Abril 30 2010

Numa semana em que apenas falta um ponto ao Benfica para se sagrar campeão, deveria, segundo a lógica, começar por aqui.

Não é essa no entanto a minha prioridade, porquanto no último fim-de-semana assisti a algo de verdadeiramente único e importante, a conquista da Taça dos Campeões Europeus de futsal pelo Benfica.

Houve uma tripla vitória nesta conquista. Primeiro, a capacidade organizativa do clube e da cidade que realizaram um evento com 9400 pessoas num Pavilhão Atlântico demonstrando a qualidade da organização do Benfica, com uma palavra para o empenho do meu colega João Coutinho que tudo fez para que este sucesso acontecesse.

Segundo, para o impacto que o evento teve numa Europa desportiva, a transmissão directa no Eurosport 2, com sucessivas repetições, permitiram a milhões de espectadores seguirem o evento, que era home page do site da UEFA mal o Benfica o venceu. Por último a vitória desportiva para os comandados de André Lima que, ao vencerem o maior colosso mundial de clubes de futsal, entraram para o muito restrito número de vencedores de uma prova (máxima de clubes) que poderia apenas parecer um sonho se não houvesse uma consistente aposta no eclectismo com força e capacidade competitiva por parte do Benfica.

Num clube que tem no ADN vencer, esta foi uma vitória de sonho.

Cumprindo este ADN temos este fim-de-semana a primeira de duas oportunidades para selar o Objectivo 32. Era bonito resolver já, em casa de um rival.

Seria justo, evitava o stress de um último jogo e permitia manter uma tradição de escolher a minha cidade para festejar campeonatos neste século.

Não quero uma equipa a jogar para o Cardozo, quero o Cardozo a jogar para a equipa. Para mim, o único objectivo é o título nacional, o resto serão notas de rodapé.

No Dragão ou na Luz, quero a águia campeã.

Autor: Sílvio Cervan

Fonte: Jornal A Bola

publicado por Benfica 73 às 08:55

Abril 30 2010

Nº- 3

Internacional  Croata do Rapid Viena apontado ao Benfica

publicado por Benfica 73 às 07:56

Abril 30 2010

publicado por Benfica 73 às 05:39
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Abril 29 2010
O Sporting de Braga está a um ponto de garantir o apuramento para a fase de qualificação da Liga dos Campeões de 2010/2011 e o Benfica está a um ponto de conseguir ganhar o campeonato nacional de 2009/2010. Tudo isto a duas jornadas do fim da prova quando os exercícios de aritmética vão apertando, apertando…
Se quisermos analisar o assunto através do cálculo das probabilidades, conclui-se que é tão difícil para o FC Porto chegar à Liga dos Campeões como é difícil para o Sporting de Braga chegar ao título. No entanto, tratando-se de futebol, tudo é possível. O próprio Domingos Paciência, competente treinador do superBraga, fez questão de recordar há poucos dias que se lembra muito bem de já ter visto o Desportivo da Corunha perder um título nacional espanhol no último minuto do último jogo.

E quem é que não se lembra de um fenómeno como aquele que deixou em lágrimas os nossos irmão galegos? Na temporada de 1993/1994, o Desportivo da Corunha liderou o campeonato de Espanha desde a 14.ª jornada até à penúltima ronda, entrou em campo para o derradeiro jogo, contra o Valência, com uma margem mínima de avanço sobre o Barcelona, segundo classificado, e não só não conseguiu ganhar aos valencianos, jogando em casa, como ainda teve de suportar o inferno de ver o seu avançado sérvio Djukic falhar uma grande penalidade nos momentos finais do jogo.
Longe vá o agouro, não é Domingos?
De qualquer modo, para quem tem vindo a assistir com imparcialidade ao corrente campeonato português poucas dúvidas restam sobre os méritos atribuíveis ao Benfica, que jogou sempre mais e melhor futebol do que um Braga sensacional e que, por isso mesmo, merecerá ganhar a prova e nenhumas dúvidas restam sobre os méritos atribuíveis ao Sporting de Braga que, ao longo da época, foi sempre muito melhor e mais consistente equipa do que a equipa do FC Porto, com excepção daquela sua visita ao Estádio do Dragão onde sofreu um inexplicável ataque de nervos e de lassidão e acabou por sair goleado.
Assim sendo, o Sporting de Braga merece muito mais ir à Liga dos Campeões do que o FC Porto. Embora não precise da Liga dos Campeões porque é um clube que está a nadar em dinheiro, ao contrário do FC Porto que vem apresentando passivos que preocupam alguns dos seus associados mais ilustres que nem se coíbem de discutir o assunto pelos tribunais, discutindo, com a intermediação de um juiz, honorários e prémios dos administradores do seu emblema. Como todos sabemos, a Liga dos Campeões tem dois tipos de atractivos: o desportivo, pelo prestígio que confere, e o financeiro, pela riqueza que proporciona e que sempre constitui motivo de alegria.
Ao contrário do tesoureiro do FC Porto, o tesoureiro do Sporting de Braga está-se positivamente nas tintas para o dinheiro. Porque não precisa, como vem sendo provado há meses e com exemplos práticos. E vêm aí novas provas, para que não restem dúvidas sobre o assunto.
Já foi anunciado, em comunicado oficial, que «a Direcção do Sporting de Braga decidiu abrir as portas gratuitamente do Estádio Municipal, desta feita para a recepção ao Paços de Ferreira, no próximo domingo», tal como já tinha acontecido por ocasião da visita do Marítimo à cidade dos arcebispos, que produziu uma assistência de 30 mil espectadores, e por ocasião da visita do Olhanense ao mesmo estádio. Ou seja, o Sporting de Braga não vive da bilheteira, dá-se ao luxo de não vender ingressos, não precisa do dinheiro dos seus adeptos, não precisa sequer de ir à Liga dos Campeões.
Isto não é concorrência desleal. Isto é o triunfo de uma gestão económica que faz inveja a muita gente. A muito boa gente, evidentemente.
Apresença de Jesualdo Ferreira no banco no jogo com o Benfica esteve em dúvida. Em Setúbal, foi a primeira vez que o professor foi expulso em toda a sua carreira. E logo numa semana em que também foi a primeira vez em toda a sua carreira que Jorge Jesus afirmou preferir «festejar o título no relvado» do que saboreá-lo em casa a ouvir o relato de jogos de terceiros. Esta ausência de Jesualdo Ferreira encerraria em si uma grande incerteza e uma grande certeza.
A grande incerteza era saber-se quando é que o treinador que conduziu o FC Porto ao tetra se voltaria a sentar no banco do FC Porto no Estádio do Dragão.
A grande certeza seria esta: no domingo, Jesualdo Ferreira não estaria no relvado se, por acaso, Jorge Jesus conseguir mesmo festejar o título na casa do grande rival.
Há expulsões que vinham mesmo a calhar. Mas a Comissão Disciplinar da Liga não deixou. Jesualdo vai orientar o FC Porto desde o relvado. Digam lá que isto não é uma cambada de benfiquistas…
OS jornais continuam a atirar nomes de possíveis sucessores de Jesualdo Ferreira quando não é sequer certo que o professor não seja reconduzido na posição que vem ocupando. Acaba por se tornar um exercício interessante tentar descortinar o que pode vir a ser verdade e o que é, declaradamente, uma mentira impossível no que diz respeito ao perfil do eventual futuro treinador dos ex-campeões nacionais.
Enquanto o mistério André Villas Boas prossegue, outros treinadores há que estão completamente fora de hipótese de vir a suceder a Jesualdo Ferreira num futuro imediato. Aparentemente até reuniam grandes qualificações para o cargo mas desgraçaram todas as suas hipóteses com declarações insuportáveis de ouvir no Estádio do Dragão.
Nesta situação estão, por exemplo, Jorge Costa, autor da frase «o Benfica merece ganhar o campeonato» e Paulo Bento, autor da frase «o Benfica será um justo campeão». Francamente, isto é perder o perfil de rajada.
QUEM está com o perfil em alta para rumar brevemente para o FC Porto é o jovem Bruno Ribeiro, do Vitória de Setúbal, que disputou com Falcao o lance que originaria o cartão amarelo fatal. Ribeiro sente «por empatia, o desgosto de Radomel» e pede a sua despenalização em nome da verdade desportiva: «É verdade que levei uma palmada, mas admito que não foi intencional», tem vindo a repetir contristado. Vá lá, sempre é melhor dizer isto do que dizer qualquer coisa como: «… é verdade, levei uma palmada, mas até gostei…»
Curiosamente, o caso de Bruno Ribeiro tem, por portas travessas, paralelo com um outro que ocorreu na já distante época de 1992/1993, quando um repórter da RTP, em serviço no Estádio das Antas, levou uma palmada em directo. Melhor dito, levou uma série de palmadas em directo. O jornalista tecia sobre o relvado os comentários finais a um jogo entre o FC Porto e o Famalicão, que o Famalicão acabava de vencer por 1-0, quando um elemento não identificado do público, provavelmente um steward, entrou pelo campo dentro e despachou à palmada a equipa da reportagem da RTP. O espectáculo foi transmitido em directo, toda a gente viu, mas nem o jornalista da RTP nem a própria RTP se deram à valentia de apresentar queixa à Justiça.
Ficou tudo em família.
Por todo este histórico, resta aos benfiquistas unirem as suas vozes à voz de Bruno Ribeiro e clamar:
— Deixem lá jogar o Falcao!
Autor: Leonor Pinhão
Fonte: Jornal A Bola

publicado por Benfica 73 às 16:10

Abril 29 2010

 

“Agrada-me. Temos de ser justos e claros: neste momento a equipa mais forte do campeonato português é o Benfica. É a equipa que está a jogar um futebol mais atractivo e mais bonito. Nos últimos anos tenho gostado do Sporting e do FC Porto, mas este ano temos de admitir que o Benfica foi a melhor equipa e vai ser um justo vencedor".

-Di Maria. Tem valor para jogar no Real Madrid?
“ Está a fazer uma grande época no Benfica, é um grande jogador, tem sido abordado por grandes clubes. Só ele saberá do seu futuro mas tem valor para jogar em qualquer equipa”.

publicado por Benfica 73 às 08:29

Abril 29 2010

Manuel Fernandes, não o nego, é um grande sportinguista: e isso nota-se pela forma como defende o FC Porto. Alguns minutos depois de Falcão aplicar de forma intencional um tabefe num jogador do V. Setúbal (a que, em condições normais, corresponderia a amostragem de um cartão vermelho e não de um amarelo), a ex-glória do Sporting declarou aos jornalistas que o “árbitro foi induzido em erro” ao castigar disciplinarmente o colombiano. Esvaziou assim, de forma particularmente cruel, a conferência de imprensa de Jesualdo Ferreira.

Mas a coisa não ficou por aqui. Terça à noite, Rui Oliveira e Costa, no “Trio de Ataque”, colocou Manuel Fernandes “no topo” pelas suas declarações sobre o amarelo a Falcão. Já chegamos a isto: um sportinguista a elogiar publicamente outro sportinguista pela forma como distorceu a verdade para defender os interesses do FC Porto. De seguida, Oliveira e Costa prosseguiu com os comentários, desta vez colocando a CD da Liga “no fundo” por ter castigado o pobre do Pinto da Costa.

Creio que, olhando para o panorama do futebol português, se impunham mudanças substanciais no formato do “Trio de Ataque”. Por um lado, começa a ser complicado justificar a presença de um adepto do clube que se encontra em quarto lugar no campeonato e a ausência de um representante do Braga. Até porque seria curioso assistir ao regresso do Marcelo Rebelo de Sousa à RTP. Por outro lado, com o agravamento da crise económica, não se justifica estar a pagar ao representante do FC Porto e do Sporting para defenderem os mesmos pontos de vista. O painel ideal do “Trio de Ataque” seria assim constituído por um comentador do Benfica, um comentador do Braga e um comentador do FC Porto/Sporting, a quem o apresentador perguntaria semanalmente “qual é a posição dos seus clubes sobre a matéria?”

Autor: Miguel Góis

Fonte: Jornal Record

publicado por Benfica 73 às 08:13

Abril 29 2010

 

Um a um iremos ter todos os jogadores disponiveis para domingo.Rolo compressor na máxima força.

 

publicado por Benfica 73 às 06:13

Abril 29 2010

publicado por Benfica 73 às 06:01
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Abril 28 2010

"Di María está em um momento bárbaro, que é como quem diz está num momento brutal, a jogar barbaridades"

publicado por Benfica 73 às 10:46

Abril 28 2010

Roubado aqui

publicado por Benfica 73 às 10:31
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Abril 28 2010

publicado por Benfica 73 às 08:19
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Abril 27 2010

 

O Benfica sagrou-se campeão europeu de futsal, houve depois uma festa imensa, conseguiu dormir?

Pouco.

Pela emoção ou por falta de tempo?

Por tudo. Pelos festejos, pela emoção… por tudo. Estou a desfrutar mais agora do que nas horas que se seguiram ao final do jogo. Só agora tenho a noção exacta do que fizemos.

O que significaram aquelas lágrimas no final do jogo?

Não sei explicar, foi um repente. Deve ter sido também da emoção, do nervosismo, de ter perseguido muitas vezes este título e ter sido sempre contrariado pelo Interviú. Tive a sensação que foi uma final perfeita. Parece que nada acontece por acaso e esta final no Pavilhão Atlântico, com quase 10 mil pessoas, contra a melhor equipa do Mundo, foi incrível. Foi muito intenso, muito difícil, mas superámo-nos.

Entrar na história obrigou-o a chorar, a sofrer…

Só assim é que se consegue. Tinha dito antes da final four que não havia jogos fáceis. Ganhamos 8-4-ao Luparense, mas foi complicado. Com o Interviú só conseguimos vencer no prolongamento, apesar de achar que não foi justo esse tempo extra, que poderíamos ter vencido no tempo regulamentar. Mas também foi um prémio, não só para os ex-campeões, como para os milhares de pessoas que estavam nas bancadas.

Dizia-se que o Interviú não perde quando se consegue colocar em vantagem. Isso passou-lhe pela cabeça?

Tudo me passou pela cabeça… que se repetia o QUASE éramos campeões. Felizmente que desta vez quase que deu… para o Interviú. Senti na conferência de Imprensa que eles estavam com a estrela, mesmo durante o jogo parecia que a estrela de campeão era deles. Mas foi incrível como lhes conseguimos roubar essa estrela. Agora só espero que não seja tão difícil tirarem-nos essa estrela como foi para nós termos conseguido.

Já tinha sofrido tanto?

Sim. Nos jogos difíceis, mesmo que seja em Portugal também se sofre. Este tinha uma emoção diferente por tudo o que envolvia, por ser a possibilidade de conquistar uma taça da Europa pela primeira vez na história de Portugal, por jogarmos num pavilhão cheio, por nunca nenhuma modalidade ter movido tanta gente. Só isso.

Agora que já ganhou, teve noção do que prometeu no início de época, quando disse que chegara a hora de conquistar a Europa?

Sim. Ganhando o que já ganhámos internamente, olhando para estes jogadores que estiveram numa final de um Campeonato da Europa de selecções, não poderíamos exigir menos. Corríamos o risco de entrar no comodismo, no… ‘ah! Vamos ser campeões nacionais e isso basta’. Temos de querer sempre mais. Sabíamos que muito dificilmente teríamos uma oportunidade como esta, não só o treinador como também os jogadores. Se calhar o treinador é jovem e até pode voltar ao mesmo mas alguns deles não, sentiram que era o momento e agarraram-se à esperança com grandeza, com coração, com qualidade. Conseguiram! O trabalho é todo deles, o mérito é todo deles. São grandes campeões, têm uma grande alma.

Prometer de forma quase desabrida que conquistaria enquanto treinador o que não conseguiu como jogador não foi arriscado?

Uma vez, quando perdi um campeonato em Loures, disse no final do jogo com grande emoção que seria campeão dez anos seguidos. Disseram que era arrogância, falta de humildade. Pelo contrário, são objectivos que interiorizo, não é falta de respeito por ninguém… poderia ter dito que queria 20 ou 30. O certo é que três anos passados… ganhei três.

Já sentiu que vivemos mesmo num país onde o sucesso incomoda?

Claro que incomoda, mas temos de saber viver com isso. Fui crítico o ano passado, sou-o este ano e sê-lo-ei no próximo. Convivo bem com a crítica, só me incomoda quando é maldosa. Enquanto jogador foi aos inimigos que fui buscar motivação e assim continuará. Motivam-me. Nunca baixarei as minhas armas, o meu escudo. Continuem.

Qual o momento mais especial desta noite de glória?

Já tinha ligado à minha mãe e subi as escadas para receber a Taça. Quando voltei senti alguém a agarrar-me no braço, a puxar-me para o meio da multidão e quando levantei a cabeça vi a cara do meu pai e dos meus irmãos. Foi lindo.

Vai jogar com o Alpendorada 48 horas depois da final. Tinha de ser assim?

Não. Mas parece que falta sensibilidade às pessoas do futsal quando tanta gente diz que luta para ser modalidade melhor. Isto foi uma grande vitória do futsal português, não só do Benfica. Não sei qual é o objectivo, mas se é fragilizar-nos terá o efeito contrário. Vamos apresentar-nos na máxima força. Talvez isso tenha irritado estes campeões e não os queiram ver irritados…

Primeiro pensamento – O jogo acabou e pensei na minha mãe, no meu pai, nos meus oito irmãos. Dedico-lhes este título. A minha mãe chora sempre que me vê na TV. Só eles sabem a dificuldade que tive para chegar aqui…

Mais responsabilidade – Ganhei uma, quero a segunda, a terceira ou a quarta se for possível. Não tenham a mínima dúvida. Agora há a outra face da moeda, a responsabilidade. Para o ano o Benfica é candidato outra vez.

Descompressão – Não vou deixar. Não pensem que vamos deixar fugir o campeonato. Temos de continuar a lutar pelo melhor lugar na fase regular porque o principal objectivo é sempre o campeonato…

publicado por Benfica 73 às 12:01

Abril 27 2010

publicado por Benfica 73 às 08:41
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Abril 26 2010

publicado por Benfica 73 às 19:56

Abril 26 2010

publicado por Benfica 73 às 07:30
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Abril 25 2010

 

Feito histórico no futsal
Somos enormes
publicado por Benfica 73 às 21:57
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Abril 25 2010


 

Cardozo: ”Ainda não nos sentimos campeões. Falta um ponto. Mesmo que o Sp. Braga empate, nós estamos a fazer o nosso trabalho. A verdade é que estamos a jogar bem e alcançamos os resultados que queremos”.
“Quero que na próxima partida, no Porto, empatemos ou ganhemos para festejar o título”. “Estou fazer o meu trabalho e espero fazê-lo de novo no Porto”.

 

Jorge Jesus: ”Sentimos o título mais próximo, como temos feito jornada a jornada. Sentimos que com seis pontos de avanço as coisas tornam-se mais fáceis. Preferia ser campeão a jogar. Ou no dragão ou no último jogo com o Rio Ave, pois temos máximo respeito pelos adversários. Aliás, se formos vencedores para dragão, vamos respeitá-los. O FC Porto e o campeão em título e merece respeito”.
“Qualquer resultado só pode antecipar conquista do título, caso contrário iremos até ao fim”.
“Este campeonato ainda não acabou. Ainda não somos vencedores, queremos ter oportunidade de festejar, não sei se será amanhã se será na última jornada. No primeiro dia já tínhamos o objectivo de sermos campeões. Neste momento temos grande vantagem e vamos dar tempo em duas semanas para termos satisfação e festejarmos com os nossos adeptos”.

 

Rolo compressor rumo ao título

publicado por Benfica 73 às 07:37

Abril 25 2010

publicado por Benfica 73 às 07:31
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Abril 24 2010

Encarnados podem conseguir hoje a 23.ª vitória na Liga e a 10.ª consecutiva. São realmente estatísticas… À CAMPEÃO

 

Serão perto de 65 mil pessoas esta noite, no Estádio da Luz, à espera de uma noite que – a acontecer – deixa o Benfica à distância de um ponto do título. Á uma semana, em Coimbra, já deu para sentir o cheiro no ar: a maré vermelha segue imparável, a equipa continua a impressionante cavalgada de golos, vitórias e pontos e, por tudo isto, a conquista do campeonato está cada vez mais perto.

Se somar frente ao Olhanense a 23.ª vitória na Liga (10.ª consecutiva!) é possível que, pela noite dentro, já se vejam festejos “à campeão”, na expectativa até de um eventual deslize do Braga, na Figueira da Foz, que arrumaria de vez com a questão.

Os adeptos não vivem um momento semelhante desde 2005, o ano de Trapattoni. É essa euforia que estará prestes a romper de novo, ainda que, desta vez, assente numa brilhante campanha que pode culminar num triunfo final indiscutivelmente mais justo. Para além de todas as virtudes técnicas, Jorge Jesus merece ver destacado o mérito suplementar de saber dosear exaltações, gerir ansiedades e manter toda a gente com os pés firmemente assentes no chão, recusando perigosas vitórias antecipadas.

Ainda ontem o treinador lembrava, e bem, as dificuldades que este Olhanense conseguiu criar a FC Porto e Sporting quando de deslocou ao Dragão e a Alvalade, para além do empate que impôs ao Benfica na primeira volta (2-2). Por isso, é provável que, na hora da palestra, Jesus exija aos seus jogadores respeito pelo valoroso adversário, que, ainda por cima, continua a precisar de pontos para garantir a permanência na primeira Liga (objectivo, já agora, que bem merece ver concretizado).

O “problema” de Jorge Costa é que a águia está mesmo com pressa de voar para a grande festa. E a realidade é que as contas ainda só não estão encerradas porque o Sp. Braga, esse “teimoso”, vem conseguindo prolongar o suspense muito para lá da sua obrigação. Até quando irá resistir?

 

Autor: Nuno Farinha

Fonte: Jornal Record

publicado por Benfica 73 às 12:34

Abril 24 2010

Amanhã, pode haver campeão. Basta que o Benfica vença o Olhanense, tarefa nada fácil na medida em que, apesar de mal classificados, os algarvios gostam de dar nas vistas de cada vez que visitam os grande palcos – pegaram susto medonho em Alvalade (2-3) e roubaram dois pontos no Dragão (2-2) - , razão pela qual, como Jesus insistentemente tem alertado, todas as precauções se recomendam aos jogadores do emblema da águia; em concomitância, exige-se que o Sporting de Braga tropece na viagem ao campo do Naval, entendendo-se por tropeção simples empate o que, em rigor, é um exagero, pois estamos a referir-nos ao semifinalista da Taça de Portugal e ao 9º classificado da Liga.

Amanhã, pode não haver campeão. Basta que braga obtenha idêntico resultado ao do Benfica diante do Olhanense.

Simples exercícios jornalísticos que não se ficam por aqui… Até agora o acento tónico tem sido colocado precisamente na possibilidade de o Braga diluir a desvantagem para o Benfica e disparar o seu projecto de estabilidade e crescimento em obediência ao tratado de boa vizinhança estabelecido com o aliado o FC Porto.

Desportivamente, os clubes nortenhos uniram-se para tramar o Benfica, mas como sempre acontece nas histórias para as crianças, os bons ganham aos maus, de aí emergir terceira hipótese para confundir as anteriores: O Benfica somar mais três pontos, Braga empatar e o FC Porto ganhar. Neste caso, haveria campeão amanhã mas, tal como Egas Moniz de baraço ao pescoço, o presidente António Salvador, para segurar o segundo lugar, única via de acesso à Champions, teria de libertar-se do braço amigo do presidente Costa e pedir ao presidente Vieira para o proteger da reacção portista. O destino tem destas coisas…

 

Autor: Fernando Guerra

Fonte: Jornal A Bola

publicado por Benfica 73 às 12:30

Abril 24 2010

 

Autor: Ricardo Araújo Pereira
Fonte: Jornal A BOLA

 

Recordar é viver: «Ao fim da 2ª jornada da I Liga, podem tirar-se já algumas conclusões. Uma: que o FC Porto é, dos três grandes, a equipa mais consistente. (…) Outra: que, perante equipas mesmo inferiores à sua no papel, o Benfica de Jorge Jesus não vai lá. (…) Aimar, Saviola e Di Maria não são, como já o vêm demonstrando há muito, jogadores (digamos assim) de campeonato.»

António Tavares-Teles, 25 de Agosto de 2009.

 

«(…) parece que (…) vira o disco e toca o mesmo: o FC Porto continua a ser o grande favorito a dominar a nova época que aí vem, a nível interno.»

Miguel Sousa Tavares, 21 de Julho de 2009.

 

«Eu sei que ainda é cedo para tirar conclusões. E não é meu timbre embandeirar em arco, mas gosto da nova equipa do FC Porto. Quer-me parecer que temos uma equipa muito lutadora, e na boa tradição das velhas equipas portistas, com jogadores que dão tudo o que podem e que se esfarrapam para conseguirem ganhar cada bola, cada duelo. (…) pelo que me foi dado a ver, chegou mais um lote de jogadores com essas características. Teremos, pois, nesta época, uma equipa de combate, com diversas alternativas (…)»

Rui Moreira, A Bola, 31 de Julho de 2009.

 

«O Porto conseguiu três vitórias e (…) a equipa dá sinais de ter amadurecido e começa-se a esquecer Lucho e Lisandro».

Rui Moreira, 9 de Outubro de 2009.

 

«Ao contrário do que alguns dão a entender, o grande adversário do FC Porto no campeonato é o Braga e não o Benfica»

Pinto da Costa, Outubro de 2009.

 

« (…) o facto de o Porto estar mais forte, ter tantas opções e parecer mais à vontade fora de casa é muito animador (…).»

Rui Moreira, 11 de Dezembro de 2009.

 

«Nós vamos a partir de hoje aqui solenemente dizer-lhe, interpretando o pensar dos treinadores aqui presentes, dos jogadores aqui presentes, que nós queremos este ano dedicar a vitória do campeonato a si. A si, que vai ser campeão.»

Pinto da Costa, dirigindo-se a uma fotografia de José Maria Pedroto, e interpretando vários pensares, 7 de Janeiro de 2010.

 

«Caiu bem a promessa de Pinto da Costa de oferecer este campeonato a Pedroto.»

Miguel Sousa Tavares, 12 Janeiro de 2010.

 

«Todos os anos têm-me dado gozo ganhar, mas este ano vai dar ainda mais. Confesso que esta época vai dar-me claramente mais gozo ganhar.»

Jesualdo Ferreira, 13 de Fevereiro de 2010.

 

«Somos Porto e vamos continuar a ganhar.»

Nuno Espírito Santo, 20 de Fevereiro de 2010. Oito dias antes de ganhar 3 do Sporting, 17 dias antes de ganhar 5 ao Arsenal e um mês antes de ganhar 3 do Benfica.

 

« (…) o autoproclamado maior candidato ao título deste ano (…)»

Miguel Sousa Tavares, 16 de Dezembro de 2009. Referindo-se, surpreendentemente, ao Benfica.

 

« Na sequencia das negociações encetadas, a Futebol Clube  do Porto – Futebol, SAD vem comunicar (…) ter finalmente chegado a um princípio de acordo com o Cruzeiro Esporte Clube, para a inscrição desportiva do jogador Kleber.»

Comunicado oficial do Porto, 29 de Janeiro de 2010.

 

«Hulk (…) não sabe jogar de costas para a área (…). Além disso, parece ter entendido mal os recados do treinador e o mais que dele se viu foi que se entreteve a adornar as jogadas, a tentar ‘quaresmices’ e a simular faltas.»

Rui Moreira, 25 de Setembro de 2009. Cerca de três meses antes de Hulk passar a ser o melhor jogador do mundo, depois de galardoado com a expulsão na Luz.

 

«Gostei de ver Hulk sentado no banco. (…) talvez lhe devessem ter explicado que fora preterido por causa dos seus tiques e individualismo, das suas inócuas simulações. Talvez assim tivesse optado por uma outra atitude, logo que surgisse a oportunidade de jogar. Em vez disso, e como tem sido costume, Hulk foi de pequena utilidade quando entrou.»

Rui Moreira, 27 de Novembro de 2009. 23 dias antes de Hulk passar a ser absolutamente indispensável e decisivo na equipa de Porto.

 

«Uma desilusão. (…) Desconcentrado, desconsolado, conflituoso.»

« (…) esperava-se (…) que criasse embaraços à defesa benfiquista.»

« (…) a inspiração jamais foi a desejada, sendo que, aqui e ali, até abusou do individualismo.»

A Bola, O Jogo e o Record, respectivamente, apreciam a prestação de Hulk no dia em que castigado e passou a ser uma espécie de mistura entre Ronaldo e Messi, mas para melhor. 21 de Dezembro de 2009.

 

«Sempre achei e sempre o disse que, em minha opinião, as equipas verdadeiramente vencedoras não perdem tempo a discutir árbitros nem a queixar-se de arbitragens.»

Miguel Sousa Tavares, 3 de Novembro de 2009.

 

« (…) atentem no golo que todos concordam ter sido mal anulado ao FC Porto(…)»

Miguel Sousa Tavares, 3 de Novembro de 2009.

 

«O que valeu ao Benfica em Olhão foi (…) um fiscal de linha desatento à posição de Nuno Gomes no golo do empate e um árbitro atento ao facto de domingo haver um Benfica-Porto, quando se encaminhou para Cardozo, depois de expulsar Djalmir, e pelo caminho mudou o vermelho a Cardozo para amarelo.»

Miguel Sousa Tavares, 15 Dezembro de 2009.

 

« (…) antes haviam sido anulados dois golos ao FC Porto, um dos quais duvidoso e o outro claramente mal anulado (…); havia sido validado o primeiro golo do Leiria, também em posição duvidosa, mas com diferente critério de apreciação».

Miguel Sousa Tavares, 19 de Janeiro de 2010.

 

«Façam o choradinho que quiserem, esta é a minha opinião: futebol assim, com (…) árbitros que protegem o anti-jogo e os sarrafeiros, não vale a pena esperar por público nas bancadas.»

Miguel Sousa Tavares, 16 de Fevereiro de 2010.

 

 

«Segundo ‘A Bola’, o Benfica ganhou no Funchal ‘à campeão’. (…) sinceramente, não sei se o teria conseguido sem o que me pareceram dois erros de arbitragem em dois minutos (…).»

Miguel Sousa Tavares, 16 de Março de 2010.

 

« (…) já lá vão quatro golos limpinhos anulados ao Falcão,»

Miguel Sousa Tavares, 16 de Março de 2010.

P.S. Mesmo correndo o risco de, em termos humorísticos, não conseguir fazer melhor do que os intervenientes anteriores, gostaria de acrescentar o seguinte: ao que parece, Jesualdo Ferreira obteve grandes vitórias no Porto, foi importantíssimo na história do clube, mas este ano demonstrou quem o seu tempo no Dragão chegou ao fim. Já Pinto da Costa obteve grandes vitórias no Porto, foi importantíssimo na história do clube, e este ano demonstrou que o seu tempo no Dragão ainda agora está a começar. O anúncio da sua recandidatura à presidência deve, por isso, ser saudado com entusiasmo. Por um lado, permite-lhe acabar de cumprir o castigo de dois anos de suspensão por tentativa de corrupção, que seria uma pena não levar até ao fim na posse da funções nas quais foi castigado; por outro, é evidente que o máximo responsável por ter apetrechado o plantel do Porto com Prediguer, Guarín, Tomás Costa ou Valeri, e o plantel do Braga com Luís Aguiar, Alan e Renteria, é o portista mais bem colocado para liderar o clube nos próximos anos. Além disso, o Porto ainda pode fazer história nesta época: a manter o terceiro lugar, é a primeira vez que um tetracampeão acaba o campeonato atrás do Braga. A boa gestão dá muitas alegrias.

 

publicado por Benfica 73 às 09:49

Abril 24 2010

publicado por Benfica 73 às 07:49
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Abril 23 2010

Quais são as suas expectativas para o jogo com o Olhanense, que tem grande importância na luta pelo título?

- É um jogo difícil, sabemos que é assim quando se joga com o Olhanense, e toda a gente está concentrada, pensando no encontro. Faltam três finais, espero que possamos fazer um bom jogo e conquistar os três pontos.

Depois do jogo da primeira volta, que terminou empatado, que tem o Benfica que fazer para chegar à vitória?

- Tem de ter tranquilidade e paciência, o jogo será difícil para nós, pois sabemos que o Olhanense vai jogar no nosso erro, com toda a gente a atrás. Quando tivermos oportunidade, temos de fazer golos e sair com a vitória.

Preferia festejar o titulo domingo que vem ou no Dragão?

- Prefiro ganhar no sábado [amanhã] e que o Sp.Braga perca ou empate para conseguir ser campeão no domingo.

Teria um sabor especial ser campeão no Dragão?

- Não...Quero ser campeão no domingo, se Deus quiser. Respeitamos a equipa do Olhanense, mas queremos fazer um bom jogo e ganhar, para ficar depois à espera que o Sp.Braga empate ou perca e conseguir o título no domingo.

Sente que teve grande responsabilidade neste título, atendendo aos golos que marcou nas visitas à Naval e à Académica?

- Não, o grupo é bom. Tenho trabalhado e o treinador optou por mim, entrei e consegui ajudar a equipa a chegar ao objectivo que é a vitória. Estou preparado e tranquilo se o treinador me chamar para jogar. Se jogar com o Olhanense vou entrar e tentar dar o máximo para conseguir a vitória.

Considera que merecia mais oportunidades?

- Estou tranquilo, pois isso depende do treinador. Estou sempre a trabalhar para que no momento em que surja uma oportunidade possa entrar e ajudar os companheiros.

Depois de ter feito dois golos à Académica considera que merece ser titular com o Olhanense?

- Não sei...isso também depende do treinador. Mas estou com a cabeça boa, bastante concentrado e se jogar vou dar o máximo.

Passou-lhe em algum momento pela cabeça que podia ser tão importante para a conquista do título?

- Não, limito-me a trabalhar bastante, mas em conversa com a minha esposa ela disse-me sempre que a minha hora ia chegar. Sempre dizia: Felizmente, chegou a minha oportunidade.

Esta recta final em grande garante-lhe a continuidade no plantel para a próxima época?

- Não sei, mas tenho mais um ano de contrato, pois assinei dois anos. Vou continuar a trabalhar, espero ser campeão e poder ficar aqui mais um, dois ou três anos.

Já discute a renovação?

- Não, tenho mais um ano, ainda não conversei com a Direcção, nada sei. Quero ser campeão e o resto fica para depois.

Como está o espírito da equipa?

- Tranquilo. Na primeira volta foi difícil, 2-2, mas espero fazer um bom jogo e com a ajuda dos adeptos somar três pontos. Toda a gente está ansiosa.

Que pede aos adeptos?

- Espero que encham o estádio e façam a festa.

Torcer por Saviola

Fico feliz por ele, é um excelente atacante, pena a lesão que teve no pé. Mas, graças a Deus, está voltando e espero que regresse bem para que possa ajudar a conseguir o objectivo de ganhar este jogo.

Dedicatórias:

David Luiz [fez ontem] 23 anos, a minha mulher também comemorou aniversário e quero ganhar para dedicar-lhes a vitória. Nada prometo, mas se puder vou fazer golos.

Descida do Belém

Fico chateado se o Belenenses cair para a segunda divisão, pois tenho lá vários amigos e gostava que ficasse na Liga. Pode ser que no próximo ano consiga subir de novo para a I Liga.

publicado por Benfica 73 às 20:44

Abril 23 2010

No jogo contra o Olhanense, na primeira volta, o Benfica não conseguiu ir além de um empate, um jogador expulso e muitos amarelos, casos e provocações.

O meu desejo para este jogo seria tudo o inverso, um jogo bem mais conseguido, uma arbitragem bem melhor, os três pontos e um titilo à distância de um pontinho.

Jorge Jesus, com a sua experiencia, sabe muito bem que gerir a ansiedade de estar tão perto de um objectivo nem sempre é muito fácil, mas um Benfica pressionante e com os seus principais jogadores disponíveis será seguramente capaz de ganhar e fazer uma exibição de Campeão. Na segunda volta ganhamos todos, repito todos os jogos com excepção daquele em Setúbal que no último minuto falhámos um penalty. Não confiar, não acreditar, não encher o estádio a gritar e apoiar a equipa seria de uma total ingratidão. Por isso, espero uma noite mágica e uma vitória convincente.

Amanhã não seremos campeões no final do encontro da Luz, mas uma Vitória dá-nos o direito de ter cinco jogos para o conseguir, três do Braga que não tem falhado, e dois nossos. Ganhar com esta consistência e com esta réplica do nosso adversário torna o campeonato ainda mais saboroso. Depois de ganharmos ao Olhanense só ficará a faltar o ‘ponto final’.

Os adeptos do Real Madrid podem somar à tristeza de não ganhar o título espanhol, a estranheza de ver os seus dispensados decidirem triunfos por essa Europa fora. Em Portugal, Saviola e Javi Garcia são decisivos para a força deste Benfica, no Inter o dispensado Sneijder ajudou e muito a pôr o primeiro pé na final do Barnabéu, Robben foi decisivo na vantagem do Bayern de Munique, enquanto na Liga Europa Van Nistelrooy leva o Hamburgo ao colo.

O Ral Madrid pode não ganhar nada esta temporada, mas clubes e adeptos agradecidos, isso o Real tem garantido um pouco por toda essa Europa.

Autor: Sílvio Cervan

Fonte: Jornal A Bola

publicado por Benfica 73 às 20:15

Abril 23 2010

publicado por Benfica 73 às 07:27
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Abril 22 2010

As chuteiras que me calças

 

Por tua causa., assumo, a imprensa desportiva passou a fazer parte do meu “café da manhã”.

O jornal Record citou-te há poucos dias após mais uma vitória do nosso clube: “ É preciso manter a humildade e os pés bem assentes no chão”. Resumi-te na tua própria frase. Este és tu, sem tirar nem pôr. O equilíbrio entre a gratidão pelo que é e a fé inabalável no que há de ser. Assim és tu: o homem seguro e menino sonhador. O fiel de uma balança entre o de onde vieste e o onde estás agora. Este és tu, que não me deixas transformar-te num ídolo.

Exiges ser em mim tão somente o David, sem a coroa de rei e sem a força sobrenatural que derrota os “Golias” do futebol.

Mas por muito que te esquives do estatuto de especial, na simplicidade que acima de tudo te caracteriza tão bem, não vou inibir-me de te dizer obrigada publicamente pelas “chuteiras” com que me calças cheias de garra e de serenidade, ao mesmo tempo, neste que é o meu caminho aparentemente condenado à condição permanente de não poder chutar uma bola.

“Calças-me” com as certezas de que o meu propósito é muito maior do que eu.

“Calças-me” de motivação para ultrapassar todos os obstáculos intrínsecos ao facto de uma pessoa com mobilidade reduzida ir a um estádio de futebol.

“Calças-me” cada vez mais de orgulho em ser benfiquista. As chuteiras que me calças são invisíveis aos olhos dos comuns mas são elas que também dão significado aos meus pés pequeninos e frágeis para suportar o meu corpo.

Fazes hoje o mesmo número de anos que o número que te identifica no Benfica: 23. E ainda tens tanto para voar… Numa época em que o Mundo fala de ti, eu preferi fazer diferente e falar para ti. Agradecer-te por me assentares os pés tantas vezes num chão que não piso. Trazendo-me à realidade de que o desafio não é chegar a lado algum mas sim mantermo-nos lá, fiéis ao que nos foi sempre fiel. Tu faze-lo na perfeição.

Podias ser o meu irmão mais novo, mas o líder e o cuidador és quase sempre tu. Numa proteção que nunca sufoca e numa entrega de que há alguém que providencia a minha e a tua vida. Aí também és diferente, de tanta gente que – como que a compensar-me do que não posso fazer – transforma-me numa espécie de heroína, aspirina anímica ou exemplo a seguir.

Reconheces-me pela alma que nada tem a ver com a minha condição física. É que o teu foco nunca será colocado nas pessoas, por isso dás-me sempre muito mais do que alguma vez eu julgarei que te dou. Quando empurras a minha cadeira de rodas desenhas-me asas nas costas. Quando me pegas ao colo mostras-me que a minha visão do Mundo não é limitada pela minha altura. E é a partir do teu colo que consigo percepcionar uma canção da Ala dos Namorados: “ Pelo céu às cavalitas, escondi nos teus caracóis, a estrela mais bonita, que eu já vi”.

Tu sabes que essa estrela estará sempre lá, contigo. Brilhará nos ataques e nas defesa, nos cortes e nos golos, nos penáltis e nos lances de bola parada, nos livres e nos cantos. No campo e na vida. Na tua e na minha.

“Já deixei de ser criança e tu dormes à lareira

Ainda sinto a minha estrela nos teus caracóis”.

Autor: Mafalda Ribeiro

Fonte: Jornal Record

 

Parabéns David Luiz. És o meu Ídolo (:
Helena Isabel ( minha filha )

publicado por Benfica 73 às 19:52

Abril 22 2010

 

Há canções que ficam no ouvido. Acontece quando a letra embala a música, ou vice-versa. Há canções que são como uma espécie de casamento feliz de tão bem que ficam juntas as palavras e a melodia. E, por isso mesmo, nos fazem sorrir. Por exemplo, fazem-nos sorrir, e muito, os versos daquele hino da nossa colectividade:

 

«Benfica, eu sou do coração.

Benfica, até debaixo de água…»

 

Custa até compreender como é que o departamento de marketing do Benfica nunca comercializou guarda-chuvas vermelhos com a inscrição da frase maravilhosa «Benfica, até debaixo de água» para as tardes e para as noites de chuva no Estádio da Luz. Também é verdade que os tempos são outros. Não que tenha deixado de chover, mas o estádio é agora inteiramente coberto e não cai pinga sobre o público.

Há versos felizes e «Benfica, até debaixo de água», sendo um deles, empresta toda uma dimensão superior à já referida obra musical. Aparentemente é um absurdo, uma imagem disparatada, excessiva e com maior pendor meteorológico do que futebolístico. Depois, continuando a escutar a canção logo se entende a sua razão de ser.

É uma simples questão de rima brilhantemente resolvida pelo autor. Ora oiçamo-la:

 

«Benfica, eu sou do coração.

Benfica, até debaixo de água!

Quem fala mal do clube campeão,

Ou é de inveja ou é de mágoa.»

 

Devo confessar que esta canção não me sai do ouvido. Sendo já muito antiga parece que foi escrita de propósito para a corrente temporada de 2009/2010, ainda que o Benfica não seja campeão, embora para lá caminhe. E caminha com muita oposição, como se viu no domingo à tarde. E não por força da chuva, porque no jogo com a Académica o céu apresentou-se sempre azul e não foi «debaixo de água» que o Benfica teve de jogar.

Explicando melhor: Entenda-se o verso «Benfica, até debaixo de água» como uma metáfora sobre as dificuldades que nos apresenta, pela frente e a que soubemos, sabemos e saberemos dar a melhor e a única resposta, isto é, vence-las. Debaixo de água, neste campeonato, jogou o Benfica contra o FC Porto, em Dezembro, na Luz e a vitória surgiu com naturalidade, clareza e limpeza.

Já em Coimbra, em terreno seco, o Benfica teve de se haver com uma Académica que joga um bonito futebol, o que é bom para o espectáculo, mas teve de se haver, principalmente, com uma arbitragem à antiga portuguesa que, isso sim, constituiu um autêntico dilúvio, felizmente sem consequências práticas. O primeiro golo da Briosa, precedido de mão do seu autor, e aquele livre perigoso marcado contra o Benfica, já em tempo de descontos, castigando uma falta que Maxi Pereira não cometeu foram, de facto, duas valentes cargas de água.

De facto, temos aqui um problema poético. É que se «água» rima como «mágoa», como na canção, francamente, Xistra há-de rimar com o quê?

Com administra, com sinistra, com listra? Listra, sinónimo de lista e de risca… Mas pouco sentido faz uma rima destas e a canção perdia muito em beleza e em embalo. Quem se lembraria de interpretar uma canção com a palavra listra? Só a Carmen Miranda que imortalizou uma coisa parecida num samba de enredo que ficou para a história. Este:

 

«Vestiu uma camisa listrada e saiu por aí

Em vez de tomar chá com torrada ele bebeu parati

Levava um canivete no cinto e um pandeiro na mão

E sorria quando o povo dizia:

Sossega leão! Sossega leão!»

 

Impecável, não é?

Por falar em canções…Aproxima-se Junho e com Junho chegam os Santos Populares. Cá vai, portanto, uma Marcha de Lisboa, das antigas, das boas:

 

«Vai de coração ao alto nesta lua

E a marcha segue contente!

As pedrinhas da calçada cá da rua

Nem sentem passar a gente»

 

Vem esta canção também a propósito de um facto recente e muito curioso. A Policia de Segurança Pública e o DIAP fizeram uma busca nas sedes das claques do Sporting antes do jogo com o Vitória de Setúbal. Mas o que vem para o caso é que, em Alvalade, para além de diverso material apreendido, e que em nada difere do material do material muitíssimo bem apreendido noutras rusgas a outras claques, os cerca de cem agentes policiais confiscaram, de acordo com a informação oficial, «um balde grande com pedras da calçada».

Lamentavelmente, PSP e o DIAP não especificaram as dimensões de grande do «balde grande». Admitamos, porém, que é maior do que um balde pequeno e mais pequeno do que um contentor.

Adiante…

Nestas ocasiões ninguém sabe muito bem que destino dão as forças da autoridade aos materiais apreendidos, Também não é assunto que desperte grande interesse ou curiosidade, quer por parte do público, quer por parte da comunicação social.

No entanto, no que diz respeito ao «balde grande com pedras da calçada» seria da maior conveniência, em nome da verdade desportiva, que a PSP e o DIAP fizessem o grande favor de o enviar para o Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol que tão prontamente atribuiu o título nacional de juniores ao Sporting ao não duvidar, por um momento sequer, que o festival de pedrada que manchou o último derby dos jovens rivais teve origem única e exclusivamente do lado da calçada benfiquista.

E que assim possa o título ganho na secretaria ser honestamente reconfirmado depois de uma análise mineralógica do volume de calhau apreendido pela polícia às claques do Sporting. Porque, de certeza absoluta, que é o mesmíssimo calhau que voou pelos ares no tal jogo decisivo do último campeonato nacional de juniores.

Poderá também a policia dividir o número de pedras da calçada apreendidas pelo número de conselheiros do Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol e faze-las chegar à sede do referido organismo em baldes individuais, mais pequenos e convenientemente acomodados em papel de embrulho.

Sempre ficavam todos com uma recordação. E com uma melodia no ouvido:

 

«Vai de coração ao alto nesta lua

E a marcha segue contente!»

 

E segue mesmo, a marcha segue contente! Tenham lá paciência!

 

Autor: Leonor Pinhão

Fonte: Jornal A Bola

publicado por Benfica 73 às 18:44

Abril 22 2010

Boa Noite, Pedroto. Eu sei que lhe prometi, em Janeiro, que este ano lhe ia dedicar a vitória no campeonato. Acontece que depois desta última jornada se tornou matematicamente impossível o FC Porto ser campeão esta época. Por isso, Mister, a minha pergunta é muito simples: dá para trocar pela Taça de Portugal? Não precisa de responder, já sei no que está a pensar – “E de o Desportivo das Chaves decide fazer uma gracinha no Jamor? Bom, nesse caso, marca-se um triangular de pré-época com o Arrifanense e o Febres Sport Clube, e esse eu garanto que não nos foge.

O que importa é que aqui estou eu, Mister, a assumir o meu lapso. Podia perfeitamente resolver este problema da mesma maneira com que resolvemos os nossos conflitos com a comunicação social, e entrar em blackout com o Além. Bastava colocar aquela senhora inglesa do programa da Júlia Pinheiro a fazer de segurança à porta da sala de imprensa das Antas. Mas não, prefiro estar aqui, num sincero acto de contrição, a falar consigo. E isto não é nada fácil para mim, até porque esta situação faz-me lembrar o clube lampião. Esta época, se quiser falar com o Benfica, também tenho que olhar para cima.

Uma das coisas que mais me entristecem é o facto de muita gente ter considerado de mau gosto eu ter usado a memória de um falecido, com o objectivo de lançar recados para o interior e o exterior de FC Porto. Mas, peço que acredite, eu não tinha remédio: é que cada vez que falo com pessoas que estão vivas, as conversas vão parar ao You Tube. Resta-me despedir e esperar que um dia nos voltemos a encontrar. Se bem que não estou muito confiante que consiga juntar-me a si, aí em cima. Tenho a sensação de que o Purgatório não funciona como a comarca de Gondomar: lamentavelmente, lá as escutas são admissíveis.

publicado por Benfica 73 às 16:45

Abril 22 2010

publicado por Benfica 73 às 07:23
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publicado por Benfica 73 às 10:53

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