis", sem os quais o FC Porto teria vencido o campeonato, então porquê despedir um treinador que merecia ter sido campeão?

2 - Empresta Rentería ao Braga, que agradece encarecidamente o segundo lugar. Faz lembrar aqueles alunos que deixam o colega do lado copiar, e mais tarde descobrem que ele teve melhor nota.

1 - Opta, no final da época passada, por não assinar com Jorge Jesus. Como forma de homenagear o responsável por ter encontrado Jesus, Luís Filipe Vieira passa a referir-se ao presidente do FC Porto como "o Pastor Jorge Nuno".

Autor: Miguel Góis

Fonte: Jornal Record

publicado por Benfica 73 às 09:38

Maio 29 2010

publicado por Benfica 73 às 08:13
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Maio 29 2010

publicado por Benfica 73 às 08:04

Maio 28 2010

O Benfica vai ter um defeso conturbado. Porquê? Não sei, porque tem sempre um defeso conturbado. Se a última época correu mal é porque há instabilidade e não tem dinheiro para comprar jogadores. Como este ano fomos muito melhores será porque todos os dias nos vão querer comprar um jogador.

Com o Benfica é assim, tem sempre que haver notícia, ser verdade ou ser mentira é apenas um pormenor. Um jogador do Benfica é ou muito novo ou muito velho, ou inexperiente ou está em fim de carreira. Este facto fez de nós especialistas em ler nas entrelinhas, em distinguir o rumor da notícia, em separar a verdade e atoarda. Quando num mesmo dia nos vendem cinco jogadores do onze base, nós percebemos que tudo está a ser feito com juízo e que ninguém sabe nada daquilo que se passa e por isso têm necessidade de especular sobre tudo. Nessa altura percebemos que tirando as capas dos jornais tudo está calmo e tranquilo no futebol do Benfica.

A última conquista de Mourinho foi para mim a mais fantástica da sua carreira. Mourinho chegou ao FC Porto após três anos de secura azul e branca, pôs o FC Porto a jogar bem, mas a conquista da Liga dos Campeões, embora com mérito, beneficiou de um calendário irrepetivelmente fácil; no Chelsea que não ganhava um título há mais de 40 anos, com aquele dinheiro seria provável fazer bem, mas neste Inter que ganhava tudo em Itália como seria possível fazer melhor? O risco era perder, porque ganhar mais, só com um título europeu. Uma miragem num plantel envelhecido e de ambição questionada. Quando Mourinho ganha uma Liga dos Campeões eliminando Barcelona, Chelsea e Bayern para além de campeão, é-o batendo as melhores equipas do Mundo. Simplesmente fantástico. Eu não acreditava possível e julgo que foi o maior de todos os seus feitos (e são muitos). Ninguém tem sorte sempre, nem há acasos todos os anos. Mourinho é melhor, é melhor quase sempre e não é por acaso.

Autor: Sílvio Cervan

Fonte: Jornal A Bola

publicado por Benfica 73 às 11:52

Maio 28 2010

O presidente do Benfica foi de uma transparência cristalina quando estabeleceu os parâmetros de saídas do clube neste defeso. Perante o barulho das luzes pós-título, Luís Filipe Vieira decidiu sair a terreiro e lembrar duas coisas: que o Benfica tem ambições na Champions de 2010/11 e pretende reforçar o plantel; e que só saem elementos importantes para o grupo caso sejam batidas as respectivas cláusulas.

Abriu, porém, uma excepção, por entender que num determinado caso (presume-se o de Cardozo) havia um desfasamento entre o real valor de mercado do jogador e o que está previsto para libertá-lo.

No início da época de 2009/10, Luís Filipe Vieira afirmou que não pretendia apenas vencer um campeonato, mas sim criar condições para que tivesse lugar uma mudança de ciclo, fazendo o Benfica regressar à hegemonia nacional. Ora, aquilo a que está a assistir-se não é mais do que o aprofundamento das palavras proferidas em Agosto de 2009, facto que deve preocupar uma concorrência que talvez esperasse que os encarnados, cumprindo o desiderato da conquista do 32.º título, tirassem o pé do acelerador.

Em resumo, o Benfica não está em saldo e quem quiser Di María, David Luiz ou Coentrão - os mais badalados – vai ter de abrir os cordoes à bolsa.

O negócio do futebol tem muitas especificidades, mas no fim (e até Florentino Perez acabou por render-se!) há os que ganham e os outros.

E destes não reza a história…

Autor: José Manuel Delgado

Fonte: Jornal A Bola

publicado por Benfica 73 às 11:06

Maio 28 2010

publicado por Benfica 73 às 08:37
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Maio 27 2010

“O título mais importante é o da próxima época”. Quanto vale, afinal, esta declaração recente de Luís Filipe Vieira? Vale a garantia de um Benfica determinado a revalidar o triunfo na Liga. Um Benfica apostado a não alterar de forma substancial o seu quadro de jogadores. Um Benfica decidido a manter a estrutura responsável pelo seu departamento de futebol.

A festa foi bonita, envolveu milhões de almas, mas já pertence ao passado. Um clube centenário, um clube com um historial de sucesso, um clube internacionalmente prestigiado, um clube como o Benfica sabe que a melhor forma de comemorar um êxito importante é acautelar o futuro. Luís Filipe Vieira dá essa garantia com grande sentido de responsabilidade.

Jesus já prorrogou o seu vínculo contratual, dois excelentes reforços argentinos estão garantidos, o jovem internacional Fábio Faria engrossa também o plantel. Outros se vão seguir. Sairá algum jogador de nomeada? Sempre com o pressuposto de que constitua um negócio irrecusável para o clube.

Ninguém acredite que o Benfica vai depauperar ou, no mínimo, fragilizar tudo aquilo que construiu na última temporada. O clube acusa uma vitalidade tal, tem o suporte de um entusiasmo tão acentuado que a tendência só pode apontar para o crescimento. Na quantidade e na qualidade. No próximo ano, o Benfica bater-se-á pela reconquista de ceptro nacional, pelo triunfo nas restantes provas domésticas, por uma campanha airosa no seu regresso à Liga dos Campeões.

O Benfica já comemora o futuro. Adivinha-se-lhe pujança para os novos desafios. Descortina-se-lhe competência. Encontra-se-lhe um balanço triunfante muito difícil de estacar.

Autor: Luis Seara Cardoso

Fonte: Jornal Record

publicado por Benfica 73 às 21:13

Maio 27 2010

 

«É um jogador fantástico num campeonato mais pequeno. Tenho dúvidas acerca do seu rendimento num campeonato como o espanhol ou o italiano. Se me disserem que podemos contratar o Di María a um preço acessível, então digo para arriscarem e contratarem-no já. Mas se o preço é exorbitante digo que não, porque não gosto que os meus clubes paguem preços loucos por jogadores», explica “Mou”, em entrevista ao AS.

 

publicado por Benfica 73 às 14:03

Maio 27 2010

No verão passado, três dos jogadores que não serviam para o Real Madrid foram convidados a ir-se embora e mandados para outras paragens. Os holandeses Robben e Sneijder foram parar, respectivamente, ao Bayern de Munique e ao Inter de Milão e bem os vimos, aos dois, no sábado, a pisar o relvado do Estádio Santiago Bernabéu, jogando a final da Liga dos Campeões, essa mesma final que o Real Madrid tanto queria jogar na sua própria casa e a que não conseguiu aceder.

Sneijder, que não servia para o Real, venceu ao serviço do Inter o campeonato de Itália, a Taça de Itália e a Liga dos Campeões. Robben, que não prestava para o Real, venceu pelo Bayern o campeonato da Alemanha, a Taça da Alemanha e foi vice-campeão europeu. O terceiro jogador de que o Real Madrid se desfez, no Verão passado, foi Javi Garcia que teve como paragem o Estádio da Luz. Bendita a hora!

Javi García foi logo campeão em Portugal e ainda venceu uma Taça da Liga. E entre os sectores intelectuais do Benfica há quem o considere como o mais decisivo, o mais influente dos jogadores que vieram contribuir para a brilhante conquista do título nacional.

Ou seja, os dispensados do Real Madrid fizeram a felicidade de outros emblemas, não menos históricos e ambiciosos, enquanto os adeptos merengues se limitaram a contemplar o brilho fantasioso das suas inúmeras estrelas sem nunca terem contemplado o brilho concreto de nenhum troféu, de nenhuma tacazinha, nem sequer de uma salva de prata. E é destes brilhos concretos que vive o futebol e que sobrevive quem faz do futebol profissão ao mais alto nível.

Como José Mourinho, naturalmente. Incrível trabalho e merecida proeza de transformar um grupo de veteranos num grupo de campeões europeus.

Enganou-se quem agoirou durante seis anos que Mourinho nunca mais voltaria a ser campeão europeu.

Que engano delicioso.

Em Toronto, no nada amigável jogo com o Panathinaikos, Moreira terá feito o seu último jogo com a camisola do Benfica e assinou uma exibição de alto nível, conta quem viu.

Por outro lado, conta quem viu a entrevista do treinador do Benfica no programa televisivo Trio de Ataque, Quim não estará nos planos de Jorge Jesus e já lhe terá sido sugerido que esteja à vontade para procurar outro clube.

Aparentemente, conta quem adivinha, o Benfica continua a procurar no mercado estrangeiro um guarda-redes cujos méritos indiscutíveis lhe garantam a titularidade.

A baliza do Benfica continua, portanto, a ser um tema em discussão, o que não é bom nem para o Benfica nem para os seus guarda-redes.

No sábado vimos em acção no palco de estrelas de Chamartín um dos guarda-redes que não serviu para o Benfica, Hans-Jorg Butt, servir perfeitamente para o Bayern de Munique ganhar o campeonato alemão e chegar à final da Liga dos Campeões. E, de acordo com a imprensa do seu país, Butt é o mais sério candidato a ser o guarda-redes titular da Alemanha no próximo Mundial. Mas para o Benfica não serviu, o que dá que pensar.

É verdade que Butt também teve a pouca sorte de chegar ao Benfica num momento em que o Benfica não tinha sorte nenhuma, em que nada saía bem. Até parecia bruxedo. O guarda-redes alemão, por exemplo, chegou à Luz com uma folha de serviço impressionante e rara na sua posição. Ao serviço do Hamburgo e do Bayern Leverkussen, Butt tinha marcado um total de 28 golos através de pontapés de grande penalidade, arte em que era superiormente certeiro.

Camacho, que apostou em Quim para o campeonato, confiou a Butt a baliza do Benfica para a Taça da Liga. Num desempate com o Estrela da Amadora, bem no início da competição, Butt foi chamado para converter um dos cinco pontapés e ele, que nunca falhara, falhou ali mesmo, nem sequer conseguindo acertar com a bola na baliza.

Os adeptos torceram o nariz e passaram a olhar para o alemão de soslaio. «Olha-me este…» E, por tão pouca coisa, foi o fim de Butt no Benfica.

Este ano, para o campeonato, Óscar Cardoso falhou quatro grandes penalidades, deixou os benfiquistas à beira de quatro ataques de nervos, mas nunca terá sentido sinais de desconfiança vindos das bancadas, onde se senta o público, ou vindos do banco, onde raramente se senta o treinador, visto que passa a maior parte do tempo em pé.

É precisamente isto que se tem de fazer com o guarda-redes. Seja ele quem for.

 

Acabou o campeonato e acabou-se a clubite. Agora os adeptos olham para a Selecção como se fosse mesmo a tal «equipa de todos nós». Produzem-se sensações curiosas. Depois do tristonho Portugal-Cabo Verde, nulo no resultado e nulo no espectáculo, ouvi, pela primeira vez, alguns amigos meus de outros clubes, rivais do meu, dizer com um ar plenamente convencido: «Este Fábio Coentrão é mesmo muito bom jogador!»

Durante o campeonato, nunca tinham dado por isso. É a cegueira clubista, de que eles e nós, enfim, todos padecemos.

A Pior notícia do jogo com os cabo-verdianos foi a lesão de Tiago que levanta dúvidas sobre as suas capacidades de estar na África do Sul em pleno. Mas se Tiago, longe vá o agouro, não chegar a embarcar, qual será o jogador que Carlos Queiroz irá escolher para o substituir.

Ontem, ouvi um curioso diálogo de café entre um benfiquista e um sportinguista versando, precisamente, este tema:

- Cá para mim, levava o Rúben Amorim – dizia com toda a convicção o benfiquista.

- Cá para mim, levava o João Moutinho – ripostava com toda a convicção o sportinguista.

- O João Moutinho? – escandalizou-se logo o benfiquista.

- Qual é o problema? – foi a resposta que ouviu do sportinguista.

- Só se o Queiroz quiser reeditar na África do Sul aquele triângulo de ouro do meio campo do Sporting, Veloso, Pedro Mendes e Moutinho, que conseguiu ficar a 28 pontos do campeão.

Pronto, a conversa azedou imediatamente. É a cegueira clubista a triunfar sobre o espírito patriótico.

 

A entrevista de Hermínio Loureiro, presidente demissionário da Liga de Clubes, ao semanário Sol é uma peça exemplar para quem, um dia, queira escrever a História do último quarto de século do futebol português. Loureiro, que conta muita coisa, diz, no entanto, que é «impublicável» o teor do telefonema que recebeu de Pinto da Costa a anunciar-lhe a decisão do Conselho de Justiça da FPF sobre a redução dos castigos a Hulk e a Sapunaru.

E deve ter razão nas suas cautelas até porque, ao longo da entrevista, limita-se a relatar factos – a rábula da entrega da Taça é do mais elucidativo sobre a invenção de focos de conflito (lamentavelmente, há quem chame a isto uma arte) - , sem precisar de enveredar por acusações directas e sonantes. O mais longe que Hermínio Loureiro foi, neste campo, ficou-se pela «falta de educação» evidente.

Quanto ao teor do telefonema, quem sabe… talvez um dia… no YouTube.

Autor: Leonor Pinhão
Fonte: Jornal A Bola

publicado por Benfica 73 às 12:05

Maio 27 2010

Na semana passada prestei aqui tributo a Jesualdo Ferreira e a Antero Henrique. Mas se omitisse as contribuições de Pinto da Costa para a conquista do campeonato por parte do Benfica, não ficaria de bem com a minha consciência. O que me leva a pensar que, aqui há umas semanas, o Nuno Gomes ofereceu a camisola do Benfica ao Papa errado. Por acaso foi Bento XVI que optou de forma consciente por não contratar Jorge Jesus? (E chamo a atenção para a expressão “de forma consciente”, uma vez que, se quisermos ser rigorosos, também Bento XVI terá optado por não contratar Jorge Jesus este ano, mas neste caso de forma completamente inconsciente, pelo facto de a contratação não fazer qualquer tipo de sentido se tivermos em conta as incompreensíveis prioridades do Vaticano). Não, foi Pinto da Costa que praticamente empurrou Jorge Jesus para o clube da Luz E camisola do Benfica entregue pelo Nuno Gomes, nem vê-la! Se bem que nos deveríamos questionar que espécie de Papa é este, que não mostra qualquer tipo de interesse em ter Jesus a seu lado.

Mas para aqueles benfiquistas mal-agradecidos que insistem em guardar ressentimento em relação ao presidente do FC Porto, aqui fica um Top Tem das decisões de Pinto da Costa na época 2009/2010:

10 – Em Espinho, elege Bruno Alves como “o símbolo do FC Porto”, com o objectivo de fortalecer o balneário. Duas semanas mais tarde, durante um treino, o símbolo do FC Porto dá um tabefe em Tomás Costa, o símbolo do mau futebol do FC Porto.

9 – Rejeita Saviola, que terá sido oferecido ao FC Porto antes de assinar pelo Benfica, provavelmente por considerar que o argentino queria vir passar férias. Quem adivinharia que Pinto da Costa e o ex-candidato à presidência do Benfica, Bruno Carvalho, tinham tantas afinidades?

Autor: Miguel Góis

Fonte: Jornal Record

publicado por Benfica 73 às 10:25

Maio 27 2010

publicado por Benfica 73 às 08:30
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Maio 26 2010

Saviola sonha com vitória na Liga dos Campeões

«O mais importante que me falta é ganhar a Liga dos Campeões. Este foi um bom ano, isto porque na próxima temporada vamos jogar na “Champions” e trataremos de colocar muita responsabilidade nessa competição».

Sobre as hipotéticas saídas de David Luiz, Fábio Coentrão e Di María, «Se saírem, certamente virão jogadores com grande categoria e trataremos de os substituir da melhor forma possível.»

publicado por Benfica 73 às 22:40

Maio 26 2010

Primeiro foi o treino dominical, depois veio o jogo de preparação. Em dias consecutivos, dois sinais de que "há muito por fazer" também no que diz respeito à empatia entre a Seleção de Queiroz e a Nação que representa. Julgo que chegámos ao momento em que, acima de tudo, a equipa técnica e os jogadores portugueses precisam de apoio e de mimos, assim mesmo. Quase todos vêm de uma época desgastante ou, pior, de lesões complicadas. Necessitam de perceber ou, mais do que isso, de sentir em nome de quem lutam e o que vale para todos nós a caminhada deles na África do Sul. E, sem prejuízo da liberdade de expressão e de manifestação, não me parece que a coisa vá lá com assobios e apupos.

Por outras palavras, se o treino estipulado era de 50 minutos e estes foram cumpridos, haja paciência de quem garante ter esperado horas pela chegada dos craques. Importa agora que eles sigam o programa preparado e que não se dispersem nem perturbem. Ou seja, Queiroz tem a razão do seu lado. Poderia, ainda assim, explicar a um funcionário - Carlos Godinho, penso eu - que o exercício da diplomacia pode e deve ser praticado sempre que necessário e que é feio morder a mão de quem nos alimenta. Mais vale gastar algum tempo a explicar do que replicar com resmungos que não indiciam grande preparação ou um mínimo de preparação psicológica.

Mal esteve também Hugo Almeida, com a tirada infeliz que dava vantagem a quem ficasse em casa em vez de vir e assobiar. O povo da Covilhã fez-lhe a vontade e não lotou o campo em que Portugal defrontou Cabo Verde. Da partida propriamente dita, pouco há a reter, tendo em conta todas as condicionantes (regresso de lesionados, reencontro de quem não jogava junto há uns meses largos e chegou ao estágio "às pinguinhas", muitas reticências a meter o pé a doer). Esperava-se, é verdade, mais entusiasmo e mais atitude de quem está a um passo de viver uma aventura sempre aliciante para um profissional de futebol. Mas vivacidade e determinação foi algo que se viu exclusivamente a Fábio Coentrão e Nani. Ficamos resguardados à sombra da ideia de que "há muito por fazer". E, insisto, é preferível deixar as contas para o fim, em vez de colecionar já desanimados adjetivos.

Por agora, fico-me por dois desejos: que o próximo encontro possa mostrar muito mais e que a Seleção saiba puxar pelo apoio. A África do Sul é já amanhã.

NOTA - À hora a que escrevo, não sei se Jorge Jesus vai ou não referir (no Trio de Ataque da RTP-N) o desafio que lhe foi feito do Norte, história que correu os bastidores. Se não contar, revela-se um cavalheiro. Se contar, será reconhecido como homem de palavra. E vai carregar as nuvens para o lado do Dragão e de Jorge Nuno Pinto da Costa.

Autor: João Gobern

Fonte: Jornal Record

publicado por Benfica 73 às 21:49

Maio 26 2010

«Temos três jovens garantidos para reforçar a equipa e no futuro poderá haver mais».

 

«Não vou esconder que já chegaram propostas, mas fora dos valores que pretendemos. Por isso, tem havido muita especulação.»

 

Quanto a Quim:«Vamos ter uma reunião para decidir e o que posso dizer é que há jogadores que, por opção técnica, não vão continuar no Benfica»

publicado por Benfica 73 às 21:21

Maio 26 2010

publicado por Benfica 73 às 10:36

Maio 26 2010

«É um dos nomes da lista.»
«O avançado que preciso no plantel era que o Cardozo não saísse É um jogador que não joga na selecção mas que fez 26 golos no último campeonato, tal como já tinha feito no passado e para um clube português é difícil contratar um jogador com esses créditos», tinha referido antes de ser confrontado com o nome de Huntelaar, jogador que não tem sido feliz desde que saiu do Ajax, em Janeiro de 2009.
Desde então, o jogador, que completa 27 anos em Agosto, já passou por Real Madrid e AC Milan, fazendo parte do lote de pré-convocados da selecção holandesa para o Mundial-2010.

Fonte: Jornal A Bola

publicado por Benfica 73 às 10:17

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