Março 31 2010

 

 

"Esta eliminatória com o Liverpool será quase uma final, vai ser uma grande batalha. Ninguém no plantel  do Benfica teme o Liverpool. Eles têm grande historial na Europa mas não somos inferiores a eles", declarou Saviola ao jornal britânico The Sun.

"Fernando Torres é um dos melhores avançado da Europa, mas a linha ofensiva do Benfica também não é má. Não estamos obcecados com Torres. Seria estúpido esquecer jogadores como Steven Gerrard, Javier Mascherano e Dirk Kuyt, que são igualmente perigosos".

 

"Vamos defrontar um adversário difícil, é mesmo o mais forte que já defrontamos até ao momento. Tem jogadores de grande qualidade. Temos de estar concentrados e vai depender daquilo que vamos fazer para vencer este jogo. É claro que é um desafio importante para nós", afirmou Di María.
"Aquilo que dizem não me interessa. Só penso no Benfica e não televisão dá para ver que sofro faltas e nada mais. Depois, ganhámos e agora estamos com seis pontos de vantagem".

 

"O Di María é o jogador mais forte no um contra um em Portugal. É o jogador que tem sido mais massacrado e não estou a falar em termos ilegais, mas pelas suas características como jogador"."Di María é o perfume do futebol português".

"O Liverpool era uma das equipas candidatas à conquista da Champions. Portanto, ao estar na Liga Europa, é o candidato numero um. Vão defrontar-se as equipas mais fortes dos quartos-de-final: o liveprool e o Benfica. O Liverpool é uma equipa que não tem segredos para mim. Vai ser uma eliminatória equilibrada".

Fernando Torres é uma das principais estrelas dos britânicos,aos seus pupilos para terem "especial atenção" ao avançado, justificando que o espanhol "é um finalizador nato e sabe criar espaços com muita facilidade". "É um dos jogadores aos quais vamos estar atentos".
Sobre a entrevista de Luís Filipe Vieira (SIC) e Pinto da Costa (RTP1)
"Sou treinador do Benfica, a época está a ser excelente e temos muitas coisas importantes, inclusivamente já amanhã o jogo com o Liverpool neste momento não quero desviar-me dos objectivos. Quando campeonato acabar tenho todo o gosto em responder a essas perguntas».

publicado por Benfica 73 às 22:06

Março 31 2010

publicado por Benfica 73 às 11:54

Março 31 2010

Não é só nos terrenos de jogo que o Benfica goleia os adversários. O resultado da entrevista de ontem à noite, conduzida pelo Miguel Sousa Tavares (que animal) ao presidente do Benfica foi de "0-10". Luis Filipe Vieira não teve medo do entrevistador (estupidez é mato) e ainda assim o goleou.

 

 

 

publicado por Benfica 73 às 11:39

Março 31 2010

Como aqui afirma, independente, imparcial e competência são valores que a algumas pessoas do futebol fazem muita confusão.

 

publicado por Benfica 73 às 11:28

Março 31 2010

O sonho da entrevistadora da noite era ter uma t-shirt destas.


publicado por Benfica 73 às 11:19

Março 31 2010

publicado por Benfica 73 às 09:56
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Março 30 2010

publicado por Benfica 73 às 09:55
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Março 30 2010

Autor: Virgul8

publicado por Benfica 73 às 09:44
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Março 30 2010

 

 

publicado por Benfica 73 às 08:42
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Março 28 2010

 

Benfica 1 - 0 Porto B

 

Jorge Jesus: ”Tinha dito que este não era jogo decisivo, acontecesse que resultado acontecesse”. “Sp. Braga e Benfica são as melhores equipas do campeonato”. “Não nos causou grandes problemas, foi equipa que trabalhou mais aspectos defensivos e procurava sair. Na primeira parte fizeram um remate, na segunda entrámos muito fortes. O Cardozo normalmente não falha tantas oportunidades... ou o resultado podia ter sido outro. A única oportunidade do Sp. Braga foi do Moisés, num livre”.
“Só podia haver um vencedor” nesta partida e que esse era o Benfica: “Fomos uma equipa muito competitiva, segura, que sabia o que queria e isso foi fundamental para vencer o jogo”. O treinador encarnado explicou que a sua equipa jogou com dois resultados em vista. Afinal, importante mesmo era não perder: “Com empate continuávamos em vantagem, com seis continuamos seguros, mas não totalmente pois atrás de nós estão dois adversários bons. Continua tudo em aberto para as três equipas”.“se pudesse ganhar por dois ou três golos ficava muito mais contente”.
O treinador do Benfica disse que os seus “jogadores estiveram muito bem” e elogiou Saviola por ter feito “movimentos que permitiam encontrar sempre o caminho da baliza”. O pensamento do técnico já está, no entanto, no futuro. “Agora é pensar no Liverpool”.
“Com o jogo hoje, os jogadores chegam a quinta-feira recuperados. O problema é de quinta a domingo. Esse sim, é o problema. Para quinta vou lançar em jogo aqueles que achar que são os melhores”.
Jesus explicou: “Não me sinto mais perto do sonho. Só sentirei mais perto quando as jornadas ditarem que Benfica é campeão. Em duas jornadas tudo se pode alterar. Temos consciência e humildade de que temos de continuar a trabalhar como temos trabalhado”.

Luisão: “passo decisivo” rumo ao título.
“Nós respeitámos bastante o adversário, mas ficamos um pouco tristes com as coisas que aconteceram fora do relvado. Até conversámos com os jogadores do Braga e isso pode influenciar o modo como os jogadores entram em campo. As duas equipas deram o seu melhor e acho que demos um passo decisivo”.
“Sabemos que não tem nada decidido. O título ainda está longe, mas vamos continuar a trabalhar para o alcançar. Também quero dar os parabéns ao público”.

 

Fábio Coentrão: “Faltam seis jogos”
“Falta ainda muito campeonato. Faltam seis jogos e temos de manter esta atitude. Com esta vontade, chegaremos ao final da época com o título”.
“Temos a perfeita noção que estamos mais perto do título, mas o campeonato às vezes dá muita volta”.

 

Rumo ao Título
Carrega Benfica

publicado por Benfica 73 às 09:42

Março 27 2010

Autor: Ricardo Araújo Pereira
Fonte: Jornal A BOLA

 

“O Fernando Guerra pode, pois, tomar nota desde já: dificilmente os portistas e os bracarenses irão reconhecer o mérito de um campeonato ganho pelo Benfica nestas circunstâncias”

Miguel Sousa Tavares -16 de Fevereiro de 2010

 

“O que me incomoda, sim, é que os elogios aproveitem a tantos benfiquistas que os não merecem. Daqueles que, inversamente, nunca foram capazes de reconhecer mérito às vitórias portistas dos últimos anos”

Miguel Sousa Tavares -23 de Março de 2010

 

O clube que é referido nas escutas pelo árbitro condenado por corrupção passiva como “o meu Braguinha” tem hoje o privilégio de visitar o estádio do primeiro classificado. Será uma oportunidade inédita para os jogadores do Braguinha de Augusto Duarte verem um estádio cheio de espectadores pagantes. Espero que tragam a máquina fotográfica. Confesso que não sei muito sobre a táctica do Braguinha de Augusto Duarte, mas creio que o Braguinha de Augusto Duarte vai tentar explorar as faixas laterais – e também as faixas laterais das faixas laterais, como no jogo em casa contra o Marítimo, em que a jogada do golo da vitória começou do lado de fora do campo. Não só os laterais do Benfica terão de estar atentos, como seria bom que Jorge Jesus ministrasse um treino táctico aos apanha-bolas. Sobre a equipa do Braguinha de Augusto Duarte, só tenho uma certeza: ao contrário do que aconteceu no jogo contra o Porto, Meyong vai certamente jogar de início. Julgo mesmo que o jogador terá sido poupado no Dragão para se apresentar hoje nas melhores condições. Será, creio, um jogo difícil, na medida em que o Braguinha de Augusto Duarte tem a fama de oferecer um prémio de 50.000 euros aos capitães dos adversários do Benfica. Estarão motivadíssimos, os capitães do Braguinha de Augusto Duarte.

 

O Benfica, que nunca perdeu uma final com o Porto, venceu, sem surpresa, a taça da Liga. É verdade que Nuno foi incapaz de segurar um remate relativamente fraco de Rúben Amorim, mas é provável que o guarda-redes do Porto estivesse a jogar lesionado por ter as falangetas doridas de redigir comunicados.

Não posso, claro, deixar de fazer uma alusão ao lamentável ambiente de violência que rodeou o jogo. Foi especialmente chocante a conduta daquele hooligan que joga no centro da defesa de Porto. Registo, apesar de tudo, a lucidez de Bruno Alves quando mostrou os quatro dedos ao público. Mesmo naquela hora difícil, o central manteve a cabeça fria e foi capaz de calcular a média de golos sofridos pelo porto nas goleadas contra Arsenal e Benfica: quatro. E fez questão de informar o público da conclusão a que tinha chegado.

Quanto à final propriamente dita, apesar de tudo foi um jogo à antiga: dantes. O árbitro perdoava a expulsão a dois jogadores do Porto e o porto ganhava. Agora, o árbitro perdoa a expulsão a dois jogadores do Porto e o Porto perde por 3-0. Talvez tenha mudado qualquer coisa, mas o essencial manteve-se.

 

Tendo em conta a gravidade dos factos que foram ocorrendo fora do campo, é forçoso reconhecer que este campeonato ficará conhecido por causa de factores extra-futebol: - para todos os efeitos, este será sempre o campeonato durante o qual foram publicadas as escutas do apito Dourado no Yoy Tube. Mas o túnel da Luz também teve algum protagonismo. Depois de a Comissão Disciplinar da Liga ter deliberado, de forma completamente absurda, que os stewards eram agentes desportivos, o Conselho de Justiça da Federação veio finalmente pôr ordem na demência e decidiu que os Stewards são, na verdade, público. Como é óbvio, fez-se justiça. Parece evidente que os profissionais contratados para controlar o público são, também eles, público. Suponho que, quando um steward falta ao serviço, não seja punido: trata-se de um espectador a quem não apeteceu ir ao estádio nesse dia. E ficaria surpreendido se os stewards agredidos não fossem, eles sim, castigados: ao que pude apurar, nenhum daqueles membros do público agredidos por Hulk e Sapunaru tinha pago o respectivo bilhete. Uma vergonha que não deve passar sem punição.

Agora sim, o castigo de três jogos a Hulk parece adequado à infracção. Recordo que, em Braga, Cardoso foi castigado com dois jogos de suspensão por, como as imagens demonstraram, não ter agredido ninguém. Hulk levou mais um por espancar um segurança. É mais do que justo que as agressões efectivas sejam punidas com mais um jogo do que as imaginárias.

Há, no entanto, alguns pormenores inquietantes no acórdão do CJ da Federação. Os portistas sempre sustentaram que os castigos a Hulk e Vandinho eram igualmente injustos. Faziam parte da mesma sombria cabala que devia ser combatida à força de vigílias. Agora, contudo, dizem que foi feita justiça quando CJ da Federação manteve o castigo de Vandinho (cuja equipa segue no campeonato à frente do Porto, a propósito). Mais: o Porto mantém que a deliberação da Liga é extremamente iníqua, profundamente injusta, manifestamente reles, deliberadamente maldosa, safadamente ruim. O acórdão do CJ, apesar de não concordar com ela, diz que é, e cito, “legítima”. Quem toma decisões legítimas deve indemnizações a alguém? A justiça chega tarde mas chega confusa.

publicado por Benfica 73 às 10:49

Março 27 2010
Chegou o dia do grande passo rumo ao título.
Força BENFICA

 

publicado por Benfica 73 às 05:57
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Março 27 2010
publicado por Benfica 73 às 05:17
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Março 26 2010

publicado por Benfica 73 às 05:49
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Março 25 2010

Em 1995, Eric Cantona pontapeou um espectador e foi suspenso por nove meses. Em 1998, Fernando Mendes agrediu um bombeiro e foi suspenso por três meses. Em 2008, Emmanuel Duah pontapeou a perna de um maqueiro e foi suspenso por dois meses. Note-se que, até agora, as vítimas eram todas elas pessoas que estavam a intervir fortemente no jogo. Em 2009, Hulk agride um steward e é suspenso por três jogos. Logo por sorte, o assistente de recinto desportivo em termos jurídicos não é considerado um “interveniente no jogo”. É certo que mencionei o factor sorte. Mas não coloco de parte a hipótese de Hulk, segundos antes de aplicar um pontapé na queixada do steward, ter pedido um parecer jurídico ao prof. Gomes Canotilho. Ainda que bem que existe o Direito: se não, quem é que fazia a distinção entre mandíbulas fracturadas?

Nenhum dos jogadores acima referidos, nomeadamente Mendes e Duah, foi suspenso preventivamente, é certo. Mas isso deve-se ao facto de, nessa fase, o FC Porto ainda não se ter lembrado de propor aos outros clubes que os jogadores expulsos ficassem automaticamente suspensos sem limite temporal – só o fizeram em Julho de 2009. A maior parte do período que Hulk ficou sem jogar (de 20 de Dezembro até à decisão da Comissão Disciplinar da Liga, a 19 de Fevereiro) deve-se, portanto, ao próprio departamento jurídico das Antas, com que se diz que o dr. Ricardo Costa aprendeu tudo o que sabe sobre decisões que prejudicam o FC Porto. E quando me refiro ao período que o Hulk ficou sem jogar, estou a ser magnânimo: não inclui o Arsenal-FC Porto, apesar de tudo o que foi dito pela maioria dos comentadores sobre a actuação do brasileiro.

 

Autor: Miguel Góis

Fonte: Jornal Record

publicado por Benfica 73 às 08:31

Março 24 2010

publicado por Benfica 73 às 06:08
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Março 23 2010

 

Primeiro Marselha, depois o Algarve, anda alto o astral do Benfica. Foi grande a festa pela conquista da Taça da Liga?

- A Taça da Liga já é passado, tivemos algumas horas para celebrar a vitória, mas a partir de agora já estamos concentrados no próximo jogo, porque para nós o próximo jogo é sempre o mais importante.

Próximo jogo, ao qual o Benfica chega moralizadíssimo, é com o Sp. Braga e pode decidir muita coisa...

- É evidente que as vitórias moralizam o grupo, mas se queremos retribuir o apoio dos nossos adeptos temos de continuar a trabalhar todos os dias e encarar todos os jogos como fosse o último, como se desse jogo dependente o nosso destino. É isso que vai acontecer no próximo sábado, frente ao Sp. Braga.

Tem-se falado e escrito muito sobre o seu futuro e vários têm sido os grandes clubes europeus interessados na sua contratação?

- Eu estou no maior clube do Mundo, não estou preocupado com o futuro, o Benfica é a minha casa. Quando vim para cá poucos acreditavam em mim, tinha 18 anos, mas o presidente Luís Filipe Vieira foi-me buscar e apostou sempre em mim. Aliás, o presidente tem sido a alma deste clube, tem estado sempre presente junto da equipa com sacrifício da sua vida pessoal e profissional. Portanto, o mínimo que eu posso fazer é retribuir com trabalho e o meu futuro está nas mãos dele. O que Luís Filipe Vieira disser será o meu futuro!

Mas será normal que o seu momento de forma chame a atenção dos emblemas mais ricos do Mundo...

- Nesta equipa o que conta é o grupo e não as individualidades. Felizmente temos muitos jogadores que podem desequilibrar, mas o grande segredo desta equipa é o espírito de grupo que temos. Somos onze por um e um por onze, sempre! Durante os 90 minutos!

É essa a fórmula de Jesus, o segredo na base do milagre que está a ser, afinal, colocar o Benfica a jogar mais do que o dobro da época passada?

- Muito deste novo espírito se deve a Jorge Jesus, com ele o grau de exigência subiu muito e isso reflecte-se jogo após jogo...

Sentem, no balneário, que a conquista do título está cada vez mais perto?

- Temos sete finais a disputar e estou seguro de que com o apoio dos nossos adeptos vamos conseguir ganhar esses jogos rumo ao título que é o nosso grande objectivo.

E a Liga Europa, onde o Benfica tem passeado classe com sucessivas boas exibições e goleadas?

- Se tivermos oportunidade vamos tentar chegar à final da Liga Europa, mas temos de ter os pés bem assentes na terra. Vamos enfrentar o Liverpool, uma equipa que vai apostar tudo nessa competição, que já não tem outros objectivos e que fará tudo para seguir em frente. Mas vamos entrar em campo para ganhar!

publicado por Benfica 73 às 16:21

Março 23 2010

 

 

publicado por Benfica 73 às 06:06
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Março 22 2010

publicado por Benfica 73 às 19:05

Março 22 2010

 

Benfica 3 - 0 Porto

Fotos

 

Luisão: “é sempre bom conquistar títulos».
“É sempre bom conquistar títulos, pois ficamos ligados à história do clube. Se esperava um FC Porto mais forte? Quando o Benfica ganha, fazem sempre essa pergunta! O FC Porto é sempre forte mas nós conseguimos vencer”, afirmou Luisão, frisando que os encarnados não olham para a concorrência: “Não nos preocupamos com ninguém, mas sim com o nosso trabalho. Estamos a fazer uma boa época, melhor que as anteriores”.
Questionado se a conquista da Taça da Liga vai permitir aumentar os níveis de confiança dos jogadores para a recepção ao Sp. Braga, o brasileiro respondeu: “Vai começar do zero. Estamos a entrar numa fase decisiva e cada jogo acarreta mais responsabilidade que o anterior”.

 

Cardozo: “O FC Porto tem bons jogadores e uma grande equipa e a verdade é que esperávamos mais. Mas o resultado foi o que foi e o Benfica conquistou o título”.
“Primeiro penso na minha equipa e só depois em mim», esclareceu, prometendo “fazer o melhor para ajudar o Benfica a somar os três pontos frente ao Sp. Braga”.
“Vai ser um jogo muito difícil, mas vamos fazer de tudo para vencer e lograrmos o nosso objectivo”, atirou.

 

David Luiz sobre o jogo com o Sp. Braga, “não vai decidir”.
“É um jogo que vale mais três pontos, contra um adversário directo na luta pelo título. Vamos descansar e temos mais dias para preparar o jogo com tranquilidade. Não vai decidir o título, mas queremos os três pontos”.
“Nas finais quem erra menos dá-se bem. Fizemos um bom jogo e conseguimos o que esperávamos. O FC Porto tem jogadores fortes, mas nós conseguimos anulá-los”, observou.
Utilizado por Quique Flores como lateral-esquerdo na última época, David Luiz diz ter aprendido “bastante” a jogar num posição que não é a sua: “Aperfeiçoei-me em muitos aspectos e cresci como jogador”.
Sobre a importância de Jorge Jesus na sua evolução, o jogador reconheceu que os “puxões de orelhas” do treinador são para o seu bem: “O mister Jesus cobra-me bastante, prefere dizer-me uma palavra mais forte do que me passar a mão pela cabeça. Sei que é o melhor para mim”.

 

Rúben Amorim:  “É uma alegria enorme! Vim para o Benfica para ganhar títulos, esta equipa tem trabalhado bem e merece”.
“O golo? Foi um golo feliz! A minha sorte advém do azar de um adversário. O futebol é assim. Não falei [com Nuno] nem iria falar, porque ele não deve estar muito feliz. Há que saber ganhar e saber perder”, “o golo ajudou a equipa a serenar”.
Questionado se a conquista da Taça da Liga poderá aumentar ainda mais os índices de confiança dos jogadores, “Não muda nada. Nem que tivéssemos perdido esta final mudava alguma coisa na nossa maneira de estar”.
“Temos uma final importantíssima para o campeonato, para mim ainda mais importante que esta, sem tirar valor a esta Taça. Vamos festejar até ao próximo treino e, depois, acabou!”.

 

O Presidente Luís Filipe Vieira: “É uma prenda que os sócios e adeptos do Benfica já mereciam. São eles que nos têm empurrado para as vitórias que temos vindo a alcançar, esta foi mais uma. É uma vitória de todos e estamos todos de parabéns. É evidente que os treinadores e os nossos jogadores é que são os nossos heróis e temos que lhes agradecer por esta vitória”.
“Só penso no Benfica. Tanto faz ser contra o FC Porto como ser contra outra equipa qualquer. Acho que, neste momento, é muito difícil ganhar ao Benfica”.
O presidente do Benfica considera que aposta em Jesus para treinar a equipa «é uma aposta determinada» e que «este é o começo de um novo ciclo no futebol português”.

“Pensamos sempre jogo a jogo. Segue-se o Sp. Braga e, até lá, vamos gozar esta conquista que foi bem merecida. Ficou demonstrado o valor do Benfica”.

 

Rui Costa: “É uma alegria ver o Benfica ganhar”.
“Neste projecto, é muito importante vencer. Revalidámos o título e esperamos que este seja o primeiro de muitos troféus”, “trabalha com muito entusiasmo” e “corresponde àquilo que os adeptos têm feito”.

 

Airton: “A nossa massa associativa é muito grande e merece muito mais”.
“Foi muito bom conquistar o meu primeiro título pelo Benfica. A massa associativa é muito grande e merece muito mais. Vencemos um jogo difícil e equilibrado. Soubemos aproveitar as oportunidades”.
Sobre o próximo jogo, “Vai ser um jogo difícil, mas esperamos somar os três pontos”.

 

Carlos Martins: “Foi muito importante vencer, sabíamos que íamos encontrar uma equipa do FC Porto forte, mas também sabíamos que se estivéssemos ao mais alto nível, sairíamos daqui com a Taça. Fizemos uma exibição muito boa, muito coesa.
As vitórias dão confiança, moral para o que ainda falta. Vamos festejar até amanhã, depois vamos pensar no Sp. Braga, queremos vencer o campeonato e espero que nos apoiem”.

 

Jorge Jesus: “Uma equipa de vitórias é uma família. Os adeptos apoiaram-me muito, mas vou dedicar ao meu pai”, referiu Jorge Jesus visivelmente emocionado.

“Foi uma final onde tivemos que justificar a vitória. Agora temos outras provas onde estamos inseridos. O nosso objectivo número um continua a ser o campeonato. Não vou confundir este título com o campeonato”.
“Apesar de termos alterado quase metade da equipa em relação ao último jogo, todos os jogadores mostraram uma capacidade enorme, o que justifica a qualidade da equipa. Tinha jogadores no limite como o Javi Garcia e do Cardozo que, após o jogo com o Marselha, deram indicações de fadiga muscular. Era um risco e podíamos ficar sem eles para o jogo com o Sp. Braga. Montámos uma estratégia com aqueles que eu achei que estavam melhor no momento. Felizmente fomos compensados, não só pelo resultado, mas também porque demos tempo de jogo a outros jogadores que demonstraram que podemos contar com eles”.
Sobre o Braga, “É decisivo por que é o próximo. É um jogo muito importante, pela posição que as duas equipas ocupam na classificação, mas não decisivo”.

 

publicado por Benfica 73 às 16:54

Março 20 2010

 

Autor: Ricardo Araújo Pereira
Fonte: Jornal A BOLA

 

Sendo o Algarve praticamente solo inglês, tenho expectativas mais ou menos elevadas para a final da Taça da Liga. Todos sabemos o que acontece ao Porto quando tem de jogar em Inglaterra contra equipas que vestem de vermelho e branco. Provavelmente por isso, a Liga tomou medidas com o intuito de equilibrar o desafio: a nomeação de Jorge Sousa é um sinal claro de que se pretende um jogo bastante nivelado. Que diriam os portistas se um antigo elemento dos No Name Boys fosse nomeado para arbitrar uma final entre Benfica e Porto? Haveria certamente vigílias lacrimejantes e pungentes comunicados. Que dizem os benfiquistas quando Jorge Sousa é nomeado para arbitrar o jogo de amanhã? Encolhem os ombros. E dizem que o jogo de Marselha, com a arbitragem que teve, foi um bom treino para esta final. É assim que se chama público aos estádios: a maior parte dos Super Dragões vai assistir à partida na bancada, mas um deles terá o privilégio de ver o jogo mesmo no relvado. Ninguém pode acusar a Liga de não saber promover o espectáculo — que terá, aliás, outros motivos de interesse. Depois das escaramuças com José Lima, no intervalo do Sporting-Porto, e com Vilas Boas, no intervalo do Académica-Porto, com quem irá desentender-se o treinador-adjunto José Gomes no intervalo da final? Como é que os stewards da Luz conseguirão provocá-lo de forma infame a 300 quilómetros de distância? Quantos jogos de suspensão serão aplicados aos jogadores do Benfica que não agredirem ninguém, como aconteceu com Cardozo no Braga-Benfica (arbitrado por Jorge Sousa)? Tal como sucedeu no ano passado, irá algum portista sugerir que o Porto perca o jogo por falta de comparência, ou esta época já lhes apetece disputar este troféu? Que inquietação.

Foi uma excelente quinta-feira europeia para os portugueses: o Benfica passou aos quartos-de-final da Liga Europa e Simão Sabrosa também. Aconteceu, em todo o caso, um episódio triste: por uma daquelas coincidências inexplicáveis, dois dias depois de Salema Garção ter instigado os adeptos do Sporting a criarem um ambiente hostil ao Atlético de Madrid, vários sportinguistas apedrejaram os adeptos espanhóis. Quem diria? No entanto, tenho a certeza de que as pedras foram trazidas de Alcochete por sócios do Benfica, os mesmos que, naquele jogo decisivo do campeonato de juniores, atiraram pedras aos inocentes sportinguistas que nunca tinham visto um paralelepípedo na vida. Entretanto, Costinha parece ser o director desportivo de que o Sporting precisava: Sá Pinto tentou expulsar Liedson do clube e não foi capaz, mas Costinha mostrou mais talento e, ao que parece, conseguiu mesmo afastar definitivamente Izmailov. A generalidade dos directores desportivos tem a responsabilidade de recrutar jogadores para a equipa que dirige; no Sporting, compete ao titular do cargo expulsar os que lá estão. É, sem dúvida, um clube diferente.
Que azar teve o Marselha: no espaço de uma semana passou de equipa que, finalmente, mostrou ao Benfica o que era ter pela frente um adversário a sério, com excelentes jogadores de nível mundial, a equipa composta por coxos que, afinal, qualquer um eliminava. Quanto aos benfiquistas, apesar da liderança do campeonato, do melhor ataque, da melhor defesa, do melhor marcador e dos quartos-de-final da Liga Europa, continuam a não embandeirar em arco. Quem quiser saber o que é embandeirar em arco, leia o que se escreveu na semana em que o terceiro classificado ganhou ao Arsenal em casa com um frango e um golo à chico-esperto. Euforia ridícula é aquilo, como os factos viriam a demonstrar com alguma dureza.

publicado por Benfica 73 às 11:49

Março 19 2010

Empolgante este Benfica europeu

 

É impossível ignorar a categoria com que o Benfica venceu ontem em Marselha e eliminou os franceses da Liga Europa, vintes anos depois do célebre confronto das meias-finais da Taça dos Campeões decidido com o controverso golo de Vata. Ontem, o Benfica de Jesus mostrou autênticas credenciais europeias, falhando contudo demasiados lances decisivos (sobretudo no ataque) para que possa considerar-se já uma grande equipa. Precisa de crescer. De se tornar mais sólida. Mas joga um futebol entusiasmante, ofensivo e corajoso. É uma equipa que se julgará melhor do que é na realidade, mas do ponto de vista mental isso ajuda muito a marcar diferenças.

Disse Jesus antes do jogo: «Conhecemos melhor o Marselha e já podemos corrigir alguns aspectos tácticos». Não é certamente coincidência: o Benfica dominou o Marselha em absoluto. E ontem, teve ainda de ganhar ao árbitro, tão evidentes foram os erros do esloveno Skomina sempre em prejuízo dos portugueses. Não via uma arbitragem tão má desde trabalho do norueguês Tom Ovrebo no Chelsea-Barcelona da época passada, lembram-se?

Mas os erros do esloveno Skomina também levam a questionar-se o que quer, afinal, a UEFA com os cincos árbitros nos jogos da Liga Europa? Os juízes de grande área estão lá, afinal, a fazer o quê?

João Bonzinho

 

Este Benfica é de facto grande. Apenas teve de suportar as trapalhadas de um árbitro de terceira …

Com estes jogadores, Jesus pode ir até ao onde Deus quiser. E deve ser longe, com certeza.

 

  Fernando Guerra

 

publicado por Benfica 73 às 21:05

Março 19 2010

                                            Um Benfica que faz sonhar

 

Marselha esperou 20 anos por uma noite que acabou em beleza… para o Benfica. E que jogo fizeram as águias no “Inferno do Vélodrome”! No momento em que precisava de chegar à perfeição, a equipa esteve sublime. Quando se impunha concentração máxima, foi glaciar. Quando era necessário atrevimento, houve autoridade. O resultado de tudo isto foi uma exibição colectiva de rara qualidade - frente a um adversário poderoso, da primeira linha europeia (com o triplo do orçamento) e que até levara da Luz uma importante vantagem psicológica.

A reviravolta no jogo (e na eliminatória) merece que este Marselha-Benfica seja recordado por muitos anos. Não é normal alguém conseguir dobrar a equipa de Didier Deschamps daquela forma. Ontem, do primeiro ao último minuto, o Benfica não foi superior ao OM. Fez muito mais do que isso: vulgarizou-o. Um árbitro desastrado já estava a transformar o jogo numa mentira, mas quando Niang marcou, então, a história ficou ainda mais aldrabada. De mangas arregaçadas e dentes cerrados, contra tudo e contra todos, a águia embalou para um grande final. Daqueles que costumam passar à eternidade – como Leverkusen ou mesmo Liverpool.

Jorge Jesus, que está há 23 jogos sem conhecer a derrota, voltou a ser profético. “As duas equipas vão marcar golos”, antevira na véspera. Só faltou dizer que seria Kardec o herói da noite. O miúdo brasileiro que chegou em Janeiro estreou-se a marcar e fez logo o golo 100 de uma época que está a ser, a todos os títulos, notável.

  Nuno Farinha

 

                            Nem Quique nem queque

 

Fui seguramente dos primeiros a escrever, aqui mesmo e ainda o campeonato não tinha começado, que Luis Filipe Vieira e Rui Costa podiam, desta vez, descansar com a escolha de treinador que tinham feito. Outros demoraram a aceitar a ideia de que – pese o nome – o Benfica tinha encontrado o seu messias futebolístico. Fosse porque o hábito prenunciava que a equipa da Luz quebraria mais dia menos dia, fosse porque alguma presunção na analise não os deixava ver o que era óbvio logo às primeiras jornadas: este Benfica jogava muito e tinha condições para uma época extraordinária.

É um facto que neste momento ainda pode nem ganhar nada, mas, sobretudo depois do que se viu ontem em Marselha, não há como negar: Jorge Jesus fez uma equipa forte tanto a atacar como a defender, dotou-a de carácter ganhador e acaba de lhe dar dimensão europeia. Na minha opinião, construiu o melhor Benfica em quase trinta anos, pelo menos desde a primeira passagem de Eriksson na Luz, que as melhores equipas desde então nem sequer se aproximavam do conjunto actual, sobretudo colectivamente.

Tendência comum da análise mais distraída: o Benfica estava melhor porque tinha melhores jogadores. Mas primeiro dependia de Aimar, depois de Saviola, agora de Di Maria. Verdadeiramente sempre dependeu essencialmente do treinador e da ideia de jogo que Jesus de modo invulgarmente competente construiu em poucos meses. Um dos que se referiram à maior valia individual deste Benfica foi Quique Flores. Mais valia estar calado. O Benfica tem a mais Javi Garcia, Ramires e Saviola, mas tem a menos Katsouranis, Reyes e Suazo (todos titulares indiscutíveis nas equipas onde estão hoje). E é elucidativo comparar o que rendiam com o que rendem agora Luisão, David Luiz, Carlos Martins, Di Maria ou Cardozo. E como pode falar de individualidades um treinador que tem nas mãos Aguero, Forlán, Simão, Reyes e Paulo Assunção e correu risco iminente de ser eliminado por um Sporting que jogou mais de uma hora em Madrid com um homem a menos, e ontem com uma equipa toda remendada em Alvalade.

No futebol, mais que saber falar nas conferências de imprensa, interessa comunicar com os jogadores. Mais do que culpar publicamente os futebolistas que falham, é decisivo responsabiliza-los perante o grupo. Mais do que parecer bom treinador – sobretudo isto – é decisivo treinar mesmo muito bem. Jorge Jesus é diferente de Quique, desde logo por não ser queque. Mas é o melhor treinador que o futebol português produziu no pós-Mourinho

  Carlos Daniel

publicado por Benfica 73 às 20:50

Março 19 2010

                                                Um Benfica de sonho

 

 

publicado por Benfica 73 às 18:04

Março 18 2010

Gestão à Porto

 

Abriu a época de caça ao Jesualdo Ferreira, sobretudo entre os comentadores afetos ao FC Porto. O técnico que lapidou Bruno Alves, Fernando e Lisandro é apontado agora como o principal responsável pela má época da equipa, em ex aequo com um jurista que viu num monitor as imagens de dois jogadores a agredirem violentamente um segurança no final de uma partida e, sem que nada o fizesse prever, decidiu castigá-los de acordo com o que está escrito nos regulamentos. A magnífica e rigorosa gestão do FC Porto, dizem, não merece um treinador assim.

Era justamente nesta última frase que eu estava a pensar, quando começou a partida de terça à noite entre uma equipa que gastou esta época 11 milhões de euros em reforços - o Arsenal - e outra que desembolsou 31 milhões de euros - o FC Porto. Foi também essa frase que me ocorreu quando se começou a perceber que Diaby (que custou 3 milhões de euros) e Song (4 milhões de euros) dominavam o meio-campo do FC Porto, onde nem sequer constavam Belluschi (5 milhões de euros por 50% do passe) e Prediguer (4,2 milhões de euros). E também quando se tornou visível que Clichy (350 mil euros) estava a desempenhar bem melhor o papel de lateral-esquerdo do que Alvaro Pereira (4,5 milhões de euros por 80% do passe). E quando, no final do jogo, Bendtner (custo zero) somou mais três golos do que Hulk (5,5 milhões de euros por 50% do passe). Bom, talvez o resultado tivesse sido diferente se o lesionado Fàbregas (1,4 milhões de euros) e o preterido Tomás Costa (4 milhões de euros) tivessem alinhado.

E é esta a gestão que o presidente do José Eduardo Bettencourt quer implementar no Sporting. Por mim, tudo bem.

 

 

Gestão à Porto II

 

Muita gente terá estranhado a notícia segundo a qual o FC Porto se prepara para vender Bruno Alves no final da época. Trata-se, como é óbvio, de gente incapaz de captar a fina ironia de Pinto da Costa, nomeadamente quando, num discurso proferido na casa do FC Porto em Espinho a 11 de Janeiro deste ano, afirmou: "E fico feliz por saber que havemos de ter Bruno Alves por muito tempo." Só por curiosidade, foi nessa mesma noite que Pinto da Costa anunciou ainda, referindo-se também a Bruno Alves, que "quando acabar a sua carreira, tenho a certeza de que ficará para sempre ligado ao FC Porto". Esta é, aliás, a diferença fundamental entre Bruno Alves e Fucile: o primeiro vai ficar sempre ligado ao FC Porto, o segundo ficará sempre ligado ao Arsenal-Porto.

Ainda assim, o meu coração está dividido entre essas declarações e as que Pinto da Costa produziu a 16 de Dezembro de 2009, antes da contratação de Ruben Micael e da tentativa de contratação de Kleber: “É o rigor desportivo que nos permite neste momento estar descansados e não precisarmos de ir ao mercado para retocar uma equipa que foi pensada correctamente para toda esta época”. Destaque-se o rigor com que, na altura, se falou em “rigor desportivo”.

Mas Pinto da Costa estava verdadeiramente imparável e, alguns dias depois, anunciou uma contratação que, essa sim, não poderia ser abortada: “Tomás Costa é reforço de Inverno”. Ainda hoje, em Março, os adeptos do FC Porto se perguntam como foi possível comprar um jogador medíocre duas vezes seguidas.

 Autor: MIGUEL GÓIS

 

publicado por Benfica 73 às 17:50

Março 15 2010

Excelente resultado perante um adversário difícil. Com esta vitória iremos encarar o próximo encontro sem tanta pressão.

 

 

  Jorge Jesus:
“Estava à espera de imensas dificuldades. Já conhecemos bem a equipa do Nacional. é uma boa equipa, composta com bons jogadores. Aqui [Estádio da Madeira] é muito complicado alguém ganhar e hoje isso ficou provado”
Segundo o técnico, a «excelente segunda-parte» dos seus pupilos, que actuaram com muita «crença» foi fundamental para sair com os três pontos da Madeira, até porque «o Benfica merecia ganhar como ganhou».
Por isso, Jesus congratula os jogadores, porque souberam superar as adversidades provenientes do pouco tempo de recuperação da partida com o Marselha, na passada quinta-feira. «Não se notou muito essa diferença, mas sentimos que não estávamos tão fortes como o normal. [Os jogadores] estão de parabéns», reforça.
«A equipa está numa ponta final diabólica, agora precisa é de horas para recuperar como é normal», declara o treinador benfiquista, concluindo: «saio daqui muito satisfeito, porque o Nacional tem uma excelente equipa».

Cardozo:
“O Nacional jogou muito bem na primeira parte, mas na segunda metade entrámos com tudo e fizemos a diferença”,“foi um triunfo muito importante para o Benfica".
 “está mais perto do título”, ainda que tenha lembrado que faltam muitos jogos para o fim da Liga portuguesa.
“Terminei muito bem este jogo e agora é recuperar para o próximo”.

 

publicado por Benfica 73 às 16:26

Março 13 2010

Autor: Ricardo Araújo Pereira

Fonte: Jornal A Bola

 

 (…) só há duas coisas que eu odeio, quando se referem a mim: que me tirem o Miguel do nome e que me ponham a dizer uma palavra que eu nunca uso: «algo»


(…) reconfortando-se ao encontrarem-se uns aos outros na missa algo despovoada desse domingo na vila

(…) eu atravessaria a rua como se flutuasse dentro de um sonho ou de um pesadelo, algo de irremediável se teria então quebrado para sempre

Miguel Sousa Tavares


E, de repente, deixou de se falar no túnel da Luz. Confesso que estou preocupado. Talvez valesse a pena as autoridades competentes lançarem o alerta do costume: «Desapareceu das colunas de opinião o túnel da Luz. Da última vez que foi visto usava uma estrutura de metal coberta por uma lona branca com a marca dos pitons do Fernando. Se alguém possuir informações que nos possam levar ao seu paradeiro, por favor contacte a Polícia de Segurança Pública.» O mais chocante neste desaparecimento é o facto de serem precisamente as mesmas pessoas que mais lembraram o túnel da Luz aquelas que agora o esquecem. Foram meses de análises, lamentos, acusações, queixinhas, vigílias, comunicados — tudo em nome do túnel. Subitamente, depois de duas goleadas e um empate em casa com o 13º classificado, o túnel desapareceu. De repente, as opções do professor Jesualdo são duvidosas, o plantel é pobre, os reforços são fracos, a estratégia falhou e o modelo de gestão morreu. E o túnel? Com que desumanidade se descarta assim uma infraestrutura que, ao longo de tantas semanas, cumpriu com brilhantismo o seu papel de bode expiatório de todos os fracassos? Houve vigílias contra o modelo de gestão? Não. O plantel uniu-se para emitir um comunicado a condenar a sua própria falta de qualidade? Claro que não. Foi tudo feito sempre a pensar túnel, no mesmo túnel que é agora injustamente esquecido. A ingratidão é muito feia.
 
 
Mesmo tendo feito uma época menos boa, o clube da estrutura — ah, a estrutura! — continua a dar lições. No Benfica, onde a organização é fraca e a estrutura inexistente, dirigentes e adeptos têm celebrado o bom futebol, as goleadas e a liderança do campeonato. Um erro, evidentemente. São entusiasmos que não se admitem numa gestão altamente profissionalizada. No Porto, a estrutura — ah, a estrutura! — é sólida e não embarca em euforias. O presidente olhou para a tabela, verificou que se encontrava num prometedor terceiro lugar e, com toda a sensatez e realismo, prometeu o título de campeão a vivos e a defuntos. É assim que se gere um clube. Temos muito a aprender.
 
À chegada de Londres, Pinto da Costa não aproveitou a presença das câmaras e dos microfones para fazer uma das suas habituais e divertidas ironias, ou para atacar o centralismo, ou para declamar José Régio. Na verdade, Pinto da Costa nem sequer apareceu. O gesto, como sempre, foi mal interpretado. Não há, na atitude de Pinto da Costa, a mais pequena falta de solidariedade nem de coragem. Na verdade, foi um gesto de verdadeiro portista: a equipa tinha acabado de fazer história na Europa, e Pinto da Costa não quis roubar o protagonismo aos jogadores e treinador. Quando os jogadores são contratados, é ele que os descobre, que os negoceia, que tem a argúcia de os roubar ao Benfica. Quando levam cinco de um Arsenal desfalcado de Fabregas, Van Persie, Gallas, Djourou, Ramsey e Gibbs, é altura de se reconhecer o mérito ao professor Jesualdo. Há um tempo para tudo.
publicado por Benfica 73 às 09:36

Março 12 2010

 

Boa exibição traída por golo sofrido no fim

O Benfica fez esta quinta-feira uma boa exibição frente ao Marselha, mas consentiu o empate mesmo no final do jogo da 1.ª mão dos oitavos-de-final da Liga Europa. Fica tudo em aberto para a partida da próxima quinta-feira, dia 18 de Março, no Vélodrome.
Para a recepção ao Marselha, o treinador Jorge Jesus procedeu a algumas alterações relativamente ao jogo do campeonato nacional com o Paços de Ferreira. Desde logo, o argentino Pablo Aimar voltou para ocupar a posição de médio-ofensivo, ficando Carlos Martins no banco de suplentes. Fábio Coentrão, que vinha a ocupar o lado esquerdo da defesa nos últimos encontros, foi substituído por César Peixoto no jogo desta noite. Depois de ter cumprido dois encontros de castigo para a Liga portuguesa, o espanhol Javi Garcia também regressou à titularidade. O jovem Airton foi “sacrificado” para a partida da 1.ª mão dos oitavos-de-final da Liga Europa. Ramires recuperou de um traumatismo no joelho direito e regressou, igualmente, ao onze “encarnado”.
O adversário do Benfica assentou a sua estratégia na clara queima de tempo em todas as reposições de bola, tentando chegar ao golo num lance esporádico de ataque. Lucho, aos 15 minutos, e Brandão, aos 20, tentaram bater Júlio César, mas felizmente os remates não levaram a melhor a direcção.
A equipa de Jorge Jesus também tentou chegar à baliza contrária num remate de David Luiz (5’) e num cabeceamento de Cardozo (16’), mas o verdadeiro perigo começou a partir dos 29 minutos. Depois de uma fase de equilíbrio na partida, o Benfica começou a desequilibrar a balança com o seu habitual pendor ofensivo. Com combinações de grande nível entre os seus jogadores, os “encarnados” dispuseram de várias oportunidades para abrir o activo no Estádio da Luz. Di María começou com um remate de fora da área aos 29, tentando em jeito fazer o golo aos 44 minutos. Numa jogada de grande entendimento entre Saviola e Aimar, este último entrou na área e só não marcou devido à defesa do guarda-redes do Marselha (40’). Aos 43, foi a vez de Cardozo ver um defesa contrário desviar o seu remate para canto.
Foi só no final da primeira parte que o Marselha voltou a reaparecer, o que demonstra os intuitos com que o adversário veio a Lisboa. Valeu, mais uma vez, o pouco acerto de Lucho (45’).
A segunda parte foi ainda de domínio mais acentuado do Benfica. Ramires foi um dos jogadores mais em foco com várias tentativas de remate (49’) e 69’), mas foi Maxi Pereira que colocou em delírio os 46.635 espectadores que estiveram na Luz. Após um cruzamento de Di María, Cardozo não acertou bem na bola e esta sobrou para o uruguaio no interior da área, rematando para o fundo das redes “encarnadas” (76’).
O Benfica ainda esteve perto de fazer o 2-0 num remate de Ramires, mas este embateu com estrondo na barra (86’).

Injustiça no final
O Marselha, que conseguiu ainda fazer menos durante a segunda parte, foi bafejado pela sorte num lance no final do desafio. Após um cruzamento do lado direito de Bonnart, o recém-entrado Ben Arfa cabeceou com êxito para o fundo das redes de Júlio César (90’).
Este lance não mancha, no entanto, a boa exibição efectuada pelos “encarnados” no encontro frente ao Marselha. Pelo que se viu na partida desta noite, o Benfica tem todas as condições para seguir em frente na competição. O desafio da 2.ª mão é já na quinta-feira da próxima semana.

O Benfica apresentou o seguinte onze: Júlio César; Maxi Pereira, Luisão, David Luiz e César Peixoto (Fábio Coentrão, 77’); Javi Garcia, Ramires, Di María e Aimar (Carlos Martins, 64’); Saviola (Éder Luís, 87’) e Cardozo.

Texto: Rui Manuel Mendes

publicado por Benfica 73 às 11:18

Março 08 2010

 

Sabendo dos resultados dos nossos adversários, o Benfica não podia claudicar, era obrigatória uma vitória para reforçar a nossa liderança. Perante 43 mil espectadores, o Glorioso arrancou uma bela exibição, vencendo os castores por 3-1.

 

À semelhança do último jogo, Jorge Jesus manteve Airton no meio-campo e nos lugares de Ramires e Aimar jogaram Rúben Amorim e Carlos Martins.

 

Era importante entrar desde o primeiro minuto ao ataque, e foi isso mesmo que aconteceu. Aos 13 minutos o primeiro golo, jogada de muita insistência de Cardozo, a bola sobrou para a cabeça de Ruben Amorim que colocou a bola no fundo das redes. O Paços de Ferreira nem tempo teve para respirar, pois passados três minutos o Benfica voltava a marcar. Di Maria com um excelente passe desmarca Saviola, e este depois de tirar um defesa da frente rematou à baliza e estava feito o segundo da noite. Apesar da vantagem, o Benfica não desacelerou, continuou a criar oportunidades. No total foram seis oportunidades perdidas, duas por Di Maria, mais duas por Saviola e ainda outras duas por Cardozo. O golo do Paços surge em cima do intervalo, numa jogada em que a defesa do Benfica fica mal na fotografia.

 

Na segunda parte o Benfica volta a entrar muito forte, teve várias oportunidades. Rúben Amorim viu o seu remate ser defendido, Cardozo, isolado não conseguiu uma vez mais ultrapassar o guarda-redes do Paços e Di María a rematar à barra. Após tanta ameaça, finalmente, chega o golo da tranquilidade. Cardozo à entrada da área, remata, a bola ressalta num defesa do Paços e ainda bate na trave antes de entrar. Se o Paços de Ferreira sonhava em alcansar o empate, com o terceiro golo do Benfica perdeu todas as esperanças e em toda a segunda parte não foi capaz de rematar à baliza do Benfica. Até ao final do jogo, Cardozo podia ter feito o quarto golo. Contornou o guarda-redes e rematou já com um ângulo reduzido, mas a bola não entrou nas redes pacenses.

 

O destaque deste jogo vai naturalmente para Di Maria, está em grande forma, desiquilibra qualquer defesa. Boas exibições de Carlos Martins, Rúben Amorim e David Luiz. Começo a gostar de Airton, segundo jogo e segunda boa prestação e de registar que ainda não o vi falhar um passe.

 

Ao Benfica pedia-se uma vitória e toda a equipa correspondeu com uma bela exibição e a soma de mais três pontos. A jogar assim, seremos campeões, mas temos de manter este nível. Ainda não ganhamos nada.

 

Nota final para o arbitro, como é possível num jogo fácil de apitar, conseguir ser tão incompetente e parcial?. Simplesmente anedótico.

 

publicado por Benfica 73 às 07:01

Março 07 2010


Do sonho à realidade hoje podemos dar um passo importante rumo ao título.

publicado por Benfica 73 às 05:54

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